1-2- 06-03-28-ac-mr
27 de março de 2006
MACROCOSMOS/MICROCOSMOS
Que o ADN molecular (do ser vivo e não só do ser humano) possa considerar-se (a partir de Étienne) sinónimo do microcosmos da grande tradição hermética, tem (a meu ver) consequências :
a) Identificado o microcosmos com o ADN da célula viva, é inevitável postular o macrocosmos como seu termo dialéctico no infinito («o que está em cima é igual ao que está em baixo»);
b) Macrocosmos e Microcosmos, não podem existir um sem o outro, um separado do outro, um é criação do outro;
c) Todas as criaturas são criaturas de Deus, todas as criaturas têm alma, todas as criaturas pertencem à rede do universo - interagem mutuamente;
d) Não só não podemos ser indiferentes ao Cosmos como o Cosmos também não é indiferente ao destino dos seres vivos;
e) O ser vivo existe entre dois infinitos (o infinitamente grande e o infinitamente pequeno), o que poderá garantir como inevitável a eternidade das energias vibratórias;
f) Ao localizar na heterocromatina constitutiva (zona do ADN «esquecida» dos microbiologistas) o segundo código genético = código vibratório, Étienne fundamenta fisicamente a existência de Deus, aquilo a que chamo a «demonstração geométrica de Deus».
g) O ADN molecular como sinónimo de suporte vibratório, significa que o trabalho a realizar é sobre o ADN e que será este a fazer, desde que tenha a informação correcta, a intercomunicação intercelular, ou seja, a base da saúde e da doença do ser vivo: toda a doença é bloqueio de informação intercelular. Cancro: é o exemplo mais atroz desse bloqueio, a que se soma o «fechamento» do suporte às energias cósmicas vibratórias;
h) O trabalho fundamental – a alquimia da vida – passa, pois, pelo metabolismo (= vivência =experiência) e pouco ou nada pelo «mental» em que todas as correntes psicomoralistas da New Age insistem: quando os livros traduzem Shen (espírito) por «mente», assistimos a uma das perversões modernas mais frequentes, aquilo a que, para não ofender ninguém, chamo «atrasos de vida».
i) Com a radiestesia de duas mãos, a estrutura a tocar na mão esquerda e o pêndulo na direita, temos a garantia de que, pela lei da ressonância vibratória, os 600 biliões de células recebem a informação da estrutura tocada: o pêndulo é assim o ser humano na totalidade em ressonância e consonância com as informações vibratórias;
j) Que eu saiba, o SV/EV é o único método energético «aberto», talvez só o Tai Chi se lhe possa comparar ;
k) Abrir os 12 receptores electromagnéticos (colocados em pontos determinados do corpo humano) é condição sine qua non para que o circuito seja aberto e as energias vibratórias actuem no suporte vibratório: os outros seres vivos estão natural e normalmente abertos e não precisam de fazer radiestesia...;
+ 4 ALÍNEAS
a) quando em radiestesia (Étienne) se fala de «suporte vibratório» (SV), subentende-se o termo contrário complementar: «energias vibratórias»(EV);
b) temos assim o esquema básico da pirâmide da existência: macrocosmos (EV)/ microcosmos (ADN=SV);
c) trata-se, com a radiestesia, de ir animando (acordando) o suporte vibratório pelas estruturas que podemos tocar (metais, cores, flores, letras, símbolos, por exemplo) e que fazem (no caso dos metais) correspondência com os primeiros níveis cósmicos - os planetas dos alquimistas são o bom exemplo para começar a viagem;
d) insistir no toque dos metais (em consonância com os planetas do sistema solar) é, como base da pirâmide alquímica, treinar o suporte vibratório (SV) para a subida na vertical (recepção correcta das energias vibratórias): alquimia da vida - metabolismo? - não é uma palavra vã e é de facto a base da pirâmide vibratória.
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sábado, 21 de março de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
AXIOMÁTICA 2012
1-2 lade-0 >a-diagra>adn> - notas de leitura - à luz da hipótese vibratória
AS FONTES EGÍPCIAS E A ÁGUA INQUINADA DOS ARQUEÓLOGOS
«O destino do homem é a eternidade»
In «Textos Sagrados das Pirâmides»
[Diagramas «egípcios»: 0, 1, 26, 36, 37, 39, 40, 41 ]
2/7/1995 - Se a bibliografia sobre Mu é praticamente inexistente (além do livro de James Churchward, nada mais se conhece), se a bibliografia sobre a Atlântida é dada, na sua maior parte, como fantasiosa, e a arqueologia oficial não a leva a sério nos seus desvarios, já sobre o Egipto a questão é outra.
Abunda a comida, a civilização não desapareceu, as pirâmides estão lá de pedra e cal, os hieróglifos também e os papiros bem guardados no Museu de Turim. A arte é esplêndida, os frescos fresquíssimos da costa e monumentos não faltam para alimentar a gula de turistas à tiracolo e dos outros turistas que são os historiadores, arqueólogos e estetas.
O Egipto foi e continua a ser o grande maná, um verdadeiro ver-se-te-avias. Só o Tibete se lhe compara em chulice internacional, à conta da Teosofia e arredores. Desde «A Maldição dos Faraós» contada por Philipp Vandemberg (Ed. Livros do Brasil) até à exploração desenfreada do simbolismo das pirâmides, que chega ser obscena em casos como o de Tomás d'Eça Leal, só a obra clássica do Abade Morée se distingue da vulgaridade (e do vampirismo) ou o notável documento sobre a eternidade que é livro de C. W. Ceram «Deuses, Túmulos e Sábios» (Ed. Livros do Brasil).
Dir-se-ia que o Egipto, tal como a bela adormecida, espera ainda o príncipe encantado que o desencante, o historiador e o método de investigação capaz de ler e penetrar em todos os seus mistérios, maravilhas e profundezas.
Esse príncipe encantado parece ter surgido com Etienne Guillé e o método da gnose vibratória por ele proposto.
CONFUSÃO DE DEUSES E DEUSAS OU ESCALA HIERÁRQUICA DE ENERGIAS?
Os textos sobre religião egípcia são, geralmente, assustadores. Para lá de não saberem rigorosamente nada da matéria que estão tratando - energias - tornam-se num cocktail ininteligível de historietas cruzadas umas nas outras, sem qualquer sentido, ao melhor estilo das telenovelas modernas.
Uma das conclusões a tirar, à luz da hipótese vibratória proposta por Etienne Guillé, é de que esses textos são um amontoado de iniquidades e de histórias anedóticas, em que a proliferação de nomes de deuses ajuda à total confusão e insignificância do que lemos.
A chamada mitologia egípcia, a julgar pelos autores que estamos consultando, seria um caos de nomes (que cada autor grafa de uma maneira), de lendas (que cada um conta a seu jeito), de falsos mitos (que cada um interpreta com o desvario que lhe é próprio), de ingenuidades (im)perdoáveis e primitivismos deploráveis.
Colocada a hipótese vibratória - os nomes de deuses são apenas nomes de energias - dois parâmetros se impõem:
a) o sistema egípcio de deuses é uma única e precisa descrição das energias cósmicas
b) é possível, em vez do caos, chegar a uma efectiva cosmogonia (talvez a única hoje acessível) e compreender que, à luz da hipótese vibratória, as energias se escalonam segundo uma hierarquias precisa e irreversível.
Os graus de parentesco entre deuses e suas filiações ou ascendências são apenas energias homólogas, análogas, antagonistas e as relações entre si que, para o vulgo, são contadas sob forma romanesca, como relações familiares, a telenovela da época faraónica, correspondem a relações numerológicas que só a ciência sagrada da Aritmosofia pode descodificar.
Provavelmente, trata-se aqui dos famosos 3 níveis de leitura da mensagem egípcia.
As energias contadas como «historietas da Carochinha» seria o primeiro nível de leitura, literal, e destinar-se-ia a entreter o povo rude, como hoje as telenovela.
Depois, um segundo nível de leitura, o nível simbólico, apenas acessível a intelectuais, eruditos, escribas e outros letrados da época divina.
Finalmente, o terceiro nível de leitura, secreto, oculto, esotérico, que estava reservado aos hierofontes da Enéade de Heliópolis.
Os historiadores modernos, a partir de Champolion, basearam-se no 1º nível de leitura - o popular - e recontam-nos, cada um para seu lado, essa confusão de histórias, muito semelhantes às 36 telenovelas que passam, por dia, nas 4 televisões portuguesas.
É tempo de extrair dos Egípcios, que não nos cobram direitos de autor, o que eles nos disseram de Energias e da Eternidade. A sua Cosmogonia. A mais perfeita que chegou até nós. Essa a informação que merece a pena guardar.
Por ordem de valor informativo ou vibratório, deveremos acolher e começar a alinhar no nosso caderno de exercícios e testes:
- Nomes de deuses
- Nomes de lugares especiais ou mágicos
- Palavras de poder
- Hieróglifos que exprimem unidades elementares de informação
- Textos sagrados encontrados nas pirâmides
- Textos incluídos no chamado «Livro dos Mortos»
CAMPOS DE MORFOGÉNESE
À luz da hipótese vibratória proposta por Etienne Guillé, os deuses com formas de animal, por exemplo, traduzem, como os outros com formas humanas, campos energéticos de morfogénese, de que tanto fala Etienne, baseado na obra clássica de R. Sheldrake, «Une Nouvelle Science de la Vie», Ed. Rocher, 1985. Num primeiro (e primário) nível de leitura, Anúbis é o deus com cabeça de chacal mas, em segundo nível de leitura, é a expressão de um campo energético que rigorosamente é expresso por essa forma de chacal, energeticamente diferente do cão, da águia, do rato, da mosca, do íbis ou do gato. Como acontece, por exemplo, na astrologia chinesa, feita de animaizinhos os mais diversos...
+
lade-1>listas> lade = listas aberta do egipto para testes
2/7/1995
NOMES DE DEUSES, NOMES DE ENERGIAS
Aba
Abydos
Amenti
Anubis
Anuki
Anupu
Aset
Ba
Badariana
Buto
Chacal
Chemi
Edfu
El-Kab
Enéade de Heliópolis
Ermuthis
Geb
Haroheris
Harsafés
Hathor = deusa da música
Heliópolis
Heracleópolis
Horo
Horo-Ra
Hu = autoridade
Ihet
Ísis = esposa e irmã de Osíris
Ka
Khas
Khentamenti -> Abidos
Kherty
Khnum
Kokai - primeiro faró que se disse filho de Rá
Maat = justiça
Mekhenti-en-irty
Mekhenti-irty
Memnon = estátuas colossais que os raios do sol tornavam sonoras
Menfis
Min
Nakhal
Narmer
Neferir Kré
Nefertari
Negaudiunas
Nephtys
Nomos
Nun
Nut
On = Heliópolis
Osíris (Mistérios de)
Osíris = esposo de Ísis e pai de Horus, divindade do Bem, da vegetação e protector dos mortos
Pepi I e II
Ptah
Ra
Ra- Harakto
Sakhebu
Sakmet
Set
Sia = percepção
Siut
Sobek
T-Meth
Ta-resu
Tebas
Thinis
Thoth ou Thoth = deus regulador do tempo e do universo, assimilado ao Hermes grego
Totenen
Upuat = deus-lobo no delta , companheiro de Horo na luta contra Set
Ur Kherp Hemat = grão mestre da arte
+
1-2-lade-2 >notas de leitura - lade = lista aberta de egipto - itálicos para testes
DEUSES EGÍPCIOS
b) Deuses com cabeça de animal e corpo humano:
Sekhmet -> cabeça leoa
Bast = Sekhmet
Tot -> cabeça de Íbis
Khnum -> cabeça de carneiro
c) Deuses cósmicos do ciclo Ra:
Atum = divindade solar, patrono de Heliópolis
Ra = Sol
Ur-Mer = Mnenis = Ra
Nut = abóbada celeste
Geb = deus da terra
d) Deuses relacionados com conceitos metafísicos:
Ptah -> divindade superior (Logos dos gnósticos)
Raul Xavier, prefácio do livro «Textos Sagrados das Pirâmides», de G. Maspero e Kurt Sethe
*
A ENÉADE DE HELIÓPOLIS
«O clero de Heliópolis elaborou uma Cosmogonia, segundo a qual Ra-Atum, o deus sol, gerara a si mesmo, caindo de Nun, o Oceano primordial. A descendência de Ra-Atum compunha-se de Su, divindade atmosférica, Tafnut, esposa de Su e deusa da Humidade. Estes, por sua vez, geraram Geb, o deus do solo, Nut, a deusa celeste, que simbolizava a abóbada celeste. Geb e Nut procriaram Osíris, Ísis, Set, Neftis.
Estes 9 deuses constituíam a Enéade de Heliópolis.»
J.E.S. Edwards, in «Textos Sagrados das Pirâmides», de G. Maspero e Kurt Sethe
*
«Osíris e Íris tinham copulado quando ainda se encontravam no ventre da deusa Nut.»
Idem
*
«Os Egípcios acreditavam na possibilidade dos mortos agirem em benefício dos vivos, e admitiam que os vivos pudessem actuar em favor dos mortos, crença documentada pelos escritos na superfície externa dos sarcófagos, nas lápides tumulares, nos papiros, nas paredes dos corredores e câmaras no interior das pirâmides
«Acreditavam na eficácia mágica desse fraseado, supondo animar o mundo do morto, guiá-lo, protegê-lo em sua viagem, na barca em que seria conduzido ao tribunal de Osíris.
Tais escritos, lidos durante os funerais e ritos fúnebres, posteriores ao sepultamento, constituem hoje o material de estudo dos egiptólogos. Intitulam-se:
Textos das Pirâmides
Textos dos Sarcófagos
alguns reunidos sob a denominação de Livro dos Mortos
Nessa literatura fúnebre incluem-se escritos que descrevem a topografia do mundo do além e são:
O Livro dos 2 Caminhos
O Livro de Aduat
O Livro das Portas
O Livro da Noite
O livro das Cavernas
*
«O material antropológico oferecido pela cultura egípcia vale pela antiguidade submetida a um processo evolutivo, processo orientado no sentido da melhoria das condições de existência daquela colectividade.
«Essa antiguidade pode ser estendida a mais de 5.000 anos antes da era cristã. Neste particular, o Egipto antecede a China e a Índia, pelo menos no que diz respeito à seriação das formas culturais. Sob este critério, talvez somente a Babilónia seja mais antiga.»
Raul Xavier, prefácio do livro «Textos Sagrados das Pirâmides», de G. Maspero e Kurt Sethe,
*
NÚMEROS
Em 1859, o inglês John Taylor concluiu que o arquitecto de Queóps usara como unidade de medida o mesmo cúbito bíblico utilizado na construção da Arca de Noé (que, pelos seus cálculos, fora concluída 300 anos antes da pirâmide de Queops). O cúbito sagrado equivalia a cerca de 63 cm de comprimento e baseava-se, por sua vez, no eixo da terra. Se se dividir o eixo da terra por 400.000, o resultado é um cúbito bíblico.»
«Fronteiras do Desconhecido», Ed Selecções, pg. 16
*
«Pitágoras possuía poderes extraordinários: conseguia tornar-se invisível e caminhar sobre a água e tinha o poder de fazer aparecer e desaparecer objectos, de acordo com a sua vontade.»
«Fronteiras do Desconhecido», Ed. Selecções,
*
«O análogo produz o análogo e elementos primitivamente em contacto continuam a actuar - reciprocamente - estes princípios contam-se entre os dogmas mágicos que se desenvolveram à medida que surgiam sociedades agrícolas a leste do Mediterrâneo.»
«Fronteiras do Desconhecido», Ed. Selecções, pg. 11
+
1-1 - lade-3>adn>listas> - notas de leitura
O CHAMADO «LIVRO DOS MORTOS» DO ANTIGO EGIPTO(*)
«Graças ao livro, o defunto poderia vencer todos os obstáculos - monstros, demónios, portas a abrir - dado o potencial mágico que este livro apresentava. Estes obstáculos persistiriam em aparecer, tentando barrar-lhe toda e qualquer tentativa de alcançar o Além, cruzar os 21 pilares, passar pela 15 entradas e cruzar as 7 salas esperando poder chegar até Osíris e os 42 juízes que iriam julgá-lo. Graças ao Livro, conheceria também o que iria salvá-lo. Os nomes dos deuses.»
*
«O verdadeiro nome do «Livro dos Mortos» era «saída para (a luz de) o Dia». Sua primeira versão foi dada em 1842 por Ricardo Lepsius. Na verdade quem descobriu o «Livro dos Mortos» foi Champollion, arqueólogo francês que decifrou a pedra de Roseta, chave dos hieróglifos egípcios.»
*
«Antes de opinar o que possa ser este livro, vamos a um pequeno resumo do seu conteúdo. Destinado a guiar a alma do defunto pelo Além, informa-nos que, logo após transpor a «Porta do Morte», se vê deslumbrada pela «plena luz do dia». Quando se encontrar refeita do susto, trata de retornar ao corpo que acaba de abandonar, embora as divindades encarregadas de guiá-la arrastem-na para longe do ataúde. Começa aí a dura e difícil caminhada para o Além: atravessa uma região de trevas, caminho difícil e frequentemente obstruído, onde faltam ar e água. A segunda etapa é a chegada ao Anenti, residência de Osíris, onde é julgada. Ali de pé ante o principal de seus juízes e com os braços erguidos, em sinal de adoração, fica ante o deus que, imóvel, enigmático, quase petrificado, contempla a alma que comparece ante ele. Atrás de si estão Ísis e Neftis, irmãs de Osíris. (Aquela, além de irmã, é sua esposa); defronte a esse triunvirato de deuses, o defunto pronuncia as palavras sagradas. Feito isso, a união mística já está realizada: sua alma e a de Osíris formam um único todo. Surge então uma dúvida: porque razão, na 3ª fase, o defunto vem ante o famoso tribunal de justiça presidido por Osíris, se este já uniu a sua alma à do morto?
«O comparecimento é conduzido por Horus ou por Anúbis, frente a um tribunal de 42 juízes. A deusa da Verdade-Justiça está presente, mas não toma parte no julgamento.
«Thoth é o escrivão : faz o defunto confessar não só o que fez mas o que deixou de fazer e Anúbis pesa em uma balança o seu coração. Também aqui se pergunta porquê, posto que o sacerdote, protector ou tutor espiritual do defunto na terra, caso sua alma não subisse ao Amenti, ameaçava «não deixar mais subir Ra no Céu» - o que significava o Sol não percorrer mais o Céu - o faria cair no Nilo, onde se alimentaria de peixes, quando estes estavam entre os alimentos impuros. No entanto, o livro afirma que, se a alma não fosse ao Amenti, seria enviada ao Duat, onde permaneceria por tempo não determinado.
*
«(...) Tudo isso poderia ser conseguido através do Livro, em troca de um pouco de magia e de saber as palavras de potência, irresistíveis a deuses e demónios.»
*
O Livro anuncia uma série de cataclismos cósmicos que culminariam na catástrofe bíblica, o ponto de partida da involução cósmica.
--------
(*)Luís Carlos Teixeira de Freitas, in «O Livro dos Mortos do Antigo Egipto», Trad. de Edith de Carvalho Negraes, Hemus
Léxico:
Palavras de potência = Palavras de poder
Shu = o que sustenta a abóbada celeste
Osíris = dupla inicial Lua-Sol
Ushebti
+
1-1-lade-4> + antologia> - última revisão : 25-12-2001
SUBLINHADOS DO GATO
Os egípcios tinham o poder de dar vida aos mortos, animar estátuas e exigir serviços dos deuses pela mera pronúncia dos seus nomes como palavras de poder. - E.A. Wallis Budge, in «A Magia Egipcia», pg 26
As práticas mágicas dos egípcios haviam passado para o Leste e encontrado ambiente favorável entre os judeus que viviam em Babilónia ou nos arredores. - E.A. Wallis Budge, in «A Magia Egipcia», pg 27
O próprio mundo passou a existir depois que Tot pronunciou uma palavra - E.A. Wallis Budge, in «A Magia Egipcia», pg 11
Aquele que escreve a respeito de segredos, de forma não escondida ao vulgo, é um louco perigoso. - Roger Bacon
O louco não é aquele que perdeu a razão, o louco é aquele que perdeu tudo menos a razão. - Chesterton
A (sociedade Golden Dawn) primeira revolta da alma contra o intelecto, mas não a última. - Yeats, membro da GD - (In «Os Livros Malditos», de Jacques Bergier)
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AS FONTES EGÍPCIAS E A ÁGUA INQUINADA DOS ARQUEÓLOGOS
«O destino do homem é a eternidade»
In «Textos Sagrados das Pirâmides»
[Diagramas «egípcios»: 0, 1, 26, 36, 37, 39, 40, 41 ]
2/7/1995 - Se a bibliografia sobre Mu é praticamente inexistente (além do livro de James Churchward, nada mais se conhece), se a bibliografia sobre a Atlântida é dada, na sua maior parte, como fantasiosa, e a arqueologia oficial não a leva a sério nos seus desvarios, já sobre o Egipto a questão é outra.
Abunda a comida, a civilização não desapareceu, as pirâmides estão lá de pedra e cal, os hieróglifos também e os papiros bem guardados no Museu de Turim. A arte é esplêndida, os frescos fresquíssimos da costa e monumentos não faltam para alimentar a gula de turistas à tiracolo e dos outros turistas que são os historiadores, arqueólogos e estetas.
O Egipto foi e continua a ser o grande maná, um verdadeiro ver-se-te-avias. Só o Tibete se lhe compara em chulice internacional, à conta da Teosofia e arredores. Desde «A Maldição dos Faraós» contada por Philipp Vandemberg (Ed. Livros do Brasil) até à exploração desenfreada do simbolismo das pirâmides, que chega ser obscena em casos como o de Tomás d'Eça Leal, só a obra clássica do Abade Morée se distingue da vulgaridade (e do vampirismo) ou o notável documento sobre a eternidade que é livro de C. W. Ceram «Deuses, Túmulos e Sábios» (Ed. Livros do Brasil).
Dir-se-ia que o Egipto, tal como a bela adormecida, espera ainda o príncipe encantado que o desencante, o historiador e o método de investigação capaz de ler e penetrar em todos os seus mistérios, maravilhas e profundezas.
Esse príncipe encantado parece ter surgido com Etienne Guillé e o método da gnose vibratória por ele proposto.
CONFUSÃO DE DEUSES E DEUSAS OU ESCALA HIERÁRQUICA DE ENERGIAS?
Os textos sobre religião egípcia são, geralmente, assustadores. Para lá de não saberem rigorosamente nada da matéria que estão tratando - energias - tornam-se num cocktail ininteligível de historietas cruzadas umas nas outras, sem qualquer sentido, ao melhor estilo das telenovelas modernas.
Uma das conclusões a tirar, à luz da hipótese vibratória proposta por Etienne Guillé, é de que esses textos são um amontoado de iniquidades e de histórias anedóticas, em que a proliferação de nomes de deuses ajuda à total confusão e insignificância do que lemos.
A chamada mitologia egípcia, a julgar pelos autores que estamos consultando, seria um caos de nomes (que cada autor grafa de uma maneira), de lendas (que cada um conta a seu jeito), de falsos mitos (que cada um interpreta com o desvario que lhe é próprio), de ingenuidades (im)perdoáveis e primitivismos deploráveis.
Colocada a hipótese vibratória - os nomes de deuses são apenas nomes de energias - dois parâmetros se impõem:
a) o sistema egípcio de deuses é uma única e precisa descrição das energias cósmicas
b) é possível, em vez do caos, chegar a uma efectiva cosmogonia (talvez a única hoje acessível) e compreender que, à luz da hipótese vibratória, as energias se escalonam segundo uma hierarquias precisa e irreversível.
Os graus de parentesco entre deuses e suas filiações ou ascendências são apenas energias homólogas, análogas, antagonistas e as relações entre si que, para o vulgo, são contadas sob forma romanesca, como relações familiares, a telenovela da época faraónica, correspondem a relações numerológicas que só a ciência sagrada da Aritmosofia pode descodificar.
Provavelmente, trata-se aqui dos famosos 3 níveis de leitura da mensagem egípcia.
As energias contadas como «historietas da Carochinha» seria o primeiro nível de leitura, literal, e destinar-se-ia a entreter o povo rude, como hoje as telenovela.
Depois, um segundo nível de leitura, o nível simbólico, apenas acessível a intelectuais, eruditos, escribas e outros letrados da época divina.
Finalmente, o terceiro nível de leitura, secreto, oculto, esotérico, que estava reservado aos hierofontes da Enéade de Heliópolis.
Os historiadores modernos, a partir de Champolion, basearam-se no 1º nível de leitura - o popular - e recontam-nos, cada um para seu lado, essa confusão de histórias, muito semelhantes às 36 telenovelas que passam, por dia, nas 4 televisões portuguesas.
É tempo de extrair dos Egípcios, que não nos cobram direitos de autor, o que eles nos disseram de Energias e da Eternidade. A sua Cosmogonia. A mais perfeita que chegou até nós. Essa a informação que merece a pena guardar.
Por ordem de valor informativo ou vibratório, deveremos acolher e começar a alinhar no nosso caderno de exercícios e testes:
- Nomes de deuses
- Nomes de lugares especiais ou mágicos
- Palavras de poder
- Hieróglifos que exprimem unidades elementares de informação
- Textos sagrados encontrados nas pirâmides
- Textos incluídos no chamado «Livro dos Mortos»
CAMPOS DE MORFOGÉNESE
À luz da hipótese vibratória proposta por Etienne Guillé, os deuses com formas de animal, por exemplo, traduzem, como os outros com formas humanas, campos energéticos de morfogénese, de que tanto fala Etienne, baseado na obra clássica de R. Sheldrake, «Une Nouvelle Science de la Vie», Ed. Rocher, 1985. Num primeiro (e primário) nível de leitura, Anúbis é o deus com cabeça de chacal mas, em segundo nível de leitura, é a expressão de um campo energético que rigorosamente é expresso por essa forma de chacal, energeticamente diferente do cão, da águia, do rato, da mosca, do íbis ou do gato. Como acontece, por exemplo, na astrologia chinesa, feita de animaizinhos os mais diversos...
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2/7/1995
NOMES DE DEUSES, NOMES DE ENERGIAS
Aba
Abydos
Amenti
Anubis
Anuki
Anupu
Aset
Ba
Badariana
Buto
Chacal
Chemi
Edfu
El-Kab
Enéade de Heliópolis
Ermuthis
Geb
Haroheris
Harsafés
Hathor = deusa da música
Heliópolis
Heracleópolis
Horo
Horo-Ra
Hu = autoridade
Ihet
Ísis = esposa e irmã de Osíris
Ka
Khas
Khentamenti -> Abidos
Kherty
Khnum
Kokai - primeiro faró que se disse filho de Rá
Maat = justiça
Mekhenti-en-irty
Mekhenti-irty
Memnon = estátuas colossais que os raios do sol tornavam sonoras
Menfis
Min
Nakhal
Narmer
Neferir Kré
Nefertari
Negaudiunas
Nephtys
Nomos
Nun
Nut
On = Heliópolis
Osíris (Mistérios de)
Osíris = esposo de Ísis e pai de Horus, divindade do Bem, da vegetação e protector dos mortos
Pepi I e II
Ptah
Ra
Ra- Harakto
Sakhebu
Sakmet
Set
Sia = percepção
Siut
Sobek
T-Meth
Ta-resu
Tebas
Thinis
Thoth ou Thoth = deus regulador do tempo e do universo, assimilado ao Hermes grego
Totenen
Upuat = deus-lobo no delta , companheiro de Horo na luta contra Set
Ur Kherp Hemat = grão mestre da arte
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1-2-lade-2 >notas de leitura - lade = lista aberta de egipto - itálicos para testes
DEUSES EGÍPCIOS
b) Deuses com cabeça de animal e corpo humano:
Sekhmet -> cabeça leoa
Bast = Sekhmet
Tot -> cabeça de Íbis
Khnum -> cabeça de carneiro
c) Deuses cósmicos do ciclo Ra:
Atum = divindade solar, patrono de Heliópolis
Ra = Sol
Ur-Mer = Mnenis = Ra
Nut = abóbada celeste
Geb = deus da terra
d) Deuses relacionados com conceitos metafísicos:
Ptah -> divindade superior (Logos dos gnósticos)
Raul Xavier, prefácio do livro «Textos Sagrados das Pirâmides», de G. Maspero e Kurt Sethe
*
A ENÉADE DE HELIÓPOLIS
«O clero de Heliópolis elaborou uma Cosmogonia, segundo a qual Ra-Atum, o deus sol, gerara a si mesmo, caindo de Nun, o Oceano primordial. A descendência de Ra-Atum compunha-se de Su, divindade atmosférica, Tafnut, esposa de Su e deusa da Humidade. Estes, por sua vez, geraram Geb, o deus do solo, Nut, a deusa celeste, que simbolizava a abóbada celeste. Geb e Nut procriaram Osíris, Ísis, Set, Neftis.
Estes 9 deuses constituíam a Enéade de Heliópolis.»
J.E.S. Edwards, in «Textos Sagrados das Pirâmides», de G. Maspero e Kurt Sethe
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«Osíris e Íris tinham copulado quando ainda se encontravam no ventre da deusa Nut.»
