Mostrando postagens com marcador convergência 2012. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador convergência 2012. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de março de 2009

COSMOSOFIA 2012

1-2- 06-03-28-ac-mr
27 de março de 2006
MACROCOSMOS/MICROCOSMOS

Que o ADN molecular (do ser vivo e não só do ser humano) possa considerar-se (a partir de Étienne) sinónimo do microcosmos da grande tradição hermética, tem (a meu ver) consequências :
a) Identificado o microcosmos com o ADN da célula viva, é inevitável postular o macrocosmos como seu termo dialéctico no infinito («o que está em cima é igual ao que está em baixo»);
b) Macrocosmos e Microcosmos, não podem existir um sem o outro, um separado do outro, um é criação do outro;
c) Todas as criaturas são criaturas de Deus, todas as criaturas têm alma, todas as criaturas pertencem à rede do universo - interagem mutuamente;
d) Não só não podemos ser indiferentes ao Cosmos como o Cosmos também não é indiferente ao destino dos seres vivos;
e) O ser vivo existe entre dois infinitos (o infinitamente grande e o infinitamente pequeno), o que poderá garantir como inevitável a eternidade das energias vibratórias;
f) Ao localizar na heterocromatina constitutiva (zona do ADN «esquecida» dos microbiologistas) o segundo código genético = código vibratório, Étienne fundamenta fisicamente a existência de Deus, aquilo a que chamo a «demonstração geométrica de Deus».
g) O ADN molecular como sinónimo de suporte vibratório, significa que o trabalho a realizar é sobre o ADN e que será este a fazer, desde que tenha a informação correcta, a intercomunicação intercelular, ou seja, a base da saúde e da doença do ser vivo: toda a doença é bloqueio de informação intercelular. Cancro: é o exemplo mais atroz desse bloqueio, a que se soma o «fechamento» do suporte às energias cósmicas vibratórias;
h) O trabalho fundamental – a alquimia da vida – passa, pois, pelo metabolismo (= vivência =experiência) e pouco ou nada pelo «mental» em que todas as correntes psicomoralistas da New Age insistem: quando os livros traduzem Shen (espírito) por «mente», assistimos a uma das perversões modernas mais frequentes, aquilo a que, para não ofender ninguém, chamo «atrasos de vida».
i) Com a radiestesia de duas mãos, a estrutura a tocar na mão esquerda e o pêndulo na direita, temos a garantia de que, pela lei da ressonância vibratória, os 600 biliões de células recebem a informação da estrutura tocada: o pêndulo é assim o ser humano na totalidade em ressonância e consonância com as informações vibratórias;
j) Que eu saiba, o SV/EV é o único método energético «aberto», talvez só o Tai Chi se lhe possa comparar ;
k) Abrir os 12 receptores electromagnéticos (colocados em pontos determinados do corpo humano) é condição sine qua non para que o circuito seja aberto e as energias vibratórias actuem no suporte vibratório: os outros seres vivos estão natural e normalmente abertos e não precisam de fazer radiestesia...;

+ 4 ALÍNEAS
a) quando em radiestesia (Étienne) se fala de «suporte vibratório» (SV), subentende-se o termo contrário complementar: «energias vibratórias»(EV);
b) temos assim o esquema básico da pirâmide da existência: macrocosmos (EV)/ microcosmos (ADN=SV);
c) trata-se, com a radiestesia, de ir animando (acordando) o suporte vibratório pelas estruturas que podemos tocar (metais, cores, flores, letras, símbolos, por exemplo) e que fazem (no caso dos metais) correspondência com os primeiros níveis cósmicos - os planetas dos alquimistas são o bom exemplo para começar a viagem;
d) insistir no toque dos metais (em consonância com os planetas do sistema solar) é, como base da pirâmide alquímica, treinar o suporte vibratório (SV) para a subida na vertical (recepção correcta das energias vibratórias): alquimia da vida - metabolismo? - não é uma palavra vã e é de facto a base da pirâmide vibratória.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

CONVERGÊNCIA 2012

1-9 -ecoinfor

ECOINFORMAÇÃO: UM PROJECTO EM 18 PONTOS!

