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domingo, 1 de março de 2009

AXIOMÁTICA 2012

1-5 - info-lexico-a-z> se queriam uma área unificada, aqui a têm e não venham chatiar-me

9-6-2008

INFO-LÉXICO A-Z

 TUDO FALA
 TUDO NOS ENVIA SINAIS A DESCODIFICAR
 HÁ UM IDIOMA UNIVERSAL PARA TODOS OS SERES:TENTEMOS COMPREENDER ALGUNS
 E SÓ TEMOS UM INSTRUMENTO PARA ISSO: O SER HUMANO COMO OSCILADOR CÓSMICO(PÊNDULO)

ALGARAVIADA
ALIMENTOS IRRADIADOS
AMPLIFICAÇÃO DAS ONDAS DE LUZ
ARTE SIMBÓLICA
ASTEROIDES
AUDÍVEL/INAUDÍVEL
AVEBURY (LUGAR)
BAIXAS FREQUÊNCIAS
BIG BROTHER
BIOACÚSTICA
BODYMIND
CÂMARAS ESCONDIDAS
CARVALHO
CIBERESPAÇO
CICLOS DE SOM
CICLOS POR SEGUNDO
CINCO SENTIDOS
CLARIVIDÊNCIA
CNEP
CONEXÃO
CONSCIÊNCIA HUMANA
CONTEMPLAÇÃO
CORPORAÇÃO RAN
CÓRTEX CEREBRAL
DESLOCAÇÃO VIBRANTE
DIMENSÕES DO UNIVERSO
DIREITOS CIVIS
DO ANALÓGICO AO DIGITAL
DOZE SENTIDOS
ECOS
ELÉCTRODOS
ELECTRÓNICA ESCONDIDA
ENCRIPTAÇÃO
ENDORFINAS
ENGENHARIA REVERSA
ERA DIGITAL=ERA VIRTUAL=ERA DO VAZIO
ESCUTAS
ESTADO ALTERADO DE CONSCIÊNCIAN
ESTADOS DE MEDITAÇÃO
ESTADOS EXTRAORDINÁRIOS
ESTÍMULO SENSORIAL
EXOBIOLOGIA
FIBRA ÓPTICA
FORMAS DE COMUNICAÇÃO
FOTÕES ACTIVOS
FREQUÊNCIA
GPS
GRAVADOR
GRAVIDADE
GRAVITAÇÃO
GUIAS XAMÃS
HERMÉTICO
IDEIAS
IDIOMA UNIVERSAL
IDIOMAS DEPOIS DE BABEL
IMAGENS ENTRÓPICAS
INDÍCIOS
INFORMAÇÃO DE OUTROS MUNDOS
INFRA-SONS
INFRA-VERMELHOS
INSPIRAÇÃO
INTELIGÊNCIA ANIMAL
INTELIGÊNCIA DA CÉLULA
INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
INTELIGÊNCIA EXTRATERRESTRE
INTELIGÊNCIA HUMANA
INTERCEPÇÃO ELECTRÓNICA DE COMUNICAÇÕES PESSOAIS
INTERFERÊNCIAS
INTUIÇÃO
INVESTIGAÇÃO PESSOAL
LASER
LEITURAS PSÍQUICAS
LENDA?
MAGESTIC 12
MAGNET
MASS MEDIA
MEDITAÇÃO
MEDIUNIDADE
MEGATONELADAS
MEMÓRIA ANCESTRAL
MEMÓRIA CÓSMICA
MEMÓRIA PSI
MENSAGENS
METEOROS
MICROCHIP
MICROCIRCUITOS
MICROPROCESSADOR
MILAGRE
MINERAÇÃO DE DADOS
MONITORIZAR CONVERSAS
MONITORIZAR EMPREGADOS
MÚSICA
NATUREZA DIVINA
NAVESTOCK COMMON (LUGAR)
NEUROTRANSMISSORES
NIVEL SUBMOLECULAR
NOMEN MYSTICUM
O LIVRO AZUL
ONDAS CEREBRAIS
ORÁCULO
PADRÕES DE COMPORTAMENTO SUSPEITOS
PADRÕES GEOMÉTRICOS
PERCEPÇÃO
PERCEPÇÃO EXTRA-SENSORIAL (PES)
PERCEPÇÃO UNITÁRIA
PIRÂMIDES
PIRATARIA ON LINE
PRIVAÇÃO SENSORIAL
PROJECTO COLORADO
PROJECTO OSONA
RADIOASTRÓNOMOS (INFO-LÉXICO)
REDES DE INTERCONEXÕES (LINKS)
RESSONÂNCIA
RESSONÂNCIA DE HELMOLTH
RITUAL
RUÍDO
SEMÂNTICA GERAL
SEMOG
SIGNOS
SÍMBOLOS
SINAL FÍSICO
SINCRONIA/ASSINCRONIA
SINCRONICIDADE
SISTEMA DE PROPULSÃO ELECTROMAGNÉTICA
SISTEMA DE SINAIS
SONAR
SONHAR ACORDADO
SONS RÍTMICOS
SUBCONSCIENTE
SUPERSTIÇÃO?
TAMBOR
TECNOLOGIA ALIENÍGENA
TELEACÇÃO
TELECOMUNICAÇÃO
TELECOMUNICAÇÕES
TELEFONIA
TELEINFORMAÇÃO
TELEMÓVEL
TELEPATIA
TEOHTIUCAN
TOUTATIS
TRANSCOMUNICAÇÃO INSTRUMENTAL
TRIÂNGULO DO MILAGRE
TUGUNGSKA
ULTRA-SONS
URANUS
VIBRAÇÃO HARMÓNICA
VIDEO VOYEURISMO
VÍDEOS
VIDEOVIGILÂNCIA
VIGILÂNCIA ELECTRÓNICA
VISÃO CIENTÍFICA
VISÃO MECANICISTA
VISCO
VISÕES
VIVÊNCIA
VÓRTEX OU ESPIRAL
XAMÃ
XAMÃS
+
SINÓNIMOS DE ENTROPIA:
BECOS SEM SAÍDA
CICLOS VICIOSOS
CRESCIMENTO LOGARÍTMICO
PONTO SEM RETORNO
PUZZLE DO SISTEMA
SISTEMA QUE VIVE DE MATAR ECOSSISTEMAS
+
INFO-VERBOS:
ENCRIPTAR
FISCALIZAR
INDEXAR
INTERCEPTAR
MINERAR
MONITORIZAR
SUSPEITAR
VIGIAR
+
LINGUAGEM:
DAS ÁRVORES
DAS EMOÇÕES
DAS FLORES
DOS ANIMAIS
DOS SONHOS
TUDO FALA A LINGUAGEM VIBRATÓRIA DE BASE MOLECULAR
+
INFO-INFO:
INFOALIEN
INFOCIÊNCIA
INFOESFERA (CIBERESPAÇO)
INFOEXPERIÊNCIA
INFOGNOSE
INFOGOOGLAR
INFOINFORMAÇÃO
INFOINFORMÁTICA
INFOLÉXICO
INFOMANIPULAÇÃO
INFOMARKETING
INFOMEMÓRIA
INFONEWS
INFOSOFIA
INFOTECNOLOGIA
INFOTEOSOFIA
INFOVIDA
INFOVIRTUAL
INFOWEBS
+
1-1-INFO-2-LL> domingo, 13 de Janeiro de 2008

INFORMAÇÃO EM CIÊNCIAS DA VIDA: INFO-LÉXICO BÁSICO

+ 28 BANALIDADES DE BASE

1. ACTIVIDADE ELÉCTRICA DAS CÉLULAS
2. ALFABETO BIOLÓGICO (ALBERTO DUCROQ)
3. AUTO-REGULAÇÃO
4. BIOINFORMAÇÃO
5. BÚSSOLA
6. CORRESPONDÊNCIA
7. CURA INICIÁTICA
8. DENDRITES DA CÉLULA NERVOSA
9. DETECTOR
10. DIAPASÃO
11. HOMOLOGIA
12. INTELIGÊNCIA DA CÉLULA
13. MEMÓRIA DA ÁGUA - FRIEDRICH SAMUEL HAHNEMAN
14. MEMÓRIA DA ÁGUA - MASARU EMOTO
15. METAIS TRANSFORMADORES DE INFORMAÇÃO
16. MORFOGÉNESE CÓSMICA (RUPERT SHELDRAKE)
17. POTENCIAL VIBRATÓRIO
18. PRINCÍPIO DA RESSONÂNCIA VIBRATÓRIA
19. PROFECIA
20. PSICOTECNOLOGIAS (NEOLOGISMO AC)
21. SINAPSES DA CÉLULA NERVOSA?
22. SINCRONICIDADE
23. SINCRONISMO MORFOGÉNICO (NEOLOGISMO AC)
24. TELEACÇÃO OU RESPIRAÇÃO DA CÉLULA
25. TELERECEPTOR
26. TRADIÇÃO INICIÁTICA DOS HIEROFONTES
27. VIA INICIÁTICA
28. VIA MÍSTICA
+

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

CONVERGÊNCIA 2012

1-9 -ecoinfor

ECOINFORMAÇÃO: UM PROJECTO EM 18 PONTOS!