Idem
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«Os Egípcios acreditavam na possibilidade dos mortos agirem em benefício dos vivos, e admitiam que os vivos pudessem actuar em favor dos mortos, crença documentada pelos escritos na superfície externa dos sarcófagos, nas lápides tumulares, nos papiros, nas paredes dos corredores e câmaras no interior das pirâmides
«Acreditavam na eficácia mágica desse fraseado, supondo animar o mundo do morto, guiá-lo, protegê-lo em sua viagem, na barca em que seria conduzido ao tribunal de Osíris.
Tais escritos, lidos durante os funerais e ritos fúnebres, posteriores ao sepultamento, constituem hoje o material de estudo dos egiptólogos. Intitulam-se:
Textos das Pirâmides
Textos dos Sarcófagos
alguns reunidos sob a denominação de Livro dos Mortos
Nessa literatura fúnebre incluem-se escritos que descrevem a topografia do mundo do além e são:
O Livro dos 2 Caminhos
O Livro de Aduat
O Livro das Portas
O Livro da Noite
O livro das Cavernas
*
«O material antropológico oferecido pela cultura egípcia vale pela antiguidade submetida a um processo evolutivo, processo orientado no sentido da melhoria das condições de existência daquela colectividade.
«Essa antiguidade pode ser estendida a mais de 5.000 anos antes da era cristã. Neste particular, o Egipto antecede a China e a Índia, pelo menos no que diz respeito à seriação das formas culturais. Sob este critério, talvez somente a Babilónia seja mais antiga.»
Raul Xavier, prefácio do livro «Textos Sagrados das Pirâmides», de G. Maspero e Kurt Sethe,
*
NÚMEROS
Em 1859, o inglês John Taylor concluiu que o arquitecto de Queóps usara como unidade de medida o mesmo cúbito bíblico utilizado na construção da Arca de Noé (que, pelos seus cálculos, fora concluída 300 anos antes da pirâmide de Queops). O cúbito sagrado equivalia a cerca de 63 cm de comprimento e baseava-se, por sua vez, no eixo da terra. Se se dividir o eixo da terra por 400.000, o resultado é um cúbito bíblico.»
«Fronteiras do Desconhecido», Ed Selecções, pg. 16
*
«Pitágoras possuía poderes extraordinários: conseguia tornar-se invisível e caminhar sobre a água e tinha o poder de fazer aparecer e desaparecer objectos, de acordo com a sua vontade.»
«Fronteiras do Desconhecido», Ed. Selecções,
*
«O análogo produz o análogo e elementos primitivamente em contacto continuam a actuar - reciprocamente - estes princípios contam-se entre os dogmas mágicos que se desenvolveram à medida que surgiam sociedades agrícolas a leste do Mediterrâneo.»
«Fronteiras do Desconhecido», Ed. Selecções, pg. 11
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1-1 - lade-3>adn>listas> - notas de leitura
O CHAMADO «LIVRO DOS MORTOS» DO ANTIGO EGIPTO(*)
«Graças ao livro, o defunto poderia vencer todos os obstáculos - monstros, demónios, portas a abrir - dado o potencial mágico que este livro apresentava. Estes obstáculos persistiriam em aparecer, tentando barrar-lhe toda e qualquer tentativa de alcançar o Além, cruzar os 21 pilares, passar pela 15 entradas e cruzar as 7 salas esperando poder chegar até Osíris e os 42 juízes que iriam julgá-lo. Graças ao Livro, conheceria também o que iria salvá-lo. Os nomes dos deuses.»
*
«O verdadeiro nome do «Livro dos Mortos» era «saída para (a luz de) o Dia». Sua primeira versão foi dada em 1842 por Ricardo Lepsius. Na verdade quem descobriu o «Livro dos Mortos» foi Champollion, arqueólogo francês que decifrou a pedra de Roseta, chave dos hieróglifos egípcios.»
*
«Antes de opinar o que possa ser este livro, vamos a um pequeno resumo do seu conteúdo. Destinado a guiar a alma do defunto pelo Além, informa-nos que, logo após transpor a «Porta do Morte», se vê deslumbrada pela «plena luz do dia». Quando se encontrar refeita do susto, trata de retornar ao corpo que acaba de abandonar, embora as divindades encarregadas de guiá-la arrastem-na para longe do ataúde. Começa aí a dura e difícil caminhada para o Além: atravessa uma região de trevas, caminho difícil e frequentemente obstruído, onde faltam ar e água. A segunda etapa é a chegada ao Anenti, residência de Osíris, onde é julgada. Ali de pé ante o principal de seus juízes e com os braços erguidos, em sinal de adoração, fica ante o deus que, imóvel, enigmático, quase petrificado, contempla a alma que comparece ante ele. Atrás de si estão Ísis e Neftis, irmãs de Osíris. (Aquela, além de irmã, é sua esposa); defronte a esse triunvirato de deuses, o defunto pronuncia as palavras sagradas. Feito isso, a união mística já está realizada: sua alma e a de Osíris formam um único todo. Surge então uma dúvida: porque razão, na 3ª fase, o defunto vem ante o famoso tribunal de justiça presidido por Osíris, se este já uniu a sua alma à do morto?
«O comparecimento é conduzido por Horus ou por Anúbis, frente a um tribunal de 42 juízes. A deusa da Verdade-Justiça está presente, mas não toma parte no julgamento.
«Thoth é o escrivão : faz o defunto confessar não só o que fez mas o que deixou de fazer e Anúbis pesa em uma balança o seu coração. Também aqui se pergunta porquê, posto que o sacerdote, protector ou tutor espiritual do defunto na terra, caso sua alma não subisse ao Amenti, ameaçava «não deixar mais subir Ra no Céu» - o que significava o Sol não percorrer mais o Céu - o faria cair no Nilo, onde se alimentaria de peixes, quando estes estavam entre os alimentos impuros. No entanto, o livro afirma que, se a alma não fosse ao Amenti, seria enviada ao Duat, onde permaneceria por tempo não determinado.
*
«(...) Tudo isso poderia ser conseguido através do Livro, em troca de um pouco de magia e de saber as palavras de potência, irresistíveis a deuses e demónios.»
*
O Livro anuncia uma série de cataclismos cósmicos que culminariam na catástrofe bíblica, o ponto de partida da involução cósmica.
--------
(*)Luís Carlos Teixeira de Freitas, in «O Livro dos Mortos do Antigo Egipto», Trad. de Edith de Carvalho Negraes, Hemus
Léxico:
Palavras de potência = Palavras de poder
Shu = o que sustenta a abóbada celeste
Osíris = dupla inicial Lua-Sol
Ushebti
+
1-1-lade-4> + antologia> - última revisão : 25-12-2001
SUBLINHADOS DO GATO
Os egípcios tinham o poder de dar vida aos mortos, animar estátuas e exigir serviços dos deuses pela mera pronúncia dos seus nomes como palavras de poder. - E.A. Wallis Budge, in «A Magia Egipcia», pg 26
As práticas mágicas dos egípcios haviam passado para o Leste e encontrado ambiente favorável entre os judeus que viviam em Babilónia ou nos arredores. - E.A. Wallis Budge, in «A Magia Egipcia», pg 27
O próprio mundo passou a existir depois que Tot pronunciou uma palavra - E.A. Wallis Budge, in «A Magia Egipcia», pg 11
Aquele que escreve a respeito de segredos, de forma não escondida ao vulgo, é um louco perigoso. - Roger Bacon
O louco não é aquele que perdeu a razão, o louco é aquele que perdeu tudo menos a razão. - Chesterton
A (sociedade Golden Dawn) primeira revolta da alma contra o intelecto, mas não a última. - Yeats, membro da GD - (In «Os Livros Malditos», de Jacques Bergier)
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domingo, 1 de março de 2009
AXIOMÁTICA 2012
1-5 - info-lexico-a-z> se queriam uma área unificada, aqui a têm e não venham chatiar-me
9-6-2008
INFO-LÉXICO A-Z
TUDO FALA
TUDO NOS ENVIA SINAIS A DESCODIFICAR
HÁ UM IDIOMA UNIVERSAL PARA TODOS OS SERES:TENTEMOS COMPREENDER ALGUNS
E SÓ TEMOS UM INSTRUMENTO PARA ISSO: O SER HUMANO COMO OSCILADOR CÓSMICO(PÊNDULO)
ALGARAVIADA
ALIMENTOS IRRADIADOS
AMPLIFICAÇÃO DAS ONDAS DE LUZ
ARTE SIMBÓLICA
ASTEROIDES
AUDÍVEL/INAUDÍVEL
AVEBURY (LUGAR)
BAIXAS FREQUÊNCIAS
BIG BROTHER
BIOACÚSTICA
BODYMIND
CÂMARAS ESCONDIDAS
CARVALHO
CIBERESPAÇO
CICLOS DE SOM
CICLOS POR SEGUNDO
CINCO SENTIDOS
CLARIVIDÊNCIA
CNEP
CONEXÃO
CONSCIÊNCIA HUMANA
CONTEMPLAÇÃO
CORPORAÇÃO RAN
CÓRTEX CEREBRAL
DESLOCAÇÃO VIBRANTE
DIMENSÕES DO UNIVERSO
DIREITOS CIVIS
DO ANALÓGICO AO DIGITAL
DOZE SENTIDOS
ECOS
ELÉCTRODOS
ELECTRÓNICA ESCONDIDA
ENCRIPTAÇÃO
ENDORFINAS
ENGENHARIA REVERSA
ERA DIGITAL=ERA VIRTUAL=ERA DO VAZIO
ESCUTAS
ESTADO ALTERADO DE CONSCIÊNCIAN
ESTADOS DE MEDITAÇÃO
ESTADOS EXTRAORDINÁRIOS
ESTÍMULO SENSORIAL
EXOBIOLOGIA
FIBRA ÓPTICA
FORMAS DE COMUNICAÇÃO
FOTÕES ACTIVOS
FREQUÊNCIA
GPS
GRAVADOR
GRAVIDADE
GRAVITAÇÃO
GUIAS XAMÃS
HERMÉTICO
IDEIAS
IDIOMA UNIVERSAL
IDIOMAS DEPOIS DE BABEL
IMAGENS ENTRÓPICAS
INDÍCIOS
INFORMAÇÃO DE OUTROS MUNDOS
INFRA-SONS
INFRA-VERMELHOS
INSPIRAÇÃO
INTELIGÊNCIA ANIMAL
INTELIGÊNCIA DA CÉLULA
INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
INTELIGÊNCIA EXTRATERRESTRE
INTELIGÊNCIA HUMANA
INTERCEPÇÃO ELECTRÓNICA DE COMUNICAÇÕES PESSOAIS
INTERFERÊNCIAS
INTUIÇÃO
INVESTIGAÇÃO PESSOAL
LASER
LEITURAS PSÍQUICAS
LENDA?
MAGESTIC 12
MAGNET
MASS MEDIA
MEDITAÇÃO
MEDIUNIDADE
MEGATONELADAS
MEMÓRIA ANCESTRAL
MEMÓRIA CÓSMICA
MEMÓRIA PSI
MENSAGENS
METEOROS
MICROCHIP
MICROCIRCUITOS
MICROPROCESSADOR
MILAGRE
MINERAÇÃO DE DADOS
MONITORIZAR CONVERSAS
MONITORIZAR EMPREGADOS
MÚSICA
NATUREZA DIVINA
NAVESTOCK COMMON (LUGAR)
NEUROTRANSMISSORES
NIVEL SUBMOLECULAR
NOMEN MYSTICUM
O LIVRO AZUL
ONDAS CEREBRAIS
ORÁCULO
PADRÕES DE COMPORTAMENTO SUSPEITOS
PADRÕES GEOMÉTRICOS
PERCEPÇÃO
PERCEPÇÃO EXTRA-SENSORIAL (PES)
PERCEPÇÃO UNITÁRIA
PIRÂMIDES
PIRATARIA ON LINE
PRIVAÇÃO SENSORIAL
PROJECTO COLORADO
PROJECTO OSONA
RADIOASTRÓNOMOS (INFO-LÉXICO)
REDES DE INTERCONEXÕES (LINKS)
RESSONÂNCIA
RESSONÂNCIA DE HELMOLTH
RITUAL
RUÍDO
SEMÂNTICA GERAL
SEMOG
SIGNOS
SÍMBOLOS
SINAL FÍSICO
SINCRONIA/ASSINCRONIA
SINCRONICIDADE
SISTEMA DE PROPULSÃO ELECTROMAGNÉTICA
SISTEMA DE SINAIS
SONAR
SONHAR ACORDADO
SONS RÍTMICOS
SUBCONSCIENTE
SUPERSTIÇÃO?
TAMBOR
TECNOLOGIA ALIENÍGENA
TELEACÇÃO
TELECOMUNICAÇÃO
TELECOMUNICAÇÕES
TELEFONIA
TELEINFORMAÇÃO
TELEMÓVEL
TELEPATIA
TEOHTIUCAN
TOUTATIS
TRANSCOMUNICAÇÃO INSTRUMENTAL
TRIÂNGULO DO MILAGRE
TUGUNGSKA
ULTRA-SONS
URANUS
VIBRAÇÃO HARMÓNICA
VIDEO VOYEURISMO
VÍDEOS
VIDEOVIGILÂNCIA
VIGILÂNCIA ELECTRÓNICA
VISÃO CIENTÍFICA
VISÃO MECANICISTA
VISCO
VISÕES
VIVÊNCIA
VÓRTEX OU ESPIRAL
XAMÃ
XAMÃS
+
SINÓNIMOS DE ENTROPIA:
BECOS SEM SAÍDA
CICLOS VICIOSOS
CRESCIMENTO LOGARÍTMICO
PONTO SEM RETORNO
PUZZLE DO SISTEMA
SISTEMA QUE VIVE DE MATAR ECOSSISTEMAS
+
INFO-VERBOS:
ENCRIPTAR
FISCALIZAR
INDEXAR
INTERCEPTAR
MINERAR
MONITORIZAR
SUSPEITAR
VIGIAR
+
LINGUAGEM:
DAS ÁRVORES
DAS EMOÇÕES
DAS FLORES
DOS ANIMAIS
DOS SONHOS
TUDO FALA A LINGUAGEM VIBRATÓRIA DE BASE MOLECULAR
+
INFO-INFO:
INFOALIEN
INFOCIÊNCIA
INFOESFERA (CIBERESPAÇO)
INFOEXPERIÊNCIA
INFOGNOSE
INFOGOOGLAR
INFOINFORMAÇÃO
INFOINFORMÁTICA
INFOLÉXICO
INFOMANIPULAÇÃO
INFOMARKETING
INFOMEMÓRIA
INFONEWS
INFOSOFIA
INFOTECNOLOGIA
INFOTEOSOFIA
INFOVIDA
INFOVIRTUAL
INFOWEBS
+
1-1-INFO-2-LL> domingo, 13 de Janeiro de 2008
INFORMAÇÃO EM CIÊNCIAS DA VIDA: INFO-LÉXICO BÁSICO
+ 28 BANALIDADES DE BASE
1. ACTIVIDADE ELÉCTRICA DAS CÉLULAS
2. ALFABETO BIOLÓGICO (ALBERTO DUCROQ)
3. AUTO-REGULAÇÃO
4. BIOINFORMAÇÃO
5. BÚSSOLA
6. CORRESPONDÊNCIA
7. CURA INICIÁTICA
8. DENDRITES DA CÉLULA NERVOSA
9. DETECTOR
10. DIAPASÃO
11. HOMOLOGIA
12. INTELIGÊNCIA DA CÉLULA
13. MEMÓRIA DA ÁGUA - FRIEDRICH SAMUEL HAHNEMAN
14. MEMÓRIA DA ÁGUA - MASARU EMOTO
15. METAIS TRANSFORMADORES DE INFORMAÇÃO
16. MORFOGÉNESE CÓSMICA (RUPERT SHELDRAKE)
17. POTENCIAL VIBRATÓRIO
18. PRINCÍPIO DA RESSONÂNCIA VIBRATÓRIA
19. PROFECIA
20. PSICOTECNOLOGIAS (NEOLOGISMO AC)
21. SINAPSES DA CÉLULA NERVOSA?
22. SINCRONICIDADE
23. SINCRONISMO MORFOGÉNICO (NEOLOGISMO AC)
24. TELEACÇÃO OU RESPIRAÇÃO DA CÉLULA
25. TELERECEPTOR
26. TRADIÇÃO INICIÁTICA DOS HIEROFONTES
27. VIA INICIÁTICA
28. VIA MÍSTICA
+
9-6-2008
INFO-LÉXICO A-Z
TUDO FALA
TUDO NOS ENVIA SINAIS A DESCODIFICAR
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
COSMOSOFIA 2012
1-6 pnm-0 >
autoterapia
capítulo do livro principal
da psicologia à noologia
guião de estudo e leitura
princípio dos princípios
princípios de noologia terapêutica
GUIÃO DE ESTUDO
EM MEDICINA ENERGÉTICA (NOOLOGIA)
28/10/1996 - Se o macrocosmos é igual ao microcosmos humano , como indica o grande princípio hermético da Homologia (simetria) , deveremos contar com ele para o estabelecimento de uma medicina energética, a que chamaríamos, de forma mais correcta, uma Noologia terapêutica, sendo Noologia o antigo termo usado para designar aquilo que mais recentemente se chamou Psicologia.
Noologia é a ciência do Espírito e tudo depende do conteúdo que pusermos dentro da palavra Espírito, a palavra mais polémica de sempre.
Mas, como dizíamos, se o macrocosmos reproduz o microcosmos (e vice-versa), o terapeuta das medicinas energéticas deverá enquadrar a sua acção (diagnóstico e terapia) em alguns princípios que decorrem daquele, grandes, médios e pequenos princípios orientadores de uma prática diária.
Esses princípios são, para uns, demasiado abstractos e filosóficos (metafísicos dirão) e para outros demasiado óbvios.
Ambos os lados têm razão:
a) São, de facto, princípios abstractos, filosóficos e metafísicos - mas se o macrocosmos está no microcosmos e viceversa, são os princípios que animam a vida concreta e incarnada do ser humano, pelo que deverão estar presentes no dia a dia do terapeuta
b) São também princípios óbvios, porque traduzem leis universais, sejam elas as do macro sejam as do microcosmos, leis inscritas desde sempre na consciência universal dos povos
c) São princípios do senso comum e do bom senso porque, apesar de esquecidos pela mentalidade da ciência ordinária, eles permaneceram no inconsciente colectivo dos povos, à espera que os desocultem e que tragam outra vez os grandes arquétipos ao plano da consciência diurna.
Enunciemos alguns desses axiomas que orientam a medicina energética:
A homeostasia ou autoregulação do ser vivo figura entre os princípios de cura mais importantes, pois dele derivam todos os processos que levam à reacção do organismo, face a um problema, desequilíbrio, crise, stress ou distúrbio
a) - Como corolário do princípio anterior, diremos que o organismo vivo tem uma inteligência natural (Charles Richet) que o autoregula (homeostasia) mas essa inteligência encontra-se adormecida (estagnada/bloqueada) por um conjunto de factores que as terapias energéticas deverão remover (ver alínea onde se fala de sinergia e da acção sinérgica)
Do princípio da Homologia cósmica deriva o princípio do continuum energético, expresso na pirâmide dos 7 corpos visionada por Rudolfo Steiner e que serve de alicerce de trabalho ao terapeuta de radiestesia holística mas a todos os terapeutas energéticos, seja qual for a sua área privilegiada de actuação (especialidade)
Todas as terapias, em princípio, são energéticas, mesmo as terapias médico-farmacêuticas: a diferença reside apenas na quantidade (questão das doses) e na qualidade das energias (a questão das frequências vibratórias) que se receitam, aplicam ou transferem.
Segundo o grande princípio hermético da homologia cósmica (macro /microcosmos), a existência de um continuum energético entre céu e terra é o quadro em que qualquer terapia energética deverá inscrever-se.
a) - Corolário deste continuum energético, é o princípio de que o poder curativo vem de cima para baixo, segundo uma escala hierárquica de valor vibratório (ver c.m.c. - campos de morfogénese cósmica)
b) - Outro corolário, é o de que as energias de cima neutralizam as de baixo, ou seja, uma energia de frequência superior cura um sintoma ou doença provocado por energias de nível e frequência inferiores
c) - Outro corolário do princípio anterior diz respeito ao tipo de energia transferido por um medicamento de farmácia: a acção energética de um medicamento começa em baixo e não actua sobre as energias acima desse nível, o que, na prática, leva o doente a descer ainda mais na escala vibratória, ou seja, a adoecer ainda mais. A acção do medicamento químico abaixa os níveis energéticos do doente, o que se reflecte no abaixamento da sinergia, da homeostasia, da imunidade e do tempo de cura (torna-o mais demorado)
d) - A vis medicatrix de Galeno e Hipócrates ou força vital dos naturistas, é a força de cima e sem ela não há cura possível (princípio da verticalidade). A medicina taoísta chama-lhe Ki e a medicina ayurvédica chama-lhe Prana
e) - Corolário do grande princípio da verticalidade: Antes de se declarar a nível físico (lesão, por exemplo) a doença existe a nível energético.É o que Etienne Guillé admiravelmente demonstra ao explicar, minuciosamente, o mecanismo vibratório do cancro, por ele e por Rudolfo Steiner classificado de doença cósmica.
Processos de diagnóstico como o dos pulsos chineses ou o das cristalizações sensíveis por cloreto de cobre revelam as perturbações a nível energético, aquilo que se costuma designar por «diagnóstico precoce». Também a iridologia, diagnóstico do terreno, pode ser considerado um diagnóstico precoce
A sinergia multiplica os efeitos terapêuticos da terapia energética
a) - Medicamentos, poluentes e intoxicantes químicos em geral (do ar, da água, dos solos) diminuem a sinergia do organismo ou capacidade de transmutação alquímica
b) - A desintoxicação dos tecidos (medicina metabólica, medicina ortomolecular, medicina do terreno)aumenta a sinergia e, portanto, a capacidade reactiva do organismo a qualquer terapia energética
c) - A eficácia de um tratamento energético (acupunctura ou homeopatia, por exemplo) diminui drasticamente se o terreno estiver quimicamente intoxicado
d) - Uma cura energética deverá começar por uma desintoxicação ou desmame de drogas químicas (a mais difícil fase de um processo curativo pela via energética)
O sistema imunitário está no centro de uma terapia energética causal: o reforço das defesas naturais é função do equilíbrio energético global, do equilíbrio yin-yang como os taoístas indicam, do Factor de terreno PH (Ácido/Alcalino) e da acção sinérgica potencial.
Este princípio é reversível: se o reforço das defesas naturais é função do equilíbrio energético e este, por sua vez, reforça a imunidade (cibernética ou feedback do ser vivo).
a) - O equilíbrio ácido-base, que a medicina metabólica chama PH, é a pedra angular de todas as terapias do terreno
b) - Tratar causalmente é reforçar as defesas imunitárias
c) – Oligoelentos catalíticos e outros suplementos sinérgicos são, além da alquimia alimentar, uma forma de fazer subir o nível imunitário Nível imunitário que se relaciona assim, estruturalmente, com o potencial vibratório do ser humano.
Tudo o que existe e o organismo vivo também, é um campo de morfogénese cósmica (cmc): somos energia, somos «campos de forças», antes de sermos forma material. Um campo de morfogénese cósmica é função do ambiente próximo (alimentação, poluição, agressões da vida urbana, consumos tóxicos, etc) mas também do ambiente longínquo
a) - À luz dos campos de morfogénese cósmica e do continuum energético, a doença é encarada no todo do ser humano, manifesto e potencial (Ver composição trinitária do ser humano, um dos «alicerces do templo» que indicámos)
b) - É sempre o doente que deve ser tratado e não (apenas) a doença
c) - A doença é sempre uma oportunidade (chance ou convite) de induzir o doente na via iniciática da religação cósmica com o todo (yoga e religião significam, por outras vias, essa religação do micro com o macrocosmos)
d) - A doença é um aviso ou despertador para que o ser humano manifeste o seu potencial criador
e) - Uma doença aguda tratada através dos sintomas, acabará em doença crónica
A matéria produz energia: quanto mais a matéria se divide e dilui, mais energia produz. Este grande princípio, adoptado pela Homeopatia de Christian Friedrich Samuel Hahnemann (1755-1843), tem consequências de enorme alcance na prática curativa das terapias energéticas.
Alergia, por exemplo, é uma reactividade excessiva, e anergia, seu inverso, uma falta de reactividade : à luz do grande princípio hermético da acção/reacção, o equilíbrio energético situa-se entre os dois extremos e portanto num terceiro termo.
a) - Corolário: não se pode tratar uma alergia localmente mas apenas holisticamente, ou seja, energeticamente
b) - A alergia - hiper-reactividade - situa-se no órgão fígado, ou antes, na esfera energética Fígado/Vesícula Biliar que, à luz do grande princípio dos 5 elementos taoístas , entra na sequência energética antes dos Pulmões e depois do Triplo Aquecedor. Conhecer esta sequência é importante para saber, energeticamente, que órgãos se devem tratar ao mesmo tempo daquele que no momento mais se manifesta e mais alto «fala».
c) - Outro corolário: O sintoma agudo, alarme e aviso, é uma reacção de adaptação do organismo a uma nova situação : se o abortamos, torna-se doença crónica Se tratado causalmente, como sinal, deverá conduzir a uma «reestruturação positiva» ( Etienne Guillé) ou «crise curativa» (Hipócrates) .
Grande Princípio ou Lei Natural relacionada com o anterior corolário: de 7 em 7 anos, o organismo vivo muda. Se a mudança (alquimia) se fizer sem bloqueios, o organismo cresce sem problemas. Se estagna - abortando sistematicamente todas as crises sazonais de readaptação, por exemplo - surgem sintomas de estagnação ou doenças, primeiro agudas e depois crónicas.
a) - Exemplo de uma crise natural que, mal entendida, conduz a posteriores doenças crónicas, é o simples resfriado, que a impotência da medicina transformou em gripe viral: o factor vírus, aliás, é mais uma criação da medicina moderna, com a ajuda do microscópio electrónico
b) Sem o relacionamento dialéctico entre terreno e agente viral ou infeccioso, nada será entendido: o vírus e a bactéria só existem se o terreno estiver fragilizado e incapaz de a combater
c) A luta antibiótica sistemática é que reforça a acção das bactérias, provocando estirpes cada vez mais virulentas e provoca, como o nome indica, os surtos virais (ver iatrogénese e trágicas consequências)
d) O terreno orgânico enfraquece defesas não só por alimentação deficiente e fome mas também por excesso: países do terceiro mundo e países ricos, países da fome e países da pletora, podem assim ter as mesmas doenças de carência e os mesmos surtos virais trágicos.
A vida é ritmo e ordem (filósofos falaram da harmonia ou música das esferas) de onde resulta:
a) - O relógio biológico que o taoísmo revelou em harmonia com um relógio cósmico, o ciclo das estações, o ciclo nictemeral, o ciclo lunar, o ciclo solar, o ciclo zodiacal, etc
b) - A ciência dos ritmos ou Aritmosofia é uma das 12 ciências sagradas indesligáveis de uma medicina energética
c) - Os sistemas médicos da antiguidade inspirados em cosmogonias conhecidas deverão ser recuperados pelos que estudam medicinas energéticas
O ADN do núcleo da célula de cada indivíduo regista as tendências e vulnerabilidades desse indivíduo, aquilo a que a ciência médica corrente chama «doenças congénitas». Fala a Biologia Molecular de código genético, a que atribui uma imutabilidade: de facto, o código genético é a parte conservadora da célula viva, garantia da perpetuação da espécie, e portanto imutável. Mas com a descoberta do 2º código genético ou código vibratório (Etienne Guillé), o fatalismo genético pode ser drasticamente alterado e ao fatalismo biológico sucede-se a liberdade biológica de evoluir: neste quadro de potencialidades do ser vivo, as tendências e vulnerabilidades ditas «congénitas» podem ser minimizadas ou mesmo anuladas.
A atitude da ciência médica perante a «doença congénita» tem algo de fatalismo medieval ou mesmo de neolítico.
Da célula ao organismo, as trocas energéticas do ser vivo com o meio ambiente são mecanismos e equilíbrios termodinâmicos essenciais à manutenção da vida. A bomba sódio-potássio, em particular, e as trocas intermembranares em geral são um exemplo, a nível celular, dessa relação entre o meio endógeno e o meio exógeno, essencial ao organismo vivo: a palavra alimento tem aqui o seu sentido mais lato. É o que os informáticos chamam movimento de out put/in put. Alimento, em sentido lato, é sinónimo de informação.
O princípio dos 5 elementos energéticos indicados pelo taoísmo tem consequências práticas para o terapeuta:
a) - Corolário deste princípio é o reagrupamento dos órgãos e vísceras em esferas energéticas
b) - As esferas energéticas vão relacionar-se, por equivalência ou correspondência vibratória, com as estações do ano, com as horas do dia, com os sabores dos alimentos, etc ( Ver princípio e quadro das correspondências)
c) - A pele reflecte os órgãos (Ver reflexologia e reflexoterapias)
d) - Várias zonas do corpo podem ser lidas em diagnóstico energético: sola do pé, palma da mão, coluna vertebral, íris, aurícula, etc
e) - As emoções reflectem os órgãos
f) - Os percursos dos meridianos de energia reflectem os órgãos
«Non nocere» é a expressão latina de um princípio hipocrático que recomenda ao médico nunca prejudicar o doente: é afinal o contrário do que faz a medicina química (ver iatrogénese), contra todos os princípios não só cósmicos e energéticos mas até morais e éticos: o juramento de Hipócrates deixou de ser respeitado
Todo o sintoma corresponde a uma causa: princípio da causalidade linear de consequências práticas importantes:
a) Há que tratar a causa para curar o sintoma
b) Reprimindo o sintoma sem ir à causa, o sintoma irá manifestar-se mais tarde sob qualquer outra forma, nomeadamente a cronicidade
c) Sintoma reprimido e não tratado pela causalidade lógica, imunológica, conduz à doença crónica.