8/6/1997

 EXISTE UMA «ÁREA UNIFICADA» POR IDENTIFICAR?
 ACTIVIDADES EM PORTUGAL DO MUNDO HOLÍSTICO

Factos que justificam um projecto de miniagência informativa
Anexo ao manual técnico de noologia terapêutica
Revista «vida & natureza»: «know-how» holístico em terapias leves, inédito e confidencial]
Este texto foi redigido com vista à agência Infoplus, a quem nunca foi entregue: permanece, portanto, inédito

1 - Resumindo alguns dos pontos principais do relatório que hoje se apresenta[à Infoplus], lembro algumas das oportunidades que se desenham para um serviço informativo que eventualmente se criasse na «área unificada» das «ecoalternativas» de vida para os anos 90:
[- Apoio de Imprensa ao Forum Holístico Internacional, que já realizou dois congressos em Lisboa e continuará, todos os anos, a repetir o acontecimento;
- Apoiar e desenvolver secções de jornal como «Guia do Consumidor», «Grupos em Movimento», «Desabafe Connosco», etc.]
- Apoiar e desenvolver iniciativas como a de um Clube do Livro Holístico, à semelhança daquele que se realiza em França intitulado «Club du Livre pour Mieux Vivre»
-etc

2 - A delimitação de uma «área unificada», com uma designação temática suficientemente expressiva e rigorosa para se generalizar e cair no «ouvido» do grande público, não é tarefa tão académica nem tão gratuita como pode parecer aos desatentos.
Tem, pelo contrário, uma incidência directa de importância comercial: e o estranho é que ainda não tivesse aparecido nenhuma publicação especializada nessa «área unificada», capaz de corresponder ao público potencial que a procura.
Vários ramos. de várias ciências e sectores da vida económica, vêm convergir nessa área que, a criar um interlocutor mediático, correspondente a um sector de público vasto e coerente, dominaria simultaneamente a publicidade relativa às actividades económicas desse campo unificado.

Eis, para já, 5 palavras (sinónimas) para designar a «área unificada» que referi:
-Ecoalternativas de vida
-Ecologia Humana
-Holística
-Qualidade de vida
-Underground

3 - Para exprimir o mundo de actividades, ideias e acontecimentos que, embora emergentes na sociedade actual, não têm ainda, do ponto de vista noticioso, a cobertura correspondente, outras expressões além de «underground» podem ser indicadas, servindo algumas para eventuais títulos de prováveis publicações na área:
- Diálogo Leste-Oeste
- Diálogo Oriente-Ocidente
- Diálogo Holístico
- Holística em Diálogo
- Viver Bem
- Vida Prática
- Conforto e Segurança
- Energias humanas
- O corpo é nosso
- Vença a fadiga

4 - «Mundo holístico» chamei eu, à falta de melhor palavra, àquele campo (unificado) de actividades e acontecimentos que, embora importantes à escala mundial como área de actualidade noticiosa, permanece praticamente omisso dos «media» em Portugal, onde praticamente não se dá cobertura informativa aos acontecimentos que se relacionam e têm como centro o «universo» individual e humano:
- Alternativas práticas de sobrevivência ao apocalipse tecnoindustrial
- Comportamento
- Direitos da personalidade
- Direitos do Peão
- Ecologia humana
- Grupos de luta ambientalista
- Movimentos cívicos e sociais
- Profilaxia da Saúde (em vez do combate médico à doença)
- Segurança do utente e consumidor
- Técnicas apropriadas
etc
[Foram completamente infrutíferas as tentativas que fiz junto de organismos do Estado para criar uma pequena estrutura de redacção que funcionasse como «mini-agência» noticiosa para a «área holística», até agora «underground»: este título, aliás, chegou a ser sugerido para um provável boletim noticioso semanal.]
[O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor e, mais recentemente, o Instituto Nacional do Ambiente (INAMB) foram dois dos organismos contactados: o primeiro respondeu negativamente à proposta que fiz, há cerca de quatro anos, quando iniciei n« A Capital», duas páginas semanais de «Guia do Consumidor»; o segundo nem respondeu, nem sequer achou interessante dar continuidade a uma secção que, durante seis meses, mantive semanalmente a pulso no jornal « A Capital», intitulada «Grupos em Movimento», com notícias de 1ª mão sobre actividades dos grupos ambientalistas e outros.]
[Destas diligências, salvou-se a página n« A Capital», intitulada «Guia do Consumidor», que se publica todas as semanas desde 15 de Março de 1984 e que me tenho visto em apuros para aguentar, já que nenhuma estrutura de redacção consegui para apoiar a sua elaboração.]

5 - Existem, em arquivo, duas centenas de endereços relativos a organismos, revistas, jornais, escolas, grupos, clínicas que, em vários países que funcionam em vários países e que se indicam por ordem alfabética:
Alemanha Federal
Austrália
Canadá
Espanha
Estados Unidos
França
Grã Bretanha
Grécia
Holanda
Índia
Itália
Japão
México
Porto Rico
Sri Lanka
Suiça
O Brasil merece atenção especial, pois só ele regista mais de uma centena de endereços interessantes em todas as actividades ditas holísticas.
[Em 1986, na qualidade de jornalista interessado em questões ecoalternativas, contactei por carta-circular dezenas desses «pontos holísticos» e as respostas choveram, sem que, mais uma vez, tivesse havido hipótese de aproveitar e canalizar todo esse material informativo.