8/6/1997

 EXISTE UMA «ÁREA UNIFICADA» POR IDENTIFICAR?
 ACTIVIDADES EM PORTUGAL DO MUNDO HOLÍSTICO

Factos que justificam um projecto de miniagência informativa
Anexo ao manual técnico de noologia terapêutica
Revista «vida & natureza»: «know-how» holístico em terapias leves, inédito e confidencial]
Este texto foi redigido com vista à agência Infoplus, a quem nunca foi entregue: permanece, portanto, inédito

1 - Resumindo alguns dos pontos principais do relatório que hoje se apresenta[à Infoplus], lembro algumas das oportunidades que se desenham para um serviço informativo que eventualmente se criasse na «área unificada» das «ecoalternativas» de vida para os anos 90:
[- Apoio de Imprensa ao Forum Holístico Internacional, que já realizou dois congressos em Lisboa e continuará, todos os anos, a repetir o acontecimento;
- Apoiar e desenvolver secções de jornal como «Guia do Consumidor», «Grupos em Movimento», «Desabafe Connosco», etc.]
- Apoiar e desenvolver iniciativas como a de um Clube do Livro Holístico, à semelhança daquele que se realiza em França intitulado «Club du Livre pour Mieux Vivre»
-etc

2 - A delimitação de uma «área unificada», com uma designação temática suficientemente expressiva e rigorosa para se generalizar e cair no «ouvido» do grande público, não é tarefa tão académica nem tão gratuita como pode parecer aos desatentos.
Tem, pelo contrário, uma incidência directa de importância comercial: e o estranho é que ainda não tivesse aparecido nenhuma publicação especializada nessa «área unificada», capaz de corresponder ao público potencial que a procura.
Vários ramos. de várias ciências e sectores da vida económica, vêm convergir nessa área que, a criar um interlocutor mediático, correspondente a um sector de público vasto e coerente, dominaria simultaneamente a publicidade relativa às actividades económicas desse campo unificado.

Eis, para já, 5 palavras (sinónimas) para designar a «área unificada» que referi:
-Ecoalternativas de vida
-Ecologia Humana
-Holística
-Qualidade de vida
-Underground

3 - Para exprimir o mundo de actividades, ideias e acontecimentos que, embora emergentes na sociedade actual, não têm ainda, do ponto de vista noticioso, a cobertura correspondente, outras expressões além de «underground» podem ser indicadas, servindo algumas para eventuais títulos de prováveis publicações na área:
- Diálogo Leste-Oeste
- Diálogo Oriente-Ocidente
- Diálogo Holístico
- Holística em Diálogo
- Viver Bem
- Vida Prática
- Conforto e Segurança
- Energias humanas
- O corpo é nosso
- Vença a fadiga

4 - «Mundo holístico» chamei eu, à falta de melhor palavra, àquele campo (unificado) de actividades e acontecimentos que, embora importantes à escala mundial como área de actualidade noticiosa, permanece praticamente omisso dos «media» em Portugal, onde praticamente não se dá cobertura informativa aos acontecimentos que se relacionam e têm como centro o «universo» individual e humano:
- Alternativas práticas de sobrevivência ao apocalipse tecnoindustrial
- Comportamento
- Direitos da personalidade
- Direitos do Peão
- Ecologia humana
- Grupos de luta ambientalista
- Movimentos cívicos e sociais
- Profilaxia da Saúde (em vez do combate médico à doença)
- Segurança do utente e consumidor
- Técnicas apropriadas
etc
[Foram completamente infrutíferas as tentativas que fiz junto de organismos do Estado para criar uma pequena estrutura de redacção que funcionasse como «mini-agência» noticiosa para a «área holística», até agora «underground»: este título, aliás, chegou a ser sugerido para um provável boletim noticioso semanal.]
[O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor e, mais recentemente, o Instituto Nacional do Ambiente (INAMB) foram dois dos organismos contactados: o primeiro respondeu negativamente à proposta que fiz, há cerca de quatro anos, quando iniciei n« A Capital», duas páginas semanais de «Guia do Consumidor»; o segundo nem respondeu, nem sequer achou interessante dar continuidade a uma secção que, durante seis meses, mantive semanalmente a pulso no jornal « A Capital», intitulada «Grupos em Movimento», com notícias de 1ª mão sobre actividades dos grupos ambientalistas e outros.]
[Destas diligências, salvou-se a página n« A Capital», intitulada «Guia do Consumidor», que se publica todas as semanas desde 15 de Março de 1984 e que me tenho visto em apuros para aguentar, já que nenhuma estrutura de redacção consegui para apoiar a sua elaboração.]

5 - Existem, em arquivo, duas centenas de endereços relativos a organismos, revistas, jornais, escolas, grupos, clínicas que, em vários países que funcionam em vários países e que se indicam por ordem alfabética:
Alemanha Federal
Austrália
Canadá
Espanha
Estados Unidos
França
Grã Bretanha
Grécia
Holanda
Índia
Itália
Japão
México
Porto Rico
Sri Lanka
Suiça
O Brasil merece atenção especial, pois só ele regista mais de uma centena de endereços interessantes em todas as actividades ditas holísticas.
[Em 1986, na qualidade de jornalista interessado em questões ecoalternativas, contactei por carta-circular dezenas desses «pontos holísticos» e as respostas choveram, sem que, mais uma vez, tivesse havido hipótese de aproveitar e canalizar todo esse material informativo.

6 -
Material de arquivo, servindo de apoio de retaguarda (e eventual base a um banco de dados futuro...) à projectada mini-agência de informação holística ou ecoalternativa, tem estado várias vezes em risco de perder-se, por não ter alojamento onde armazenar estantes metálicas, ficheiros, recortes, livros, revistas, jornais, fotos, gravuras, mapas, esquemas, que compõem esse material de arquivo...para uma mini-agência noticiosa que ainda não há...
Presentemente, o que resta desse material está de novo em risco de se perder, já que acabou a cedência de uma sala feita pelo PPM (renda de 15 mil escudos mensais) e na qual (sala) o material tem estado arquivado desde Junho de 1987.
Durante esse tempo foi possível realizar uma exposição documental (25 painéis) sobre os «15 anos do movimento ecologista», inaugurada no Forum Picoas, no encerramento do Ano Europeu do Ambiente, com a presença do Secretário de Estado do Ambiente e Recursos Naturais, e à qual - curiosamente - não compareceu um único orgão da chamada Comunicação Social, nos cinco dias que a exposição durou, ou se compareceu não houve praticamente uma única notícia.

6 - A interdisciplinaridade dos problemas ligados à saúde e segurança do cidadão é teoricamente reconhecida mas nunca foi posta em prática. Uma revista ou agência noticiosa na área da saúde e segurança, poderia ser o lugar possível para pôr em prática essa interdisciplinaridade ou essa multiplicidade de disciplinas que convergem na saúde e segurança do consumidor. Podemos evidenciar essa multidisciplinaridade lembrando, por exemplo, o número de rsvistas afins que se publicam, das quais, para já, e antes de uma lista exaustiva, se indicam algumas a título exemplificativo:
-«Prevenção no Trabalho» (boletim da DGHST)
-«Revista Portuguesa de Medicina do Trabalho»
-«Segurança»
-«Fogo e Técnica»
-«Interfarma»
-«Boletim
-«Boletim do Centro de Informação de Medicamentos»
-«Informar» (INDC)
-«Proteste»

7 - Ao inaugurar, em 15 de Março de 1984, a página semanal «Guia do Consumidor», no diário «A Capital», referia-se a necessidade de «criar e arejar novos canais de intercomunicação entre consumidor «stritu sensu» ou o cidadão em geral e os serviços que devem atendê-lo»
Se este objectivo da página nunca foi inteiramente satisfeito por falta de meios postos à disposição do coodenador, o propósito continua vigente e o tempo apenas tem confirmado a sua cada vez maior necessidade.

8 - Na perspectiva da «informação ao consumidor», os efeitos adversos dos medicamentos e outras enfermidades iatrogénicas» constituem um capítulo suficientemente vasto e complexo para merecer tratamento pormenorizado.
É mesmo de estranhar que não tenha sido criado um «banco de dados» numa área onde esses dados são milhares e qualquer deles com interesse para o consumidor, visto que é ele o principal destinatário, o principal objecto da produção medicamentosa e médica em geral.
Se a informação ao consumidor só muito rara, superficial e esporadicamente aborda o campo da iatrogénese, deve-se o facto, por um lado, à retracção das fontes que podem dar essa informação e, por outro, à pressão do poder farmacêutico sobre as instituições em geral e os «mass media» em particular, de modo a minimizar os aspectos negativos dos medicamentos.
A provar a importância informativa deste capítulo - a Iatrogénese- apresentam-se algumas obras de fundo que o analisam sistematica e exaustivanmente:
- «Reacciones adversas de los Medicamentos y enfermedades yatrogénicas»
- «Dictionnaire Critique des Médicaments»
- «Nocividad de los Antibióticos»
- «Les Effets Indésirables des Médicaments»
No campo da reflexão filosófica, cita-se a obra clássica de Ivan Illich, que apareceu em língua portuguesa com o título «Limites para a Medicina» (Editora Sá da Costa)
É de notar que, em área tão polémica  como esta, a «informação ao consumidor» não tem que tomar partido na polémica pois, como toda a informação, é de noticiar factos e apenas factos que se trata.

9 - Como se pode ver pelo anúncio publicado n« A Capital», por ocasião do II Congresso Holístico de Saúde, cerca de 50 firmas participaram na II Feira Nacional de Produtos Naturais ali efectuada.
Este número parece significativo da importância relativa que as «artes holísticas de curar», à margem da medicina, começam a ter, independentemente do fenómeno que está ainda para surgir: a invasão que se prevê de terapeutas holísticos, de países europeus, em 1993, ao abrigo do mercado único.
Até lá é previsível que a tendência desta área de consumos seja para aumentar e, consequentemente, as motivações que vão dar notícia e o público a procurá-las.

10 - O número de médicos participantes no I Festival de Vida Natural realizado no Forum Picoas, em Lisboa, de 13 a 15 de Novembro de 1987, comprova que muitos são já os médicos abertos às alternativas naturais, sem medo de se apresentar em público a defender opções pouco ortodoxas para a Ordem dos Médicos.
A entidade que promoveu este festival, Associação Portuguesa de Alimentação Racional e Dietética, é por sua vez significativa da importância industrial e comercial que este sector assume na chamada vida económica do País.


11 - Embora latente e dispersa em algumas publicações, a íntima e profunda conexão entre «saúde» e «segurança» dos cidadãos, apesar de tão óbvia não foi ainda consciencializada como vector fundamental de qualquer política de saúde, já que se considera utopia a sociedade alternativa que vem a desenhar-se na mente dos profetas e ecologistas, onde essa relação será de perfeita e completa identidade. Uma coisa é a outra.
Este é, no entanto, o momento de evidenciar evidências, de mostrar o óbvio, quando há poderes e entidades interessados, como dizem os brasileiros, em tapar o sol com uma peneira.
Para evidenciar o óbvio, ou para mostrar as evidências, nada melhor do que um projecto editorial estruturado nessa linha de realismo e bom senso que exemplifique, na prática, o que em teoria muitos se recusam olhar e ver.