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AXIOMAS DE HERMES SEGUNDO O KYBALION
27/10/1996 - O princípio (óbvio) do continuum energético, entre macro e microcosmos, é muito mais difícil de aceitar e compreender do que parece à primeira vista.
E não só no campo da ciência ordinária, de natureza analítica e anti-holística - ciência que nunca pôde, pela sua natureza estruturalmente parcelarizante (sectorial e sectária) perceber o Todo, o princípio único e unificador das energias - , mas também no campo das ciências sagradas que alegadamente funcionariam holisticamente.
Nesse sentido e mais uma vez, a dialéctica taoísta do yin-yang - expressão que soa ritmicamente - e o seu famoso princípio único, como o baptizou modernamente Jorge Oshawa, foram mais longe do que os europeus da ciência ordinária e da filosofia comum.
Como dizemos em outro lugar deste guião de trabalho, destes apontamentos sobre Noologia Holística, a grande heresia, para a ciência ordinária, foi sempre a ideia globalizante do Todo, à qual os representantes da análise (dita científica) reagem nervosa e histericamente.
Em um livro de comentários aos textos (axiomas) de Hermes Trismegisto, livro aparecido em 1973, em edição francesa e assinado por um enigmático «Três iniciados»(*), verifica-se, mais uma vez, a dificuldade que, mesmo nos meios ditos esotéricos, existe para superar as fronteiras e barreiras da mentalidade analítica, anti-holística.
Curiosamente, um dos vocábulos onde logo se tropeça é a famosa palavra «mental» e, decorrente dela, o «mentalismo». Isto sem falar do dualismo inultrapassável matéria/espírito, que ocorre igualmente neste comentarista de Hermes.
É assim que, ao compendiar 7 princípios herméticos - com citações retiradas de um tal «kybalion» - , o 1º desses princípios escorrega logo na designação de «mentalismo», princípio do mentalismo.
Bastaria substituir esta palavra tão inadequada por Bioenergia ou, mais limitante mas ainda ampla, por Psicoenergia e teríamos o grande princípio hermético do continuum energético, a que se seguiriam, segundo os autores, outros 6.
Vejamos quais:
2 - Princípio das correspondências
3 - Princípio das vibrações
4 - Princípio da Polaridade
5 - Princípio do Ritmo
6 - Princípio da Causa e Efeito
7 - Princípio do género (ele/ela)
Como sempre acontece no desenvolvimento do espectro energético, as grandes áreas que são estes princípios axiomáticos (postulados de Hermes) derivam umas das outras como camadas envolventes de uma cebola.
Torna-se evidente que as correspondências ou equivalências vibratórias cósmicas são uma consequência do continuum energético; que o princípio das vibrações decorre igualmente do continuum energético (tudo é energia e tudo vibra) mas também das correspondências e do princípio do ritmo (tomando o nome de ressonância vibratória); que a polaridade é um caso particular da universalidade do número 2 - pontapé de saída para o movimento de tudo o que existe - e que o princípio do género (masculino/feminino) um caso particular do mesmo número 2 ou andamento binário do espectro do continuum energético. O princípio da causa/efeito preside praticamente a todos os outros, decorrendo, em primeira instância, do continuum energético.
Estes princípios contêm-se uns nos outros, como caixas chinesas, e são logicamente inseparáveis. São fragmentos da Geometria do Logos.
Não se pode entender o Todo vibratório sem o princípio do continuum energético. Sem ele, não se pode entender nenhuma das leis do universo e muito menos qualquer dos princípios ou axiomas enunciados.
É a natureza vibratória do Todo ou continuuum que logicamente (causa/efeito) conduz ao Ritmo e portanto à Polaridade (ao yin-yang) , à relação causa/efeito e à subdivisão feminino/masculino que, aliás, irradia dos princípios filosofais da criação - enxofre e mercúrio filosofais, enxofre princípio masculino e mercúrio princípio feminino.
Resumindo e concluindo: Aproveitando o quadro que o comentador do «Kybalion» apresenta , apenas teríamos de corrigir a designação do 1º princípio. E, em vez de mentalismo, apareceria assim :
1 - Psicoenergia/Bionergia/Continuum energético
2 - Correspondência/Equivalência
3 - Vibração universal
4 - Polaridade
5 - Ritmo
6 - Causa/Efeito
7 - Feminino/Masculino
Comparando este quadro com o que os mestres da macrobiótica taoísta nos têm dado, verificam-se necessárias semelhanças e algumas diferenças (ver quadros do princípio único).
Além deste quadro de axiomas, há que aproveitar, do comentarista anónimo, a selecção de frases retiradas alegadamente do Corpus Hermeticum de Hermes Trismegisto. Constituem uma breve mas densa antologia da grande sabedoria que de facto emana desse evangelho de sabedoria que a posteridade reconhece sob o rótulo de Hermes Trismegisto e onde os arquétipos primordiais saltam quase à vista, numa acção que verdadeiramente se pode considerar terapêutica.
Até por isso se justificaria este quadro de princípios «metafísicos» numa introdução prática ao que designamos de medicina energética ou Noologia terapêutica.
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(*) «Le Kybalion» - Trois Initiés - Ed. Perthuis/ H. Durville - Paris, 1973 ■
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1-12 - herz-0> a terceira guerra mundial já começou – estudos avançados de noologia & Naturologia – guião de leitura – iniciação às ciências do maravilhoso – tese de noologia
O QUE AS BAIXAS FREQUÊNCIAS PODEM FAZER PELA NOSSA DOENÇA
Lisboa, 5/11/1997 - A medida de 10 hertz é a chave para a guerra electromagnética que, segundo alguns autores, já foi declarada e está aí, no terreno, ou antes, no ar...das ondas hertzianas.
Sabe-se, pelo menos, que um sinal electromagnético teleorientado para ter efeitos sobre os animais e para ser psicoactivo no homem, deverá ter exactamente as características conhecidas de 10 Herz, na medida em que a frequência de 10 Herz, ou seja, de 10 ciclos por segundo é, por excelência, a frequência do ritmo Alfa do cérebro.
Assim procede (de acordo) o célebre emissor «Woodpecker», instalado pela ex-URSS na Ucrânia e que se encontra a emitir desde 1985.
O sinal «Woodpecker» é tão forte que se pode captar não importa onde, em ondas curtas, com um simples receptor e nem precisa de antena, abafando tudo o que se encontra no seu comprimento de onda.
Ele atravessa tudo e é levado até ao interior das casas (e das células) pela rede eléctrica nacional.
Os japoneses, mais poupadinhos da silva e que não gostam de ficar atrás dos ex-soviéticos, mas sem gastar muito em armamentos, logo pensaram na forma mais pacífica de fazer a guerra (magnética), na forma, portanto, mais eficaz de penetrar em nossas casas, células e cérebros (afectando o nosso ritmo Alfa com a frequência de 10 Herz).
Sem precisar sequer de recorrer, como fazem os ex-soviéticos, à rede eléctrica, para penetrar.
O colchão magnético foi a grande invenção. O pessoal paga as despesas e ainda agradece pela boa noite de sono que o colchão necessariamente propincua.
Esta guerra magnética limpíssima fica muito mais barata aos japoneses do que o Woodpecker aos ex-soviéticos.
- Os dados estão lançados e as baixas frequências, pelos vistos, já são a grande arma da terceira guerra mundial, embora ainda em regime experimental.
Quando a radiestesia holística nos ensina a forma de utilizar as energias de mais alta frequência vibratória - na escala de N8 a N56 - e a forma como nos podem proteger e ser terapêuticas, começamos a compreender onde é que está para a humanidade a grande questão do presente e do próximo futuro.
E onde é que deveria estar para as pessoas a grande prioridade.
Começamos a compreender porque é que os oligoelementos (N8), a homeopatia ( N16), as árvores ( N24), as flores (N32) podem ser a nossa arma de defesa contra os Woodpecker e os colchões magnéticos com que nos invadem casas, células e cérebros, como se a poluição magnética fosse pouco para nos dar cabo da saúde.
A não ser a cor (cromoterapia) e os metais (oligoterapia), todas as outras terapias N8 são problemáticas, na lógica ortomolecular.
- O ambiente magnético criado pela tecnologia já era pesado. Já tínhamos
alta tensão
micro-ondas
ondas rádio
telemóveis (a criminalidade portátil)
etc
Todas somadas, fazem o quadro de poluição magnética que o progresso tecnológico se orgulha de ter criado em nome dos largos benefícios que trouxeram:
radiações não ionizantes
radiações ionizantes
raios X
etc
Todo esse ambiente de «baixas frequências» é, no entanto, insignificante, se comparado com o poder atómico dos colchões e do woodpecker, que funcionam, exactamente, na frequência de 10 Herz.
A ciência e os militares - sempre em santa aliança - sabem muito bem de que forma as baixas frequências interferem na fisiologia humana, nomeadamente na parte da fisiologia que mais lhes interessa atingir - o cérebro.
- Um breve apanhado da informação indicada por Alex Vicq, em «La Vie Naturelle» (Junho/1991), fornece alguns itens que convém sublinhar para vermos quais são as terapias vibratórias prioritárias num mundo de neuróticos e de malucos magnéticos à solta. À luz destes loucos, as experiências com cobaias humanas do Dr. Mesmer eram uma insignificância.
E os hipnotizadores ainda hoje existentes, uma ternura.
Eis os itens:
«Os campos magnéticos de baixas frequências podem interagir com os sistemas biológicos e modificá-los.
«Mais do que qualquer outro agente conhecido, à parte certos psicotropos, os campos eléctricos de baixa frequência (ELF) têm efeitos muito específicos que dependem:
a) da região cerebral dos tecidos afectados
b) do momento da administração no ritmo circadiano.
A guerra do Golfo não se fez para outra coisa nem com outra finalidade. Mostrar até que ponto os americanos se tinham dotado do melhor armamento magnético do mundo:
infravermelhos
laser
micro-ondas.
A guerra do Golfo foi o terreno onde eles testaram o poder militar magnético e a vitrine onde eles mostraram o belo arsenal que tinham em stock. Do resto, o comércio encarrega-se.
- Se os trabalhos de Smith e Monro no Abbots Langley (Hertfordshire) se confirmarem (e até agora ninguém o desmentiu), a radiestesia holística e o estudo sistemático das frequências vibratórias, aquém e além do espectro electro-magnético, tem a sua primeira prova experimental de grande envergadura.
De facto, como aqueles dois investigadores demonstraram, estudando os campos magnéticos das linhas de alta tensão, a frequência é, num campo de alta tensão, o parâmetro mais importante notado nos pacientes submetidos à experiência, sendo a intensidade do sinal eléctrico de importância secundária.
A paciente mais sensível testada por Smith e Monro, foi uma mulher alérgica aos campos magnéticos terrestres de menos de 1 Herz a 2 Gigahertz e a uma gama muito vasta de produtos químicos.
Ela entrava em convulsão quando chegava a 200 metros de uma linha de alta tensão, durante a sua crise de alergia. C.W. Smith e J. Monro consideram que hoje as reacções eléctricas estão na base da maior parte das alergias e que os campos electromagnéticos e os alergenos estão em inter-relação.
- A ciência sabe que as baixas frequências podem acelerar os processos de cancerização e induzir comportamentos suicidários.
Ondas electromagnéticas moduladas sobre certas baixas frequências podem provocar:
alergias
cefaleias crónicas
depressões nervosas
suicídios
etc.
Exposição prolongada a uma fonte de radar pode provocar:
distúrbios sexuais
cataratas
etc.
Rádio-ondas e micro-ondas podem provocar cataratas.
Radiações electromagnéticas de fraca energia, produzindo campos comparáveis aos das linhas de alta tensão, podem:
aumentar a acção da enzima «ornitina decarboxilase» no seio das células cancerosas.
Adey observou que os campos de rádio-frequências influenciam as células, se forem modulados por frequências inferiores a 100 hertzes.
Perante todo este quadro, como não ser tentado - pergunta Alex Vicq, da revista «La Vie Naturelle» - a conceber armas capazes de adoecer populações ou deprimir exércitos?
- Fabricados em França, os adesivos dermomagnéticos já têm marca - Eporec - e tamanho standart: 5 mm de diâmetro e 1mm de espessura, muito mais pequenos do que um preservativo normal.
Embora sendo acções pontuais no organismo, restará sempre a dúvida sobre até que ponto poderão afectar o sistema hormonal portanto o sistema nervoso e, portanto, todo o equilíbrio energético do organismo. Até porque a propaganda que promove esses adesivos (in «La Vie Naturelle» ) garante que eles «aceleram as trocas célula/meio extracelular pela reconstituição da carga eléctrica da membrana celular.»
Se, como indica a lógica ortomolecular, só a inteligência natural do organismo deve interferir na informação intermolecular, esta intervenção (abusiva?) por magnetismo artificial na alquimia celular seria a principal crítica a fazer aos adesivos dermomagnéticos do Doutor Baron, dirigente do Instituto de Pesquisa Biológica Yves Ponroy e também dos adesivos .
O doutor Baron atribui aos adesivos as mais diversas formas de intervenção celular:
- modificação das taxas dos iões de sódio e potássio, este último tendo uma influência sobre a excitabilidade das fibras nervosas e musculares;
- síntese ou inibição de certos neuro-transmissores, que vão acelerar ou travar as reacções em causa;
- estimulação do sistema nervoso parasimpático, objectivado pela secreção de histamina ao nível dos tecidos cutâneos;
- melhoramento da oxigenação celular;
- aumento da temperatura local, assinalando-se uma melhoria da circulação sanguínea e, portanto, dos tecidos periféricos.
Se quiséssemos uma definição, por alíneas, do oposto à lógica ortomolecular que nos deveria inspirar sempre em medicinas naturais, não podíamos encontrar melhor do que este «quadro de virtudes» que o Dr. Baron atribui aos seus adesivos Eporec, discos magnéticos de 5mm de diâmetro e 1mm de espessura. Jeitosos como preservativos.
- Em França, pátria magnética por excelência, onde o pêndulo de radiestesia é sistematicamente e exclusivamente assimilado a «sorcellerie» (bruxaria tout court), o execrado Professor Yves Rocard, pai de um primeiro-ministro socialista e pai da 1ª bomba atómica francesa, observou que o corpo humano tinha 12 receptores electromagnéticos, pontos onde parece existir o metal chamado «magnetite» (pedra de íman ou óxido natural de ferro magnético).
Provavelmente vem daí - da dita magnetite - a atracção magnética que os sexos dizem ter um pelo outro e a atracção também que certos sábios têm pelo abismo.
Escusado será dizer que o ferro do sangue dos vertebrados tem alguma coisa a ver com esta atracção e porque a mitologia do sangue se espalha sempre tanto em povos e conjunturas históricas muito ligadas à terra, à matéria física condensada.
Os cristais de magnetite descobertos por Rocard, designados por ele Órgãos Magnéticos Receptores (OMR), estariam, quando em presença de uma variação do campo magnético terrestre, na origem do famoso «reflexo do feiticeiro», materializado por uma sensação capaz de ser, em certos casos, percebida directamente pelo corpo ou materializada pelo «biais» do pêndulo ou da vara.
Sobre estes receptores electromagnéticos do senhor Rocard, há apenas a dizer: servem de porta de entrada de todas as energias vibratórias cósmicas, desde que estejam desimpedidos, o que normalmente não acontece. Se os OMR ou REM continuam fechados, o ser humano continuará fechado e energeticamente estagnado, como acontece há 41 mil anos, desde a bíblica Queda.
Todas as técnicas de manipulação energética hoje em voga (incluindo as famosas aberturas de chacras) não só não abrem os receptores electromagnéticos como os fecham ainda mais do que estavam.
Esta é a importância dos 12 receptores:
a) São apenas as portas de passagem das energias vibratórias cósmicas
b) Se continuarem fechados, o ser humano continuará fechado às energias vibratórias cósmicas (as frequências vibratórias mais elevadas) e será pasto das baixas e baixíssimas frequências que certas forças do progresso andam empenhadas em produzir.
- Outra prática que está na moda e que tem a ver com este culto exclusivista do ferromagnetismo é:
a) No Ocidente a Geobiologia, medicina do habitat, redes de Hartmann, casas de cancro, etc;
-Na China, o Feng Chui, que começa a chegar à Europa, carregada de todas as ilusões de «dolce vita» de que no Ocidente temos tanta necessidade.
As redes de Hartmann são correntes de energia telúrica, ninguém as nega. Mas encurralam o mundo energético nelas - ou seja, na matéria, no ferro-magnetismo, no magnetismo terrestre, na nova mitologia do telurismo, como estão fazendo as modas magnéticas de todo o feitio actualmente no mercado.
Quer se lhe chame magnetismo físico, magnetismo animal, magnetismo humano, biomagnetismo, é sempre o ferromagnetismo e só o ferromagnetismo o que está em jogo nessas práticas ditas - imagine-se - espirituais, e algumas até - imagine-se - iniciáticas.
- O que os pesquisadores de tesouros em França deixam patente é que o ferro-magnetismo - associado à bruxaria - dá para empolgar muita gente, nomeadamente os que andam em grupos espirituais e aventuras ditas espirituais, convencidos de que energias vibratórias cósmicas são o ferro-magnetismo.
Mas não são e podem mesmo, nas actuais circunstâncias, ser o oposto.
- Se em terapias naturais se pode falar de «efeitos secundários», nas magnetoterapias de manipulação esses efeitos secundários, tal como na medicina química, são adversos e perversos, numerosos e graves.
As novas in(ter)venções sobre o campo magnético terrestre e humano, que surgem cada vez mais em nome da ciência e da terapia, vêm juntar-se ao legado de poluição magnética de que estávamos tão bem servidos com todo o progresso eléctrico, electrónico e electromagnético que nos rodeia:
Telefones móveis
Construções em altura (gaiolas de betão ou gaiolas de Faraday);
Frigoríficos que desmagnetizam alimentos;
Microondas que não só desmagnetizam, não só desvitalizam como destroem os nutrientes dos alimentos;
Monitores de computador e monitores de televisão
As diversas fontes de radiação ionizante (ver anexo) que também interferem no campo magnético e, portanto, no corpo magnético dos seres humanos, ou seja, o nível vibratório N8.
Linhas de alta tensão
Radar
Emissores de baixa frequência
Radiações ionizantes
Radiações não ionizantes
Etc, etc.
Entre os clássicos e remotos antecessores de toda a parafernália moderna de electro-magnetos, lembrem-se:
Os imãs
A bússola que, aliás, tão bons serviços prestou aos portugueses na sua missão de colonizar povos e gentes.
- As magnetoterapias de manipulação vêm acrescentar uma nova poluição magnética à já longa lista de poluições químicas e magnéticas de que o mundo moderno está cheio e de que o homem moderno é vítima passiva em nome do progresso.
E não adianta , antes pelo contrário, adicionar o prefixo «bio» ao magnetismo, para que fique uma palavra mais sonante: biomagnetismo.
O magnetismo e o electromagnetismo, embora prejudiciais enquanto poluição do meio ambiente humano, nunca poderão ser tão perigosos como a manipulação biomagnética que pomposamente se proclama e se promove.
O estudo das energias vibratórias cósmicas feito pela radiestesia holística seria, neste momento, a medida preventiva e a profilaxia energética possíveis, em resposta às diversas formas que o biomagnetismo assume:
magnetismo terrestre
ferromagnetismo do íman
paramagnetismo do oxigénio ou do sódio
passes magnéticos
etc
A tudo isso se coloca o rótulo (abusivo) de biomagnetismo. Os passes magnéticos tornaram-se o pão nosso de cada dia em terapia energética e os grupos de milagre que dispensam favores «espirituais» com imposição de mãos fazem bicha para receber os adeptos.
Ao contrário do magnetismo clássico, praticado por magnetizadores naif mais ou menos bem intencionados, os actuais magnetizadores apresentam-se disfarçados de
- cristal terapeutas
- colchões magnéticos
- reiki
- etc
habilidades que começam a ser perigosas pela fila de doenças que estão produzindo.
Poderá mesmo falar-se de uma nova «doença» ou de um novo conjunto de doenças - sindroma - provocadas por uma exposição prolongada a campos magnéticos artificiais que têm, sobre o campo magnético terrestre a desvantagem de terem sido engendrados pela mão humana e completamente às cegas quanto aos efeitos no interior da célula.
Nada custa acreditar que alguém da ciência ordinária esteja interessado em promover artes e malazartes de magnetizar o próximo, exactamente para desprestigiar as já desprestigiadas medicinas naturais. Se é assim, conseguiram perfeitamente os seus intentos.
- Eis o que temos hoje com o pomposo nome de espiritual e/ou iniciático: magnetizadores e pastilhas magnéticas, imposição de mãos e passes mágicos, aparelhos de biofeedback, que nem sequer se sabe em que frequência de onda trabalham e radiónica que «saneia» a casa para contaminar a do vizinho.
- Ligado ao ferromagnetismo - o alegado biomagnetismo - é o grande negócio dos aparelhos.
Desde os detectores de radiações ionizantes - raramente referidos e utilizados, por razões óbvias... - até aos aparelhos de radiónica que pretendem sanear as casa de energias ditas nocivas, tudo serve para desenvolver e fazer prosperar o negócio, à pala da mania moderna de que tudo quanto for científico tem que meter aparelhagem com luzinhas (verdes e vermelhas) a piscar e de que tudo o que for tecnologia, quanto mais cara melhor, é comprovadamente científico e leva a práticas garantidamente científicas.
A mentalidade ordinária, dita científica, levou-nos a estes apuros e os mercadores de aparelhagem fazem bem em aproveitar este beatismo, cuidando dos seus negócios, à pala da ciência aliada da tecnologia, à pala da tecnologia aliada da ciência.
Ninguém se lembra é de que toda a aparelhagem, incluindo a fotografia kirlian e mesmo a mais sofisticada, na melhor das hipóteses trabalha ao nível N8, o que, falando de baixas frequências, são as mais baixas que existem. E os outros 6 corpos energéticos, onde estão os aparelhos para os medir?
- Onde a «atracção magnética» é quase orgasmo é quando se exibe o pêndulo como instrumento para detectar, medir, analisar e etc., as vibrações magnéticas ou as radiações. Com meia verdade se impinge outra meia mentira.
As ondas de forma que tudo quanto existe emana, é tudo aquilo que o pêndulo da radiestesia empírica detecta. Não é pouco nem muito: é isso. E chega, para quem o mundo das energias se reduz ao mundo magnético, um dos 7 corpos energéticos potenciais.
Nestas ondas de forma a ciência ordinária já se meteu e já tirou conclusões. Ou seja, criou mais umas palavras difíceis para juntar ao seu pletórico vocabulário.
Jacques Ravatin, sem saber onde ocupar os ócios de reformado de antigo engenheiro químico da CNRS, lembrou-se de observar certas «emissões» que, não pertencendo ao mundo físico habitual, não sendo constituídas nem por ondas nem por vibrações e escapando aos campos electromagnéticos, ele resolveu baptizar de «emissões devidas às formas», ou seja, as «ondas de forma».
Provavelmente foi aqui que começou a história que levaria Sheldrake a ver o universo como um imenso campo de campos de morfogénese cósmica, a que os tradicionalistas chamaram «ovo cósmico».
La Palice aprova todas estas descobertas «científicas».
- Quando falamos de «sindroma» ou«conjunto de doenças» provocado, hoje em dia, por práticas de manipulação magnética pretensamente benéficas e terapêuticas, é desse aprisionamento e dessa limitação no corpo magnético (quando temos 7 corpos energéticos) que estamos a falar.
No buraco onde o magnetismo mete as suas vítimas, a alquimia deixa de se fazer. E o bem estar, o repouso e a paz que ele diz sentir vai custar-lhe apenas esse preço. O retorno à estagnação - de onde uma terapia energética fidedigna como a radiestesia holística o poderia ter tirado.
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RADIAÇÕES IONIZANTES E NÃO IONIZANTES
Na opinião de João Quintela de Brito, presidente da Sociedade Portuguesa de Protecção Contra Radiações, os efeitos das radiações ionizantes sobre a fisiologia são um facto:
«Está hoje fora de dúvida - diz - que um dos perigos para o meio ambiente é originado pelas radiações ionizantes.»
Jocelyne Leal afirma que está reconhecido que as radiações não ionizantes «podem modificar o metabolismo celular» e são cada vez mais «um dos componentes do meio ambiente, devido essencialmente ao uso cada vez maior de telefones móveis celulares.
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A FÍSICA DAS ENERGIAS
De vez em quando, podemos rever os nomes das energias que a Física vai descobrindo e baptizando.
De A-Z, vamos sublinhando e registando o vocabulário ligado à Física das Energias:
- Biofeedback
- Diatermia
- Efeito Kirlian
- Electricidade
- Electromagnetismo
- Força forte
- Força Fraca
- Fotões
- Geomancia
- Gravidade
- Hertz
- Magnetismo
- Medidor eléctrico de resistência da pele
- Micro-ondas (calor)
- Neutrinos
- Ondas cerebrais Alfa
- Ondas curtas
- Ondas de baixa frequência
- Ondas gravitacionais
- Ondas hertzianas
- Ondaslongas
- Radiações electromagnéticas
- Radiações ionizantes
- Radiações não ionizantes
- Radiofrequências
- Raios cósmicos
- Raios X
- Redes de Hartmann
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11 PONTOS DE APROXIMAÇÃO HOLÍSTICA
AOS PONTOS DE ACUPUNCTURA
MECANISMOS DA ACUPUNCTURA
EM FLORALTERAPIA
Lisboa, 9/11/1997 - 1 - Actuando na fronteira entre diversos corpos energéticos além do corpo físico ou corpo magnético (N8), as essências florais terão forçosa e necessariamente que se relacionar com áreas do microcosmos (ADN da célula), nomeadamente as 3 esferas energéticas reconhecidas por Rudolfo Steiner (Ver diagrama 11):
- sistema neuro-sensorial
- sistemas circulatórios (sangue, energia ki, informação, hormonas, etc)
- sistema metabólico.
Linhas de fronteira e matérias-chave, no conhecimento alargado da terapia floral, são assim:
a) As 5 esferas energéticas da medicina tradicional chinesa, vulgarmente conhecidas por 5 elementos ( Madeira, Terra, Fogo, Metal e Água)
b) A antítese funcional dos 2 sistemas neurovegetativos (ortossimpático e parassimpático), binómio que exemplifica de maneira modelar o potencial vibratório do Número 2
c) O eixo endócrino do ser humano como principal linha de fronteira entre o corpo físico e os 6 corpos energéticos, além do corpo físico (segundo a escala hierárquica estabelecida por Rudolfo Steiner)
d) Os 12 receptores electromagnéticos no dorso do ser humano, segundo Yves Rocard
e) O binómio calor/frio e respectiva cromoterapia de cores quentes/cores frias: segundo Oswald, laranja, vermelho e violeta ficariam no lado das cores quentes, enquanto verde alface, verde mar e turqueza ficariam do lado das cores frias. Amarelo e azul estariam no centro de equilíbrio entre frio/calor
f) As 9 Almas dos hierofantes egípcios, em relação directa com as 3 alquimias - corpo, alma e espírito
g) O DNA ou a frequência das energias vibratórias (ondulatórias), o mundo a que a Física do mundo físico chama mundo das ondas hertzianas, chamando área quântica quando os instrumentos de medida lhe escapam para abranger o que sobra do espectro electro-magnético
h) O espectro electromagnético das energias reconhecido pela ciência ordinária
i) O estudo das ondas hertzianas e da unidade de medida Herz (ciclo por segundo) é outra noção-chave para aplicar a terapia floral
j) A composição trinitária do ser humano (Corpo/Alma/Espírito)
l2 - Sempre que a ciência ocidental tem necessidade de referir a «actividade eléctrica das células» recorre a uma série de noções mais ou menos pré-fabricadas para tentar explicar o todo pela parte ou melhor, o todo pela soma das partes.
Não conseguindo a abordagem holística com os aparelhos de medida que possui e os métodos de análise que utiliza, dificilmente chegará pela análise a uma visão global e portanto correcta da realidade humana.
Entretanto, vão-se destacando algumas noções que o estudioso da terapia floral poderá conhecer, embora não sejam imprescindíveis na abordagem holística que é a da terapia floral (ver outra listagem no file herz-3 > e cotejá-las:
- Campo electromagnético
- Condutividade eléctrica
- Corrente eléctrica
- Electricidade
- Electrocardiograma
- Electroencefalograma
- Electrões
- Electromiograma
- Frequências vibratórias (ciclos por segundo)
- Herz (unidade de medida)
- Impedância
- Iões metálicos
- Ondas hertzianas
- Potencial intermembranar
- Potencial subcutâneo
- Resistividade
- Tensão Eléctrica
- Etc
Estas são algumas das noções (parciais) que, reunidas para explicar a medicina tradicional chinesa (Acupunctura), servem também e principalmente para denunciar os mecanismos psicosomáticos sobre os quais interagem também as essências florais.