6 -
Material de arquivo, servindo de apoio de retaguarda (e eventual base a um banco de dados futuro...) à projectada mini-agência de informação holística ou ecoalternativa, tem estado várias vezes em risco de perder-se, por não ter alojamento onde armazenar estantes metálicas, ficheiros, recortes, livros, revistas, jornais, fotos, gravuras, mapas, esquemas, que compõem esse material de arquivo...para uma mini-agência noticiosa que ainda não há...
Presentemente, o que resta desse material está de novo em risco de se perder, já que acabou a cedência de uma sala feita pelo PPM (renda de 15 mil escudos mensais) e na qual (sala) o material tem estado arquivado desde Junho de 1987.
Durante esse tempo foi possível realizar uma exposição documental (25 painéis) sobre os «15 anos do movimento ecologista», inaugurada no Forum Picoas, no encerramento do Ano Europeu do Ambiente, com a presença do Secretário de Estado do Ambiente e Recursos Naturais, e à qual - curiosamente - não compareceu um único orgão da chamada Comunicação Social, nos cinco dias que a exposição durou, ou se compareceu não houve praticamente uma única notícia.

6 - A interdisciplinaridade dos problemas ligados à saúde e segurança do cidadão é teoricamente reconhecida mas nunca foi posta em prática. Uma revista ou agência noticiosa na área da saúde e segurança, poderia ser o lugar possível para pôr em prática essa interdisciplinaridade ou essa multiplicidade de disciplinas que convergem na saúde e segurança do consumidor. Podemos evidenciar essa multidisciplinaridade lembrando, por exemplo, o número de rsvistas afins que se publicam, das quais, para já, e antes de uma lista exaustiva, se indicam algumas a título exemplificativo:
-«Prevenção no Trabalho» (boletim da DGHST)
-«Revista Portuguesa de Medicina do Trabalho»
-«Segurança»
-«Fogo e Técnica»
-«Interfarma»
-«Boletim
-«Boletim do Centro de Informação de Medicamentos»
-«Informar» (INDC)
-«Proteste»

7 - Ao inaugurar, em 15 de Março de 1984, a página semanal «Guia do Consumidor», no diário «A Capital», referia-se a necessidade de «criar e arejar novos canais de intercomunicação entre consumidor «stritu sensu» ou o cidadão em geral e os serviços que devem atendê-lo»
Se este objectivo da página nunca foi inteiramente satisfeito por falta de meios postos à disposição do coodenador, o propósito continua vigente e o tempo apenas tem confirmado a sua cada vez maior necessidade.

8 - Na perspectiva da «informação ao consumidor», os efeitos adversos dos medicamentos e outras enfermidades iatrogénicas» constituem um capítulo suficientemente vasto e complexo para merecer tratamento pormenorizado.
É mesmo de estranhar que não tenha sido criado um «banco de dados» numa área onde esses dados são milhares e qualquer deles com interesse para o consumidor, visto que é ele o principal destinatário, o principal objecto da produção medicamentosa e médica em geral.
Se a informação ao consumidor só muito rara, superficial e esporadicamente aborda o campo da iatrogénese, deve-se o facto, por um lado, à retracção das fontes que podem dar essa informação e, por outro, à pressão do poder farmacêutico sobre as instituições em geral e os «mass media» em particular, de modo a minimizar os aspectos negativos dos medicamentos.
A provar a importância informativa deste capítulo - a Iatrogénese- apresentam-se algumas obras de fundo que o analisam sistematica e exaustivanmente:
- «Reacciones adversas de los Medicamentos y enfermedades yatrogénicas»
- «Dictionnaire Critique des Médicaments»
- «Nocividad de los Antibióticos»
- «Les Effets Indésirables des Médicaments»
No campo da reflexão filosófica, cita-se a obra clássica de Ivan Illich, que apareceu em língua portuguesa com o título «Limites para a Medicina» (Editora Sá da Costa)
É de notar que, em área tão polémica  como esta, a «informação ao consumidor» não tem que tomar partido na polémica pois, como toda a informação, é de noticiar factos e apenas factos que se trata.

9 - Como se pode ver pelo anúncio publicado n« A Capital», por ocasião do II Congresso Holístico de Saúde, cerca de 50 firmas participaram na II Feira Nacional de Produtos Naturais ali efectuada.
Este número parece significativo da importância relativa que as «artes holísticas de curar», à margem da medicina, começam a ter, independentemente do fenómeno que está ainda para surgir: a invasão que se prevê de terapeutas holísticos, de países europeus, em 1993, ao abrigo do mercado único.
Até lá é previsível que a tendência desta área de consumos seja para aumentar e, consequentemente, as motivações que vão dar notícia e o público a procurá-las.