Uma a uma, as publicações entram em falência, ainda que potencialmente se julgue haver (e há realmente) um mercado para essas ideias e essa movimentação de ideias.
Porque falham, então?
A meu ver,  por falta de senso das evidências e de bom senso, ou seja, realismo.
A meu ver a falta de profissionalismo ( o amadorismo no pior sentido do termo), a falta de realismo , pode explicar esse  fracasso: isto, se não quisermos ir para aquele tipo de explicação que, explicando tudo, nada explica afinal e que é a crise e o facto de estarmos em Portugal.


É tempo de os fazedores de revistas ecologistas se submeterem ao mínimo de regras de jogo que uma publicação impressa hoje exige e a experiência ensina.
A ecologia aos ecologistas e os jornais aos jornalistas. É tempo de dar o seu a seu dono.



12 - Quem desce as escadas de acesso ao restaurante da Cooperativa Espiral, na Praça da Ilha do Faial, 14-A, em Lisboa, verifica que a parede se encontra totalmente forrada de notícias sobre cursos de ioga, congressos de agricultura biológica e de medicinas naturais, colóquios sobre budismo e astrologia, cursos de acupunctura para médicos, consultórios de homeopatia, tratamentos por Oligoterapia, etc.
Este autêntico «jornal de parede» revela que uma relativamente importante área de actividades «underground» têm que recorrer à comunicação parietal , na falta de um órgão intercomunicador que veicule esse noticiário.
A secção de Livraria, no referido restaurante Espiral, apresenta um naipe de temas que é certamente único - pela coerência das matérias integradas - no mercado livreiro português.
Isto a que chamamos «área unificada» ainda por definir não será já um sector amplo de público que consome temas e títulos como os que aí se apresentam, mas que essa livraria exista com as características que tem é, pelo menos, revelador de um interesse em expansão por assuntos ainda mal pressentidos pela maioria.
Esta livraria movimenta todos os dias importantes somas, o seu stock renova-se constantemente e a tendência é, sem dúvida, para a expansão e o crescimento de um público a que, à falta de melhor, chamaríamos também «underground».
[Vale a pena, por isso, lembrar as áreas temáticas em que esta livraria se encontra classificada e que confluem na inevitável designação de «holística».]

13 - A realização, em Brasília, do I Congresso Holístico Internacional, de 26 a 29 de Março de 1987, encorajou mais um projecto que chegou a ser delineado com o título «Actualidade Holística - Notícias do Mundo Ecologista/ Ano Europeu do Ambiente».
Uma fotocópia do «fac-simile» que se projectou como primeiro número dessa «actualidade holística» resta como a única realidade de mais um projecto que ficou perdido.

14 - Divulgada através do jornal «Ecologia em Diálogo», na Primavera de 1982, a Agência de Informação Ecológica anunciava os seus objectivos «a médio e longo prazo» em 10 pontos, revelando que desejava manter as melhores relações com jornais, serviços, projectos, organismos, grupos e associações que prosseguem idênticos objectivos de independência e alternativa aos monopólios culturais e informativos vigentes.»
Esta Agência de Informação Ecológica (AIE) era ainda apontada como pivô de um projecto mais vasto e ambicioso, a Rede Alternativa de Intercâmbio Informativo, sobre a qual, na altura, foram igualmente divulgados, em pormenor, os parâmetros de composição e funcionamento.
Um folheto de papel amarelo com centena e meia de exemplares de tiragem foi igualmente divulgado, em Março de 1982, sobre a referida Agência de Informação Ecológica, que se dizia em «fase experimental» e se definia também como «serviço noticioso da actualidade ecologista para órgãos de informação que o solicitem.»
A rubrica «Grupos em Movimento», retomada, anos mais tarde, em 1986, no jornal «A Capital», aparecia pela primeira vez em prática no próprio jornal «Ecologia em Diálogo», que se fazia assim o primeiro cliente e utilizador da referida Agência de Informação Ecológica.
Sublinhava-se, na altura, que as notícias de «Grupos em Movimento», fornecidas pela AIE, eram em «primeira mão», como seria de esperar de uma agência ainda que mini e de carácter artesanal...

15 - A companhia de seguros «Europeia», depois de apoiar, em meados de 1985, a realização em Lisboa do Congresso de Medicinas Naturais, mostrou-se interessada em apoiar outras iniciativas que dessem background às modalidades de apólices que, na área da saúde, aquela companhia tinha interesse em promover.
Face a esta abertura, foi planeada uma «revista mensal de actualidades terapêuticas», com o patrocínio da «Europeia», uma revista que - conforme se dizia no projecto -«embora modesta restitua às terapêuticas paralelas a imagem de dignidade e rigor científico que recentes acontecimentos abalaram.»
Aludia-se, no projecto, a um «tema forte que, em cada número da revista, estaria relacionado com um aspecto do já hoje vasto mercado da Naturoterapia.»
Sugeria ainda o projecto a elaboração simultânea de um «boletim noticioso» quinzenal para a Imprensa, em papel timbrado da Europeia e com o subtítulo «noticiário patrocinado pela Europeia».
Sugeria-se também a hipótese de uma «página semanal num jornal diário, página que aproveitaria o noticiário do referido boletim».
Note-se que, na altura, o semanário «Tempo» começou a publicar um suplemento, em princípio mensal, de terapêuticas alternativas, explorando fundamentalmente a publicidade do ramo.
Publicavam-se em Portugal, na altura, 4 revistas ditas «naturistas» (designação infeliz mas generalizada) más ou muito más e com pouco público, vendendo-se também uma brasileira - «Saúde» - formato selecções.
É esta praticamente a única que continua a aparecer nos escaparates, ficando demonstrado, mais uma vez, que há público mas que só uma revista brasileira consegue servir esse público...

16 - «Guia de Vida Alternativa» é o título do livro publicado no Rio de Janeiro, em 1987, em 1ª edição, reconhecendo, com um título aliás feliz, a existência da «área unificada» de que se tem vindo a falar neste relatório.
Subintitulado «uma síntese dos métodos alternativos usados no Brasil mostrando as práticas e seus devidos endereços», o livro corresponde às necessidades de um público consumidor sui-generis e confirma um mercado também sui-generis.
Na Primavera de 1985, fora publicado um livro de 450 páginas, um «guia alternativo para auto-suficiência e consciência planetária», denominado «Almanaque pés descalços», designação evocativa dos médicos tradicionais chineses, e igualmente reveladora de uma área, de um público e de uma gama de necessidades informativas.
Em 1983, um grupo do Porto propunha-se organizar o «Portu-Guia», o livro do Portugal alternativo», projecto que não teve concretização editorial.
Em França, é conhecido o «Annuaire Vert», definido na respectiva publicidade que é feita em revistas francesas como «fonte preciosa de indicações para o particular, que encontrará ali endereços de: restaurantes, pensões vegetarianas, pousadas rurais, lojas especializadas em França, Suiça, Bélgica, Luxemburgo, agricultura biológica, ervanárias, medicinas doces (estágios, seminários, cursos), desporto e saúde.»
Diz ainda a publicidade que o «Anuário é útil para «produtores, fabricantes, distribuidores, grossistas, importadores, retalhistas, ervanários, farmacêuticos, etc.
[Quando propus a uma conhecida editora portuguesa a realização de um «anuário» idêntico para Portugal, com base em material que tenho vindo coleccionando, com esse objectivo, respondeu-me a editora: «gostaríamos que nos fossem facultados mais elementos que nos permitam analisá-la».]

AGÊNCIA NOTICIOSA ECOALTERNATIVA: FONTES NOTICIOSAS POR EXPLORAR

16 - Conforme se pode ver no boletim da Direcção Geral de Higiene e Segurança no Trabalho, publicação mensal de distribuição gratuita mas de circulação em meios muito restritos, são numerosas as actividades « de interesse humano» que se desenrolam em áreas como:
- Cancro ocupacional
- Epidemiologia dos riscos em meio profissional
- Higiene industrial
- Resíduos perigosos
- Toxicologia
- Vibrações nos postos de trabalho
- etc.
Mais nenhuma publicação em Portugal dá nota detalhada ou sequer genérica dos acontecimentos e manifestações que, apesar de tudo e apesar de a medicina não ter interesse nenhum nisso, nem sequer na sua «medicina do trabalho», se verificam na área designada de «higiene e segurança do trabalho».
A Segurança em outras áreas da vida quotidiana é igualmente matéria omissa das habituais fontes noticiosas, o que leva a pensar numa área «inexplorada» (para não dizer tabu ou proibida) como matéria de actualidade, área que integre a mais vasta designação de Saúde Pública e Ecologia Humana.
A provar que á área de «segurança» (individual e social) não está inactiva, estão por exemplo as 10 páginas que a rubrica «seguros» ocupa na Lista Telefónica Nacional (Páginas Amarelas) 88/89, com centenas de nomes de companhias seguradoras...
Companhias a quem o tema da segurança, haja ou não catástrofe no Chiado, importa sempre agitar, nem que seja com falsos alarmes...

17 - Outras fontes informativas internacionais em plena actividade se podem assinalar na sequência do que se disse para o CIDOC.
A Fundação internacional para Alternativas ao Desenvolvimento, por exemplo, com sede em Nyon (Suíça) publica, de dois em dois meses, o boletim «IFDA dossiê» que, além de «Notícias do Terceiro Mundo», informa ainda sobre «espaço regional» e «espaço global» nas matérias de que se ocupa.
[Se se quisesse impressionar pela quantidade como argumento de peso para convencer a [Infoplus] a especializar a área do «ecodesenvolvimento» e das «ecoalternativas» (a que também já se chamou «arquipélago convivial») bastaria mostrar a lista de endereços que, por ordem alfabética do nome das organizações, o dossier da Fundação Internacional para Alternativas ao Desenvolvimento (IFDA) apresenta nos seus últimos números de 1988.]