3 - Relativamente à acupunctura (que, partindo de uma visão holística da medicina, acaba por ser, na sua aplicação prática, uma técnica nada holística e altamente hiper-especializada - pontual em sentido literal ...), as essências florais são uma terapia holística na essência e também na sua aplicação.
Para lá dos mecanismos que podem intervir:
- pontos
- meridianos
- 5 esferas energéticas
- pontos reflexos
- áreas reflexas
- etc
a convergência faz-se no ponto de convergência mais profundo - o ADN da molécula viva.
Pela razão simples de que as frequências vibratórias dos florais entram em sintonia com zonas do ADN antes adormecidas ou estagnadas ou não animadas pelas energias vibratórias.
4 - A grande dúvida da lógica ortomolecular em relação à acupunctura é saber (porque ainda não se sabe) com que energias a acupunctura trabalha: se com a gama de energias do continuum energético ou espectro vibratório entre Céu e Terra (o que parece óbvio, por exemplo, em relação ao Chi Kung) ou apenas com as energias internas do corpo magnético de nível N8:
- vital, hereditária ou ancestral
- respiratória
- metabólica ou alimentar
como indicam quase todos os livros ocidentais sobre acupunctura.
Jean Vibes fala em 3 tipos de energia específica do homem:
a) Energia ancestral ou potencial hereditário ligada aos cromossomas
b) Energia de manutenção que tem origem, simultaneamente, no Céu (ar que respiramos) e na terra (alimentação que ingerimos), é ilustrada nos livros de Lavier com os ideogramas chineses respectivos.
c) Energia «mental» que permite ao organismo adaptar-se ao meio, quer no plano físico quer no psíquico. «Mental» será a péssima tradução (atrofiante) que o ocidental encontra para traduzir a palavra «Shen», uma das mais ricas e nobres da nobre nomenclatura chinesa.
5 - As endorfinas, «hormonas» que inibem os centros nervosos da dor, são o factor material (bioquímico) que a ciência ocidental encontrou para explicar a actuação energética da Acupunctura.
Preocupou-se a ciência - diz Jean Vibes («Tudo Sobre Acupunctura», PEA, Lisboa, s/d)- «em objectivar e dosear a libertação por efeito da acupunctura - em especial no líquido céfalo-raquidiano - de substâncias neurócrinas que são as endorfinas (as quais contêm as encefalinas).»
Jean Vibes explica ainda a função antálgica das endorfinas, «substâncias endógenas morfinomiméticas (?), que vão ocupar «sítios» que inibem a percepção da dor.»
Mas as endorfinas, só por si, nada explicam, se não entrarem no quadro as reacções conjugadas de vários outros sistemas, assim discriminados:
- sistema eléctrico (iões)
- sistema endócrino em estreita ligação com o
- sistema neurovegetativo (funções/disfunções)
- sistema nervoso central
- etc
Quando a ciência médica ordinária atribui ao efeito placebo os resultados da Acupunctura, está a dizer uma grande verdade ou uma grande mentira.
Se por efeito placebo, a medicina entende a intervenção do mental no processo energético da acupunctura, está a dizer uma mentira total. Hipertrofiar de um lado para atrofiar do outro é a sua especialidade.
Mas se entende por efeito placebo um efeito «psicológico» latu sensu - energético ou ortomolecular - está a reconhecer afinal uma verdade a 100%.
6 - Quando a ciência ordinária explica a acupunctura pelos reflexos nervosos, está também a dizer uma grande verdade e uma grande mentira. Está a reduzir, novamente, o todo a uma das partes (atrofia).
Afinal, todos os sistemas de intercomunicação celular (de informação intermolecular) se processam por reflexos e a abordagem holística quer dizer isso mesmo.
Qualquer vibração num ponto entra em ressonância vibratória com 600 biliões de células. Isso é, à luz da lógica ortomolecular, o reflexo...nervoso.
Nervosos nos põe uma ciência tão pequenina mas tão arrogante da sua pequenez.
Não se pode separar, por exemplo, o sistema cérebro-espinal dos restantes, pois tem tanta importância como todos os outros que intervêm no processo de informação. E são todos.
A hipertrofia de uma parte
(cérebro
sistema cérebro-espinal
nervos
etc)
em detrimento do todo é a doença sem cura de uma ciência médica que nem com essências florais lá vai.
7 - Quando se afirma que as essências florais pretendem devolver o ser de cada um ao que cada um é - e cada um é o seu espírito - está a dar-se a definição correcta (e portanto ortomolecular) da floralterapia.
Ser o que se é, evoca-nos a voz trágica de Nietzsche mas também a sabedoria de Goethe, Paracelso, Santa Hildegarda, Edward Bach. E remete-nos para algumas informações que a tradição primordial nos legou:
o princípio da «assinatura» cósmica
o nomen mistico
os campos de morfogénese cósmica, retomados modernamente por Rupert Sheldrake
o princípio do ovo cósmico
as palavras de poder
o verbo divino criador
a energia primordial da pedra filosofal
o som cósmico
etc
( Ver file tame-1>)
8 - A meio caminho da escala hierárquica da manifestação - entre N8 e N56 - os remédios florais, na sua frequência de N32, fazem de trampolim entre incarnação e essência do ser humano, composto exactamente por 3 mundos:
- Essência ou transcendência, que significa o mundo para lá da manifestação e onde nasce a força criadora (as 4 energias filosofais, enxofre, mercúrio, sal e pedra filosofal)
- Manifestação, onde a força criadora primária se expressa através dos Campos de Morfogénese Cósmica (CMC)
- Incarnação ou condição existencial da vida, codificada na mensagem da Grande Esfinge.
9 - Nesta escala hierárquica de N8 a N56, a endocrinoterapia, por exemplo, não seria uma «terapia hormonal »(atrofia) como a medicina a entende, mas uma terapia vibratória entre N8 e N16, o que implica necessaria e concretamente a homeopatia.
Ainda nesta escala hierárquica - N8 a N56 - entra a oligoterapia como a terapia, por excelência, do eixo endócrino, ou seja, a terapia das patologias funcionais de terreno.
Funções/Disfunções - campo de eleição da oligoterapia - sendo mais um binário de opostos que manifesta o potencial energético do Número 2, religa-nos a todos os itens indicados no início deste texto.
E a mais alguns que só agora se indicam:
os 8 hexagramas
os 64 trigramas
do I Ching.
É de facto irresistível o paralelismo (identidade analógica) entre os Koua ou hexagramas do I Ching ( página 35 de Jean Vibes), entre os 64 trigramas do mesmo I Ching e as oitavas dos níveis de frequência vibratória da escala dos 7 corpos, entre N8 e N56.
Algumas analogias a reter:
- 8 x 8 = 64
- O 8 deitado é igual a infinito
- O número de trigramas é 64
- O número de tripletos do ADN da célula é 64
- Cumpridos os 7 corpos energéticos - entre N8 e N56 - a oitava seguinte já está fora destes corpos, o que pode significar o mundo da essência para lá do mundo da manifestação.
É como se o mundo da manifestação fosse de N8 a N56 e o N64 - do I Ching e dos tripletos - fosse já o mundo da essência ou transcendência
10 - Significativamente, as essências florais - como o nome indica - são o trapolim da imanência para a essência.
Lembre-se que a grelha universal da linguagem vibratória de base molecular, estabelecida por Etienne Guillé, compõe-se desses 3 mundos:
transcendente (círculo interno)
incarnação (círculo intermédio)
manifestação (círculo externo).
Lembre-se que o número 3 volta a evidenciar-se na composição trinitária do ser humano: corpo, alma e espírito, a que em radiestesia holística apenas se acrescenta:
- pirâmide vibratória do corpo
- dupla pirâmide vibratória da alma
- pirâmide vibratória do espírito
o que daria um 3 que é 4.
11 - Os 13 houei (espíritos do mal) estabelecidos por Lavier, seriam os pontos ideais para aplicação externa das essências florais. (Ver página 28 da obra de Jean Vibes, «Tudo Sobre Acupunctura»)
Outros pontos que a experiência poderá ou não confirmar, são:
- Chacras
- Pontos de acupunctura
- Pontos reflexos de:
Aurícula
Coluna vertebral
Dorso da Mão
Palma da Mão
Rosto
Sola do pé
Etc
No fundo, todos os pontos da pele são pontos ideais...■
O QUE AS BAIXAS FREQUÊNCIAS PODEM FAZER PELA NOSSA DOENÇA
Lisboa, 5/11/1997 - A medida de 10 hertz é a chave para a guerra electromagnética que, segundo alguns autores, já foi declarada e está aí, no terreno, ou antes, no ar...das ondas hertzianas.
Sabe-se, pelo menos, que um sinal electromagnético teleorientado para ter efeitos sobre os animais e para ser psicoactivo no homem, deverá ter exactamente as características conhecidas de 10 Herz, na medida em que a frequência de 10 Herz, ou seja, de 10 ciclos por segundo é, por excelência, a frequência do ritmo Alfa do cérebro.
Assim procede (de acordo) o célebre emissor «Woodpecker», instalado pela ex-URSS na Ucrânia e que se encontra a emitir desde 1985.
O sinal «Woodpecker» é tão forte que se pode captar não importa onde, em ondas curtas, com um simples receptor e nem precisa de antena, abafando tudo o que se encontra no seu comprimento de onda.
Ele atravessa tudo e é levado até ao interior das casas (e das células) pela rede eléctrica nacional.
Os japoneses, mais poupadinhos da silva e que não gostam de ficar atrás dos ex-soviéticos, mas sem gastar muito em armamentos, logo pensaram na forma mais pacífica de fazer a guerra (magnética), na forma, portanto, mais eficaz de penetrar em nossas casas, células e cérebros (afectando o nosso ritmo Alfa com a frequência de 10 Herz).
Sem precisar sequer de recorrer, como fazem os ex-soviéticos, à rede eléctrica, para penetrar.
O colchão magnético foi a grande invenção. O pessoal paga as despesas e ainda agradece pela boa noite de sono que o colchão necessariamente propincua.
Esta guerra magnética limpíssima fica muito mais barata aos japoneses do que o Woodpecker aos ex-soviéticos.
- Os dados estão lançados e as baixas frequências, pelos vistos, já são a grande arma da terceira guerra mundial, embora ainda em regime experimental.
Quando a radiestesia holística nos ensina a forma de utilizar as energias de mais alta frequência vibratória - na escala de N8 a N56 - e a forma como nos podem proteger e ser terapêuticas, começamos a compreender onde é que está para a humanidade a grande questão do presente e do próximo futuro.
E onde é que deveria estar para as pessoas a grande prioridade.
Começamos a compreender porque é que os oligoelementos (N8), a homeopatia ( N16), as árvores ( N24), as flores (N32) podem ser a nossa arma de defesa contra os Woodpecker e os colchões magnéticos com que nos invadem casas, células e cérebros, como se a poluição magnética fosse pouco para nos dar cabo da saúde.
A não ser a cor (cromoterapia) e os metais (oligoterapia), todas as outras terapias N8 são problemáticas, na lógica ortomolecular.
- O ambiente magnético criado pela tecnologia já era pesado. Já tínhamos
alta tensão
micro-ondas
ondas rádio
telemóveis (a criminalidade portátil)
etc
Todas somadas, fazem o quadro de poluição magnética que o progresso tecnológico se orgulha de ter criado em nome dos largos benefícios que trouxeram:
radiações não ionizantes
radiações ionizantes
raios X
etc
Todo esse ambiente de «baixas frequências» é, no entanto, insignificante, se comparado com o poder atómico dos colchões e do woodpecker, que funcionam, exactamente, na frequência de 10 Herz.
A ciência e os militares - sempre em santa aliança - sabem muito bem de que forma as baixas frequências interferem na fisiologia humana, nomeadamente na parte da fisiologia que mais lhes interessa atingir - o cérebro.
- Um breve apanhado da informação indicada por Alex Vicq, em «La Vie Naturelle» (Junho/1991), fornece alguns itens que convém sublinhar para vermos quais são as terapias vibratórias prioritárias num mundo de neuróticos e de malucos magnéticos à solta. À luz destes loucos, as experiências com cobaias humanas do Dr. Mesmer eram uma insignificância.
E os hipnotizadores ainda hoje existentes, uma ternura.
Eis os itens:
«Os campos magnéticos de baixas frequências podem interagir com os sistemas biológicos e modificá-los.
«Mais do que qualquer outro agente conhecido, à parte certos psicotropos, os campos eléctricos de baixa frequência (ELF) têm efeitos muito específicos que dependem:
a) da região cerebral dos tecidos afectados
b) do momento da administração no ritmo circadiano.
A guerra do Golfo não se fez para outra coisa nem com outra finalidade. Mostrar até que ponto os americanos se tinham dotado do melhor armamento magnético do mundo:
infravermelhos
laser
micro-ondas.
A guerra do Golfo foi o terreno onde eles testaram o poder militar magnético e a vitrine onde eles mostraram o belo arsenal que tinham em stock. Do resto, o comércio encarrega-se.
- Se os trabalhos de Smith e Monro no Abbots Langley (Hertfordshire) se confirmarem (e até agora ninguém o desmentiu), a radiestesia holística e o estudo sistemático das frequências vibratórias, aquém e além do espectro electro-magnético, tem a sua primeira prova experimental de grande envergadura.
De facto, como aqueles dois investigadores demonstraram, estudando os campos magnéticos das linhas de alta tensão, a frequência é, num campo de alta tensão, o parâmetro mais importante notado nos pacientes submetidos à experiência, sendo a intensidade do sinal eléctrico de importância secundária.
A paciente mais sensível testada por Smith e Monro, foi uma mulher alérgica aos campos magnéticos terrestres de menos de 1 Herz a 2 Gigahertz e a uma gama muito vasta de produtos químicos.
Ela entrava em convulsão quando chegava a 200 metros de uma linha de alta tensão, durante a sua crise de alergia. C.W. Smith e J. Monro consideram que hoje as reacções eléctricas estão na base da maior parte das alergias e que os campos electromagnéticos e os alergenos estão em inter-relação.
- A ciência sabe que as baixas frequências podem acelerar os processos de cancerização e induzir comportamentos suicidários.
Ondas electromagnéticas moduladas sobre certas baixas frequências podem provocar:
alergias
cefaleias crónicas
depressões nervosas
suicídios
etc.
Exposição prolongada a uma fonte de radar pode provocar:
distúrbios sexuais
cataratas
etc.
Rádio-ondas e micro-ondas podem provocar cataratas.
Radiações electromagnéticas de fraca energia, produzindo campos comparáveis aos das linhas de alta tensão, podem:
aumentar a acção da enzima «ornitina decarboxilase» no seio das células cancerosas.
Adey observou que os campos de rádio-frequências influenciam as células, se forem modulados por frequências inferiores a 100 hertzes.
Perante todo este quadro, como não ser tentado - pergunta Alex Vicq, da revista «La Vie Naturelle» - a conceber armas capazes de adoecer populações ou deprimir exércitos?
- Fabricados em França, os adesivos dermomagnéticos já têm marca - Eporec - e tamanho standart: 5 mm de diâmetro e 1mm de espessura, muito mais pequenos do que um preservativo normal.
Embora sendo acções pontuais no organismo, restará sempre a dúvida sobre até que ponto poderão afectar o sistema hormonal portanto o sistema nervoso e, portanto, todo o equilíbrio energético do organismo. Até porque a propaganda que promove esses adesivos (in «La Vie Naturelle» ) garante que eles «aceleram as trocas célula/meio extracelular pela reconstituição da carga eléctrica da membrana celular.»
Se, como indica a lógica ortomolecular, só a inteligência natural do organismo deve interferir na informação intermolecular, esta intervenção (abusiva?) por magnetismo artificial na alquimia celular seria a principal crítica a fazer aos adesivos dermomagnéticos do Doutor Baron, dirigente do Instituto de Pesquisa Biológica Yves Ponroy e também dos adesivos .
O doutor Baron atribui aos adesivos as mais diversas formas de intervenção celular:
- modificação das taxas dos iões de sódio e potássio, este último tendo uma influência sobre a excitabilidade das fibras nervosas e musculares;
- síntese ou inibição de certos neuro-transmissores, que vão acelerar ou travar as reacções em causa;
- estimulação do sistema nervoso parasimpático, objectivado pela secreção de histamina ao nível dos tecidos cutâneos;
- melhoramento da oxigenação celular;
- aumento da temperatura local, assinalando-se uma melhoria da circulação sanguínea e, portanto, dos tecidos periféricos.
Se quiséssemos uma definição, por alíneas, do oposto à lógica ortomolecular que nos deveria inspirar sempre em medicinas naturais, não podíamos encontrar melhor do que este «quadro de virtudes» que o Dr. Baron atribui aos seus adesivos Eporec, discos magnéticos de 5mm de diâmetro e 1mm de espessura. Jeitosos como preservativos.
- Em França, pátria magnética por excelência, onde o pêndulo de radiestesia é sistematicamente e exclusivamente assimilado a «sorcellerie» (bruxaria tout court), o execrado Professor Yves Rocard, pai de um primeiro-ministro socialista e pai da 1ª bomba atómica francesa, observou que o corpo humano tinha 12 receptores electromagnéticos, pontos onde parece existir o metal chamado «magnetite» (pedra de íman ou óxido natural de ferro magnético).
Provavelmente vem daí - da dita magnetite - a atracção magnética que os sexos dizem ter um pelo outro e a atracção também que certos sábios têm pelo abismo.
Escusado será dizer que o ferro do sangue dos vertebrados tem alguma coisa a ver com esta atracção e porque a mitologia do sangue se espalha sempre tanto em povos e conjunturas históricas muito ligadas à terra, à matéria física condensada.
Os cristais de magnetite descobertos por Rocard, designados por ele Órgãos Magnéticos Receptores (OMR), estariam, quando em presença de uma variação do campo magnético terrestre, na origem do famoso «reflexo do feiticeiro», materializado por uma sensação capaz de ser, em certos casos, percebida directamente pelo corpo ou materializada pelo «biais» do pêndulo ou da vara.
Sobre estes receptores electromagnéticos do senhor Rocard, há apenas a dizer: servem de porta de entrada de todas as energias vibratórias cósmicas, desde que estejam desimpedidos, o que normalmente não acontece. Se os OMR ou REM continuam fechados, o ser humano continuará fechado e energeticamente estagnado, como acontece há 41 mil anos, desde a bíblica Queda.
Todas as técnicas de manipulação energética hoje em voga (incluindo as famosas aberturas de chacras) não só não abrem os receptores electromagnéticos como os fecham ainda mais do que estavam.
Esta é a importância dos 12 receptores:
a) São apenas as portas de passagem das energias vibratórias cósmicas
b) Se continuarem fechados, o ser humano continuará fechado às energias vibratórias cósmicas (as frequências vibratórias mais elevadas) e será pasto das baixas e baixíssimas frequências que certas forças do progresso andam empenhadas em produzir.
- Outra prática que está na moda e que tem a ver com este culto exclusivista do ferromagnetismo é:
a) No Ocidente a Geobiologia, medicina do habitat, redes de Hartmann, casas de cancro, etc;
-Na China, o Feng Chui, que começa a chegar à Europa, carregada de todas as ilusões de «dolce vita» de que no Ocidente temos tanta necessidade.
As redes de Hartmann são correntes de energia telúrica, ninguém as nega. Mas encurralam o mundo energético nelas - ou seja, na matéria, no ferro-magnetismo, no magnetismo terrestre, na nova mitologia do telurismo, como estão fazendo as modas magnéticas de todo o feitio actualmente no mercado.
Quer se lhe chame magnetismo físico, magnetismo animal, magnetismo humano, biomagnetismo, é sempre o ferromagnetismo e só o ferromagnetismo o que está em jogo nessas práticas ditas - imagine-se - espirituais, e algumas até - imagine-se - iniciáticas.
- O que os pesquisadores de tesouros em França deixam patente é que o ferro-magnetismo - associado à bruxaria - dá para empolgar muita gente, nomeadamente os que andam em grupos espirituais e aventuras ditas espirituais, convencidos de que energias vibratórias cósmicas são o ferro-magnetismo.
Mas não são e podem mesmo, nas actuais circunstâncias, ser o oposto.
- Se em terapias naturais se pode falar de «efeitos secundários», nas magnetoterapias de manipulação esses efeitos secundários, tal como na medicina química, são adversos e perversos, numerosos e graves.
As novas in(ter)venções sobre o campo magnético terrestre e humano, que surgem cada vez mais em nome da ciência e da terapia, vêm juntar-se ao legado de poluição magnética de que estávamos tão bem servidos com todo o progresso eléctrico, electrónico e electromagnético que nos rodeia:
Telefones móveis
Construções em altura (gaiolas de betão ou gaiolas de Faraday);
Frigoríficos que desmagnetizam alimentos;
Microondas que não só desmagnetizam, não só desvitalizam como destroem os nutrientes dos alimentos;
Monitores de computador e monitores de televisão
As diversas fontes de radiação ionizante (ver anexo) que também interferem no campo magnético e, portanto, no corpo magnético dos seres humanos, ou seja, o nível vibratório N8.
Linhas de alta tensão
Radar
Emissores de baixa frequência
Radiações ionizantes
Radiações não ionizantes
Etc, etc.
Entre os clássicos e remotos antecessores de toda a parafernália moderna de electro-magnetos, lembrem-se:
Os imãs
A bússola que, aliás, tão bons serviços prestou aos portugueses na sua missão de colonizar povos e gentes.
- As magnetoterapias de manipulação vêm acrescentar uma nova poluição magnética à já longa lista de poluições químicas e magnéticas de que o mundo moderno está cheio e de que o homem moderno é vítima passiva em nome do progresso.
E não adianta , antes pelo contrário, adicionar o prefixo «bio» ao magnetismo, para que fique uma palavra mais sonante: biomagnetismo.
O magnetismo e o electromagnetismo, embora prejudiciais enquanto poluição do meio ambiente humano, nunca poderão ser tão perigosos como a manipulação biomagnética que pomposamente se proclama e se promove.
O estudo das energias vibratórias cósmicas feito pela radiestesia holística seria, neste momento, a medida preventiva e a profilaxia energética possíveis, em resposta às diversas formas que o biomagnetismo assume:
magnetismo terrestre
ferromagnetismo do íman
paramagnetismo do oxigénio ou do sódio
passes magnéticos
etc
A tudo isso se coloca o rótulo (abusivo) de biomagnetismo. Os passes magnéticos tornaram-se o pão nosso de cada dia em terapia energética e os grupos de milagre que dispensam favores «espirituais» com imposição de mãos fazem bicha para receber os adeptos.
Ao contrário do magnetismo clássico, praticado por magnetizadores naif mais ou menos bem intencionados, os actuais magnetizadores apresentam-se disfarçados de
- cristal terapeutas
- colchões magnéticos
- reiki
- etc
habilidades que começam a ser perigosas pela fila de doenças que estão produzindo.
Poderá mesmo falar-se de uma nova «doença» ou de um novo conjunto de doenças - sindroma - provocadas por uma exposição prolongada a campos magnéticos artificiais que têm, sobre o campo magnético terrestre a desvantagem de terem sido engendrados pela mão humana e completamente às cegas quanto aos efeitos no interior da célula.
Nada custa acreditar que alguém da ciência ordinária esteja interessado em promover artes e malazartes de magnetizar o próximo, exactamente para desprestigiar as já desprestigiadas medicinas naturais. Se é assim, conseguiram perfeitamente os seus intentos.
- Eis o que temos hoje com o pomposo nome de espiritual e/ou iniciático: magnetizadores e pastilhas magnéticas, imposição de mãos e passes mágicos, aparelhos de biofeedback, que nem sequer se sabe em que frequência de onda trabalham e radiónica que «saneia» a casa para contaminar a do vizinho.
- Ligado ao ferromagnetismo - o alegado biomagnetismo - é o grande negócio dos aparelhos.
Desde os detectores de radiações ionizantes - raramente referidos e utilizados, por razões óbvias... - até aos aparelhos de radiónica que pretendem sanear as casa de energias ditas nocivas, tudo serve para desenvolver e fazer prosperar o negócio, à pala da mania moderna de que tudo quanto for científico tem que meter aparelhagem com luzinhas (verdes e vermelhas) a piscar e de que tudo o que for tecnologia, quanto mais cara melhor, é comprovadamente científico e leva a práticas garantidamente científicas.
A mentalidade ordinária, dita científica, levou-nos a estes apuros e os mercadores de aparelhagem fazem bem em aproveitar este beatismo, cuidando dos seus negócios, à pala da ciência aliada da tecnologia, à pala da tecnologia aliada da ciência.
Ninguém se lembra é de que toda a aparelhagem, incluindo a fotografia kirlian e mesmo a mais sofisticada, na melhor das hipóteses trabalha ao nível N8, o que, falando de baixas frequências, são as mais baixas que existem. E os outros 6 corpos energéticos, onde estão os aparelhos para os medir?
- Onde a «atracção magnética» é quase orgasmo é quando se exibe o pêndulo como instrumento para detectar, medir, analisar e etc., as vibrações magnéticas ou as radiações. Com meia verdade se impinge outra meia mentira.
As ondas de forma que tudo quanto existe emana, é tudo aquilo que o pêndulo da radiestesia empírica detecta. Não é pouco nem muito: é isso. E chega, para quem o mundo das energias se reduz ao mundo magnético, um dos 7 corpos energéticos potenciais.
Nestas ondas de forma a ciência ordinária já se meteu e já tirou conclusões. Ou seja, criou mais umas palavras difíceis para juntar ao seu pletórico vocabulário.
Jacques Ravatin, sem saber onde ocupar os ócios de reformado de antigo engenheiro químico da CNRS, lembrou-se de observar certas «emissões» que, não pertencendo ao mundo físico habitual, não sendo constituídas nem por ondas nem por vibrações e escapando aos campos electromagnéticos, ele resolveu baptizar de «emissões devidas às formas», ou seja, as «ondas de forma».
Provavelmente foi aqui que começou a história que levaria Sheldrake a ver o universo como um imenso campo de campos de morfogénese cósmica, a que os tradicionalistas chamaram «ovo cósmico».
La Palice aprova todas estas descobertas «científicas».
- Quando falamos de «sindroma» ou«conjunto de doenças» provocado, hoje em dia, por práticas de manipulação magnética pretensamente benéficas e terapêuticas, é desse aprisionamento e dessa limitação no corpo magnético (quando temos 7 corpos energéticos) que estamos a falar.
No buraco onde o magnetismo mete as suas vítimas, a alquimia deixa de se fazer. E o bem estar, o repouso e a paz que ele diz sentir vai custar-lhe apenas esse preço. O retorno à estagnação - de onde uma terapia energética fidedigna como a radiestesia holística o poderia ter tirado.
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RADIAÇÕES IONIZANTES E NÃO IONIZANTES
Na opinião de João Quintela de Brito, presidente da Sociedade Portuguesa de Protecção Contra Radiações, os efeitos das radiações ionizantes sobre a fisiologia são um facto:
«Está hoje fora de dúvida - diz - que um dos perigos para o meio ambiente é originado pelas radiações ionizantes.»
Jocelyne Leal afirma que está reconhecido que as radiações não ionizantes «podem modificar o metabolismo celular» e são cada vez mais «um dos componentes do meio ambiente, devido essencialmente ao uso cada vez maior de telefones móveis celulares.
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A FÍSICA DAS ENERGIAS
De vez em quando, podemos rever os nomes das energias que a Física vai descobrindo e baptizando.
De A-Z, vamos sublinhando e registando o vocabulário ligado à Física das Energias:
- Biofeedback
- Diatermia
- Efeito Kirlian
- Electricidade
- Electromagnetismo
- Força forte
- Força Fraca
- Fotões
- Geomancia
- Gravidade
- Hertz
- Magnetismo
- Medidor eléctrico de resistência da pele
- Micro-ondas (calor)
- Neutrinos
- Ondas cerebrais Alfa
- Ondas curtas
- Ondas de baixa frequência
- Ondas gravitacionais
- Ondas hertzianas
- Ondaslongas
- Radiações electromagnéticas
- Radiações ionizantes
- Radiações não ionizantes
- Radiofrequências
- Raios cósmicos
- Raios X
- Redes de Hartmann
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11 PONTOS DE APROXIMAÇÃO HOLÍSTICA
AOS PONTOS DE ACUPUNCTURA
MECANISMOS DA ACUPUNCTURA
EM FLORALTERAPIA
Lisboa, 9/11/1997 - 1 - Actuando na fronteira entre diversos corpos energéticos além do corpo físico ou corpo magnético (N8), as essências florais terão forçosa e necessariamente que se relacionar com áreas do microcosmos (ADN da célula), nomeadamente as 3 esferas energéticas reconhecidas por Rudolfo Steiner (Ver diagrama 11):
- sistema neuro-sensorial
- sistemas circulatórios (sangue, energia ki, informação, hormonas, etc)
- sistema metabólico.