10 - O número de médicos participantes no I Festival de Vida Natural realizado no Forum Picoas, em Lisboa, de 13 a 15 de Novembro de 1987, comprova que muitos são já os médicos abertos às alternativas naturais, sem medo de se apresentar em público a defender opções pouco ortodoxas para a Ordem dos Médicos.
A entidade que promoveu este festival, Associação Portuguesa de Alimentação Racional e Dietética, é por sua vez significativa da importância industrial e comercial que este sector assume na chamada vida económica do País.


11 - Embora latente e dispersa em algumas publicações, a íntima e profunda conexão entre «saúde» e «segurança» dos cidadãos, apesar de tão óbvia não foi ainda consciencializada como vector fundamental de qualquer política de saúde, já que se considera utopia a sociedade alternativa que vem a desenhar-se na mente dos profetas e ecologistas, onde essa relação será de perfeita e completa identidade. Uma coisa é a outra.
Este é, no entanto, o momento de evidenciar evidências, de mostrar o óbvio, quando há poderes e entidades interessados, como dizem os brasileiros, em tapar o sol com uma peneira.
Para evidenciar o óbvio, ou para mostrar as evidências, nada melhor do que um projecto editorial estruturado nessa linha de realismo e bom senso que exemplifique, na prática, o que em teoria muitos se recusam olhar e ver.

Uma a uma, as publicações entram em falência, ainda que potencialmente se julgue haver (e há realmente) um mercado para essas ideias e essa movimentação de ideias.
Porque falham, então?
A meu ver,  por falta de senso das evidências e de bom senso, ou seja, realismo.
A meu ver a falta de profissionalismo ( o amadorismo no pior sentido do termo), a falta de realismo , pode explicar esse  fracasso: isto, se não quisermos ir para aquele tipo de explicação que, explicando tudo, nada explica afinal e que é a crise e o facto de estarmos em Portugal.


É tempo de os fazedores de revistas ecologistas se submeterem ao mínimo de regras de jogo que uma publicação impressa hoje exige e a experiência ensina.
A ecologia aos ecologistas e os jornais aos jornalistas. É tempo de dar o seu a seu dono.



12 - Quem desce as escadas de acesso ao restaurante da Cooperativa Espiral, na Praça da Ilha do Faial, 14-A, em Lisboa, verifica que a parede se encontra totalmente forrada de notícias sobre cursos de ioga, congressos de agricultura biológica e de medicinas naturais, colóquios sobre budismo e astrologia, cursos de acupunctura para médicos, consultórios de homeopatia, tratamentos por Oligoterapia, etc.
Este autêntico «jornal de parede» revela que uma relativamente importante área de actividades «underground» têm que recorrer à comunicação parietal , na falta de um órgão intercomunicador que veicule esse noticiário.
A secção de Livraria, no referido restaurante Espiral, apresenta um naipe de temas que é certamente único - pela coerência das matérias integradas - no mercado livreiro português.
Isto a que chamamos «área unificada» ainda por definir não será já um sector amplo de público que consome temas e títulos como os que aí se apresentam, mas que essa livraria exista com as características que tem é, pelo menos, revelador de um interesse em expansão por assuntos ainda mal pressentidos pela maioria.
Esta livraria movimenta todos os dias importantes somas, o seu stock renova-se constantemente e a tendência é, sem dúvida, para a expansão e o crescimento de um público a que, à falta de melhor, chamaríamos também «underground».
[Vale a pena, por isso, lembrar as áreas temáticas em que esta livraria se encontra classificada e que confluem na inevitável designação de «holística».]

13 - A realização, em Brasília, do I Congresso Holístico Internacional, de 26 a 29 de Março de 1987, encorajou mais um projecto que chegou a ser delineado com o título «Actualidade Holística - Notícias do Mundo Ecologista/ Ano Europeu do Ambiente».
Uma fotocópia do «fac-simile» que se projectou como primeiro número dessa «actualidade holística» resta como a única realidade de mais um projecto que ficou perdido.

14 - Divulgada através do jornal «Ecologia em Diálogo», na Primavera de 1982, a Agência de Informação Ecológica anunciava os seus objectivos «a médio e longo prazo» em 10 pontos, revelando que desejava manter as melhores relações com jornais, serviços, projectos, organismos, grupos e associações que prosseguem idênticos objectivos de independência e alternativa aos monopólios culturais e informativos vigentes.»
Esta Agência de Informação Ecológica (AIE) era ainda apontada como pivô de um projecto mais vasto e ambicioso, a Rede Alternativa de Intercâmbio Informativo, sobre a qual, na altura, foram igualmente divulgados, em pormenor, os parâmetros de composição e funcionamento.
Um folheto de papel amarelo com centena e meia de exemplares de tiragem foi igualmente divulgado, em Março de 1982, sobre a referida Agência de Informação Ecológica, que se dizia em «fase experimental» e se definia também como «serviço noticioso da actualidade ecologista para órgãos de informação que o solicitem.»
A rubrica «Grupos em Movimento», retomada, anos mais tarde, em 1986, no jornal «A Capital», aparecia pela primeira vez em prática no próprio jornal «Ecologia em Diálogo», que se fazia assim o primeiro cliente e utilizador da referida Agência de Informação Ecológica.
Sublinhava-se, na altura, que as notícias de «Grupos em Movimento», fornecidas pela AIE, eram em «primeira mão», como seria de esperar de uma agência ainda que mini e de carácter artesanal...