18 - Fonte internacional de notícias sobre ecologia política e social, é o boletim «Univerte» publicado regularmente pela rede europeia de ecologistas designada «ecoropa».
Com sede em Genebra e actualmente organizado por Andréa Finger, Matthias Finger e Nanik de Rougemont, o boletim «Univerte» fornece informações de interesse público sobre as actividades que, em diversos países da Europa, exercem os elementos seus delegados.

CONVERGÊNCIA 2012

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 projectos: ATELIER YIN-YANG/ CENTRO HOLÍSTICO DE DIAGNÓSTICO

[6-1-1998?]
I
Entre os trabalhos de investigação a realizar no âmbito do Atelier Yin-Yang, incluído no Centro Holístico de Diagnóstico, inclui-se o apuramento das técnicas de diagnóstico natural e despistagem de factores ambientais. O esforço de auto-cura tem uma componente importante na definição que cada um pode e deve fazer do seu próprio perfil psico-somático. Além da Fisiognomia oriental, também o contributo do Astrodiagnóstico e da Iridologia holística tem, nos últimos tempos, aperfeiçoado as técnicas de análise caracterial e tipológica. A este aperfeiçoamento não é alheia a vaga do Bio-ritmo que, entre o divertido e o sério, trouxe mais uma componente ao perfil total do doente. Embora ainda não tenha chegado a Portugal, notícias recentes indicam que há ali já em desenvolvimento uma nova vaga de testes realizados pelo paciente, desde o aparelho para medir o pulso ao teste da diabetes e para confirmação da gravidez. A editora Abril Cultural lançou no mercado uma nova série de fascículos intitulada «super-teste» e totalmente dedicada a explorareste crescente interesse do público pelo Auto-Diagnóstico. Ainda pouco divulgado mas já desenvolvido por autores modernos como Michio Kushi é o Eco-diagnóstico ou despistagem de factores ambientais na génese da Doença, através de um questionário ao paciente. As «astrólogas» de outrora parecem estar a ser substituídas, a pouco e pouco, por técnicas mais científicas e ao mesmo tempo mais acessíveis a toda a gente. A democratização dos processos de diagnóstico é, com certeza, um sinal positivo. Assenta, pelo menos, num princípio correcto: o Autoconhecimento e o Autocontrole de cada um por si próprio
II
Oligoterapia é, em princípio, uma técnica terapêutica acessível ao consulente e que permite autonomia do consumidor na via da Auto-cura. Mas ela só resultará com o diagnóstico adequado correspondente. O Diagnóstico é, de facto, o calcanhar de Aquiles das terapêuticas metabólicas, globais ou holísticas.
A Homeopatia é, por exemplo, uma técnica terapêutica entusiasmante e eficaz desde que todo o sindroma (e não só os sintomas) seja posto na mesa de pesquisa. Para descobrir o produto homeopático adequado, é indispensável coligir uma lista quase sem fim de sintomas, entendendo-se por sintomas, também, os sinais que normalmente desprezamos, nomeadamente psíquicos ou emocionais.
O cansaço, por exemplo, surge associado a outros estados físicos ou psíquicos. Para o diagnóstico holístico trata-se de fazer um multidiagnóstico de muitas variáveis interconexas: e fala-se de sindroma muito mais do que de sintomas. As habituais categorias da psicopatologia são ainda vagas para a terapêutica Homeopática. É importante, por exemplo, saber se o coansaço é mais físico ou mental, a que horas ocorre, se está ou não ligado com a hora da digestão, se há também insónia ou sonolência excessiva. A pessoa fala pouco ou muito? Tem crises de agressividade ou não? Tem ou não medo da vida, do tempo, dos outros, da morte, etc?
Se falamos em terapêuticas de base - ou de fundo - e a longo prazo, quer metabólicas (como a Oligoterapia) quer energéticas (como a Homeopatia), é fundamental eleger o centro endócrino a tratar primeiro sabendo qual o que está a condicionar (por hiper ou hipofunção) a função ou funcionamento dos outros centros glandulares todos interligados, que irão por sua vez determinar as restantes funções. Um ponto que o consulente deve saber: há já bons produtos no mercado mas não são os mais publicitados nem os que aparecem mais à vista nos escaparates. Eles são, normalmente, segredo das clínicas que, com esses produtos de alta qualidade, jogam a sua influência junto da clientela com a sua exclusividade. De facto, muitos produtos à venda pouco mais são do que panaceias ou placebos.
*
1
O QUE SE APRENDE COM A LEI DOS 5 ELEMENTOS: OS ÓRGÃOS FALAM ATRAVÉS DOS SENTIMENTOS (E VICE-VERSA)

Alguém que se encolerize com facilidade é, para o diagnóstico da medicina ocidental, alguém «com mau feitio».
Alguém que se encontra normalmente deprimido e sem gosto pela vida é, para o diagnóstico da medicina ocidental, um pessimista, um tipo sem ideal, um falhado, etc.
Alguém que se embriaga habitualmente ou que habitualmente se injecta de heroína é, para o diagnóstico da medicina ocidental, um ser abjecto, um vicioso, um tipo sem escrúpulos, um imoral.
E asssim sucessivamente.
O que devia ser uma verificação científica objectiva, de relação entre causa e efeito, transforma-se num assunto de moralidade privada para a científica medicina .
Para a medicina oriental, de facto, nomeadamente para a medicina tradicional chinesa, um indivóduo que se encoleriza, um indivíduo deprimido, um indivíduo que se embebeda de álccol ou se injecta de heroína são apenas várias formas de reacção ao comportamento (nomeadamente alimentar) que o ser humano tem para com os seus órgãos e vísceras. Todos esses sinais ou indicadores ditos «psíquicos», de perturbação ou desequilíbrio, correspondem a uma fisiologia determinada, a um órgão ou vários órgãos físicos perturbados.
Grande máxima é, portanto, aquela que diz: «Nós Somos o que Comemos».
Chama-se a isto, numa linguagem dualista, o carácter psico-somático da doença. Mas só fala de «psico-somático» o sistema médico que separou primeiro o psíquico do somático, o que nunca foi o caso do sistema tradicional chinês, baseado no princípio único taoísta do yin-yang. Bastante diferente, diga-se de passagem, do beatismo místico-metafísico e moralista em vigor na beata medicina ocidental.
Que só diz asneiras, graças a Deus.
2
[Artes operativas e ciência inoperante]
Segundo os textos que falam da medicina tradicional chinesa, a «arte de ver» faz parte das técnicas de diagnóstico e, tal como a arte dos pulsos, afina-se com uma longa prática e experiência. O Atelier Yin-Yang de Artes Operativas Orientais (incluído no Centro de Diagnóstico Holístico) pretende ser o lugar aberto ao estudo dessas artes que se foram perdendo e que teremos de retomar em grande parte em regime de auto-aprendizagem. Se o não conseguirmos já, porque há poucos que queiram apaixonada e verdadeiramente estudar as artes operativas orientais, aguardemos o tempo em que essas artes se tornem imperativas e absolutamente necessárias, declarada que for a total falência de uma ciência criminosa e perfeitamente inoperante ainda por cima.
Quando não se domina o diagnóstico pela técnica dos pulsos, pode lançar-se mão da Aurícula para localizar nela o orgão ou órgãos que se encontram com problemas. Basta pesquisar a área da aurícula até encontrar o ponto ou pontos dolorosos, que se tornam sensíveis a qualquer busca-pontos eléctrico. Num mapa da aurícula poderá verificar a que órgãos correspondem os pontos que deram o alarme. O mesmo se diga para as outras zonas reflexas: palma da mão, sola do pé, coluna vertebral, etc. Se tiver localizado os pontos com um busca-pontos eléctrico, poderá massajar com o próprio estilete ou, caso se sinta preparado para isso, inserir uma agulha no ponto. Trata-se de uma técnica simples, sem dúvida, mas que requer alguns cuidados.
3
Autores inclinados à interpretação esotérica das cores, pretendem ver um significativo paralelelismo entre os «sete raios principais em que a luz solar se decompõe» e os «sete chacras» ou centros de bionergia do corpo humano: de baixo para cima, as cores correspondentes aos chacras seriam vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, índigo (anil) e violeta.
Manuscritos chineses, egípcios e hindús mostram que estes povos possuíam um sistema completo de cromologia, fundado na lei da correspondência entre a natureza setenária do homem e a divisão setenária do espectro solar. Gregos e egípcios usavam as cores associadas à música para regenerar o corpo.
4
DIAGNÓSTICO ECOLÓGICO: DESPISTAGEM DOS FACTORES AMBIENTAIS NE GÉNESE DA DOENÇA
-Uma ideia de 1976 ainda viva
A despistagem dos factores ambientais na génese da doença, apesar de evidente, nunca é levada em consideração, mesmo em diagnósticos realizados por médicos e medicinas naturais, como se o doente habitasse no vácuo... A causa ecológica de certas patologias (a que os textos da medicina oficial já chamam «doenças da civilização» - ou seja, doenças causadas por aquilo a que chamam civilização) raramente ou nunca é considerada.
Postulando esta grave omissão nos meios médicos e naturoterapêuticos, tentámos uma primeira abordagem do problema, realizando em Setembro de 1976, um inquérito que tinha como objectivo servir apenas de ponto de partida - ou grelha - a melhores e futuras realizações do mesmo género. Apesar de incompleto e não exaustivo, teve uma certa difusão e utilidade entre doentes que me procuravam e dos quais eu procurava indagar a «história clínica».
Tempos depois, tive a satisfação de ouvir Mestre Michio Kushi falar, num dos seus seminários, em diagnóstico ecológico ou do Ambiente. Concluí que afinal a minha ideia não era assim tão estúpida nem tão gratuita ...[Editado na altura em papel cor-de-rosa, dezenas de exemplares ainda circularam e são testemunha de que não estou inventando.]
Trata-se agora de retomar a ideia, já que mais ninguém lhe pegou, ampliar o número de perguntas e difundi-lo entre os que praticam medicina causal para que este primeiro esboço ou contributo a um diagnóstico ecológico desempenha o melhor possível a função a que se destina: tratar primeiro o terreno orgânico e, com isso, começar a combater os sintomas, mas a fundo.
No introito a esse inquérito nº 1, escrevia-se o seguinte:
«A quem responder: este inquérito destina-se a definir, com o maior rigor possível, o ambiente geral em que o doente se encontra inserido. Para seu próprio interesse, responda com franqueza e com clareza. Não omita pormenores, mesmo que lhe pareçam sem importância. Se não puder responder a algumas perguntas, também não se preocupe. Passe adiante. Em papel à parte, numere a resposta com o nome da respectiva pergunta.»