Linhas de fronteira e matérias-chave, no conhecimento alargado da terapia floral, são assim:
a) As 5 esferas energéticas da medicina tradicional chinesa, vulgarmente conhecidas por 5 elementos ( Madeira, Terra, Fogo, Metal e Água)
b) A antítese funcional dos 2 sistemas neurovegetativos (ortossimpático e parassimpático), binómio que exemplifica de maneira modelar o potencial vibratório do Número 2
c) O eixo endócrino do ser humano como principal linha de fronteira entre o corpo físico e os 6 corpos energéticos, além do corpo físico (segundo a escala hierárquica estabelecida por Rudolfo Steiner)
d) Os 12 receptores electromagnéticos no dorso do ser humano, segundo Yves Rocard
e) O binómio calor/frio e respectiva cromoterapia de cores quentes/cores frias: segundo Oswald, laranja, vermelho e violeta ficariam no lado das cores quentes, enquanto verde alface, verde mar e turqueza ficariam do lado das cores frias. Amarelo e azul estariam no centro de equilíbrio entre frio/calor
f) As 9 Almas dos hierofantes egípcios, em relação directa com as 3 alquimias - corpo, alma e espírito
g) O DNA ou a frequência das energias vibratórias (ondulatórias), o mundo a que a Física do mundo físico chama mundo das ondas hertzianas, chamando área quântica quando os instrumentos de medida lhe escapam para abranger o que sobra do espectro electro-magnético
h) O espectro electromagnético das energias reconhecido pela ciência ordinária
i) O estudo das ondas hertzianas e da unidade de medida Herz (ciclo por segundo) é outra noção-chave para aplicar a terapia floral
j) A composição trinitária do ser humano (Corpo/Alma/Espírito)
l2 - Sempre que a ciência ocidental tem necessidade de referir a «actividade eléctrica das células» recorre a uma série de noções mais ou menos pré-fabricadas para tentar explicar o todo pela parte ou melhor, o todo pela soma das partes.
Não conseguindo a abordagem holística com os aparelhos de medida que possui e os métodos de análise que utiliza, dificilmente chegará pela análise a uma visão global e portanto correcta da realidade humana.
Entretanto, vão-se destacando algumas noções que o estudioso da terapia floral poderá conhecer, embora não sejam imprescindíveis na abordagem holística que é a da terapia floral (ver outra listagem no file herz-3 > e cotejá-las:
- Campo electromagnético
- Condutividade eléctrica
- Corrente eléctrica
- Electricidade
- Electrocardiograma
- Electroencefalograma
- Electrões
- Electromiograma
- Frequências vibratórias (ciclos por segundo)
- Herz (unidade de medida)
- Impedância
- Iões metálicos
- Ondas hertzianas
- Potencial intermembranar
- Potencial subcutâneo
- Resistividade
- Tensão Eléctrica
- Etc
Estas são algumas das noções (parciais) que, reunidas para explicar a medicina tradicional chinesa (Acupunctura), servem também e principalmente para denunciar os mecanismos psicosomáticos sobre os quais interagem também as essências florais.
3 - Relativamente à acupunctura (que, partindo de uma visão holística da medicina, acaba por ser, na sua aplicação prática, uma técnica nada holística e altamente hiper-especializada - pontual em sentido literal ...), as essências florais são uma terapia holística na essência e também na sua aplicação.
Para lá dos mecanismos que podem intervir:
- pontos
- meridianos
- 5 esferas energéticas
- pontos reflexos
- áreas reflexas
- etc
a convergência faz-se no ponto de convergência mais profundo - o ADN da molécula viva.
Pela razão simples de que as frequências vibratórias dos florais entram em sintonia com zonas do ADN antes adormecidas ou estagnadas ou não animadas pelas energias vibratórias.
4 - A grande dúvida da lógica ortomolecular em relação à acupunctura é saber (porque ainda não se sabe) com que energias a acupunctura trabalha: se com a gama de energias do continuum energético ou espectro vibratório entre Céu e Terra (o que parece óbvio, por exemplo, em relação ao Chi Kung) ou apenas com as energias internas do corpo magnético de nível N8:
- vital, hereditária ou ancestral
- respiratória
- metabólica ou alimentar
como indicam quase todos os livros ocidentais sobre acupunctura.
Jean Vibes fala em 3 tipos de energia específica do homem:
a) Energia ancestral ou potencial hereditário ligada aos cromossomas
b) Energia de manutenção que tem origem, simultaneamente, no Céu (ar que respiramos) e na terra (alimentação que ingerimos), é ilustrada nos livros de Lavier com os ideogramas chineses respectivos.
c) Energia «mental» que permite ao organismo adaptar-se ao meio, quer no plano físico quer no psíquico. «Mental» será a péssima tradução (atrofiante) que o ocidental encontra para traduzir a palavra «Shen», uma das mais ricas e nobres da nobre nomenclatura chinesa.
5 - As endorfinas, «hormonas» que inibem os centros nervosos da dor, são o factor material (bioquímico) que a ciência ocidental encontrou para explicar a actuação energética da Acupunctura.
Preocupou-se a ciência - diz Jean Vibes («Tudo Sobre Acupunctura», PEA, Lisboa, s/d)- «em objectivar e dosear a libertação por efeito da acupunctura - em especial no líquido céfalo-raquidiano - de substâncias neurócrinas que são as endorfinas (as quais contêm as encefalinas).»
Jean Vibes explica ainda a função antálgica das endorfinas, «substâncias endógenas morfinomiméticas (?), que vão ocupar «sítios» que inibem a percepção da dor.»
Mas as endorfinas, só por si, nada explicam, se não entrarem no quadro as reacções conjugadas de vários outros sistemas, assim discriminados:
- sistema eléctrico (iões)
- sistema endócrino em estreita ligação com o
- sistema neurovegetativo (funções/disfunções)
- sistema nervoso central
- etc
Quando a ciência médica ordinária atribui ao efeito placebo os resultados da Acupunctura, está a dizer uma grande verdade ou uma grande mentira.
Se por efeito placebo, a medicina entende a intervenção do mental no processo energético da acupunctura, está a dizer uma mentira total. Hipertrofiar de um lado para atrofiar do outro é a sua especialidade.
Mas se entende por efeito placebo um efeito «psicológico» latu sensu - energético ou ortomolecular - está a reconhecer afinal uma verdade a 100%.
6 - Quando a ciência ordinária explica a acupunctura pelos reflexos nervosos, está também a dizer uma grande verdade e uma grande mentira. Está a reduzir, novamente, o todo a uma das partes (atrofia).
Afinal, todos os sistemas de intercomunicação celular (de informação intermolecular) se processam por reflexos e a abordagem holística quer dizer isso mesmo.
Qualquer vibração num ponto entra em ressonância vibratória com 600 biliões de células. Isso é, à luz da lógica ortomolecular, o reflexo...nervoso.
Nervosos nos põe uma ciência tão pequenina mas tão arrogante da sua pequenez.
Não se pode separar, por exemplo, o sistema cérebro-espinal dos restantes, pois tem tanta importância como todos os outros que intervêm no processo de informação. E são todos.
A hipertrofia de uma parte
(cérebro
sistema cérebro-espinal
nervos
etc)
em detrimento do todo é a doença sem cura de uma ciência médica que nem com essências florais lá vai.
7 - Quando se afirma que as essências florais pretendem devolver o ser de cada um ao que cada um é - e cada um é o seu espírito - está a dar-se a definição correcta (e portanto ortomolecular) da floralterapia.
Ser o que se é, evoca-nos a voz trágica de Nietzsche mas também a sabedoria de Goethe, Paracelso, Santa Hildegarda, Edward Bach. E remete-nos para algumas informações que a tradição primordial nos legou:
o princípio da «assinatura» cósmica
o nomen mistico
os campos de morfogénese cósmica, retomados modernamente por Rupert Sheldrake
o princípio do ovo cósmico
as palavras de poder
o verbo divino criador
a energia primordial da pedra filosofal
o som cósmico
etc
( Ver file tame-1>)
8 - A meio caminho da escala hierárquica da manifestação - entre N8 e N56 - os remédios florais, na sua frequência de N32, fazem de trampolim entre incarnação e essência do ser humano, composto exactamente por 3 mundos:
- Essência ou transcendência, que significa o mundo para lá da manifestação e onde nasce a força criadora (as 4 energias filosofais, enxofre, mercúrio, sal e pedra filosofal)
- Manifestação, onde a força criadora primária se expressa através dos Campos de Morfogénese Cósmica (CMC)
- Incarnação ou condição existencial da vida, codificada na mensagem da Grande Esfinge.
9 - Nesta escala hierárquica de N8 a N56, a endocrinoterapia, por exemplo, não seria uma «terapia hormonal »(atrofia) como a medicina a entende, mas uma terapia vibratória entre N8 e N16, o que implica necessaria e concretamente a homeopatia.
Ainda nesta escala hierárquica - N8 a N56 - entra a oligoterapia como a terapia, por excelência, do eixo endócrino, ou seja, a terapia das patologias funcionais de terreno.
Funções/Disfunções - campo de eleição da oligoterapia - sendo mais um binário de opostos que manifesta o potencial energético do Número 2, religa-nos a todos os itens indicados no início deste texto.
E a mais alguns que só agora se indicam:
os 8 hexagramas
os 64 trigramas
do I Ching.
É de facto irresistível o paralelismo (identidade analógica) entre os Koua ou hexagramas do I Ching ( página 35 de Jean Vibes), entre os 64 trigramas do mesmo I Ching e as oitavas dos níveis de frequência vibratória da escala dos 7 corpos, entre N8 e N56.
Algumas analogias a reter:
- 8 x 8 = 64
- O 8 deitado é igual a infinito
- O número de trigramas é 64
- O número de tripletos do ADN da célula é 64
- Cumpridos os 7 corpos energéticos - entre N8 e N56 - a oitava seguinte já está fora destes corpos, o que pode significar o mundo da essência para lá do mundo da manifestação.
É como se o mundo da manifestação fosse de N8 a N56 e o N64 - do I Ching e dos tripletos - fosse já o mundo da essência ou transcendência
10 - Significativamente, as essências florais - como o nome indica - são o trapolim da imanência para a essência.
Lembre-se que a grelha universal da linguagem vibratória de base molecular, estabelecida por Etienne Guillé, compõe-se desses 3 mundos:
transcendente (círculo interno)
incarnação (círculo intermédio)
manifestação (círculo externo).
Lembre-se que o número 3 volta a evidenciar-se na composição trinitária do ser humano: corpo, alma e espírito, a que em radiestesia holística apenas se acrescenta:
- pirâmide vibratória do corpo
- dupla pirâmide vibratória da alma
- pirâmide vibratória do espírito
o que daria um 3 que é 4.
11 - Os 13 houei (espíritos do mal) estabelecidos por Lavier, seriam os pontos ideais para aplicação externa das essências florais. (Ver página 28 da obra de Jean Vibes, «Tudo Sobre Acupunctura»)
Outros pontos que a experiência poderá ou não confirmar, são:
- Chacras
- Pontos de acupunctura
- Pontos reflexos de:
Aurícula
Coluna vertebral
Dorso da Mão
Palma da Mão
Rosto
Sola do pé
Etc
No fundo, todos os pontos da pele são pontos ideais...■
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domingo, 22 de fevereiro de 2009
POSTULADOS 2012
1-1-eyy- -1> espírito yin-yang- acetatos – autoterapia – itens de discussão e reflexão
revisão:domingo, 22 de Fevereiro de 2009
O ESPÍRITO DO PRINCÍPIO ÚNICO TAOÍSTA EM 9 PONTOS
1 - Ter fé incondicional na ordem do Universo
Em vez de deixar que sejam as emoções e os órgãos dos sentidos a reger o nosso destino, o princípio único taoísta indica-nos como viver guiados pela intuição natural (o 6º sentido), trabalhando de harmonia com o movimento do universo, entre o microcosmos e o macrocosmos.
2 - Non-credo
Em vez de seguir teorias e opiniões de outros, em vez de escravizar a liberdade natural com ilusões e mistérios, o princípio único taoísta aconselha a manter o espírito de non-credo e a procurar, pela nossa experiência e entendimento, a ver claro o que é real e o que o não é. Em vez de muitas crenças, o princípio único do yin-yang taoísta aconselha a ter algumas certezas.
3 - Ser o mestre de si próprio
Em vez de aceitar a autoridade de um mestre ou guru, por mais elevado espiritualmente que ele seja, o princípio único taoísta aconselha a exercitar o nosso próprio discernimento, a desenvolver os órgãos dos sentidos além dos 5 que se encontram acordados. Receber conselhos e informações, em espírito de gratidão à ordem do universo, não impede que sejamos nós próprios a actuar como donos e senhores do nosso próprio destino.
4 - Saber que nada se sabe
Em vez de alardear acumulação de conhecimentos, o princípio único taoísta aconselha a ser modesto e humilde, sem medo de ser o último e o mais insignificante, pois esse é o caminho mais curto para a liberdade de consciência, relativamente aos egos (emocional, intelectual e volitivo) que a oprimem.
5 - Somos a energia (do) que comemos
Em vez de se deixar escravizar pelos hábitos alimentares e pelos sabores ( grau elementar da sensibilidade física), o princípio único taoísta aconselha a mudar de alimentação para mudar de energia e portanto para mudar de vida: corpo, alma e espírito - através do continuum energético - estão implicados na alquimia alimentar, base da pirâmide energética que somos.
Ser dono e senhor do próprio destino, ser mestre de si próprio, depende, em primeira instância, desta base alquímica. Por isso somos o que comemos.
6 - Gratidão para com as dificuldades
Em vez de recriminarmos constantemente o que nos acontece e em vez de nos desculparmos com a roda cármica, em vez de assumirmos uma posição de fatalismo, o princípio único taoísta lembra que as dificuldades, os stresses, a doença, aquilo a que se chama o «mal» existem para nos permitir evoluir. Se as dificuldades e crises, em vez de sofridas passivamente, forem a ocasião de reflectir sobre nós próprios - transformando os stresses negativos em stresses positivos - elas existem para as enfrentarmos e ultrapassarmos e não para as suprimirmos, tal como a medicina química faz aos sintomas de uma doença.
7 - O nosso inimigo é o nosso amigo
Em vez de considerar o inimigo que nos ataca e acusa um oposto irredutível, o princípio único taoísta indica como aproveitar em nosso proveito os nossos inimigos, aprendendo com eles o que não temos, não somos ou não sabemos.
8 - Os últimos são os primeiros e os primeiros são os últimos
Em vez de nos deixarmos esmagar pela adversidade e em vez de nos empolgarmos com a prosperidade, o princípio único taoísta lembra que o yin está sempre a mudar para yang e yang está sempre a mudar para yin, tal como o tempo que faz e as estações. Por isso, quando estamos no alto devemos ser modestos e quando em baixo devemos manter o espírito de aventura e coragem. O mais possível em harmonia com a mudança sem fim do universo.
9 - Um grão, dez mil grãos
Em vez de aferrolhar bens, objectos, ideias e conhecimentos, o princípio único taoísta lembra que dar é receber e que quanto mais dermos mais recebemos. Gratidão, oxigénio da alma.
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1-1-eyy -2> energia yin-yang- acetatos autoterapia itens para discussão/reflexão
revisão: domingo, 22 de Fevereiro de 2009
NÍVEIS DE CONSCIÊNCIA VIBRATÓRIA* SEGUNDO A FILOSOFIA TAOÍSTA
7º nível - Supremo - Liberdade
Consciência universal e eterna - Aceitação incondicional que tudo abraça - Gratidão ilimitada - Liberdade absoluta - Satori ou Nirvana
6º nível - Ideológico - Justiça
Distinção entre justiça e injustiça, rectidão e iniquidade (o eixo justiça-verdade da deusa Maat) - Religiões, doutrinas, disciplinas
5º nível - Social - Paz
Distinção entre bom e mau, conveniente e inconveniente, próprio e impróprio, adaptablidade e inadaptabilidade - Éticas, códigos morais, economia, política
4º - Intelectual - Verdade
Distinção entre razão e sem-razão, provado e não provado - Teorias, conceitos, organizações, sistemas
3º - Sentimental - Amor
Distinção entre amor e ódio, simpatia a antipatia, graça e inépcia, alegria a tristeza - Artes, romance, poesia, música
2º - Sensorial - Conforto e Prazer
Distinção entre conforto e desconforto, satisfação e fome, beleza e fealdade - Objectos, artefactos, maquinaria
1º - Mecânico - Adaptabilidade
Mescla indistinta de reacções espontâneas, automatismos - A mudança está sujeita ao estímulo do ambiente
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(*) Ver equivalências destes 7 níveis com os 7 corpos de Rudolfo Steiner e os níveis vibratórios de consciência segundo Etienne Guillé
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eyy- - 3> energia yin-yang acetatos – autoterapia – itens de reflexão/discussão
revisão: domingo, 22 de Fevereiro de 2009
A ORDEM DO UNIVERSO SEGUNDO O TAOÍSMO: 7 LEIS
1 - TODOS OS FENÓMENOS VISÍVEIS E INVISÍVEIS VÊM DO INFINITO
2 - TODOS OS FENÓMENOS VISÍVEIS E INVISÍVEIS ESTÃO CONSTANTEMENTE EM MUDANÇA
3 - TODOS OS ANTAGONISMOS SÃO COMPLEMENTARES
4 -TODOS OS FENÓMENIOS VISÍVEIS E INVISÍVEIS SÃO DIFERENTES ENTRE SI - NÃO HÁ DUAS COISAS IDÊNTICAS
5 - TUDO O QUE TEM UMA FRENTE TEM UM DORSO
6 - QUANTO MAIOR É A FRENTE, MAIOR É O DORSO
7 - TUDO O QUE TEM UM PRINCÍPIO TEM UM FIM
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eyy-4> acetatos - autoterapia - itens de reflexão/discussão
revisão: domingo, 22 de Fevereiro de 2009
A RESPIRAÇÃO DO UNIVERSO: O PRINCÍPIO ÚNICO EM 12 POSTULADOS
1 - O INFINITO (O TODO EXPANSIVO) MANIFESTA-SE CONTINUAMENTE EM TODAS AS SITUAÇÕES ATRAVÉS DA SUA PRÓPRIA DIVISÃO QUE ORIGINA DUAS FORÇAS, UMA CENTRÍFUGA E OUTRA CENTRÍPETA - YIN E YANG SÃO OS 2 PÓLOS DO MUNDO DOS FENÓMENOS, PRODUZIDO PELO MUNDO INFINITO - O «UM» É POLARIZÁVEL
2 - A FORÇA CENTRÍFUGA É DENOMINADA YIN, A FORÇA CENTRÍPETA É DENOMINADA YANG - YIN E YANG SÃO PRODUZIDOS CONTINUAMENTE PELA EXPANSÃO INFINITA DO «UM»
3 - YIN E YANG RESULTAM CONTINUAMENTE DA CENTRIFUGALIDADE INFINITA A PARTIR DO SEU PONTO GEOMÉTRICO DE BIFURCAÇÃO - YIN É CENTRÍFUGO, YANG É CENTRÍPETO - YIN E YANG, EM CONJUNTO, PRODUZEM ENERGIA E TODOS OS FENÓMENOS
4 - YIN ATRAI YANG E YANG ATRAI YIN
5 - A FORÇA DE ATRACÇÃO É PROPORCIONAL À DIFERENÇA DE POLARIDADE DOS ELEMENTOS YIN E YANG EM PRESENÇA
6 - YIN REPELE YIN - YANG REPELE YANG - A FORÇA DE REPULSÃO É INVERSAMENTE PROPORCIONAL À DIFERENÇA DE POLARIDADE DOS ELEMENTOS YIN-YANG
7 - TODOS OS FENÓMENOS SÃO EFÉMEROS - AS SUAS PROPORÇÕES YIN E YANG VARIAM CONSTANTEMENTE
8 - NADA É TOTALMENTE YIN, NEM TOTALMENTE YANG - TUDO IMPLICA POLARIDADE
9 - NADA É NEUTRO - EM TUDO EXISTE UMA PREDOMINÂNCIA DE YIN OU YANG
10 - GRANDE YIN ATRAI PEQUENO YIN, GRANDE YANG ATRAI PEQUENO YANG
11 - NO EXTREMO, YIN PRODUZ OU TORNA-SE YANG E YANG PRODUZ OU TORNA-SE YIN
12 - TODOS OS CORPOS FÍSICOS SÃO YANG NO CENTRO E YIN NA PERIFERIA
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eyy- 5> acetatos – autoterapia – itens de reflexão/discussão
revisão: domingo, 22 de Fevereiro de 2009
O MUNDO DOS FENÓMENOS ALQUÍMICOS
EQUIVALÊNCIAS DO YIN/ YANG COM O SOLVE/COAGULA
YIN (SOLVE) YANG (COAGULA)
TENDÊNCIA-> EXPANSÃO CONTRAÇÃO
POSIÇÃO-> EXTERIOR INTERIOR
ESTRUTURA->ESPAÇO TEMPO
DIRECÇÃO->ASCENDENTE DESCENDENTE
COR->VIOLETA VERMELHO
TEMPERATURA->FRIO CALOR
PESO->LEVE PESADO
CATALIZADOR-> ÁGUA FOGO
PARTÍCULA ATÓMICA->ELECTRÃO PROTÃO
LUZ->SOMBRIO BRILHANTE
VIBRAÇÃO-> ONDA CURTA ONDA LONGA
TRABALHO->PSICOLÓGICO FÍSICO
ATITUDE->MODERADO,NEGATIVO ACTIVO,POSITIVO
BIOLOGIA-> VEGETAL ANIMAL
SEXO->FEMININO MASCULINO
NERVOS->ORTOSIMPÁTICO PARASIMPÁTICO
ELEMENTOS->K,O,P,Ca,N H,As,Cl, Na,C
PAÍS DE ORIGEM->TROPICAL CLIMA FRIO
CONSTRUÇÃO->SUPERFÍCIE INTERIOR
AGRÍCOLA->SALADA,FRUTA CEREAL
NASCIMENTO->ESTAÇÃO FRIA ESTAÇÃO QUENTE
SABOR-> PICANTE,AGRE,DOCE SALGº,AMARGO
VITAMINAS->C K,D
ESTAÇÕES(INFLUÊNCIA)->VERÃO INVERNO
ALTURA->ALTO BAIXO
TAMANHO->GRANDE PEQUENO
TEOR EM ÁGUA->MAIS LÍQUIDO MENOS LÍQUIDO
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eyy-6-yy> acetatos autoterapia – amplipensamentos - psicosomática yin-yang
revisão:domingo, 22 de Fevereiro de 2009
OS PRINCÍPIOS DO UNIVERSO SEGUNDO JORGE OSHAWA
Na interpretação de Jorge Oshawa, a ordem eterna do universo infinito é perspectivada e entendida através de dois paradigmas ou vias: os 7 princípios universais e as 12 leis da mudança.
Apreendemo-los pelo entendimento intuitivo e reconhecemo-los pelo senso comum. Todos os dias os sentimos, em qualquer lugar ou em qualquer momento, e ninguém poderá negá-los.
Todos os fenómenos se processam de acordo com eles.
revisão:domingo, 22 de Fevereiro de 2009
O ESPÍRITO DO PRINCÍPIO ÚNICO TAOÍSTA EM 9 PONTOS
1 - Ter fé incondicional na ordem do Universo
Em vez de deixar que sejam as emoções e os órgãos dos sentidos a reger o nosso destino, o princípio único taoísta indica-nos como viver guiados pela intuição natural (o 6º sentido), trabalhando de harmonia com o movimento do universo, entre o microcosmos e o macrocosmos.
2 - Non-credo
Em vez de seguir teorias e opiniões de outros, em vez de escravizar a liberdade natural com ilusões e mistérios, o princípio único taoísta aconselha a manter o espírito de non-credo e a procurar, pela nossa experiência e entendimento, a ver claro o que é real e o que o não é. Em vez de muitas crenças, o princípio único do yin-yang taoísta aconselha a ter algumas certezas.
3 - Ser o mestre de si próprio
Em vez de aceitar a autoridade de um mestre ou guru, por mais elevado espiritualmente que ele seja, o princípio único taoísta aconselha a exercitar o nosso próprio discernimento, a desenvolver os órgãos dos sentidos além dos 5 que se encontram acordados. Receber conselhos e informações, em espírito de gratidão à ordem do universo, não impede que sejamos nós próprios a actuar como donos e senhores do nosso próprio destino.
4 - Saber que nada se sabe
Em vez de alardear acumulação de conhecimentos, o princípio único taoísta aconselha a ser modesto e humilde, sem medo de ser o último e o mais insignificante, pois esse é o caminho mais curto para a liberdade de consciência, relativamente aos egos (emocional, intelectual e volitivo) que a oprimem.
5 - Somos a energia (do) que comemos
Em vez de se deixar escravizar pelos hábitos alimentares e pelos sabores ( grau elementar da sensibilidade física), o princípio único taoísta aconselha a mudar de alimentação para mudar de energia e portanto para mudar de vida: corpo, alma e espírito - através do continuum energético - estão implicados na alquimia alimentar, base da pirâmide energética que somos.
Ser dono e senhor do próprio destino, ser mestre de si próprio, depende, em primeira instância, desta base alquímica. Por isso somos o que comemos.
6 - Gratidão para com as dificuldades
Em vez de recriminarmos constantemente o que nos acontece e em vez de nos desculparmos com a roda cármica, em vez de assumirmos uma posição de fatalismo, o princípio único taoísta lembra que as dificuldades, os stresses, a doença, aquilo a que se chama o «mal» existem para nos permitir evoluir. Se as dificuldades e crises, em vez de sofridas passivamente, forem a ocasião de reflectir sobre nós próprios - transformando os stresses negativos em stresses positivos - elas existem para as enfrentarmos e ultrapassarmos e não para as suprimirmos, tal como a medicina química faz aos sintomas de uma doença.
7 - O nosso inimigo é o nosso amigo
Em vez de considerar o inimigo que nos ataca e acusa um oposto irredutível, o princípio único taoísta indica como aproveitar em nosso proveito os nossos inimigos, aprendendo com eles o que não temos, não somos ou não sabemos.
8 - Os últimos são os primeiros e os primeiros são os últimos
Em vez de nos deixarmos esmagar pela adversidade e em vez de nos empolgarmos com a prosperidade, o princípio único taoísta lembra que o yin está sempre a mudar para yang e yang está sempre a mudar para yin, tal como o tempo que faz e as estações. Por isso, quando estamos no alto devemos ser modestos e quando em baixo devemos manter o espírito de aventura e coragem. O mais possível em harmonia com a mudança sem fim do universo.
9 - Um grão, dez mil grãos
Em vez de aferrolhar bens, objectos, ideias e conhecimentos, o princípio único taoísta lembra que dar é receber e que quanto mais dermos mais recebemos. Gratidão, oxigénio da alma.