15 - A companhia de seguros «Europeia», depois de apoiar, em meados de 1985, a realização em Lisboa do Congresso de Medicinas Naturais, mostrou-se interessada em apoiar outras iniciativas que dessem background às modalidades de apólices que, na área da saúde, aquela companhia tinha interesse em promover.
Face a esta abertura, foi planeada uma «revista mensal de actualidades terapêuticas», com o patrocínio da «Europeia», uma revista que - conforme se dizia no projecto -«embora modesta restitua às terapêuticas paralelas a imagem de dignidade e rigor científico que recentes acontecimentos abalaram.»
Aludia-se, no projecto, a um «tema forte que, em cada número da revista, estaria relacionado com um aspecto do já hoje vasto mercado da Naturoterapia.»
Sugeria ainda o projecto a elaboração simultânea de um «boletim noticioso» quinzenal para a Imprensa, em papel timbrado da Europeia e com o subtítulo «noticiário patrocinado pela Europeia».
Sugeria-se também a hipótese de uma «página semanal num jornal diário, página que aproveitaria o noticiário do referido boletim».
Note-se que, na altura, o semanário «Tempo» começou a publicar um suplemento, em princípio mensal, de terapêuticas alternativas, explorando fundamentalmente a publicidade do ramo.
Publicavam-se em Portugal, na altura, 4 revistas ditas «naturistas» (designação infeliz mas generalizada) más ou muito más e com pouco público, vendendo-se também uma brasileira - «Saúde» - formato selecções.
É esta praticamente a única que continua a aparecer nos escaparates, ficando demonstrado, mais uma vez, que há público mas que só uma revista brasileira consegue servir esse público...

16 - «Guia de Vida Alternativa» é o título do livro publicado no Rio de Janeiro, em 1987, em 1ª edição, reconhecendo, com um título aliás feliz, a existência da «área unificada» de que se tem vindo a falar neste relatório.
Subintitulado «uma síntese dos métodos alternativos usados no Brasil mostrando as práticas e seus devidos endereços», o livro corresponde às necessidades de um público consumidor sui-generis e confirma um mercado também sui-generis.
Na Primavera de 1985, fora publicado um livro de 450 páginas, um «guia alternativo para auto-suficiência e consciência planetária», denominado «Almanaque pés descalços», designação evocativa dos médicos tradicionais chineses, e igualmente reveladora de uma área, de um público e de uma gama de necessidades informativas.
Em 1983, um grupo do Porto propunha-se organizar o «Portu-Guia», o livro do Portugal alternativo», projecto que não teve concretização editorial.
Em França, é conhecido o «Annuaire Vert», definido na respectiva publicidade que é feita em revistas francesas como «fonte preciosa de indicações para o particular, que encontrará ali endereços de: restaurantes, pensões vegetarianas, pousadas rurais, lojas especializadas em França, Suiça, Bélgica, Luxemburgo, agricultura biológica, ervanárias, medicinas doces (estágios, seminários, cursos), desporto e saúde.»
Diz ainda a publicidade que o «Anuário é útil para «produtores, fabricantes, distribuidores, grossistas, importadores, retalhistas, ervanários, farmacêuticos, etc.
[Quando propus a uma conhecida editora portuguesa a realização de um «anuário» idêntico para Portugal, com base em material que tenho vindo coleccionando, com esse objectivo, respondeu-me a editora: «gostaríamos que nos fossem facultados mais elementos que nos permitam analisá-la».]