[ Despistagem ambiental da doenças do trabalho:
um tabu à esquerda e à direita]
Que a medicina corrente, ao diagnosticar a doença de um trabalhador, não proceda sistematicamente a um inquérito sobre o seu ambiente de trabalho e seus factores patogénicos, é mais um absurdo que se torna ainda mais absurdo quanto menos absurdo se torna. Um absurdo que entra na rotina e já não escandaliza ninguém, é o cúmulo do absurdo. Só em casos muito esporádicos alguns dos factores patogénicos que cercamm o trabalhador são considerados pelo diagnóstico médico. Por incrível que pareça é assim. Entre médico e trabalhador existirá então o «técnico de segurança» e prevenção, encarregado de executar esta política de avestruz que é a da Medicina do trabalho face à evidência. Até quando?
Mais do que em relação a qualquer otro tipo de doenças ou de diagnóstico, um tabu envolve tudo o que se refere ao ambiente de trabalho e suas características patogénicas. Compreende-se: se é a ideologia do patrão ou da classe dominante, não terão os seus ideólogos interesse algum em divulgar as condições infra-humanas em que muitos postos de trabalho são colocados.
Se é a ideologia do trabalhador, também não consideram os seus ideólogos «oportuno» levantar esse tipo de problemas, não só porque o «trabalho é sagrado» mas porque há reivindicações de maior prioridade e porque, afinal, a doença no ambiente de trabalho vai levantar questões de fundo que se prendem com a alienação do trabalhador, condição que mesmo os marxistas-leninistas não têm nenhum interesse em denunciar. E percebe-se também porquê. O tabu das doenças do trabalho é portanto absoluto, à esquerda e à direita. E a ideologia «trabalhista» - quer de esquerda, quer de direita - que alimenta esse tabu, conduz a uma sistemática minimização dos problemas ambientais doo trabalho. Quer as comissões de trabalhadores, quer as companhias de seguros, quer a Medicina do Trabalho, quer os gabinetes de segurança e prevenção, existem precisamente para conter o escândalo, para impedir a denúncia e para readaptar o trabalhador a condições insuportáveis, incómodas, anti-higiénicas, tóxicas, corrosivas, insalubres e alienatórias ou aviltatórias, e não para denunciar radicalmente essas condições.
A denúncia do ambiente de trabalho é, portanto, uma das que radicalmente distinguem um «ecologismo» ou ecopolítica de todas as ideologias políticas vigentes. No entanto, à parte a ideologia inerente ao discurso sobre tóxicos e corrosivos no meio de trabalho, é ainda lá que podemos colher informações sobre algo do que se passa. Porque eles sabem-no, para o omitir. É preciso sabê-lo, para o denunciar.
DOENÇAS DOS MEDICAMENTOS (IATROGÉNESE): OUTRO TABU
A INTOXICAÇÃO MEDICAMENTOSA É TAMBÉM PSÍQUICA
[Enquanto o Gabinete de Atendimento (um dos dispositivos do projectado Centro Holístico de Diagnóstico) não dá por terminado o trabalho a que meeu ombros - uma listagem, por ordem alfabética, dos medicamentos e seus efeitos secundários - será o próprio doente, interessado em se defender contra as agressões e tentações do consumo, quem deverá estar o mais atento possível a este importante factor no desencadear da doença. Esperamos poder ter em breve organizada em ficheiro a lista de Medicamentos mais correntes e seus efeitos no organismo. Indispensável, neste momento do percurso, é que o nosso candidato ultrapasse mais esta etapa da iniciação à cura: para isso] é indispensável compreender que os efeitos negativos dos medicamentos são um facto reconhecido pela própria medicina e que a poluição medicamentosa, quase sempre omissa das listas de poluição, tem hoje um peso relevante nas poluições qaue afectam não só o orgânico-somático mas principalmente o psíquico. A preponderância dos metais pesados que integram a composiçao de muitos medicamentos opera uma «limpesa» na vontade, na inteligência, na emoção e no poder de escolha do consumidor, sem que ele se aperceba pois tudo se paassa ao nível vibratório mais subtil (o mesmo nível em que actua, por exemplo, o ruído e os cheiros tóxicos). Quando se fala em intoxicação é também e principalmente desta intoxicação do corpo vibratório (chamado psíquico) que falamos, condicionada através de carências em Oligoelementos que, como se sabe, regulam a parte mais subtil ou invisível do nosso corpo, aquilo a que podemos chamar o «eixo endócrino». Que por sua vez comanda o sistema nervoso. [Quem continuar convencido de que o medicamento é soberano e sem alternativas, que o medicamento não tem efeitos adversos ou não há outro remédio senão «comprar» a saúde a troco desses efeitos adversos, que pode combinar com o uso e abuso de produtos farmacêuticos a sua própria emancipação, o melhor será não perder tempo connosco e não nos fazer perder tempo consigo. ]

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 projectos
 centro holístico de diagnóstico

NOMES À ESCOLHA PARA DESIGNAR O PROJECTO:
- Centro de Investigação Holística
- Centro Holístico de Diagnóstico
- Centro de Diagnóstico Holístico
- Clube do Pêndulo
- Atelier Yin-Yang de Artes Operativas Orientais
- Atelier Yin-Yang - Ponto de encontro entre terapeutas e Professores de saúde
- Atelier Yi-Yang - Centro de Iniciação
- Clube Yin-Yang de Moxa e Terapias Orientais
- Medicina Holística - Intercomunicador de informação
- Acção Holística e ecologista - Atelier de ideias, redacção e serviços gráficos
- Técnicas e Práticas de Diagnóstico Profiláctico
- Biblioteca de Convergência Holística
- Mini-agência noticiosa de ajuda ao consumidor
- Telefone-gravador de Primeiros Socorros em Terapêuticas Naturias
- Atendimento - Consultório de primeiros socorros
- NOTÍCIAS DO PÊNDULO - Publicação periódica que dê voz ao Movimento Holístico Internacional
- 20 Mil Dados em computador para resposta aos apelos de 1º socorros
- Gabinete jurídico na área holística de saúde e segurança
- Actividade editorial sobre etapas de auto-cura
- PLIAC - Plano Local de Informação e Ajuda ao Consumidor
- PRIAC - Plano Regional de " "
- PNIAC - Plano Nacional de " "
- PMIAC - Plano Mundial de " "

PLANOS QUE ANTECEDERAM o forum holístico internacional:
- Projecto Holístico de Saúde
- Associação Holística de Saúde
- Movimento Holístico Português
- Centro Holístico de Lisboa

CENTRO HOLÍSTICO DE DIAGNÓSTICO:
Princípios basilares:
- Somos uma imensa central de energia - Porque não (re)tomamos conta de nós próprios - Acupunctura: arte, técnica e ciência iniciática - [ ver ensaio polémico AC de 7 páginas A4]
- Holística é a ciência da saúde, Medicina é a ciência da Doença: aos médicos, pois, a Medicina e a Holística a todos os cidadãos-consumidores
- Pela Unidade na Diversidade

CENTRO HOLÍSTICO DE DIAGNÓSTICO - OBJECTIVOS (VER 20 PGS A4):
- Testar com antecipação as tendências do organismo
- Prevenir em vez de remediar
- Fazer um «seguro de saúde» conhecendo o perfil psicosomático ou biopsíquico (perfil holístico)
- Através da data, hora e local do nascimento, estabelecer a Carta do Céu como enquadramento-base de uma personalidade
- Entre o Micro e o Macrocosmos, definir cada um, através do perfil holístico, como ser humano mas também como ente cósmico com uma origem e um destino que o transcendem

CENTRO HOLÍSTICO DE DIAGNÓSTICO - DISPOSITIVOS IMAGINADOS PARA O CURSO DE ECOLOGIA HUMANA DADO NO WONDEMBERG:
- Correspondência com estrangeiro
- Correspondência com Portugal - Ficheiros de endereços - Contactos telefónicos - Anuário Holístico
- Revista Holística - Boletim informativo para a Imprensa - Trabalho com duplicador - Contactos com tipografia - Revisão tipográfica de provas
- Biblioteca de ecologia e Saúde -> Serviço de Empréstimos-> Serviço de Fotocópias
- Organização de Seminários -> Personalidades a convidar
- Recortes de Imprensa -> Exposição 15 anos do movimento holístico
- Formulário -> Fichas monográficas e analíticas -> Dicionário de Alimentos -> Dicionário de Venenos e Tóxicos
- Fundo de maneio para actividades da turma -> Mini livraria de livros usados -> Listas de livros à venda

PERFIL HOLÍSTICO - CONCEITOS BÁSICOS:
- Perfil diatésico - Constituição - Comportamento - «Caractère» - Perfil psicosomático - Perfil holí stico - Biotipo - Soluções catalíticas - Anergia ->Anérgico

PERFIL HOLÍSTICO - FICHAS DE DIAGNÓSTICO:
- Vários tipos de fichas de diagnóstico. Depois de analisar esses tipos de fichas, o CHD irá elaborar a ficha própria
- Quando se fala, no Centro Holístico de Diagnóstico, em «Diagnóstico individualizado ou personalizado» - entende-se tanto na personalização do diagnosticado (doente ou paciente) mas também na forma pessoal e particular como cada analista ou terapeuta executa esse diagnóstico

TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO:
- Grafologia ou análise caracterial da escrita pessoal
- HLB - Heitan - Legard - Bedford
- Diagnóstico pelos cabelos
DESPISTAGEM AMBIENTAL - 5 PERGUNTAS FUNDAMENTAIS:
- Acredita que se pode curar mudando a alimentação?
- Está disposto a mudar de hábitos alimentares?
- está disposto a banir, pelo menos provisoriamente, alguns dos seus hábitos alimentares?
- Entre curar-se ou salvar-se e continuar comendo o que comia - que prefere?
- Acha a Macrobiótica um regime alimentar mais caro do que o regime comum
DESPISTAGEM AMBIENTAL - MAIS PERGUNTAS PARA GRELHA DE INQUÉRITO:
- Diga se utiliza em sua casa alguns destes produtos insecticidas: Ezalo, Vape, Stermínio, Mafu, Strip 40 (Bayer), Super barra Shelltox, Naftalina (Belmarca), Paradiclorobenzeno (garra)
- Diga se utiliza alguns destes produtos desodorizantes domésticos do Ambiente, como (...)
- Diga se come habitualmente sem lavar bem, alguns frutos com grande carga de pesticidas: Morango, Uvas, Tomates. (...)
- Sempre que se lembre, é necessário indicar o nome dos medicamentos que tenha estado a tomar nos últimos tempos ou mesmo os que tenha tomado, por períodos largos, há muito mais tempo
- Dos produtos alimentares largamente publicitados na RTP, indique os que consome muito, pouco ou nenhumas vezes: Iglô, Pepsi, Coca-Cola, Gelados OLÁ, Yougurte Longa Vida, feijões Frami, Nucrema, etc.
NORMAS DE BASE PARA O CONSULENTE:
- Não é obrigado a responder a todos os questionários propostos: mas quanto maior número de resposta forem dadas, mais completo ficará o seu Perfil Holístico (Psicosomático) e maior eficácia terá a terapêutica prescrita
- Os questionários que se apresentam ao consulente são de carácter geral sobre a situação psicosomática do indivíduo: não é um exame médico nem subsitui as análises clínicas, que informam sobre aspectos de pormenor e sintomas sectoriais
- Com o seu perfil holistico sempre actualizado, é possível ao consulente tomar medidas preventivas quanto à sua saúde: é um «seguro natural de saúde» o que o Centro Holístico de Diagnóstico lhe propõe
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 ecologia humana
 linhas de investigação
 novas tecnologias humanas
 [o que eles estão agora «descobrindo»...]

- O célebre fisiologista Alfred Adler pretendia que se pode avaliar o carácter dos seres humanos segundo a sua posição favorita durante o sono. Os pessimistas, dizia, dormem dobrados, os ambiciosos sobre o dorso, os obstinados sobre o ventre, os receosos tapam a cabeça com o lençol.
- Scanning electron microprobe quantometer (SEMQ) produzido pela Aoolied Research Laboratories (Grã Bretanha) - Método para determinação quantitativa e a localização de oligoelementos ao nível celular. Sistema composto pelo microanalisador de raios X e pelo microscópio electrónico de varrimento ( scanning EM). Elaborado pela equipa pluridisciplinar chefiada pelo prof. Dr. Julian Aleksandrowicz, da Academia de Medicina, da Universidade de Cracóvia (Polónia).
[ Ainda existe esta equipa e este professor?]
- Análise Bio-iónica da Urina e da Saliva para determinar as deficiências nutricioanis do seu corpo - Av Fernandez Juncos, 1752, Santurce
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Modelos de questionário para Ficha do Doente
- Operações e hospitalizações
- Em que data surgiu o sintoma de que se queixa?
- Diagnóstico médico
- Come habitualmente em restaurantes? Sabe se cozinha com Micrrondas? Tem microondas em casa?
- Usa Margarina na alimentação? E açúcar: quantas vezes consome por dia?
- Quais os alimentos de que mais gosta?
- Quais as bebidas habituais?
- Da lista seguinte, diga os alimentos que come mais frequentemente: carne, leite, açúcar, manteiga, ovos, queijo, conservas (enlatados), tomate, batata, beringela, frutas tropicais (banana, abacate, papaia, ananás, cacau, laranja, etc.), chocolate, refrigerentes, bebidas alcoólicas
- Quer ou não reconverter o seu regime alimentar?
- Indique as doenças de que tenha sofrido.
- Já foi submetido a alguma operação cirúrgica?
- Dorme mal?
-Tem apetite?
- Tem dificuldades de digestão?
- Os intestinos funcionam todos os dias?
- Tem dores? Onde?
- Sente-se cansado ou deprimido?
- Está mais cansado de manhã ou à noite?
- Tem vertigens?
- Se fuma, quantos cigarros por dia?
- Quantas vezes urina as 24 horas do dia?
- Alguma vez notou a urina ácida?
- A transpiração tem cheiro? Muito ou pouco?

TESTE VITAMINAS
SIM ÀS VEZES NÃO
1 - Tem películas no cabelo?
2 - A língua tem cor encarnado vivo?
3 - Sufoca facilmente?
4 - Sofre de insónias?
5 - Cega facilmente com uma luz súbita?
6 - Sofre de hemorragias nasais difíceis de estancar?
7 - Os músculos estão doridos?
8 - Sofre habitualmente da garganta?
9 - Tem crises de nervosismo?
10 - Tem perturbações visuais, moscas ou manchas dançando à frente dos olhos?
11 - Sente-se fraco?
12 - A pele nos joelhos, cotovelos e nádegas é rugosa?
13 - As gengivas são inchadas e sangrentas?
14- Tem vestígios de seborreia nas asas do nariz, à volta dos olhos e das orelhas?
15 - Os dentes estão oscilantes?
16 - Sente vertigens?
17 - Tem faltas de memória?
18 - Sofre de perturbações menstruais?
19 - Precisa de usar óculos escuros em dia de sol?
Se o «sim» e o «às vezes» são mais do que os «não», é possível que tenha falta de vitaminas
Para saber quais as vitaminas de que está carenciado, consulte o seguinte quadro:
- Os «sim» 1,6,9,13, 20, indicam uma deficiência de vitamina A
- Os «sim» 2,3,4,10,11,12, 15,17 e 18, indicam deficiência vitamina B
- Os «sim» 5, 8,14,16 indicam deficiências vitamina C
- Os «sim» 19, indica deficiência de Vitamina E
- Os «sim» 7, indica deficiência vitamina K

DIAGNÓSTICO DAS ESFERAS ENERGÉTICAS
APARELHO DIGESTIVO - Digestões - Amargos - Securas - Acidez - Gases - Vómitos - Prisão de ventre - Diarreia - Dores - Hemorroides
APARELHO CIRCULATÓRIO - Tensão arterial - Varizes - Frieiras - Adormecimento pés e mãos - Arrefecimento pés, mãos e orelhas - Sonolência pós refeições
SISTEMA NERVOSO - Dorme bem - Facilmente irritável - Dores de cabeça - Tonturas - Cansaço intelectual - Cansaço físico - Apatia
FUNÇÕES RENAIS - Micções nocturnas frequentes -
PROBLEMAS REUMATISMAIS - Articular agudo - Crónico - Infeccioso

DESPISTAGEM MEDICAMENTOSA
Exemplos: Antibióticos - Corticóides - Tranquilizantes - Anabolizantes - Citostáticos - Sais de Ouro - Meprobamato - Anfetaminas - Anti-convulsivantes - Super-vitaminas - Anti-depressivos - Fenotiazinas - Hipnóticos -

AUTOTERAPÊUTICA
Indicações alimentares - Alimentos a eliminar por ordem de nocividade: Açúcar, Margarinas, Conservas e enlatados, Bebidas alcoólicas, Fermento químico do pão, Conservantes e córantes (químicos) alimentares, Farinhas refinadas, Alimentos refinados, Ovos, Queijos, Salgados

FICHA DE DIAGNÓSTICO
Elementos holísticos: Exame fisiognómico, Iridiagnóstico, Pontos de acupunctura, Carta do Céu, Pulsos chineses, Cor de cara, Exame da língua, Pontos sensíveis da Aurícula

FICHA DE DIAGNÓSTICO
Informações fisiológicas:
- Sente necessidade de usar óculos escuros? Suporta a luz com dificuldade?
- Transpira com facilidade? Reage pior ao frio ou ao calor?
- Constipa-se com facilidade? Como cura as constipações?
- Sofre habitualmente da garganta? Costuma contrair anginas, rouquidão ou tosse?
- Tem dentes chumbados? Quantos? De que lado? Já arrancou dentes? Quantos? Quando foi ao dentista pela última vez?
- Tem caspa? O cabelo cai-lhe?
- Erupções da pele: tem? De que tipo e em que pontos?
- Outros sinais fisiológicos: náuseas, perturbações da vista, febre, frio acentuado, diarreia, prisão de ventre, mãos e ou pés frio, digestão demorada, sinais brancos nas unhas, unhas quebradiças ou rijas,

FICHA DE DIAGNÓSTICO
Hábitos alimentares: Água mineral, água da torneira, Margarina, Ovos, Vinagre, Vinho, Fritos

FICHA DE DIAGNÓSTICO
Despistagem de factores ambientais - Ambiente doméstico:
- Quantas horas por dia em média vê televisão? A que distância do televisor?
- Costuma meter alimentos no frigorífico? Por quanto tempo?
- Utiliza habitualmente sprays para dispersão no ambiente de produtos químicos, desinfectantes, mata-insectos, etc?
- Em que piso ou andar móra? Poderá indicar o material principal de que é feita a construção?
- De que material é o colchão da sua cama?
- De que material são as solas dos sapatos?
- Usa roupas de fibra acrílica?
- De que material são as vazilhas onde habitualmente cozinha? Usa panelas ou tachos de alumínio? E de barro vidrado?
- Costuma submeter-se a exames de raio X?
Ambiente de trabalho:
- Descreva o seu tipo habitual de trabalho: sentado ou de pé?
- Divisão em que trabalha no emprego: tem ar condicionado?
- No local onde trabalha manipula produtos tóxicos ou incomodativos ao cheiro ou ao tacto? Quais?
- É sensível a certos ruídos? Quais?
- Come em restaurantes? De que tipo?
- Teve alguma intoxicação alimentar aguda?
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 fichas de medicina orto-molecular
 ficha de diagnóstico holístico
 profilaxia alimentar