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1-1-eyy -2> energia yin-yang- acetatos autoterapia itens para discussão/reflexão
revisão: domingo, 22 de Fevereiro de 2009
NÍVEIS DE CONSCIÊNCIA VIBRATÓRIA* SEGUNDO A FILOSOFIA TAOÍSTA
7º nível - Supremo - Liberdade
Consciência universal e eterna - Aceitação incondicional que tudo abraça - Gratidão ilimitada - Liberdade absoluta - Satori ou Nirvana
6º nível - Ideológico - Justiça
Distinção entre justiça e injustiça, rectidão e iniquidade (o eixo justiça-verdade da deusa Maat) - Religiões, doutrinas, disciplinas
5º nível - Social - Paz
Distinção entre bom e mau, conveniente e inconveniente, próprio e impróprio, adaptablidade e inadaptabilidade - Éticas, códigos morais, economia, política
4º - Intelectual - Verdade
Distinção entre razão e sem-razão, provado e não provado - Teorias, conceitos, organizações, sistemas
3º - Sentimental - Amor
Distinção entre amor e ódio, simpatia a antipatia, graça e inépcia, alegria a tristeza - Artes, romance, poesia, música
2º - Sensorial - Conforto e Prazer
Distinção entre conforto e desconforto, satisfação e fome, beleza e fealdade - Objectos, artefactos, maquinaria
1º - Mecânico - Adaptabilidade
Mescla indistinta de reacções espontâneas, automatismos - A mudança está sujeita ao estímulo do ambiente
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(*) Ver equivalências destes 7 níveis com os 7 corpos de Rudolfo Steiner e os níveis vibratórios de consciência segundo Etienne Guillé
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eyy- - 3> energia yin-yang acetatos – autoterapia – itens de reflexão/discussão
revisão: domingo, 22 de Fevereiro de 2009
A ORDEM DO UNIVERSO SEGUNDO O TAOÍSMO: 7 LEIS
1 - TODOS OS FENÓMENOS VISÍVEIS E INVISÍVEIS VÊM DO INFINITO
2 - TODOS OS FENÓMENOS VISÍVEIS E INVISÍVEIS ESTÃO CONSTANTEMENTE EM MUDANÇA
3 - TODOS OS ANTAGONISMOS SÃO COMPLEMENTARES
4 -TODOS OS FENÓMENIOS VISÍVEIS E INVISÍVEIS SÃO DIFERENTES ENTRE SI - NÃO HÁ DUAS COISAS IDÊNTICAS
5 - TUDO O QUE TEM UMA FRENTE TEM UM DORSO
6 - QUANTO MAIOR É A FRENTE, MAIOR É O DORSO
7 - TUDO O QUE TEM UM PRINCÍPIO TEM UM FIM
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eyy-4> acetatos - autoterapia - itens de reflexão/discussão
revisão: domingo, 22 de Fevereiro de 2009
A RESPIRAÇÃO DO UNIVERSO: O PRINCÍPIO ÚNICO EM 12 POSTULADOS
1 - O INFINITO (O TODO EXPANSIVO) MANIFESTA-SE CONTINUAMENTE EM TODAS AS SITUAÇÕES ATRAVÉS DA SUA PRÓPRIA DIVISÃO QUE ORIGINA DUAS FORÇAS, UMA CENTRÍFUGA E OUTRA CENTRÍPETA - YIN E YANG SÃO OS 2 PÓLOS DO MUNDO DOS FENÓMENOS, PRODUZIDO PELO MUNDO INFINITO - O «UM» É POLARIZÁVEL
2 - A FORÇA CENTRÍFUGA É DENOMINADA YIN, A FORÇA CENTRÍPETA É DENOMINADA YANG - YIN E YANG SÃO PRODUZIDOS CONTINUAMENTE PELA EXPANSÃO INFINITA DO «UM»
3 - YIN E YANG RESULTAM CONTINUAMENTE DA CENTRIFUGALIDADE INFINITA A PARTIR DO SEU PONTO GEOMÉTRICO DE BIFURCAÇÃO - YIN É CENTRÍFUGO, YANG É CENTRÍPETO - YIN E YANG, EM CONJUNTO, PRODUZEM ENERGIA E TODOS OS FENÓMENOS
4 - YIN ATRAI YANG E YANG ATRAI YIN
5 - A FORÇA DE ATRACÇÃO É PROPORCIONAL À DIFERENÇA DE POLARIDADE DOS ELEMENTOS YIN E YANG EM PRESENÇA
6 - YIN REPELE YIN - YANG REPELE YANG - A FORÇA DE REPULSÃO É INVERSAMENTE PROPORCIONAL À DIFERENÇA DE POLARIDADE DOS ELEMENTOS YIN-YANG
7 - TODOS OS FENÓMENOS SÃO EFÉMEROS - AS SUAS PROPORÇÕES YIN E YANG VARIAM CONSTANTEMENTE
8 - NADA É TOTALMENTE YIN, NEM TOTALMENTE YANG - TUDO IMPLICA POLARIDADE
9 - NADA É NEUTRO - EM TUDO EXISTE UMA PREDOMINÂNCIA DE YIN OU YANG
10 - GRANDE YIN ATRAI PEQUENO YIN, GRANDE YANG ATRAI PEQUENO YANG
11 - NO EXTREMO, YIN PRODUZ OU TORNA-SE YANG E YANG PRODUZ OU TORNA-SE YIN
12 - TODOS OS CORPOS FÍSICOS SÃO YANG NO CENTRO E YIN NA PERIFERIA
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revisão: domingo, 22 de Fevereiro de 2009
O MUNDO DOS FENÓMENOS ALQUÍMICOS
EQUIVALÊNCIAS DO YIN/ YANG COM O SOLVE/COAGULA
YIN (SOLVE) YANG (COAGULA)
TENDÊNCIA-> EXPANSÃO CONTRAÇÃO
POSIÇÃO-> EXTERIOR INTERIOR
ESTRUTURA->ESPAÇO TEMPO
DIRECÇÃO->ASCENDENTE DESCENDENTE
COR->VIOLETA VERMELHO
TEMPERATURA->FRIO CALOR
PESO->LEVE PESADO
CATALIZADOR-> ÁGUA FOGO
PARTÍCULA ATÓMICA->ELECTRÃO PROTÃO
LUZ->SOMBRIO BRILHANTE
VIBRAÇÃO-> ONDA CURTA ONDA LONGA
TRABALHO->PSICOLÓGICO FÍSICO
ATITUDE->MODERADO,NEGATIVO ACTIVO,POSITIVO
BIOLOGIA-> VEGETAL ANIMAL
SEXO->FEMININO MASCULINO
NERVOS->ORTOSIMPÁTICO PARASIMPÁTICO
ELEMENTOS->K,O,P,Ca,N H,As,Cl, Na,C
PAÍS DE ORIGEM->TROPICAL CLIMA FRIO
CONSTRUÇÃO->SUPERFÍCIE INTERIOR
AGRÍCOLA->SALADA,FRUTA CEREAL
NASCIMENTO->ESTAÇÃO FRIA ESTAÇÃO QUENTE
SABOR-> PICANTE,AGRE,DOCE SALGº,AMARGO
VITAMINAS->C K,D
ESTAÇÕES(INFLUÊNCIA)->VERÃO INVERNO
ALTURA->ALTO BAIXO
TAMANHO->GRANDE PEQUENO
TEOR EM ÁGUA->MAIS LÍQUIDO MENOS LÍQUIDO
+
eyy-6-yy> acetatos autoterapia – amplipensamentos - psicosomática yin-yang
revisão:domingo, 22 de Fevereiro de 2009
OS PRINCÍPIOS DO UNIVERSO SEGUNDO JORGE OSHAWA
Na interpretação de Jorge Oshawa, a ordem eterna do universo infinito é perspectivada e entendida através de dois paradigmas ou vias: os 7 princípios universais e as 12 leis da mudança.
Apreendemo-los pelo entendimento intuitivo e reconhecemo-los pelo senso comum. Todos os dias os sentimos, em qualquer lugar ou em qualquer momento, e ninguém poderá negá-los.
Todos os fenómenos se processam de acordo com eles.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
POSTULADOS 2012
iniciatico-1-pp>
domingo, 27 de Julho de 2008
A INICIAÇÃO DE A-Z
ARTE INICIÁTICA
CURA INICIÁTICA
EDUCAÇÃO INICIÁTICA
EXPERIÊNCIA INICIÁTICA
TRABALHO INICIÁTICO
VIA INICIÁTICA
VIAGEM INICIÁTICA
domingo, 27 de Julho de 2008
A INICIAÇÃO DE A-Z
ARTE INICIÁTICA
CURA INICIÁTICA
EDUCAÇÃO INICIÁTICA
EXPERIÊNCIA INICIÁTICA
TRABALHO INICIÁTICO
VIA INICIÁTICA
VIAGEM INICIÁTICA
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postulados 2012
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
POSTULADOS 2012
biocid- INTUIÇÕES AC NUNCA DESMENTIDAS - PUBLICADOS Ac1972/1973
DO BIOCÍDIO À BIOCRACIA(*)
Escrito em 1972/1973 - ano das «aparições» - este texto resume as teses sobre Biocídio e Biocracia então elaboradas e foi publicado na colecção Mini-Ecologia, caderno nº 3, «Do Biocídio à Utopia Ecológica». É, de facto, uma tese maldita, que até hoje nunca vi desmentida mas tão pouco vi também apoiada ou discutida: tal como num tacho quente, nem com um trapo lhe mexem.]
Uma teoria unitária da vida e da morte, do princípio e do fim, do orgânico e do inorgânico, do individual e do colectivo, do bem e do mal, da imaginação e da ciência, da inteligência e da poesia, na sua indissolúvel relacionação dialéctica, eis o que se propõe o autor deste ensaio.
Partindo de um facto - o Biocídio sistemático e deliberado do nosso tempo - , demonstrado por centenas de notícias recolhidas da imprensa mundial nos últimos 10 anos (1963-1973), o que se pretende é estabelecer uma relação profunda entre essa constante da civilização moderna e a constante paralela que se pode cifrar neste neologismo: Biocracia.
[É como se, pela biocracia e pela vida de laboratório, o sistema se tentasse redimir do crime de biocídio sistematicamente praticado, a Leste e a Oeste].
A tese fundamental deste ensaio é que a Biocracia, a manipulação da vida é o recurso emergente e reaccionário utilizado por um sistema estruturalmente homicida, para ocultar com «vida de laboratório» as vidas que efectiva e realmente vai destruindo.
As demiúrgicas ambições de criar, manipular, gerar vida no laboratório, bébés-provetas, transplantações de órgãos, proteínas a partir do petróleo, homens-robots e outras fantasias de feira, são apenas a suprema, derradeira, demagógica e paroxística operação a que o sistema deita mão para ocultar erros sistemáticos e para sobreviver, sabendo que não pode, por estrutura e natureza, sobreviver um sistema que se caracteriza pela sua perpétua autodestruição,
Eis porque a Biocracia será apenas o outro lado do Biocídio.
------
(*) É um ambiente inegavelmente atraente para ficcionações, narrativas do ano 3000, fabulosas efabulações, ligando-se a todas as metáforas orgânicas e metabólicas: se essa da teoria unificada era um tanto ambiciosa e megalómana, não deixa no entanto de continuar vivaz a intuição que lhe preside: os pontos cruciais ou multiplamente abrangentes acabam por ser sistematizáveis numa eventual EH. Da qual continuamos, sem saber, a ser Cobaias. [Repesc., 11/11/1990]
DO BIOCÍDIO À BIOCRACIA(*)
Escrito em 1972/1973 - ano das «aparições» - este texto resume as teses sobre Biocídio e Biocracia então elaboradas e foi publicado na colecção Mini-Ecologia, caderno nº 3, «Do Biocídio à Utopia Ecológica». É, de facto, uma tese maldita, que até hoje nunca vi desmentida mas tão pouco vi também apoiada ou discutida: tal como num tacho quente, nem com um trapo lhe mexem.]
Uma teoria unitária da vida e da morte, do princípio e do fim, do orgânico e do inorgânico, do individual e do colectivo, do bem e do mal, da imaginação e da ciência, da inteligência e da poesia, na sua indissolúvel relacionação dialéctica, eis o que se propõe o autor deste ensaio.
Partindo de um facto - o Biocídio sistemático e deliberado do nosso tempo - , demonstrado por centenas de notícias recolhidas da imprensa mundial nos últimos 10 anos (1963-1973), o que se pretende é estabelecer uma relação profunda entre essa constante da civilização moderna e a constante paralela que se pode cifrar neste neologismo: Biocracia.
[É como se, pela biocracia e pela vida de laboratório, o sistema se tentasse redimir do crime de biocídio sistematicamente praticado, a Leste e a Oeste].
A tese fundamental deste ensaio é que a Biocracia, a manipulação da vida é o recurso emergente e reaccionário utilizado por um sistema estruturalmente homicida, para ocultar com «vida de laboratório» as vidas que efectiva e realmente vai destruindo.
As demiúrgicas ambições de criar, manipular, gerar vida no laboratório, bébés-provetas, transplantações de órgãos, proteínas a partir do petróleo, homens-robots e outras fantasias de feira, são apenas a suprema, derradeira, demagógica e paroxística operação a que o sistema deita mão para ocultar erros sistemáticos e para sobreviver, sabendo que não pode, por estrutura e natureza, sobreviver um sistema que se caracteriza pela sua perpétua autodestruição,
Eis porque a Biocracia será apenas o outro lado do Biocídio.
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(*) É um ambiente inegavelmente atraente para ficcionações, narrativas do ano 3000, fabulosas efabulações, ligando-se a todas as metáforas orgânicas e metabólicas: se essa da teoria unificada era um tanto ambiciosa e megalómana, não deixa no entanto de continuar vivaz a intuição que lhe preside: os pontos cruciais ou multiplamente abrangentes acabam por ser sistematizáveis numa eventual EH. Da qual continuamos, sem saber, a ser Cobaias. [Repesc., 11/11/1990]
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
POSTULADOS 2012
2000-7>
Que significado (mágico, simbólico e/ou vibratório) poderão ter os números?
8/7/2000 - Que significado (mágico, simbólico e/ou vibratório) poderão ter os números que «O Livro dos Mortos» sugere na última viagem do morto? Com o livro, o defunto poderia vencer monstros e demónios, abrir portas, cruzar os 21 pilares, passar pelas 15 entradas, cruzar as 7 salas, esperando poder chegar até Osíris e aos 42 juízes que iriam julgá-lo.
A pergunta é:
porquê 21
porquê 15
porquê 7
porquê 42 ?♫
+
512 caracteres-numeros2>listas>grelha>
Números EM NOOLOGIA
* 4 bases no ADN
* 5 bases no ARN
* 5 vértices da pirâmide
* 5 bases nucleares (célula viva)
* 8 - As batidas de cada direcção evoluem aritmeticamente de 8 em 8: 16, 24, 32, 40, 48, 56
* 8 aminoácidos essenciais (adulto)
* 9 aminoácidos essenciais(bebé lactente)
* 22 aminoácidos-padrão ou proteinógenos
* 22 pares homólogos (estrutura cromossómica do ser humano) = autossomas
* 22 arcanos maiores do Tarot(segundo os rosacruz)
* 22 elementos (da tabela periódica) essenciais ao ser vivo (*)
* 22 axiomas sobre a vontade humana de Hermes Trimegisto (MM)
* 22 capítulos do Apocalipse
* 23º par homólogo diferenciador da polaridade sexual (cromossomas)
* 23 pares de cromossomas (ser humano)
* 26/Agosto/1983 - viragem do canal cósmico
* 28 canais cósmicos
* 28 sequências de ADN
* 64 hexagramas do I Ching
* 64 tripletos
* 105 elementos da tabela periódica de Mendeleiev
* 88.000 chacras (Manuel Mateus)
* A vertigem dos números:
* Ano de Brama = 3.110.400 milhões de anos terrestres (Manuel Mateus, pg.64)
* Dia e noite de Brama = 4.320 milhões de anos terrestres (Manuel Mateus, in pg----)
* Ciclo da precessão dos equinócios = 25.920 anos terrestres (MM, pg---)
* 14.400 pirâmides no esquema das pirâmides «enchevetrèes»
* 41 mil anos fechados na matéria
* 100.000 cartas do Tarot
-------
(*) O, C, H, N, P, S, Na+, K+, MG2+, Ca 2+, C1-, Mn, Te, Co, Cu, Zn, B, A1, V, Mo, I, Si₪₪₪₪
+
1-4-98-06-20-hv> hipótese vibratória - 5 estrelas - novo word -1520 caracteres 3 páginas - revisão cuidada em 20/6/1998
sábado, 8 de Fevereiro de 2003
Fichas de Noologia: NÚMEROS COM VALOR VIBRATÓRIO (TEOSÓFICO)
[20-6-1998]
* 2 pólos da Terra
* 2 equinócios
* 2 solstícios
* 2 fases alquímicas
* 2 hereditariedades
* 2 pólos energéticos
* 3 modos de apreensão do espírito
* 3 camadas do cérebro
* 3 níveis de leitura
* 3 níveis de leitura da alma
* 3 princípios filosóficos (Sal/Enxofre/Mercúrio)
* 3 modos de apreensão do espírito
* 3 mundos (segundo Villeneuve)
* 3 lados do triângulo
* 3 círculos concêntricos (grelha integrada)
* 4 fases alquímicas: nigredo, albedo, rubedo, citredo
* 4 pirâmides da existência
* 4 direcções do Enxofre
* 4 pontos cardiais
* 5 sentidos do espaço-tempo linear
* 5º elemento - o éter
* 6 operações
* 6 energias positivas (cassete hebraica)
* 6 energias negativas
* 7 dias da semana
* 7 corpos vibratórios encaixados : c. físico, c. etérico, c.astral, c. mental, c.causal, c. espiritual, alma divina
* 7 sentidos do espaço-tempo transcendente
* 7 figuras geométricas
* 7 portas
* 7 metais alquímicos
* 7 sistemas cristalinos (7 formas de cristalização)
* 8 direcções do Mercúrio
* 8 classes químicas (minerais e cristais) - Ver file
* 9 almas pelo antigo Egipto
* 9 constituintes elementares da alma
* 10 mandamentos
* 11 espaços-tempo lineares
* 11 deuses egípcios: Nut, Horus, Isis, Osíris, Anubis, Neftis, Set, SHU, Atum
* 12 horas do meio dia
* 12 meses do ano
* 12 binários
* 12 constituintes de base da pirâmide da existência
* 12 frequências de vibração
* 12 órgãos dos sentidos
* 12 ciências sagradas
* 12 direcções no DNA da grelha vibratória
* 12 funções filosóficas
* 12 trabalhos de Hércules
* 12 chaves de Basilio Valentim
* 12 signos zodiacais
* 12 tijolos elementares
* 12 etapas de transformação alquímica : putrefactio, Coagulatio, Cibatio, Sublimatio, Fermentatio, Exaltatio, Augmentatio, Projectio,
* redutíveis a 4: calcinatio-solutio, elementorum-Saparatio-Conjunctio
* 13 portas do conhecimento
* 14 ascenções da Lua (Egipto)
* 14 níveis vibratórios
* 14 níveis da pirâmide
* 14 bocados(Osíris)
* 17 canais cósmicos
* 18 décadas de dias (Egipto)
* 19 espaços- tempo transcendentes
* 22 nomos no Alto Egipto
* 24 horas por dia
* 24 letras
* 26 letras
* 28 sequências vibratórias
* 28 sequências do ADN
* 28 letras do alfabeto vibratório
* 28 energias do canal cósmico
* 29 dias do mês lunar
* 31(Y) - energia de osíris
* 36 décadas de dias na órbita do ano egípcio
* 42 nomos (distritos) do Egipto
* 42 juízes dos mortos (Egipto)
* 60 minutos cada hora
* 60 segundos cada minuto
* 64 tripletos , combinações de base 3 (genes de estrutura)
* 64 hexagramas do I Ching
* 64 miados diferentes tem o gato
* 108 pirâmides
* 108 luzes
* 108 labirintos
* 108 escalas do duplo
* 108 cartas do tarot
* 360 graus da circunferência
* 365 1/4 rotações da Terra num ciclo em torno do Sol
* 666 luzes
* 666 pirâmides de interface
* 25.800 anos - ciclo da precessão dos equinócios
* 26 mil anos - ciclo da precessão equinocial
* 41 mil anos de informação vibratória bloqueada (magagaugas)
* 41 mil anos fechados na matéria
* 100 mil cartas do Tarô (?)
* 144 mil pirâmides de assemblage (reagrupamento)
* 144 mil pirâmides dentro da grande pirâmide
* 600 biliões de células no ser humano adulto
* O número de batimentos possíveis num transfert pode ser de N2, 8, 16, 24, 32, 40, 48, 56, 144, 288, 576 e 1152 (função logarítmica, JNK, 106)
* Os batimentos de cada direcção evoluem aritmeticamente de 8 em 8: 16, 24, 32, 40, 48, 56 ♫
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Que significado (mágico, simbólico e/ou vibratório) poderão ter os números?
8/7/2000 - Que significado (mágico, simbólico e/ou vibratório) poderão ter os números que «O Livro dos Mortos» sugere na última viagem do morto? Com o livro, o defunto poderia vencer monstros e demónios, abrir portas, cruzar os 21 pilares, passar pelas 15 entradas, cruzar as 7 salas, esperando poder chegar até Osíris e aos 42 juízes que iriam julgá-lo.
A pergunta é:
porquê 21
porquê 15
porquê 7
porquê 42 ?♫
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512 caracteres-numeros2>listas>grelha>
Números EM NOOLOGIA
* 4 bases no ADN
* 5 bases no ARN
* 5 vértices da pirâmide
* 5 bases nucleares (célula viva)
* 8 - As batidas de cada direcção evoluem aritmeticamente de 8 em 8: 16, 24, 32, 40, 48, 56
* 8 aminoácidos essenciais (adulto)
* 9 aminoácidos essenciais(bebé lactente)
* 22 aminoácidos-padrão ou proteinógenos
* 22 pares homólogos (estrutura cromossómica do ser humano) = autossomas
* 22 arcanos maiores do Tarot(segundo os rosacruz)
* 22 elementos (da tabela periódica) essenciais ao ser vivo (*)
* 22 axiomas sobre a vontade humana de Hermes Trimegisto (MM)
* 22 capítulos do Apocalipse
* 23º par homólogo diferenciador da polaridade sexual (cromossomas)
* 23 pares de cromossomas (ser humano)
* 26/Agosto/1983 - viragem do canal cósmico
* 28 canais cósmicos
* 28 sequências de ADN
* 64 hexagramas do I Ching
* 64 tripletos
* 105 elementos da tabela periódica de Mendeleiev
* 88.000 chacras (Manuel Mateus)
* A vertigem dos números:
* Ano de Brama = 3.110.400 milhões de anos terrestres (Manuel Mateus, pg.64)
* Dia e noite de Brama = 4.320 milhões de anos terrestres (Manuel Mateus, in pg----)
* Ciclo da precessão dos equinócios = 25.920 anos terrestres (MM, pg---)
* 14.400 pirâmides no esquema das pirâmides «enchevetrèes»
* 41 mil anos fechados na matéria
* 100.000 cartas do Tarot
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(*) O, C, H, N, P, S, Na+, K+, MG2+, Ca 2+, C1-, Mn, Te, Co, Cu, Zn, B, A1, V, Mo, I, Si₪₪₪₪
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sábado, 8 de Fevereiro de 2003
Fichas de Noologia: NÚMEROS COM VALOR VIBRATÓRIO (TEOSÓFICO)
[20-6-1998]
* 2 pólos da Terra
* 2 equinócios
* 2 solstícios
* 2 fases alquímicas
* 2 hereditariedades
* 2 pólos energéticos
* 3 modos de apreensão do espírito
* 3 camadas do cérebro
* 3 níveis de leitura
* 3 níveis de leitura da alma
* 3 princípios filosóficos (Sal/Enxofre/Mercúrio)
* 3 modos de apreensão do espírito
* 3 mundos (segundo Villeneuve)
* 3 lados do triângulo
* 3 círculos concêntricos (grelha integrada)
* 4 fases alquímicas: nigredo, albedo, rubedo, citredo
* 4 pirâmides da existência
* 4 direcções do Enxofre
* 4 pontos cardiais
* 5 sentidos do espaço-tempo linear
* 5º elemento - o éter
* 6 operações
* 6 energias positivas (cassete hebraica)
* 6 energias negativas
* 7 dias da semana
* 7 corpos vibratórios encaixados : c. físico, c. etérico, c.astral, c. mental, c.causal, c. espiritual, alma divina
* 7 sentidos do espaço-tempo transcendente
* 7 figuras geométricas
* 7 portas
* 7 metais alquímicos
* 7 sistemas cristalinos (7 formas de cristalização)
* 8 direcções do Mercúrio
* 8 classes químicas (minerais e cristais) - Ver file
* 9 almas pelo antigo Egipto
* 9 constituintes elementares da alma
* 10 mandamentos
* 11 espaços-tempo lineares
* 11 deuses egípcios: Nut, Horus, Isis, Osíris, Anubis, Neftis, Set, SHU, Atum
* 12 horas do meio dia
* 12 meses do ano
* 12 binários
* 12 constituintes de base da pirâmide da existência
* 12 frequências de vibração
* 12 órgãos dos sentidos
* 12 ciências sagradas
* 12 direcções no DNA da grelha vibratória
* 12 funções filosóficas
* 12 trabalhos de Hércules
* 12 chaves de Basilio Valentim
* 12 signos zodiacais
* 12 tijolos elementares
* 12 etapas de transformação alquímica : putrefactio, Coagulatio, Cibatio, Sublimatio, Fermentatio, Exaltatio, Augmentatio, Projectio,
* redutíveis a 4: calcinatio-solutio, elementorum-Saparatio-Conjunctio
* 13 portas do conhecimento
* 14 ascenções da Lua (Egipto)
* 14 níveis vibratórios
* 14 níveis da pirâmide
* 14 bocados(Osíris)
* 17 canais cósmicos
* 18 décadas de dias (Egipto)
* 19 espaços- tempo transcendentes
* 22 nomos no Alto Egipto
* 24 horas por dia
* 24 letras
* 26 letras
* 28 sequências vibratórias
* 28 sequências do ADN
* 28 letras do alfabeto vibratório
* 28 energias do canal cósmico
* 29 dias do mês lunar
* 31(Y) - energia de osíris
* 36 décadas de dias na órbita do ano egípcio
* 42 nomos (distritos) do Egipto
* 42 juízes dos mortos (Egipto)
* 60 minutos cada hora
* 60 segundos cada minuto
* 64 tripletos , combinações de base 3 (genes de estrutura)
* 64 hexagramas do I Ching
* 64 miados diferentes tem o gato
* 108 pirâmides
* 108 luzes
* 108 labirintos
* 108 escalas do duplo
* 108 cartas do tarot
* 360 graus da circunferência
* 365 1/4 rotações da Terra num ciclo em torno do Sol
* 666 luzes
* 666 pirâmides de interface
* 25.800 anos - ciclo da precessão dos equinócios
* 26 mil anos - ciclo da precessão equinocial
* 41 mil anos de informação vibratória bloqueada (magagaugas)
* 41 mil anos fechados na matéria
* 100 mil cartas do Tarô (?)
* 144 mil pirâmides de assemblage (reagrupamento)
* 144 mil pirâmides dentro da grande pirâmide
* 600 biliões de células no ser humano adulto
* O número de batimentos possíveis num transfert pode ser de N2, 8, 16, 24, 32, 40, 48, 56, 144, 288, 576 e 1152 (função logarítmica, JNK, 106)
* Os batimentos de cada direcção evoluem aritmeticamente de 8 em 8: 16, 24, 32, 40, 48, 56 ♫
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
POSTULADOS 2012
1-11428496 bytes-36696 caracteres mbb-00>de mbb-10> a mbb-19>
REVISÃO DA MATÉRIA DADA: BANALIDADES DE BASE EM 80 PONTOS (NÃO SINALIZA FILES)
1 - A doença, antes de aparecer a nível físico (somático) está muitas vezes já inscrita a nível energético (vibratório), há vários dias, meses ou anos.
2 - Cuidado com os transferts - existe o risco de projectar as suas próprias energias nocivas e, portanto, os seus problemas sobre o paciente que se trata.
3 - O radiestesista deve ser uma pessoa de qualidade. Para transferir - e não apenas testar ou medir certas energias de alto nível vibratório - o prático tem que obrigatoriamente vibrar a esses (altos) níveis e muitas vezes mais alto.
4 - A análise dos sonhos permite medir as energias recebidas pelo paciente e controlar se as energias para ele transferidas foram aceites e integradas.
5 - Os remédios homeopáticos podem ser classificados segundo o seu DNA: para um determinado doente será então preciso escolher uma preparação que vibra nas mesmas direcções que o doente (da ou das esferas perturbadas e do organismo inteiro). Este facto ilustra a lei da semelhança, na qual a homeopatia se fundamenta.
6 - Energias nocivas estão por todo o lado e nós à sua mercê: logo que se esteja em condições de as transferir para uma planta (Challenchoe) ou para a água, é possível livrarmo-nos delas com facilidade.
7 - Se quisermos convencer alguém de que a Radiestesia não é uma ilusão de prestidigitador e de que as energias vibratórias são um facto, pode efectuar-se o teste do DNA da planta:
a) Como vibra quando fresca e viva (N batimentos em cada direcção)
b) Como vibra depois de amarrotada
c) Como vibra depois de cortada.
8 - Dia 26/Agosto/1983: a Esfinge começou a vibrar e, portanto, nostermos que as profecias anunciavam, a Esfinge «falou»: o que significa, também, conforme as profecias, que o Apocalipse (Revelação) começou nessa data, às 12 horas.
9 - Qualquer informação vibratória (= energia) tem sempre 3 níveis de leitura: desde o nível mais directo e imediato (literal), até ao simbólico e até ao secreto ou hermético.
10 - A egrégora é uma estrutura vibratória que condiciona energeticamente um grupo, maior ou menor: em princípio, trata-se de pôr em comum a energia dos indivíduos para que alguém se aproveite dela, o que eticamente é bastante deplorável.
11 - Entre os 7 órgãos dos sentidos que podemos desenvolver além dos actuais 5, contam-se algumas faculdades que a Parapsicologia académica designa como telepatia, adivinhação, telequinese, etc. Nada tem a ver com desenvolvimento destes NOVOS órgãos dos sentidos, o fenómeno da hipnose, que é pura manipulação. Alguns chamam ao pêndulo de radiestesia o 6º sentido.
12 - Para que aconteça - a nível vibratório ou quântico - o que tem de acontecer, é necessário que se reunam as condições, ou seja, o momento, o lugar e o estado do ser em questão. Fica assim enunciada a lei de ressonância vibratória, uma das leis fundamentais que regem a Radiestesia. A outra é a lei da emergência. E a outra é a lei da acção/reacção.
13 - Nós obtemos a energia da pedra filosofal automatica eespontaneamente na morte física. Adquiri-la em vida chama-se «vencera segunda morte». Na hora actual, a detecção da energia da anti-pedra filosofal corresponde, ao nível físico à simulação do Cancro.
14 - O Pêndulo é uma companhia. E um interlocutor. E uma bússola. E um diapasão. Um detector de informações. O pêndulo somos nós.
15 - É preciso desconstruir, constantemente, para reconstruir tudo de novo outra vez: assim se caracteriza a dinâmica do movimento alquímico.
16 - A grelha a 12 direcções é o critério de medida de base
17 - O TCP (trabalho com o Pêndulo) é um trabalho árido, para desengordar todos os egos, sem atractivos nem ilusões de ordem religiosa, afectiva, esotérica, política, social, filosófica ou sequer espiritual.
18 - Não se promete o paraíso - nem sequer o conforto - a ninguém, o que não impede que cada um por si, seguindo o Fio de Ariadne do Pêndulo, não venha a encontrá-lo - ao Paraíso - mais cedo do que pensava. Mas se o encontrar, de certeza que não será nunca onde e como o julgaria encontrar. Esse é o «truque» principal desta técnica sem truques. Não promete nada, mas pode ser que consiga, para os mais aplicados, treinados e honestos, vir a dar tudo, muito mais, portanto, do que aquilo que as escolas e seitas e religiões dão aparentemente de mão beijada, nunca dizendo o que (nos) tiram em troca.