AGÊNCIA NOTICIOSA ECOALTERNATIVA: FONTES NOTICIOSAS POR EXPLORAR

16 - Conforme se pode ver no boletim da Direcção Geral de Higiene e Segurança no Trabalho, publicação mensal de distribuição gratuita mas de circulação em meios muito restritos, são numerosas as actividades « de interesse humano» que se desenrolam em áreas como:
- Cancro ocupacional
- Epidemiologia dos riscos em meio profissional
- Higiene industrial
- Resíduos perigosos
- Toxicologia
- Vibrações nos postos de trabalho
- etc.
Mais nenhuma publicação em Portugal dá nota detalhada ou sequer genérica dos acontecimentos e manifestações que, apesar de tudo e apesar de a medicina não ter interesse nenhum nisso, nem sequer na sua «medicina do trabalho», se verificam na área designada de «higiene e segurança do trabalho».
A Segurança em outras áreas da vida quotidiana é igualmente matéria omissa das habituais fontes noticiosas, o que leva a pensar numa área «inexplorada» (para não dizer tabu ou proibida) como matéria de actualidade, área que integre a mais vasta designação de Saúde Pública e Ecologia Humana.
A provar que á área de «segurança» (individual e social) não está inactiva, estão por exemplo as 10 páginas que a rubrica «seguros» ocupa na Lista Telefónica Nacional (Páginas Amarelas) 88/89, com centenas de nomes de companhias seguradoras...
Companhias a quem o tema da segurança, haja ou não catástrofe no Chiado, importa sempre agitar, nem que seja com falsos alarmes...

17 - Outras fontes informativas internacionais em plena actividade se podem assinalar na sequência do que se disse para o CIDOC.
A Fundação internacional para Alternativas ao Desenvolvimento, por exemplo, com sede em Nyon (Suíça) publica, de dois em dois meses, o boletim «IFDA dossiê» que, além de «Notícias do Terceiro Mundo», informa ainda sobre «espaço regional» e «espaço global» nas matérias de que se ocupa.
[Se se quisesse impressionar pela quantidade como argumento de peso para convencer a [Infoplus] a especializar a área do «ecodesenvolvimento» e das «ecoalternativas» (a que também já se chamou «arquipélago convivial») bastaria mostrar a lista de endereços que, por ordem alfabética do nome das organizações, o dossier da Fundação Internacional para Alternativas ao Desenvolvimento (IFDA) apresenta nos seus últimos números de 1988.]


18 - Fonte internacional de notícias sobre ecologia política e social, é o boletim «Univerte» publicado regularmente pela rede europeia de ecologistas designada «ecoropa».
Com sede em Genebra e actualmente organizado por Andréa Finger, Matthias Finger e Nanik de Rougemont, o boletim «Univerte» fornece informações de interesse público sobre as actividades que, em diversos países da Europa, exercem os elementos seus delegados.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

LÉXICO 2012

3387 caracteres-areaunif

ÁREA UNIFICADA (HOLÍSTICA) DE A a Z: CIÊNCIAS EXCLUÍDAS PELA MEDICINA MAS QUE A HOLÍSTICA INCLUI

Ciências, disciplinas, actividades e áreas temáticas, relacionadas com saúde mas que a medicina exclui e que são portanto convergentes na holística, formam uma lista de que a seguir se publicam alguns dos itens.
Nesta lista figuram actividades, temas e ciências que, pertencendo por direito à Medicina, esta exclui e ignora.
É tempo de trazer à existência ciências tão importantes como a Medicina do Trabalho que, nem sequer como especialidades médicas, a santa medicina está interessada em promover, votando-as a um disfarçado mas evidente ostracismo.

HOLÍSTICA - ÁREAS TEMÁTICAS CONVERGENTES

[Para um glossário específico fundamental: ainda há palavras relacionadas com saúde que a Medicina não anexou! Há que aproveitá-las para o campo da holística. A medicina esqueceu exactamente aquelas actividades que, sendo fulcrais para a saúde, não lhe dizem literalmente respeito: mostrando que à medicina não interessa nem nunca interessou a
saúde mas  a doença, eis a lista de actividades que ela dispensa:]
Alimentação racional
Antipoluição (técnicas de)
Artes práticas de curar
Autocura alimentar
Biologia médica
Bioritmologia
Defesa do ambiente
Defesa civil
Defesa ecológica do consumidor
Ecodiagnóstico - despistagem da doença pelos factores ambientais
Ecologia humana
Educação Física
Enfermagem de parto
Epidemiologia
Ergonomia
Ergoterapia
Etnomedicinas ou medicinas tradicionais
Fisiologia ecológica
Foniatria
Ginástica sueca
Higiene e profilaxia natural das doenças
Higiene do trabalho
Higiene social
Logopedia
Nutricionistas
Ortopedia
Parto psicoprofiláctico
Patologia do trabalho
Protecção civil
Prótese ortopédica
Psicoterapias clínicas
Recuperação
Saneamento básico
Saúde pública
Segurança quotidiana do cidadão
Socorrismo
Técnicas de autoterapia
Terapêutica da fala
Terapêuticas energéticas
Terapêuticas manipulatórias
Terapêuticas metabólicas
Terapêuticas naturais
Terapia comportamental
Terapia ocupacional
Toxicologia
Yoga

ESPECIALIDADES DA PRÓPRIA MEDICINA QUE A MEDICINA MENOSPREZA OU EXCLUI
Balneoterapia (hidroterapia)
Geriatria
Gerontologia
Medicina comunitária
Medicina metabólica
Medicina nutricional
Medicina social
Médicos de família
Medicina do trabalho
Ortopedia