O MAGNÉSIO NA ESPASMOFILIA- SINAIS DE ESPASMOFILIA:
- Grande lassitude matinal ao acordar
- Tendência para síncopes
- Dores na nuca ou na fronte
- Palpitações cardíacas súbitas
- Sensação de «bola faríngea» ou de «aperto na garganta»
- Cãimbras musculares (pernas, braços e rosto)
- Retracções dolorosas dos dedos ou dedos grandes dos pés
- Batimentos bruscos de uma ou duas pálpebras
- Formigamentos distais nas mãos e nos pés
- Espasmos abdominais
In revista «Santé Magazine», Maio de 1982

SINAIS DE ABUSO DE DROGAS
- É comum a inflamação de pálpebras e nariz. As pupilas dilatam-se ou contraem-se, depende do tipo de drogas
- Podem manifestar-se extremos de energia: ou o indivíduo é indolente, sorumbático e retraído ou barulhento, histérico e nervoso
- O apetite vai aos extremos: muito ou quase nada. Pode ocorrer perda de peso
- Mudança repentina de personalidade: irritável, desatento e confuso ou agressivo e explosivo
- Transtornos do sistema digestivo - diarreia, náusea e vómitos. Visão dupla e dor de cabeça. Alterações no tom da pele e postura do corpo.
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DA ECOLOGIA HUMANA À CONVERGÊNCIA HOLÍSTICA: APONTAMENTOS DE UM CONSUMIDOR DE MEDICINAS

 Diário 1989

[1-5-1992]

O estudante de Ecologia Humana poderá encontrar nos textos AC, entre outros, os seguintes temas e assuntos:
-Investigação ecológica da doença
-A doença das vibrações
-Estilo de vida é causa de morte
(In «A Capital», 11/5/1985, ent. c/ J.Santos Lucas )
-Congressos de medicina popular- que imagem pública para as técnicas terapêuticas?
(«A Capital», 25/6/1983)

***
7/Janeiro/1989

O lado oculto desta sociedade

A propósito de «deficientes» ou de qualquer outro subproduto da sociedade violenta,
a pergunta-escândalo
a pergunta-tabu
a pergunta-provocação
a pergunta-terremoto
a pergunta-subversão
é sempre « porquê»?
Que causa o provocou?
Quem foi o culpado?
De resto, não há dúvidas em encher com milhões de palavras sobre «deficiência» os «mass media».
Só a pergunta «porquê» é tabu e proibida: é subversiva.
Escândalo não é o «doping», os esteroides anabolisantes nos herois da maratona olímpica ou nos corredores da Volta a Portugal em bicicleta.
Pergunta omissa e incómoda, que torna o problema um tabu, o tema probido, o assunto subversivo, é ainda e sempre: «Doping, porquê? Quem é o culpado de ou por? Quem e o que obriga os maratonistas a dopar-se?»
Os «media» gabam-se de informar as massas. Mas das causas não indagam, a pretexto de isenção e neutralidade.

***
A palavra «poluição» pode servir para esconder palavras mais violentas e pesadas, mas que raramente ou nunca se ouvem, como por exemplo:
Biocídio
Genocídio
Etnocídio
Homicídio
Suicídio
Parricídio
Filicídio
Fratricídio
***
Começando por ser uma técnica de diagnóstico, a despistagem de factores ambientais na génese da doença constitui uma intuição do realismo ecológico e uma linha de fundo da investigação holística, estando evidentemente por fazer todo o trabalho de sistematização e até de dicionarização dos factores de poluição química, factores alimentares e, em resumo, toda a lista negra dos factores ambientais que actuam como causa na provocação dos chamados sintomas.
***

Antes de punir ou julgar crianças, porque não fazer uma, entre tantas, pergunta de rotina: que comem elas e como comem? Onde vivem? Onde habitam? Qual a sua história pregressa?
Um dos maiores crimes que, por omissão, se cometem, é não realizar o diagnóstico ecológico em todas as circunstâncias - indagar das causas ambientais que provocaram determinados efeitos: deixando as causas continuar actuando, os efeitos multiplicam-se.
Ecologismo já foi definido, por isso mesmo, como causalismo face à monstruosa sintomatologia.
Sem «diagnóstico ecológico» não há fundamento seguro de qualquer justiça social, ideia de equidade ou equilíbrio homem-ambiente. Toda a retórica progressista, normativa, triunfal se desfaz.

***

Pegar nos nossos consumos quotidianos - café, carne, papel, bebidas, etc. - e seguindo-lhes o rastro até à produção, saber em que medida os nossos gozados consumos nos custam a vida em tragédias ecológicas as mais diversas, é uma rota típica do realismo ecologista, uma pista da ecologia humana e da investigação holística.
«Pelos consumos morre o homem...»
Isto dá também para uma narrativa de ficção. Aliás toda a Ecologia Humana dá bom tema de ficção... científica (Ver diário, 20/agosto/1990, a «metáfora orgânica»).
Até que ponto somos responsáveis - através dos consumos - dos crimes contra a Natureza?
(Salvo erro e até hoje, 20 de Agosto de 199O, não vi esta pergunta formulada, nem sequer como anedota. No entanto, segundo julgo, é uma das questões cruciais que definem este tempo e mundo).

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A resistência de estirpes bacterianas aos antibióticos, de certos ratos e do mosquito Anofélis, vector da Malária ao DDT, são apenas alguns casos de uma escalada que coloca os métodos biocidas da medicina química, - humana, animal e vegetal - sob o foco de severas críticas.
Aconselhável seria que o «lobby» médico se dedicasse (?) a estudar estes e outros cancros (!!!) que tem na própria casa, em vez de distrair as populações com «raids» de surpresa, de uma guerrilha absurda contra as medicinas que curam.

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Para os académicos da Medicina, a grande ciência consiste em inventar, para cada nova doença, um novo medicamento anti-doença.
É evidente que o esquema é primário mas vai accionar até ao infinito o mecanismo iatrogénico produtor de (novas) doenças.
A ecociência do futuro, no entanto, fará outra coisa: em cada novo sintoma, irá deslindar que causa ambiental é a dele.
Ciência, aliás, sempre foi - ou deveria ter sido, se não degenerasse em sofística - ligar o efeito à causa que o produz, e «denunciar» esta pelo diagnóstico, para que a terapêutica a erradique. Ciência não é - como faz actualmente a medicina - ocultar a causa ambiental - e esquecê-la - abafando ou anestesiando o efeito.
Notícias de «novas e estranhas» doenças deveriam ser inventariadas num centro de investigação holística, para que os novos ecocientistas da ecologia humana espevitem a imaginação investigativa, lançando hipóteses de trabalho e tentando descobrir que causas, factores, condições do Meio Ambiente produzem determinados surtos patogénicos ou endémicos.
Isto é ciência. O resto é caca sofística ao serviço (mercenário) dos «trusts» químico-farmacêuticos.
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(*) Este texto( repescado em 20/Agosto/1990), data do ano de 1976, sendo contemporâneo próximo do projecto «Terra do Sol», comunidade de inspiração budista onde se previa intensificar a investigação holística, que nessa altura muito atiladamente designava por ecociência, termo que até hoje, felizmente, ninguém me palmou.

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«Sensação de morte iminente» é como os operários da indústria metalomecânica costumam exprimir ao seu médico o que sentem no «invólucro» chamado «banco de ensaio», utilizado em fábricas de motores de reacção para testar estes aparelhos.
Os subsons produzidos pelo «banco de ensaios» apresentam-se hoje aos investigadores como um dos factores de risco mais graves na indução de «novas patologias ocupacionais».
Vinte anos a marcar passo, a investigação destas patologias começa agora a dar um enorme salto, pressionada pelas consequências «desastrosas»,porque em parte antieconómicas, que sobre a produtividade e a assiduidade laboral podem ter as «vibrações», factor de alto risco no ambiente ou «invólucro» de trabalho.
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(*)Esta informação foi-me prestada pelo Dr. ---, que entrevistei para o jornal «A Capital» , em ---
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«Iatrogénico» foi a palavra escolhida para designar os efeitos negativos dos medicamentos, efeitos para os quais, num esforço de anular conotações negativas, neutralizar responsabilidades e desculpabilizar culpados, se procuram palavras - adjectivos - o mais possíveis neutrais, sem prévia conotação deontológica...É assim que ouvimos especialistas em Farmacologia Clínica ou em Toxicologia, falar de:
efeitos acessórios
efeitos secundários
efeitos posteriores
efeitos lipémicos (?)
jamais se falando de «efeitos indesejáveis», por exemplo, adjectivo que, ainda que suave, teria um sentido mais crítico e derrotista.
Se há sistema caótico, dentro do sistema que vive de ir matando os ecossistemas, é o dos Medicamentos.
Mas se há sistema em que a autodefesa - através de todo um aparato sofístico, tipo fogo de barragem - esteja mais bem organizada, é também esse.
O que nem sequer é contradição.
Sob o manto diáfano das palavras...

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São insondáveis os mecanismos que ligam o esgotamento dos recursos naturais aos custos inflacionários que nos comem pelas pernas.
Quanto custa a cada um de nós, vulgar cidadão consumidor, o sistema do desperdício e da pilhagem?
Quanto custa, por exemplo, ao trabalhador manual que paga impostos o luxo de ter uma classe tecnocrática, quanto custa aos nossos bolsos de contribuintes a mentira e a estupidez da classe dirigente que existe apenas para branquear, com sofismas, os crimes do poder económico, político, financeiro, militar?
Mas este é apenas um dos muitos desperdícios que cada um de nós assiduamente paga, entre tantos desperdícios, luxos e supérfluos de que se alimenta a classe dirigente mas de que nunca foi feito nem sequer o inventário, quanto mais a crítica e a respectiva remoção.
A classe dirigente bem precisa de quem continuamente lhe possa branquear a imagem, continuamente suja de sangue pela sua própria natureza.
Este tema liga-se também à investigação holística, pois nele se configura mais um dos célebres e famigerados teleefeitos típicos do macrosistema, indetectáveis pelos instrumentos metodológicos ao dispor da sociologia actual... Também nunca se apetrechará suficientemente os bombeiros que apagam os fogos de Verão, enquanto não estiver totalmente ardida a área que está prevista arder, segundo os cálculos das multinacionais.
Também a Sociologia não terá meios nem recursos de investigação, quando se tratar de averiguar quem são os responsáveis «sociológicos» pelos nossos desperdícios, desaires, erros, crimes.
Com mais este telefeito, contribuímos para reforçar o macrosistema e portanto algumas das características que indefinidamente contribuem para o perpetuar: gigantismo, burocracia, sintomatologia, tratar em vez de prevenir, deixar complicar em vez de simplificar, etc.