19 - A velha máxima do sermão de Buda - estar aberto a todas as verdades e duvidar sempre da certeza que se tem - é aplicável ao TCP.
Cada um pode sempre confirmar, dialogando com o Pêndulo, se aquilo que lhe disseram é (con)fiável ou não é fiável. Mas para isso terá que tornar o seu suporte vibratório cada vez mais fiável. Como é óbvio, por imperativo das leis da física termodinâmica.
20 - Aos que quiserem andar muito depressa, recomenda-se calma: aosque querem queimar etapas ou níveis vibratórios, recomenda-se paciência antes que «queimem» o seu suporte vibratório; aos que querem ficar logo mestres, recomenda-se a humildade de saber que, aqui, no TCP, deixa de haver mestres e discípulos, para serem todos e cada um «mestres de si próprios». Assim como deixa de haver patrões e empregados, professores e alunos, chefes e mandados, etc. Se repararem, todas as escolas chamadas espirituais repetem e reproduzem estes esquemas dicotómicos do mundo bastante material graças a Deus.
21 - O conselho que se dá aos mais apressados é de prudência, de cautela: é melhor (ou seja, fica energeticamente menos caro)desenvolver um pouco de bom senso, para aplicar na tormenta do dia a dia, do que querer logo ganhar faculdades paranormais, quiçá mediúnicas ou mesmo telepáticas: se a lei da ressonância vibratória, através do trabalho com os metais, funcionar em plenitude, provavelmente vão ter experiências telepáticas e mediúnicas muito
mais vezes e muito mais cedo do que supunham e, provavelmente, com muito mais segurança.
22 - A ilusão enciclopédica - de saber tudo e mais alguma coisa, via cabeça-memória - é uma das ilusões que o TCP não alimenta, aocontrário do que acontece com a maior parte das escolas espirituais e teosóficas mais em voga, que são verdadeiras enciclopédias ambulantes de conhecimentos úteis para uso dos discípulos atentos, veneradores e obrigados, sempre sequiosos de mais saber e de mais conhecer. Com oTCP, não só se não fica a saber mais como se vai proceder a um higiénico trabalho de limpesa de todos os conhecimentos adquiridos e armazenados por todos nós por via livresca, por via doutoral e professoral, por via autoritária. É um trabalho assim como o Zen, mas ainda mais radical - como vassoura - do que o Zen: poucas ilusões ficam para adornar o Ego de cada um. Só as indispensáveis para continuar de pé. Portanto, quem pegue no Pêndulo pela 1ª vez, está muito a tempo de desistir e de ir procurar outra ilusão, das muitas ilusões que há hoje à venda no supermercado das ilusões chamado esoterismo.
23 - A ilusão das grandes bibliografias é sequência da ilusão enciclopédica. As pessoas gostam de saber que têm muitos livros para saber coisas e que nunca conseguirão ler todos. No TCP, de facto, a bibliografia reduz-se aos 4 livros de Etienne Guillé, à breve bibliografia por ele citada. Cada linha, cada parágrafo do Etienne Guillé remete-nos para o infinito da consciência e faz convergir milénios de informações ao ponto central de cada leitor. Se esse leitor trabalhar com o Pêndulo, terá então a ponta da meada, que poderá seguir, já que é o labirinto o que tem a percorrer e não apenas o comodismo da espiral hindu ou mesmo do yin-yang taoísta. O taoísmo é uma simplificação, útil mas simplificação, necessariamente redutora, dos dados vibratórios obtidos no TCP.
24 - A ilusão cármica é o alibi mais frequente para tentar justificar o nosso comodismo e o nosso incurável desejo de conforto material. Em nome sempre de uma grande «espiritualidade». Com o karma tentamos não só justificar o nosso imobilismo - com tintas de fatalismo e subserviênciaàs autoridades - como nele nos refugiamos para fazer face aos stresss violentos que esta vida, demasiado estúpida, que nos impuseram, nos obriga a sofrer.
25 - Só há um caminho que não é de ilusão para fazer face ao stress dos embates violentos: é a transmutação alquímica da célula que nada tem a ver com a ilusão da alquimia operativa, com toda uma cenografia de atanores, slides coloridos, fornos e almofarizes, com que os oradores e distintos conferencistas nos continuam a divertir. Verdade seja que também essa alquimia de cenário já chegou até nós pelas mãos de gente com responsabilidade nos meios de iniciação espiritual. O que só vem comprovar a tese dos que pensam que a melhor forma de afundar o ser humano na tragédia da matéria é dar-lhe pózinhos de perlimpim e ciências espirituais ou iniciáticas aos quilos.
26 - Na floresta de formas (e símbolos) temos de saber navegar. Com a bússola do pêndulo, para não nos perdermos nos buracos e ciladas e armadilhas e emboscadas que as forças de baixo nos colocam. Com a imagem virtual, que a tecnologia audio-visual tanto glorifica, a imagem atingiu o apogeu do vazio. Há que fazer alguma coisa para higienizar este meio completamente poluído de lixo imagético. Uma antologia de imagens seleccionadas segundo a maior densidade vibratória ou simbólica, é um belo trabalho de apoio à Gnose vibratória.
27 - Pôr em causa os conhecimentos e crenças adquiridos é, em princípio, honesto, porque esse mesmo princípio pode, se quisermos, ser posto também em causa na radiestesia e pela radiestesia. Mestres, são e não são necessários, quando, com o trabalho de radiestesia, o objectivo é que cada um seja mestre de si próprio.
28 - Só não se deve nem pode, por enquanto, pôr em causa, à luz da hipótese vibratória, o que ainda nos serve de ajuda a defender a nossa integridade. Mas só enquanto não surgir alternativa viável. A macrobiótica, por exemplo, continua a ser um recurso terapêutico indispensável, enquanto a radiestesia, através dos transferts, não constituir uma alternativa. O reagrupamento binário de energias yin-yang continuará e ser uma ajuda imprescindível por mais que alguns seguidores da Radiestesia escarneçam desta alternativa que é a alquimia alimentar. Se a arrogância fosse doença, dir-se-ia que quem está doente são alguns terapeutas da Radiestesia, pela falta de respeito e pela literal estupidez e ignorância que manifestam face à alquimia alimentar e a tudo o que o próprio Etienne Guillé preconiza como medicina orto-molecular, medicina essa que passa pela «metabolic medecine» e pela «holistic medecine». Enquanto não se souber lidar suficientemente com as energias vibratórias subtis, com reagrupamentos de energias mais complexos, o yin-yang binomial dos taoístas presta-nos muitos e bons serviços.
29 - Na selva de formas, a escolha das que são energeticamente relevantescorresponde àquelas formas que nos fornecem informação vibratória menos degradada e mais próxima das origens primordiais, mais próxima daquilo que agora, descobrindo a pólvora, nos vêm anunciar como «lógica vital», designação aliás viciada .
30 - Com o Pêndulo, trata-se de ter acesso às informações de frequência vibratória mais elevada. Energeticamente falando, trata-se de subir. Atenção, portanto, às terapias vibratórias, únicas que nos fazem subir.
Sim à Floralterapia
Sim à Cromoterapia
Sim à Metaloterapia por toque vibratório
Sim à Musicoterapia
Sim à Homeopatia
Sim à Medicina orto-molecular (alquimia alimentar ou Metabolic Medecine)
As únicas que nos fazem subir na vertical.
31 - O TCP quer que cada um se encontre consigo mesmo e que tome em mãos o próprio destino. Neste sentido, alheia-se de quase tudo o que se passa no campo das terapias e medicinas hoje em campo, as quais têm em comum esta característica: deixar o doente na eterna dependência do médico ou do terapeuta. Correndo para a dependência médico-farmacêutica, é caso para reconhecer que as pessoas têm as doenças que merecem e pagam o preço das consultas que também merecem. Trabalhar para que os seres humanos tenham rosto humano e tenham cada vez mais oportunidade de preparar nesta vida a outra vida, é a principal démarche do trabalho com o Pêndulo.
32 - Com o advento dos espiritualismos, com toda a espécie de tráfico bioenergético, as pessoas não só ficaram doentes das vísceras mas também da alma. Bem piores do que dantes. E é isso - tratar a alma - sem ser por nenhum processo manipulatório e alienatório - que se tornou hoje urgente. No TCP procura-se inverter, na alma de cada um,a irresistível tendência que há na alma humana para se render à matéria, em vez de se safar pelos ilimites do espírito. Todos falam de espírito, sim, mas o problema não é o Espírito - que se limita a ser e a estar lá desde a eternidade e para toda a eternidade: o problema é da alma, sede de todas as mudanças e angústias e manipulações. Todos falam de espírito, sim, mas - como diz o brasileiro - da boca pra fóra.
33 - Do ponto de vista das ilusões cármicas - daqueles que crêem nelas - o trabalho com o Pêndulo acelera de tal maneira a contabilidade cósmica que, às tantas, nos vemos numa rede de causas e efeitos precipitados em cascata que podem assustar-nos. Quem não quiser passar por isso, está a tempo de sair, de largar o pêndulo, de desistir deste caminho de conhecimento.
Trata-se de mudar e, para mudar alguma coisa, alguma coisa tem de mexer. Estagnação é de facto a situação que vivemos a todos os níveis. E a maior parte das doenças crónicas são doenças dessa estagnação. O mundo e o país são hoje um pântano. E se começarmos a arejá-lo, é natural que aconteçam inesperadas solturas de miasmas.
34 - Se quiserem utilizar o Pêndulo, não para a vida eterna, mas para as efemeridades desta chatice a que chamam vida, poderão fazê-lo: cada um é dono do seu próprio destino, cada um tem, à partida, liberdade de escolha e escolhe o que quiser. Mas mesmo esse caminho prático da radiestesia empírica, esse caminho de pesquisar metais, ou veios de água, ou carteiras e chaves perdidas deve ser feito correctamente. Partindo de premissas correctas para chegar a correctas conclusões. Conclusões fiáveis.
35 - Cada um de nós, com o Pêndulo, e se desenvolver a sua fiabilidade, poderá testar, confirmar, tirar as teimas, confirmar se aquilo que ouve da boca deste ou daquele, se aquilo que lê deste ou daquele livro, é assim ou não.
36 - Para dar um exemplo da discordância que há entre o método de Etienne Guillé e todos os outros processos ou métodos e técnicas, citarei o yoga hindu. Dir-se-ia que o yoga hindu está certíssimo, só que vê o panorama ao contrário, como todas as outras escolas: ou seja, de baixo para cima. Ora do que se trata, com opêndulo segundo o método de Guillé, é de ver tudo de cima para baixo.
Neste sentido todas as escolas esotéricas e teosóficas estão certas:
mas são livros escritos do fim pró princípio...
37 - O efeito de espelho: é isso o que as visões de todos os sistemas nos dão. O nosso nome cósmico ao contrário. Trata-se - com a grelha dos metais e a grelha vibratória universal de base molecular - de ler as letras, as frases, o livro do nosso destino de maneira correcta.
38 - Aprender a pegar no pêndulo, é aprender a pegar na ponta da meada. E, seguindo o fio da meada, encetar o caminho que leva ao infinito. Todos os livros de radiestesia empírica e geotelúrica começam o processo de maneira errada, ou antes, viciada. Ou seja, fazem com que o neófito pegue na ponta errada.
39 - Viciar à partida o trabalho com o Pêndulo (TCP) é viciar todo o percurso ulterior e todo o desenvolvimento ulterior que o ser humano tem direito a usufruir no trabalho com o Pêndulo. Porque o percurso ulterior a percorrer não é esta vida mas a outra a que o Pêndulo dá acesso.
40 - No TCP trata-se de saber como prosseguir o próprio caminho de autognose e autocura, sem ter que estar na dependência de ninguém mestre, professor, guru, terapeuta, médico ou orientador espiritual.
41 - No TCP tem que se partir do ponto zero dos nossos conhecimentos.
Esquecer tudo o que sabemos de esoterismos e escolas espirituais, esquecer as várias ciências que os livros nos ensinaram. Reaprender tudo de novo e à luz de uma nova luz.
42 - Verifica-se o jeito que faz o Pêndulo, especialmente em situações tipo alçapão, hoje muito comuns no «trop plan de mort» em que nos encontramos. O Pêndulo é um guindaste que nos puxa dos grandes buracos da existência.
43 - O Pêndulo é um instrumento de precisão. Da mais alta precisão. É a nossa alta fidelidade. E porquê? Porque o pêndulo é apenas cada um de nós próprios. Porque o Pêndulo é o ser humano como detector e diapasão das energias vibratórias. Porque o Pêndulo é a parte visível do nosso ser invisível. Não há computador, por mais sofisticado, não há microscópio nem telescópio, que substitua este «aparelho» que é o ser humano: o Pêndulo significa apenas a ponta desse fio e dessa meada labiríntica. O ser humano - ninguém duvide - é que é o aparelho mais sofisticado que jamais foi criado. O Pêndulo apenas se limita a tornar visível essas potencialidades escondidas do ser humano.
44 - Teleradiestesia não é radiestesia pelo telefone ou pela televisão ou pelo telecom. Teleradiestesia é, sim, a técnica de transmissão de informação à distância. Uma espécie de telepatia, se quiserem.
45 - Somos constantemente impelidos a pôr em questão os dados adquiridos. Não só os que vamos adquirindo com a radiestesia, mas os que já tínhamos antes.
46 - Pegar no pêndulo é pegar em mãos o seu próprio destino, a ponta do fio de Ariadne. Há apenas que pagar um preço: arrancar crenças anteriores e antigas. E ser cada vez mais cada um dono de si próprio. O caminho da Radiestesia é de cada um e para que cada um o siga.
47 - O Pêndulo é também um caminho de pesquisa. Além de ser autodiagnóstico, autoterapia e autoconhecimento, a Radiestesia pode ser aplicada a todos os ramos da investigação fundamental, desde a Física Quântica à Biologia Molecular, desde a Arqueologia Académica à Arqueologia das eras zodiacais.
48 - Há quem queira fazer do Pêndulo uma espécie de bola de cristal com um biquinho na ponta. E para fins de adivinhação do futuro (que a Deus pertence, como sempre ouvimos dizer). Provavelmente, quando as pessoas estiverem mais fora do espaço e do tempo, irão adivinhar mais coisas, ou seja, vão estar no tempo acima do nível vibratório de consciência em que estão hoje. Adivinhar o futuro, é apenas isso: e os profetas foram profetas porque o seu nível vibratório de consciência estava acima do do comum dos mortais e viam de cima para baixo o que nós, os terrenos, os terráqueos, vimos de baixo para cima. Sempre a subida na vertical nos serve de imagem mais apropriada.
49 - Todas as escolas energéticas, actualmente, no mercado das energias, são atrasos de vida, são obstruções, são ilusões para nos remergulhar outra vez no buraco de ratos de onde queremos sair.
Temos de conhecer os clichés com que MAGA vem adiando a entrada na nova era do aquário. Com que vêm adiando as pessoas de se encontrarem consigo mesmas.
E rejeitar categoricamente que nos venham repetir de que este método de Etienne Guillé não detém a verdade única e que há portanto que continuar dividido entre métodos, saltitando de um para outro,de uma conferência para outra, de um livro para outro, de um autor para outro, etc.
Já não há tempo para mais clichés, seja os de ordem esotérico-espiritual, seja os de ordem ideológico-política, seja os de ordem religiosa, seja os de ordem científico-tecnológica, nem manipulaçãoes, nem parasitismos, nem vampirismos: e todo o mercado de energias está hoje cheio de manipulações, de parasitismos, de vampirismos.
50 - Objectivo do Grupo de Estudo: ajudar as pessoas a fazer mais rapidamente uma leitura mais aprofundada dos livros (difíceis mas não inacessíveis) de Etienne Guillé, onde se contém toda a sabedoria de todos os séculos e de todos os lugares.
51 - Há que não perder tempo com as «velhas tulipas», com os debitadores de clichés esotéricos, do nosso mercado de ilusões. Aos manipuladores de ilusões, aos debitadores de clichés, aos iniciados em 3 dias, aos espiritualistas da matéria e outros atrasos de vida, há que dizer definitivamente não.
52 - Tal como a palavra Espírito, tal como a palavra Alma, tal como a palavra Deus, tal como a palavra Graal, a palavra AMOR é utilizada com bastante leviandade, hoje em dia. Como tudo o que é sagrado, afinal, nesta Idade de Fim de Idade. E há que retomar, de novo, o peso a essa e a outras palavras, ainda tão próximas da vibração original.
53 - A qualidade das questões postas (ser ou não ser uma «boa questão») tem muito e ver com quem as coloca e com a raça (das 2 raças) a que o ser pertence. Se a questão posta é uma questão macacal, é evidente que não vale a pena fazer nenhum esforço para recriar a resposta. Porque a resposta às questões postas, é sempre recriada e nunca de chapa. O mais delicado desta situação é que, por hábito secular adquirido, não só se colocam questões de chapa (clichés de clichés, estereotipos e automatismos espiritualistas), como se exige e rapidamente e expeditamente respostas de chapa.
54 - O método de Etienne Guillé socorre-se de algumas ciências da ciência ordinária, oficial, moderna ou profana. Para quem goste de mergulhar nesse chafurdo, aconselham-se leituras nas áreas perfeitamente tresloucadas das seguintes ciências ordinárias:
- Cibernética
- Análise Global dos Sistemas
- Termodinâmica dos Fluidos
- Física Quântica
- Biologia Quântica
- Bioquímica
- Astronomia
55 - Sirva-nos de fraco consolo, verificarmos que, afinal, há sempre alguém ainda mais doente do que nós. E doente, energeticamente falando, quer dizer, antes de mais nada, fechado. Fechado à organização vibratória do ser humano e sua composição trinitária, fechado ao novo sistema emanado do novo infinito cósmico, fechado às informações vibratórias mais subtis, fechado para o caminho de acesso ao grande inconsciente, fechado para o caminho de acesso ao nosso duplo, ao diálogo com o nosso duplo que no gato, por exemplo, é (quase) constante, sirva-nos de consolo ver que, afinal, por mais fechados que a gente ainda esteja, vemos que há gente ainda mais fechada e encerrada e estagnada sobre a matéria, do que nós.
56 - O cancro é uma doença típica deste auto-encerramento, deste auto- ensimesmamento, deste auto-fechamento, desta estagnação multisecular, deste autismo. Mas nem só o Cancro. Autismo podíamos dizer que é a grande superdoença (da alma) deste nosso tempo: e quando destapamos os receptores electromagnéticos, quando o pêndulo vibra pela primeira vez nas mãos de alguém, todos os sinos da terra deviam repicar e dizer: Aleluia, aleluia. É o fim da estagnação: é a Ressurreição.
57 - Abrir, abrir, abrir é portanto a palavra de ordem número 1 da radiestesia segundo Etienne Guillé: tudo o mais vos será dado, se vos abrirdes ao ambiente, ao mundo vibratório, ao Cosmos, à organização trinitária do ser humano, às energias. E não é só abrindo os chacras que se abre o nosso suporte vibratório.
58 - Não há respostas feitas em Radiestesia, embora alguns que a ensinam, usem e abusem da resposta feita. Por isso, a cada questão posta, há que pôr em marcha todo o programa do « computador pessoal» que somos e tentar, a partir de zero, uma resposta criadora, nova, inovadora.
59 - Com a grelha personalizada, trata-se de fazer o nosso solfejo, o nosso dó, ré, mi, fá sol, lá, si, das energias vibratórias.
Com a grelha das letras - também chamada grelha universal, o grelha da linguagem vibratória de base molecular - trata-se de compor, já, a nossa própria sinfonia, a música que nos pertence de acordo com a nossa programação cósmica e conforme às leis vibratórias (lei da ressonância, lei da emergência) e conforme às leis cósmicas (que ninguém conhece a priori, pois só são conhecidas de cada um que as conhece interiormente).
60 - Esta démarche, que começa tão humildemente com este objecto tão humilde que é o Pêndulo, tem metas ambiciosas. Um desses objectivos é o acesso à porta por onde se pode espreitar o que fica do lado de lá deste mundo das aparências. A essência. A morte e o que há na morte. A eternidade. Os espaços-tempo não lineares. O mundo quântico, onde tudo se articula a tudo, onde todos os interfaces se estabelecem, entre este mundo e o outro. Entre o outro e os outros. Entre todos os contrários opostos.
61 - É esta uma das múltiplas metas (ambiciosas) deste trabalho que, começando pela Radiestesia, a que chamamos 6º sentido, aponta, nada mais nada menos, do que para 12 sentidos no ser humano e 12 ciências sagradas, da Alquimia à Teurgia.
62 - Também é verdade, neste método, a banalização de coisas que se tornaram inacessíveis ou excepcionais. Dou 3 exemplos: a iniciação, a fabricação da pedra filosofal e a procura do santo Graal. São, com o humilde trabalho do Pêndulo, objectivos ao alcance de cada um e a breve trecho.
63 - Aprender a criar uma certa imunidade da alma (imunidade energética), contra as investidas, hoje tão activas, das várias escolas manipulatórias e alienatórias que invadiram o campo das chamadas ciências ocultas ou esotéricas, é também e ainda um objectivo do trabalho com o Pêndulo.
64 - Intercomunicar informação com o Pêndulo, não é nem será jamais criar redes de intertransferência energética. Não devemos contar com este método para levar a água a algum moinho energético que não seja o da nossa própria autonomia, auto-suficiência e independência.
65 - «Ne touchez pas a quelqu'un d'autre» é uma das saudáveis recomendações deste método. De facto, a teledetecção, o telediagnóstico e a teletransferência de energias, derivando todas dessa suprema qualidade do ADN que é a teleacção - permitem exactamente a maior limpeza. Nada de promiscuidades energéticas. O que vemos hoje é um grande deboche energético, sob as mais variadas formas. Simbiose energética, sim. Parasitismos energéticos, hoje tão na moda, não.
66 - Na multiplicidade dos caminhos que hoje são propostos, em nome da iniciação, o pêndulo pode servir de bússola, de estetoscópio, de microscópio e até de telescópio. Pode servir de computador pessoal.
De bússola que guiará cada um de nós na escolha do seu próprio caminho. Que até pode não passar pela Radiestesia. Mas, com a Radiestesia, cada um poderá saber se o seu caminho passa pela radiestesia ou não.
67 - O Pêndulo trabalha para se autodispensar. O Pêndulo, além de inconsciente ambulante e do nosso computador de bolso, é, à la limite, para nós o dispensarmos. Quando nós próprios, nos nossos milhões de células, formos o pêndulo, ou seja, o Oscilador cósmico, ou seja, o ressoador cósmico universal da Grande Música das esferas, o pêndulo terá realizado a sua missão.
68 - Melhor do que comparar o corpo a uma máquina, como faz a fisiologia materialista e a medicina aprova, é compará-lo a um diapasão. Máquina é matéria morta, diapasão é receptor e emissor de vida vibratória.
69 - Não há ilusões nem crenças no trabalho com o Pêndulo. Não há crenças nem promessas. Há certezas, constantemente verificáveis e submetidas à dúvida metódica. A propósito de dúvida metódica, é muitointeressante, energeticamente falando, a revelação que Etienne Guillé faz sobre a face desconhecida de René Descartes, filósofo que o materialismo descabelado recuperou e que, por eles, materialistas, tão caluniado tem sido.
70 - Distinguir o essencial do acessório, o efémero do eterno, é um dos objectivos do Trabalho com o Pêndulo. Mas essa distinção deve começar dentro de nós próprios: aprender a distinguir o que é, para cada um de nós, o acessório e o que é fundamental. É a escolha, a grande escolha, a grande opção. Distinguindo vibratoriamente os sete metais uns dos outros - ou as sete cores do arco-íris - é o próprio corpo, com a sua inteligência própria (chama-se-lhe zona quântica) que irá efectuar as necessárias destrinças, as indispensáveis decantações. A alquimia interior é também isso: distinguir o trigo do joio, a verdade da falsidade. Energeticamente falando, evidentemente.
71 - O tempo que se perde com a Radiestesia, é tempo que se ganha na eternidade, quer dizer, no não-tempo, que é também o não-espaço.
72 - O grau de fiabilidade de um radiestesista demonstra-se pelo «feeling» que revela em relação às «pièges» e às «inversões de sentido» (simulacros) que abundam por toda a parte mas especialmente quando se regressa do Continente perdido e enquanto se atravessa a linha dos recifes.
73 - Cuidado com o jogo dos paradoxos. É preciso ter estofo para os criar e para os viver. E não se ultrapassam os sistemas de forças opostas com piruetas verbais ou mentais. É preciso alquimizar os contrários, de contrário estamos pura e simplesmente na pura ilusão.
74 - O Pêndulo é o nosso telescópio e microscópio, para conseguirmos ver o invisível. O Pêndulo é um prolongamento visível do nosso ser invisível. O Pêndulo é a ponta do infinito e o começo da eternidade.
75 - Pegar no Pêndulo é pegar no nosso próprio destino, na nossa própria vida, esta e - o que parece mais importante - a outra.
Pegar no Pêndulo é despertar não só os nossos cinco sentidos, mas ganhar um sexto - a radiestesia - e abrir a porta aos 6 restantes.
Pegar no Pêndulo é pegar no fio da Meada, abrir a porta do Labirinto, encetar a demanda do Graal, segurar a Bússola para a viagem, consultar em 1ª mão o mapa do nosso percurso interior.
Pegar no Pêndulo é o primeiro gesto para nos ligarmos ao interruptor cósmico. Pegar no Pêndulo é confirmar se a informação dos metais, das cores, dos sons, dos planetas, dos símbolos, das letras, está passando - e fazendo diapasão ou ressonância - através dos nossos 600 biliões de células: e se estiver passando, pegar no pêndulo pode ser a melhor autoterapia que podemos fazer.
76 - O trabalho com o Pêndulo é extremamente crítico em relação às muitas escolas esotéricas que pululam hoje em dia, por tudo quanto é sítio.
Pegar no Pêndulo é, portanto, ter uma base firme para criticar todo os vários discursos de várias procedências.
77 - Segurar no Pêndulo é encetar um caminho de conhecimento, onde ser o que se é, vale mais do que ter seja o que for. O caminho do Pêndulo, portanto, não é para ter mais mas para ser mais. É um conhecimento de auto-conhecimento (autodiagnóstico) e de autoterapia.
78 - O mecanismo vibratório e energético do Cancro é explicado pelo método de Etienne Guillé. Face ao relativo fracasso das profilaxias metabólicas - Macrobiótica e Germanoterapia - a explicação do cancro dada pela Gnose vibratória de Etienne Guillé, induz uma nova esperança.
79 - É necessário trabalhar, intensamente, para poder adquirir a energia de YHWH, única que se pode opor à energia da anti-pedra filosofal, que é a energia do Cancro.
80 - Conseguir entrar na morte um pouco mais esclarecido sobre o que realmente se passa, depois desta vida. Estudar a radiestesia segundo Etienne Guillé para saber se realmente o suicídio é lícito. Estudar Radiestesia para saber se se deve ou não ser cremado. Estudar Radiestesia para saber um pouco melhor sobre como morrer (o mais possível) serenamente: são alguns dos objectivos deste estudo. ■
REVISÃO DA MATÉRIA DADA: BANALIDADES DE BASE EM 80 PONTOS (NÃO SINALIZA FILES)
1 - A doença, antes de aparecer a nível físico (somático) está muitas vezes já inscrita a nível energético (vibratório), há vários dias, meses ou anos.
2 - Cuidado com os transferts - existe o risco de projectar as suas próprias energias nocivas e, portanto, os seus problemas sobre o paciente que se trata.
3 - O radiestesista deve ser uma pessoa de qualidade. Para transferir - e não apenas testar ou medir certas energias de alto nível vibratório - o prático tem que obrigatoriamente vibrar a esses (altos) níveis e muitas vezes mais alto.
4 - A análise dos sonhos permite medir as energias recebidas pelo paciente e controlar se as energias para ele transferidas foram aceites e integradas.
5 - Os remédios homeopáticos podem ser classificados segundo o seu DNA: para um determinado doente será então preciso escolher uma preparação que vibra nas mesmas direcções que o doente (da ou das esferas perturbadas e do organismo inteiro). Este facto ilustra a lei da semelhança, na qual a homeopatia se fundamenta.
6 - Energias nocivas estão por todo o lado e nós à sua mercê: logo que se esteja em condições de as transferir para uma planta (Challenchoe) ou para a água, é possível livrarmo-nos delas com facilidade.
7 - Se quisermos convencer alguém de que a Radiestesia não é uma ilusão de prestidigitador e de que as energias vibratórias são um facto, pode efectuar-se o teste do DNA da planta:
a) Como vibra quando fresca e viva (N batimentos em cada direcção)
b) Como vibra depois de amarrotada
c) Como vibra depois de cortada.
8 - Dia 26/Agosto/1983: a Esfinge começou a vibrar e, portanto, nostermos que as profecias anunciavam, a Esfinge «falou»: o que significa, também, conforme as profecias, que o Apocalipse (Revelação) começou nessa data, às 12 horas.
9 - Qualquer informação vibratória (= energia) tem sempre 3 níveis de leitura: desde o nível mais directo e imediato (literal), até ao simbólico e até ao secreto ou hermético.
10 - A egrégora é uma estrutura vibratória que condiciona energeticamente um grupo, maior ou menor: em princípio, trata-se de pôr em comum a energia dos indivíduos para que alguém se aproveite dela, o que eticamente é bastante deplorável.