ACTIVIDADES PROFISSIONAIS LIGADAS À SAÚDE E DESLIGADAS DA MEDICINA
Agente de saúde
Auxiliar de saúde
Educador de saúde
Free lancer do mundo alternativo
Higienista
Nutricionista
Professor de saúde
Técnico de saúde
Varredor municipal

ACTIVIDADES, TEMAS, CIÊNCIAS E DISCIPLINAS DE SAÚDE QUE MEXEM NA PUBLICIDADE E EM QUE A PUBLICIDADE MEXE

Dos recortes com anúncios recolhidos em revistas e jornais portugueses sobre assuntos de saúde (e «vida natural»), pode fazer-se uma primeira recolha, seleccionando-os por ordem alfabética como segue:
Acupuntura
Aeróbica
Águas minerais
Aikido
Algoterapia
Alimentação racional
Artes marciais
Artigos ortopédicos
Bicicletas medicinais
Calistas
Casas de repouso
Centros auditivos
Chás medicinais
Cinesioterapia
Comida saudável(restaurantes e lojas)
Correntes farádicas e galvânicas
Cosmética natural
Culturismo
Curas de emagrecimento
Defesa pessoal
Desintoxicação alimentar
Desintoxicação tabágica
Electroacupunctura
Farmácias com secções fitoterápicas e homeopáticas
Filtros de água
Fisioterapia
Ginásios
Ginástica sueca, oriental, electrónica
Hidromassagem
Judo
Karate
Livros editados na área holística de saúde
Macrobiótica
Magnetoterapia
Manicure
Massagem desportiva, oriental, correctiva, higiénica, médica,estética
Musculação
Optometristas
Orientação escolar
Orientação profissional
Osteopatia
Produtos alimentares
Produtos biológicos
Produtos dietéticos
Próteses auditivas
Psicoterapia
Rampa solar
Reabilitação infantil
Recuperação física
Reflexoterapia
Relax
Sauna
Sofrologia médica
Solários
Supermercados e centros comerciais com secções dietéticas
Terapia da fala
Terapia ocupacional
Termas
Testes audiométricos
Visagismo
Yoga

A provar o vasto público de consumidores por um lado e de actividades profissionais por outro, com ligação directa às áreas de saúde sem qualquer interferência da e na medicina, tal como ela própria teima em ser praticada, é o vasto arquivo de fichas existente com endereços relativos a rubricas, tais como:

Alimentação
Correntes neo-místicas
Ecogrupos
Editoras com colecções ou secções relativas a temas holísticos
Imprensa especializada
Livrarias especializadas
Naturoterapeutas em actividade
Médicos que tratam por processos naturais
Organismos oficiais de saúde pública, segurança, ambiente,
Personalidades do mundo terapêutico
+
8960 bytes-dgcs-1

EM 1ª APRESENTAÇÃO DA NOOLOGIA

+ Mecanismos autoreguladores da alquimia viva (a reabilitar) segundo A.C. :
automatismos
homeostase
instinto
inteligência da célula
reflexos condicionados
relógio biológico
ritmo respiratório
ritmo cardíaco
sistema nervoso vegetativo
sistema endócrino
sistema imunitário

+ Fases do tratamento de cura segundo A.C.:
- stress reintensifica-se (crise curativa)
- sintomas exacerbam-se (regressão de sintomas)
- alquimia da célula acelera-se (metabolismo)
- recuperação processa-se
- reordenamento ortomolecular das sequências repetidas é retomado

+ Fundamentos lógicos da Noologia segundo A.C.:
Postulados
Leis
Axiomas
Princípios
Modelos
Holos
Paradigmas
Métodos (Vias)

+ Leis em Noologia segundo A.C. (Ver file :
da ressonância
da analogia
da homologia (palindromia)

+ Princípios em Noologia segundo A.C.:
da hierarquização trinitária
do escalonamento progressivo

+ Palavras-Chave do Continuum segundo A.C. (Ver files adpcn-1> e p-cen-1> :

+ temas inevitáveis em alquimia energética segundo A.C.:
- energia do cancro = energia da anti-pedra filosofal

+ «ites» (que a estupidez da medicina fabrica) para o diagnostico energético segundo A.C. ( Ver ) :
amigdalite
apendicite
blefarite
bronquite
bursite
cefalite
colescitite
colite
conjuntivite
cistite
enterite
epicondilite
estomatite
gastrite
hepatite
hipodermite
mastite
meningite
metrite (útero)
nefrite
orquite (testículos)
osteite
otite
pancreatite
periartrite
pneumonia
prostatite
rectocolite
salpingite
sinusite
tendinite
uretrite
vasculite