11 - Entre os 7 órgãos dos sentidos que podemos desenvolver além dos actuais 5, contam-se algumas faculdades que a Parapsicologia académica designa como telepatia, adivinhação, telequinese, etc. Nada tem a ver com desenvolvimento destes NOVOS órgãos dos sentidos, o fenómeno da hipnose, que é pura manipulação. Alguns chamam ao pêndulo de radiestesia o 6º sentido.
12 - Para que aconteça - a nível vibratório ou quântico - o que tem de acontecer, é necessário que se reunam as condições, ou seja, o momento, o lugar e o estado do ser em questão. Fica assim enunciada a lei de ressonância vibratória, uma das leis fundamentais que regem a Radiestesia. A outra é a lei da emergência. E a outra é a lei da acção/reacção.
13 - Nós obtemos a energia da pedra filosofal automatica eespontaneamente na morte física. Adquiri-la em vida chama-se «vencera segunda morte». Na hora actual, a detecção da energia da anti-pedra filosofal corresponde, ao nível físico à simulação do Cancro.
14 - O Pêndulo é uma companhia. E um interlocutor. E uma bússola. E um diapasão. Um detector de informações. O pêndulo somos nós.
15 - É preciso desconstruir, constantemente, para reconstruir tudo de novo outra vez: assim se caracteriza a dinâmica do movimento alquímico.
16 - A grelha a 12 direcções é o critério de medida de base
17 - O TCP (trabalho com o Pêndulo) é um trabalho árido, para desengordar todos os egos, sem atractivos nem ilusões de ordem religiosa, afectiva, esotérica, política, social, filosófica ou sequer espiritual.
18 - Não se promete o paraíso - nem sequer o conforto - a ninguém, o que não impede que cada um por si, seguindo o Fio de Ariadne do Pêndulo, não venha a encontrá-lo - ao Paraíso - mais cedo do que pensava. Mas se o encontrar, de certeza que não será nunca onde e como o julgaria encontrar. Esse é o «truque» principal desta técnica sem truques. Não promete nada, mas pode ser que consiga, para os mais aplicados, treinados e honestos, vir a dar tudo, muito mais, portanto, do que aquilo que as escolas e seitas e religiões dão aparentemente de mão beijada, nunca dizendo o que (nos) tiram em troca.
19 - A velha máxima do sermão de Buda - estar aberto a todas as verdades e duvidar sempre da certeza que se tem - é aplicável ao TCP.
Cada um pode sempre confirmar, dialogando com o Pêndulo, se aquilo que lhe disseram é (con)fiável ou não é fiável. Mas para isso terá que tornar o seu suporte vibratório cada vez mais fiável. Como é óbvio, por imperativo das leis da física termodinâmica.
20 - Aos que quiserem andar muito depressa, recomenda-se calma: aosque querem queimar etapas ou níveis vibratórios, recomenda-se paciência antes que «queimem» o seu suporte vibratório; aos que querem ficar logo mestres, recomenda-se a humildade de saber que, aqui, no TCP, deixa de haver mestres e discípulos, para serem todos e cada um «mestres de si próprios». Assim como deixa de haver patrões e empregados, professores e alunos, chefes e mandados, etc. Se repararem, todas as escolas chamadas espirituais repetem e reproduzem estes esquemas dicotómicos do mundo bastante material graças a Deus.
21 - O conselho que se dá aos mais apressados é de prudência, de cautela: é melhor (ou seja, fica energeticamente menos caro)desenvolver um pouco de bom senso, para aplicar na tormenta do dia a dia, do que querer logo ganhar faculdades paranormais, quiçá mediúnicas ou mesmo telepáticas: se a lei da ressonância vibratória, através do trabalho com os metais, funcionar em plenitude, provavelmente vão ter experiências telepáticas e mediúnicas muito
mais vezes e muito mais cedo do que supunham e, provavelmente, com muito mais segurança.
22 - A ilusão enciclopédica - de saber tudo e mais alguma coisa, via cabeça-memória - é uma das ilusões que o TCP não alimenta, aocontrário do que acontece com a maior parte das escolas espirituais e teosóficas mais em voga, que são verdadeiras enciclopédias ambulantes de conhecimentos úteis para uso dos discípulos atentos, veneradores e obrigados, sempre sequiosos de mais saber e de mais conhecer. Com oTCP, não só se não fica a saber mais como se vai proceder a um higiénico trabalho de limpesa de todos os conhecimentos adquiridos e armazenados por todos nós por via livresca, por via doutoral e professoral, por via autoritária. É um trabalho assim como o Zen, mas ainda mais radical - como vassoura - do que o Zen: poucas ilusões ficam para adornar o Ego de cada um. Só as indispensáveis para continuar de pé. Portanto, quem pegue no Pêndulo pela 1ª vez, está muito a tempo de desistir e de ir procurar outra ilusão, das muitas ilusões que há hoje à venda no supermercado das ilusões chamado esoterismo.
23 - A ilusão das grandes bibliografias é sequência da ilusão enciclopédica. As pessoas gostam de saber que têm muitos livros para saber coisas e que nunca conseguirão ler todos. No TCP, de facto, a bibliografia reduz-se aos 4 livros de Etienne Guillé, à breve bibliografia por ele citada. Cada linha, cada parágrafo do Etienne Guillé remete-nos para o infinito da consciência e faz convergir milénios de informações ao ponto central de cada leitor. Se esse leitor trabalhar com o Pêndulo, terá então a ponta da meada, que poderá seguir, já que é o labirinto o que tem a percorrer e não apenas o comodismo da espiral hindu ou mesmo do yin-yang taoísta. O taoísmo é uma simplificação, útil mas simplificação, necessariamente redutora, dos dados vibratórios obtidos no TCP.
24 - A ilusão cármica é o alibi mais frequente para tentar justificar o nosso comodismo e o nosso incurável desejo de conforto material. Em nome sempre de uma grande «espiritualidade». Com o karma tentamos não só justificar o nosso imobilismo - com tintas de fatalismo e subserviênciaàs autoridades - como nele nos refugiamos para fazer face aos stresss violentos que esta vida, demasiado estúpida, que nos impuseram, nos obriga a sofrer.
25 - Só há um caminho que não é de ilusão para fazer face ao stress dos embates violentos: é a transmutação alquímica da célula que nada tem a ver com a ilusão da alquimia operativa, com toda uma cenografia de atanores, slides coloridos, fornos e almofarizes, com que os oradores e distintos conferencistas nos continuam a divertir. Verdade seja que também essa alquimia de cenário já chegou até nós pelas mãos de gente com responsabilidade nos meios de iniciação espiritual. O que só vem comprovar a tese dos que pensam que a melhor forma de afundar o ser humano na tragédia da matéria é dar-lhe pózinhos de perlimpim e ciências espirituais ou iniciáticas aos quilos.
26 - Na floresta de formas (e símbolos) temos de saber navegar. Com a bússola do pêndulo, para não nos perdermos nos buracos e ciladas e armadilhas e emboscadas que as forças de baixo nos colocam. Com a imagem virtual, que a tecnologia audio-visual tanto glorifica, a imagem atingiu o apogeu do vazio. Há que fazer alguma coisa para higienizar este meio completamente poluído de lixo imagético. Uma antologia de imagens seleccionadas segundo a maior densidade vibratória ou simbólica, é um belo trabalho de apoio à Gnose vibratória.
27 - Pôr em causa os conhecimentos e crenças adquiridos é, em princípio, honesto, porque esse mesmo princípio pode, se quisermos, ser posto também em causa na radiestesia e pela radiestesia. Mestres, são e não são necessários, quando, com o trabalho de radiestesia, o objectivo é que cada um seja mestre de si próprio.
28 - Só não se deve nem pode, por enquanto, pôr em causa, à luz da hipótese vibratória, o que ainda nos serve de ajuda a defender a nossa integridade. Mas só enquanto não surgir alternativa viável. A macrobiótica, por exemplo, continua a ser um recurso terapêutico indispensável, enquanto a radiestesia, através dos transferts, não constituir uma alternativa. O reagrupamento binário de energias yin-yang continuará e ser uma ajuda imprescindível por mais que alguns seguidores da Radiestesia escarneçam desta alternativa que é a alquimia alimentar. Se a arrogância fosse doença, dir-se-ia que quem está doente são alguns terapeutas da Radiestesia, pela falta de respeito e pela literal estupidez e ignorância que manifestam face à alquimia alimentar e a tudo o que o próprio Etienne Guillé preconiza como medicina orto-molecular, medicina essa que passa pela «metabolic medecine» e pela «holistic medecine». Enquanto não se souber lidar suficientemente com as energias vibratórias subtis, com reagrupamentos de energias mais complexos, o yin-yang binomial dos taoístas presta-nos muitos e bons serviços.
29 - Na selva de formas, a escolha das que são energeticamente relevantescorresponde àquelas formas que nos fornecem informação vibratória menos degradada e mais próxima das origens primordiais, mais próxima daquilo que agora, descobrindo a pólvora, nos vêm anunciar como «lógica vital», designação aliás viciada .
30 - Com o Pêndulo, trata-se de ter acesso às informações de frequência vibratória mais elevada. Energeticamente falando, trata-se de subir. Atenção, portanto, às terapias vibratórias, únicas que nos fazem subir.
Sim à Floralterapia
Sim à Cromoterapia
Sim à Metaloterapia por toque vibratório
Sim à Musicoterapia
Sim à Homeopatia
Sim à Medicina orto-molecular (alquimia alimentar ou Metabolic Medecine)
As únicas que nos fazem subir na vertical.
31 - O TCP quer que cada um se encontre consigo mesmo e que tome em mãos o próprio destino. Neste sentido, alheia-se de quase tudo o que se passa no campo das terapias e medicinas hoje em campo, as quais têm em comum esta característica: deixar o doente na eterna dependência do médico ou do terapeuta. Correndo para a dependência médico-farmacêutica, é caso para reconhecer que as pessoas têm as doenças que merecem e pagam o preço das consultas que também merecem. Trabalhar para que os seres humanos tenham rosto humano e tenham cada vez mais oportunidade de preparar nesta vida a outra vida, é a principal démarche do trabalho com o Pêndulo.
32 - Com o advento dos espiritualismos, com toda a espécie de tráfico bioenergético, as pessoas não só ficaram doentes das vísceras mas também da alma. Bem piores do que dantes. E é isso - tratar a alma - sem ser por nenhum processo manipulatório e alienatório - que se tornou hoje urgente. No TCP procura-se inverter, na alma de cada um,a irresistível tendência que há na alma humana para se render à matéria, em vez de se safar pelos ilimites do espírito. Todos falam de espírito, sim, mas o problema não é o Espírito - que se limita a ser e a estar lá desde a eternidade e para toda a eternidade: o problema é da alma, sede de todas as mudanças e angústias e manipulações. Todos falam de espírito, sim, mas - como diz o brasileiro - da boca pra fóra.
33 - Do ponto de vista das ilusões cármicas - daqueles que crêem nelas - o trabalho com o Pêndulo acelera de tal maneira a contabilidade cósmica que, às tantas, nos vemos numa rede de causas e efeitos precipitados em cascata que podem assustar-nos. Quem não quiser passar por isso, está a tempo de sair, de largar o pêndulo, de desistir deste caminho de conhecimento.
Trata-se de mudar e, para mudar alguma coisa, alguma coisa tem de mexer. Estagnação é de facto a situação que vivemos a todos os níveis. E a maior parte das doenças crónicas são doenças dessa estagnação. O mundo e o país são hoje um pântano. E se começarmos a arejá-lo, é natural que aconteçam inesperadas solturas de miasmas.
34 - Se quiserem utilizar o Pêndulo, não para a vida eterna, mas para as efemeridades desta chatice a que chamam vida, poderão fazê-lo: cada um é dono do seu próprio destino, cada um tem, à partida, liberdade de escolha e escolhe o que quiser. Mas mesmo esse caminho prático da radiestesia empírica, esse caminho de pesquisar metais, ou veios de água, ou carteiras e chaves perdidas deve ser feito correctamente. Partindo de premissas correctas para chegar a correctas conclusões. Conclusões fiáveis.
35 - Cada um de nós, com o Pêndulo, e se desenvolver a sua fiabilidade, poderá testar, confirmar, tirar as teimas, confirmar se aquilo que ouve da boca deste ou daquele, se aquilo que lê deste ou daquele livro, é assim ou não.
36 - Para dar um exemplo da discordância que há entre o método de Etienne Guillé e todos os outros processos ou métodos e técnicas, citarei o yoga hindu. Dir-se-ia que o yoga hindu está certíssimo, só que vê o panorama ao contrário, como todas as outras escolas: ou seja, de baixo para cima. Ora do que se trata, com opêndulo segundo o método de Guillé, é de ver tudo de cima para baixo.
Neste sentido todas as escolas esotéricas e teosóficas estão certas:
mas são livros escritos do fim pró princípio...
37 - O efeito de espelho: é isso o que as visões de todos os sistemas nos dão. O nosso nome cósmico ao contrário. Trata-se - com a grelha dos metais e a grelha vibratória universal de base molecular - de ler as letras, as frases, o livro do nosso destino de maneira correcta.
38 - Aprender a pegar no pêndulo, é aprender a pegar na ponta da meada. E, seguindo o fio da meada, encetar o caminho que leva ao infinito. Todos os livros de radiestesia empírica e geotelúrica começam o processo de maneira errada, ou antes, viciada. Ou seja, fazem com que o neófito pegue na ponta errada.
39 - Viciar à partida o trabalho com o Pêndulo (TCP) é viciar todo o percurso ulterior e todo o desenvolvimento ulterior que o ser humano tem direito a usufruir no trabalho com o Pêndulo. Porque o percurso ulterior a percorrer não é esta vida mas a outra a que o Pêndulo dá acesso.
40 - No TCP trata-se de saber como prosseguir o próprio caminho de autognose e autocura, sem ter que estar na dependência de ninguém mestre, professor, guru, terapeuta, médico ou orientador espiritual.
41 - No TCP tem que se partir do ponto zero dos nossos conhecimentos.
Esquecer tudo o que sabemos de esoterismos e escolas espirituais, esquecer as várias ciências que os livros nos ensinaram. Reaprender tudo de novo e à luz de uma nova luz.
42 - Verifica-se o jeito que faz o Pêndulo, especialmente em situações tipo alçapão, hoje muito comuns no «trop plan de mort» em que nos encontramos. O Pêndulo é um guindaste que nos puxa dos grandes buracos da existência.
43 - O Pêndulo é um instrumento de precisão. Da mais alta precisão. É a nossa alta fidelidade. E porquê? Porque o pêndulo é apenas cada um de nós próprios. Porque o Pêndulo é o ser humano como detector e diapasão das energias vibratórias. Porque o Pêndulo é a parte visível do nosso ser invisível. Não há computador, por mais sofisticado, não há microscópio nem telescópio, que substitua este «aparelho» que é o ser humano: o Pêndulo significa apenas a ponta desse fio e dessa meada labiríntica. O ser humano - ninguém duvide - é que é o aparelho mais sofisticado que jamais foi criado. O Pêndulo apenas se limita a tornar visível essas potencialidades escondidas do ser humano.
44 - Teleradiestesia não é radiestesia pelo telefone ou pela televisão ou pelo telecom. Teleradiestesia é, sim, a técnica de transmissão de informação à distância. Uma espécie de telepatia, se quiserem.
45 - Somos constantemente impelidos a pôr em questão os dados adquiridos. Não só os que vamos adquirindo com a radiestesia, mas os que já tínhamos antes.
46 - Pegar no pêndulo é pegar em mãos o seu próprio destino, a ponta do fio de Ariadne. Há apenas que pagar um preço: arrancar crenças anteriores e antigas. E ser cada vez mais cada um dono de si próprio. O caminho da Radiestesia é de cada um e para que cada um o siga.
47 - O Pêndulo é também um caminho de pesquisa. Além de ser autodiagnóstico, autoterapia e autoconhecimento, a Radiestesia pode ser aplicada a todos os ramos da investigação fundamental, desde a Física Quântica à Biologia Molecular, desde a Arqueologia Académica à Arqueologia das eras zodiacais.
48 - Há quem queira fazer do Pêndulo uma espécie de bola de cristal com um biquinho na ponta. E para fins de adivinhação do futuro (que a Deus pertence, como sempre ouvimos dizer). Provavelmente, quando as pessoas estiverem mais fora do espaço e do tempo, irão adivinhar mais coisas, ou seja, vão estar no tempo acima do nível vibratório de consciência em que estão hoje. Adivinhar o futuro, é apenas isso: e os profetas foram profetas porque o seu nível vibratório de consciência estava acima do do comum dos mortais e viam de cima para baixo o que nós, os terrenos, os terráqueos, vimos de baixo para cima. Sempre a subida na vertical nos serve de imagem mais apropriada.
49 - Todas as escolas energéticas, actualmente, no mercado das energias, são atrasos de vida, são obstruções, são ilusões para nos remergulhar outra vez no buraco de ratos de onde queremos sair.
Temos de conhecer os clichés com que MAGA vem adiando a entrada na nova era do aquário. Com que vêm adiando as pessoas de se encontrarem consigo mesmas.
E rejeitar categoricamente que nos venham repetir de que este método de Etienne Guillé não detém a verdade única e que há portanto que continuar dividido entre métodos, saltitando de um para outro,de uma conferência para outra, de um livro para outro, de um autor para outro, etc.
Já não há tempo para mais clichés, seja os de ordem esotérico-espiritual, seja os de ordem ideológico-política, seja os de ordem religiosa, seja os de ordem científico-tecnológica, nem manipulaçãoes, nem parasitismos, nem vampirismos: e todo o mercado de energias está hoje cheio de manipulações, de parasitismos, de vampirismos.
50 - Objectivo do Grupo de Estudo: ajudar as pessoas a fazer mais rapidamente uma leitura mais aprofundada dos livros (difíceis mas não inacessíveis) de Etienne Guillé, onde se contém toda a sabedoria de todos os séculos e de todos os lugares.
51 - Há que não perder tempo com as «velhas tulipas», com os debitadores de clichés esotéricos, do nosso mercado de ilusões. Aos manipuladores de ilusões, aos debitadores de clichés, aos iniciados em 3 dias, aos espiritualistas da matéria e outros atrasos de vida, há que dizer definitivamente não.
52 - Tal como a palavra Espírito, tal como a palavra Alma, tal como a palavra Deus, tal como a palavra Graal, a palavra AMOR é utilizada com bastante leviandade, hoje em dia. Como tudo o que é sagrado, afinal, nesta Idade de Fim de Idade. E há que retomar, de novo, o peso a essa e a outras palavras, ainda tão próximas da vibração original.
53 - A qualidade das questões postas (ser ou não ser uma «boa questão») tem muito e ver com quem as coloca e com a raça (das 2 raças) a que o ser pertence. Se a questão posta é uma questão macacal, é evidente que não vale a pena fazer nenhum esforço para recriar a resposta. Porque a resposta às questões postas, é sempre recriada e nunca de chapa. O mais delicado desta situação é que, por hábito secular adquirido, não só se colocam questões de chapa (clichés de clichés, estereotipos e automatismos espiritualistas), como se exige e rapidamente e expeditamente respostas de chapa.
54 - O método de Etienne Guillé socorre-se de algumas ciências da ciência ordinária, oficial, moderna ou profana. Para quem goste de mergulhar nesse chafurdo, aconselham-se leituras nas áreas perfeitamente tresloucadas das seguintes ciências ordinárias:
- Cibernética
- Análise Global dos Sistemas
- Termodinâmica dos Fluidos
- Física Quântica
- Biologia Quântica
- Bioquímica
- Astronomia
55 - Sirva-nos de fraco consolo, verificarmos que, afinal, há sempre alguém ainda mais doente do que nós. E doente, energeticamente falando, quer dizer, antes de mais nada, fechado. Fechado à organização vibratória do ser humano e sua composição trinitária, fechado ao novo sistema emanado do novo infinito cósmico, fechado às informações vibratórias mais subtis, fechado para o caminho de acesso ao grande inconsciente, fechado para o caminho de acesso ao nosso duplo, ao diálogo com o nosso duplo que no gato, por exemplo, é (quase) constante, sirva-nos de consolo ver que, afinal, por mais fechados que a gente ainda esteja, vemos que há gente ainda mais fechada e encerrada e estagnada sobre a matéria, do que nós.
56 - O cancro é uma doença típica deste auto-encerramento, deste auto- ensimesmamento, deste auto-fechamento, desta estagnação multisecular, deste autismo. Mas nem só o Cancro. Autismo podíamos dizer que é a grande superdoença (da alma) deste nosso tempo: e quando destapamos os receptores electromagnéticos, quando o pêndulo vibra pela primeira vez nas mãos de alguém, todos os sinos da terra deviam repicar e dizer: Aleluia, aleluia. É o fim da estagnação: é a Ressurreição.
57 - Abrir, abrir, abrir é portanto a palavra de ordem número 1 da radiestesia segundo Etienne Guillé: tudo o mais vos será dado, se vos abrirdes ao ambiente, ao mundo vibratório, ao Cosmos, à organização trinitária do ser humano, às energias. E não é só abrindo os chacras que se abre o nosso suporte vibratório.
58 - Não há respostas feitas em Radiestesia, embora alguns que a ensinam, usem e abusem da resposta feita. Por isso, a cada questão posta, há que pôr em marcha todo o programa do « computador pessoal» que somos e tentar, a partir de zero, uma resposta criadora, nova, inovadora.
59 - Com a grelha personalizada, trata-se de fazer o nosso solfejo, o nosso dó, ré, mi, fá sol, lá, si, das energias vibratórias.
Com a grelha das letras - também chamada grelha universal, o grelha da linguagem vibratória de base molecular - trata-se de compor, já, a nossa própria sinfonia, a música que nos pertence de acordo com a nossa programação cósmica e conforme às leis vibratórias (lei da ressonância, lei da emergência) e conforme às leis cósmicas (que ninguém conhece a priori, pois só são conhecidas de cada um que as conhece interiormente).
60 - Esta démarche, que começa tão humildemente com este objecto tão humilde que é o Pêndulo, tem metas ambiciosas. Um desses objectivos é o acesso à porta por onde se pode espreitar o que fica do lado de lá deste mundo das aparências. A essência. A morte e o que há na morte. A eternidade. Os espaços-tempo não lineares. O mundo quântico, onde tudo se articula a tudo, onde todos os interfaces se estabelecem, entre este mundo e o outro. Entre o outro e os outros. Entre todos os contrários opostos.
61 - É esta uma das múltiplas metas (ambiciosas) deste trabalho que, começando pela Radiestesia, a que chamamos 6º sentido, aponta, nada mais nada menos, do que para 12 sentidos no ser humano e 12 ciências sagradas, da Alquimia à Teurgia.
62 - Também é verdade, neste método, a banalização de coisas que se tornaram inacessíveis ou excepcionais. Dou 3 exemplos: a iniciação, a fabricação da pedra filosofal e a procura do santo Graal. São, com o humilde trabalho do Pêndulo, objectivos ao alcance de cada um e a breve trecho.
63 - Aprender a criar uma certa imunidade da alma (imunidade energética), contra as investidas, hoje tão activas, das várias escolas manipulatórias e alienatórias que invadiram o campo das chamadas ciências ocultas ou esotéricas, é também e ainda um objectivo do trabalho com o Pêndulo.
64 - Intercomunicar informação com o Pêndulo, não é nem será jamais criar redes de intertransferência energética. Não devemos contar com este método para levar a água a algum moinho energético que não seja o da nossa própria autonomia, auto-suficiência e independência.
65 - «Ne touchez pas a quelqu'un d'autre» é uma das saudáveis recomendações deste método. De facto, a teledetecção, o telediagnóstico e a teletransferência de energias, derivando todas dessa suprema qualidade do ADN que é a teleacção - permitem exactamente a maior limpeza. Nada de promiscuidades energéticas. O que vemos hoje é um grande deboche energético, sob as mais variadas formas. Simbiose energética, sim. Parasitismos energéticos, hoje tão na moda, não.
66 - Na multiplicidade dos caminhos que hoje são propostos, em nome da iniciação, o pêndulo pode servir de bússola, de estetoscópio, de microscópio e até de telescópio. Pode servir de computador pessoal.
De bússola que guiará cada um de nós na escolha do seu próprio caminho. Que até pode não passar pela Radiestesia. Mas, com a Radiestesia, cada um poderá saber se o seu caminho passa pela radiestesia ou não.
67 - O Pêndulo trabalha para se autodispensar. O Pêndulo, além de inconsciente ambulante e do nosso computador de bolso, é, à la limite, para nós o dispensarmos. Quando nós próprios, nos nossos milhões de células, formos o pêndulo, ou seja, o Oscilador cósmico, ou seja, o ressoador cósmico universal da Grande Música das esferas, o pêndulo terá realizado a sua missão.
68 - Melhor do que comparar o corpo a uma máquina, como faz a fisiologia materialista e a medicina aprova, é compará-lo a um diapasão. Máquina é matéria morta, diapasão é receptor e emissor de vida vibratória.
69 - Não há ilusões nem crenças no trabalho com o Pêndulo. Não há crenças nem promessas. Há certezas, constantemente verificáveis e submetidas à dúvida metódica. A propósito de dúvida metódica, é muitointeressante, energeticamente falando, a revelação que Etienne Guillé faz sobre a face desconhecida de René Descartes, filósofo que o materialismo descabelado recuperou e que, por eles, materialistas, tão caluniado tem sido.
70 - Distinguir o essencial do acessório, o efémero do eterno, é um dos objectivos do Trabalho com o Pêndulo. Mas essa distinção deve começar dentro de nós próprios: aprender a distinguir o que é, para cada um de nós, o acessório e o que é fundamental. É a escolha, a grande escolha, a grande opção. Distinguindo vibratoriamente os sete metais uns dos outros - ou as sete cores do arco-íris - é o próprio corpo, com a sua inteligência própria (chama-se-lhe zona quântica) que irá efectuar as necessárias destrinças, as indispensáveis decantações. A alquimia interior é também isso: distinguir o trigo do joio, a verdade da falsidade. Energeticamente falando, evidentemente.
71 - O tempo que se perde com a Radiestesia, é tempo que se ganha na eternidade, quer dizer, no não-tempo, que é também o não-espaço.
72 - O grau de fiabilidade de um radiestesista demonstra-se pelo «feeling» que revela em relação às «pièges» e às «inversões de sentido» (simulacros) que abundam por toda a parte mas especialmente quando se regressa do Continente perdido e enquanto se atravessa a linha dos recifes.
73 - Cuidado com o jogo dos paradoxos. É preciso ter estofo para os criar e para os viver. E não se ultrapassam os sistemas de forças opostas com piruetas verbais ou mentais. É preciso alquimizar os contrários, de contrário estamos pura e simplesmente na pura ilusão.
74 - O Pêndulo é o nosso telescópio e microscópio, para conseguirmos ver o invisível. O Pêndulo é um prolongamento visível do nosso ser invisível. O Pêndulo é a ponta do infinito e o começo da eternidade.
75 - Pegar no Pêndulo é pegar no nosso próprio destino, na nossa própria vida, esta e - o que parece mais importante - a outra.
Pegar no Pêndulo é despertar não só os nossos cinco sentidos, mas ganhar um sexto - a radiestesia - e abrir a porta aos 6 restantes.
Pegar no Pêndulo é pegar no fio da Meada, abrir a porta do Labirinto, encetar a demanda do Graal, segurar a Bússola para a viagem, consultar em 1ª mão o mapa do nosso percurso interior.
Pegar no Pêndulo é o primeiro gesto para nos ligarmos ao interruptor cósmico. Pegar no Pêndulo é confirmar se a informação dos metais, das cores, dos sons, dos planetas, dos símbolos, das letras, está passando - e fazendo diapasão ou ressonância - através dos nossos 600 biliões de células: e se estiver passando, pegar no pêndulo pode ser a melhor autoterapia que podemos fazer.
76 - O trabalho com o Pêndulo é extremamente crítico em relação às muitas escolas esotéricas que pululam hoje em dia, por tudo quanto é sítio.
Pegar no Pêndulo é, portanto, ter uma base firme para criticar todo os vários discursos de várias procedências.
77 - Segurar no Pêndulo é encetar um caminho de conhecimento, onde ser o que se é, vale mais do que ter seja o que for. O caminho do Pêndulo, portanto, não é para ter mais mas para ser mais. É um conhecimento de auto-conhecimento (autodiagnóstico) e de autoterapia.
78 - O mecanismo vibratório e energético do Cancro é explicado pelo método de Etienne Guillé. Face ao relativo fracasso das profilaxias metabólicas - Macrobiótica e Germanoterapia - a explicação do cancro dada pela Gnose vibratória de Etienne Guillé, induz uma nova esperança.
79 - É necessário trabalhar, intensamente, para poder adquirir a energia de YHWH, única que se pode opor à energia da anti-pedra filosofal, que é a energia do Cancro.
80 - Conseguir entrar na morte um pouco mais esclarecido sobre o que realmente se passa, depois desta vida. Estudar a radiestesia segundo Etienne Guillé para saber se realmente o suicídio é lícito. Estudar Radiestesia para saber se se deve ou não ser cremado. Estudar Radiestesia para saber um pouco melhor sobre como morrer (o mais possível) serenamente: são alguns dos objectivos deste estudo. ■
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