+ Memorizadores de informação energética segundo A.C.:
- água
- metal
- gatos
- plantas - bryophilum/kallenchoe
- pinturas a óleo
- símbolos e diagramas
- papel (?)
- moedas (dinheiro)
- notas de banco

+ Sinais de igual em Noologia segundo A.C.:
Luz incriada ou nascida por si mesma = keper-Re = Grande Luz Criadora = Escaravelho Sagrado = o eterno, o ser criado por si mesmo

+ grandes agrupamentos da Energia Tempo segundo o hinduísmo :

A - cada yuga ou grande idade subdivide-se em 4:
- krita ou Satya -Yuga
- tetra-yuga
- dwapara yuga
- kali - yuga
B - idades de:
- ouro
- prata
- cobre
- ferro

+ Mais referenciais noológicos segundo A.C.:
- 9 camadas da alma (Hierofantes egípcios)
- 12 receptores electromagnéticos (Yves Roccard)
- 14 niveis vibratórios
- 4 fases alquímicas (segundo a tradição)
- 7 corpos energeticos segundo Rudolfo Steiner
- 7 metais alquimicos segundo a tradição
- 7 cores do arco-íris
- 38 remédios florais segundo o Dr Bach
- Zonas reflexas do corpo humano
- meridianos de energia
- pontos de energia
- esferas energéticas do Ovo Cósmico (Tradição)
- 4 pirâmides da existência ( Etienne Guillé)

+ verbos-chave em Noologia segundo A.C.:
- visualizar o invisível
- contra o fatalismo sado-masoquista
- o sofrimento é estúpido e estupidifca
- vamos relativizar
- é preciso des-sacralizar, des-ritualizar
- quando o aluno está pronto, o mestre surge

+ Nomes para toxinas segundo A.C.:
- ácidos gordos
- ácido úrico
- cristais
- catarros
- radicais livres

+ Formas de fitoterapia:
- decocção
- infusão
- tintura-mãe
- banhos
- cataplasmas
- loções
- pomadas

+ Linguagens energéticas segundo A.C.:
- animais
- arroto
- dor
- emoções
- espirro
- flores
- gemido
- letras
- medo
- plantas
- pulsos
- pele
- pontos de acupunctura
- sonhos
- sonos (oniromancia)
- símbolos
- suspiro
- tosse
- zonas reflexas

+ perguntas no ar em Noologia segundo A.C.:
- todas as energias são vibratórias?
- energia significa energia vibratória?
- estamos preparados para a mudança de era?
- ecologia humana faliu?
- será possível o terapeuta?
- porque é que todos os povos, em todos os tempos e lugares, nunca puderam passar sem religião? Será que são todos parvos? E só positivista , depois de Comte, é esperto? ( 14/9/1993)

+ frases (Ver files sdcb-1e axiomas-anexins):

As células estão expostas a 3 classes de doenças
- paralisia
- excitação
- necrobiose

Urgente é um inventário das doenças em ite, doenças de onde derivam quase todas as outras, agudas e crónicas. Devem-se às ites os medicamentos químicos mais violentos: vacinas, antibióticos e cortisona. (A.C.)

Esta civilização está errada (enfiou pelo caminho errado), mas é quem vai decidir do nosso destino planetário. Só o nosso destino cósmico pode evitar a catástrofe planetária.(A.C.)

Relativamente às ciências sagradas , trata-se de ir integrando alquimicamente no nosso quotidiano, o que significa ( ao nível do desenvolvimento psíquico e das nossas potencialidades) o progressivo e ritmado desenvolvimento dos órgãos dos sentidos potenciais. (Alquimizar a alquimia) (A.C.)

Conhece-te a ti mesmo, dizia a máxima no frontão do templo grego. Mas até agora o auto-conhecimento tem sido auto-desconhecimento. (A.C.)

O ser humano é o osciloscópio de deus (AC)

+ factores de doenças em Noologia segundo A.C.:
- factor predisponente
- factor causal
- factor desencadeante
- factor coadjuvante

+ alguns nomes de ciências sagradas:
Simbologia/Arquetipologia
Profeciologia (Neologismo AC)
Aritmosofia/Numerologia

+ Cassetes moleculares que nos marcaram segundo E.G.:
hebraica
egípcia
hindu
mesopotâmia
celta
atlante
mu

+ culturas das que surgem sempre que se fala de ciências sagradas ou ciência das origens (segundo A.C.):
Azteca
Celtas
Chinesa
Egípcia
Hebreus
Maia-Quichés
Mesopotâmia
Persa
Tolteca

As que raramente surgem:
Índios brasileiros (ianomami)
Aborígenes da Austrália

+ Textos noológicos que surgem citados na pesquisa das origens, segundo A.C.:
Apocalipse
Génesis
Gilgamesh
Popol Vuh