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Diz-se que um «colar de âmbar» pode melhorar as pessoas que sofrem de Bócio.
Se é verdade, a que se deve o fenómeno?
Se é verdade, porque não se estuda o fenómeno?

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Em maternidades e outros lugares de maternal assistência à família, é corrente o uso de umas injecções - Higroton - dadas para que a mãe não tenha segregação de leite.
A ser isto verdade, porque se dão tais injecções?
Porque vem o discurso oficial de que a mãe deve amamentar o bébé com o seu próprio leite?
Quem manda dar o Higroton e ao serviço de quem ou quais (multinacionais)?
E os brometos? Porque se usam com tanta frequência, nas clínicas e maternidades, os brometos em parturientes?
É ou não verdade que o brometo também seca o leite?
Quem explica o negócio?
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(*) Esta anotação foi escrita quando a Ana Cristina nasceu( de Setembro de ------), tendo verificado a existência de brometos entre os medicamentos receitados e dados à mãe na maternidade da Cruz Vermelha, onde o parto se relizara.
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9/Dezembro/1989

A cevada terá sido provavelmente o primeiro cereal cultivado pelo homem. A sua história remonta às origens da agricultura. Constituía o principal grão na fabricação do pão entre os gregos e os romanos e, na Babilónia, servia de moeda de troca.
Moral desta história: sendo a cevada alucinogénica e afrodisíaca...pode imaginar-se o que seria a história do homem (e da mulher) sem ela, sem o seu imperativo categórico.
Convinha imaginar, quanto antes, uma civilização onde só se comesse cevada e outra que completamente a tivesse banido...
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Transcrevo algumas das questões formuladas num pequeno teste que elaborei para os alunos de Ecologia Humana, com quem tive o gosto de conviver durante alguns meses. ( +/ /)
TESTE - Comente, analise, desenvolva ou rectifique as seguintes afirmações:
Alimento-Intoxicação- Carências- Doença- Saúde: o que há de comum entre estes cinco conceitos?
Noção de terreno orgânico: acredita em vírus? E em micróbios?
O que nos acontece tem sempre uma causa em princípio explicável racionalmente - ou cai do céu por não ter unhas?
Somos o que consumimos, o que comemos, o que respiramos, o que dormimos, o que... e etc
A saúde é simples. A doença é extremamente complicada. E dispendiosa.
Mais vale prevenir do que remediar. Interprete o equilíbrio saúde-doença à luz deste ditado popular.
Tudo é ambiente, todas as doenças são doenças provocadas pelo Ambiente: esta afirmação é falsa ou verdadeira
Se as seguintes palavras lhe «dizem» alguma coisa, indique o quê: idiossincrasia - Iatrogénese - Vírus Lab
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O diagnóstico clínico corrente talvez não seja intencional e deliberadamente omisso, insuficiente, unilateral, tendencioso. Mas é tudo isso por questão de método e princípio. Assinala a causa mais aparante, que nem sempre é a causa mais verdadeira e determinante. Atenta apenas nos aspectos superficiais da doença, nos seus sintomas. E só liga importância ao momento em que a crise se manifesta, jamais se interessa pela história anterior e antiga do doente. Talvez por isso, no quadro das terapêuticas oficiais, a psicanálise tenha ganho o ascendente que ganhou.
As informações conhecidas sobre os efeitos dos metais pesados no organismo humano, por exemplo, obrigam-nos a reflectir sobre o carácter insidioso destes poluentes, factores «ignorados» de doenças porque a «distância» entre eles e os sintomas do doente continua a não ser abrangida pelos aparelhos de diagnóstico que a medicina corrente tem ao seu alcance.
Pela amplitude de efeitos que provocam, os metais pesados, no entanto, têm que ser diagnosticados como causa principal de muitas doenças, ora «misteriosas», ora de causa «indefinida», ora atribuídas, pela medicina corrente, muito comodamente, à hereditariedade, que tem as costas largas, ou pura e simplesmente ao acaso, à «fatalidade», que tem as costas ainda mais largas.
Por toda a parte a ciência encontra doenças «misteriosas» de causas desconhecidas: como é possível, se o inventário de causas ambientais é já o que se sabe e só nos metais pesados assume as dimensões que se sabe, para não falar de todos os factores de poluição química - como é possível fechar os olhos a esta evidência e continuar debitando o mesmo discurso sintomatológico, medieval, bárbaro, teológico, anticientífico?
É humilhante para os cientistas dizerem-se adeptos de uma ciência que, quando não está a dizer que ignora a cura das doenças, está a entregar-se, lubricamente, nas mãos da algodoada fatalidade, espécie de para-choques das asneiras que vai inventariando. Em nome da grande ciência e da mais sofisticada tecnologia, cultiva-se e cultua-se e «fatalidade» como uma teologia.

(*) Se há tese que defendo com unhas e dentes e para a qual reivindico algum ineditismo, é esta: o carácter medieval não só das epidemias modernas, mas também o carácter medievalesco e supersticioso da medicina moderna.■

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

PROJECTOS AC 2012

1-2 4561 caracteres- = new age
13/11/1995

PROJECTO «NEW AGE» PARA «A CAPITAL»: UM DESTACÁVEL SEMANAL COM NOTÍCIAS DO ANO 2000

Nem só de ciência e tecnologia de ponta se fará o «Terceiro Milénio» .
Há mesmo quem pense, do lado dos movimentos «New Age», que o 3º Milénio se fará principalmente com o renascimento das melhores e mais genuínas linhas da tradição, desde a agricultura biológica ao artesanato, desde as energias renováveis às medicinas alternativas, desde a agricultura de pequena dimensão à sistemática política de reciclagem de materiais (*).
Por isso, ao lado dos que falam do século XXI, em termos de ciência e tecnologia na lógica antiga, há que dar lugar aos que defendem um mundo mais à dimensão do ser humano, mais respeitador dos recursos e da beleza natural, mais atento à vida das espécies, mais preocupado em dar a prioridade à Ecologia após décadas e décadas em que a prioridade foi totalmente dada à economia.
Por exemplo: Yoga, Chi kung, terapias energéticas, acupunctura, são, dentro das novas tecnologias de saúde, sinais da «Nova Idade» que teremos todos de ajudar a construir.
Se até há poucos anos não havia sequer um mercado de produtos «New Age», hoje já não nos podemos queixar, pois a sociedade de consumo tem a suprema habilidade de comercializar até aquilo que a contesta.
Aliás, o movimento «New Age» é uma espécie de 2º fôlego dos ex-hippies, que, entretanto, deram lugar aos yuppies, para agora, de novo, darem lugar aos «new age».
Espanta-me, de facto, que havendo mercado «alternativo» e, portanto, um vasto público de consumidores, essa minoria maioritária, ou essa maioria minoritária não tenha ainda expressão ao nível mediático. Somos , de facto, pobres e atrasados. Inelutavelmente. Muito entretidos com as nossas rotinas domésticas, convencidos de que andamos muito distraídos.
O facto de haver grande confusão mediática à volta das «alternativas de vida» que irradiam da ecologia em geral e da ecologia humana em particular, também não nos deve paralisar. Antes pelo contrário: essa confusão (que os media cultivam com particular carinho) torna mais necessária uma voz independente no meio do cáos, da confusão e da mentira, até a mentira, muitas vezes repetida, se tornar verdade.
A proposta
A minha proposta ao jornal «A Capital» é coadjuvada pelo «know-how» e pela experiência pessoal no terreno das alternativas de vida, desde 1969 (5 anos antes do 25 de Abril) e no campo do movimento ecologista alargado (a que mais tarde, 20 anos depois, se chamaria «deep ecology») .
Apesar de todas as contrafacções e sofismas de que o movimento ecologista tem sido alvo, há que manter a calma e andar em frente.
É o momento, a 2 anos da Expo 98 e a cinco anos do final do século e do milénio, de proceder a uma revisão geral dos recursos humanos para construir o paraíso que, em termos de informação cósmica, nos é dado.
Se hoje, por exemplo, com o método de Etienne Guillé - o maior profeta do nosso tempo e de todos os tempos - a história do «chegar cedo demais» se repete - é por isso que falo da aurora do mundo, da aurora da humanidade, da aurora do terceiro milénio.

A prioridade temática neste projecto «New Age» será dada às notícias positivas, aquelas que são de facto sinal da nova Idade a nascer. Para notícias tristes temos as que jornais e telejornais todos os dias debitam , diário de desgraças e ranger de dentes que cava, no inconsciente colectivo, todas as derrotas e derrotismos antecipados.

13/11/1995
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(*) Ver listas anexas de tecnologias alternativas■

sábado, 3 de janeiro de 2009

PROJECTOS AC 2012

1-1- 1631 caracteres - ecoprat- «ideias para o terceiro milénio»
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IDEIAS ECOLÓGICAS PARA UM ECODESENVOLVIMENTO AUTOSUSTENTADO E DEMOCRÁTICO DE CABO VERDE

20.04.1998

Aprender a ser autosuficiente: Curso-piloto de ecologia prática

1 - Para pôr em prática um curso-piloto de ecologia prática e alternativas de autosuficiência, podem indicar-se duas grandes directrizes:
-de um lado, estão os próprios «educandos» que intercambiarão entre si as experiências profissionais e que vão, portanto, ensinar-se uns aos outros: ferreiro, canalisador, serralheiro, cozinheiro, electricista, enfermeiro, etc. cada um procurará transmitir aos outros os fundamentos práticos do seu ofício e actividade:
-por outro lado, o curso contará com o apoio de monitores especializados em assuntos teóricos nos temas de agricultura, medicina, consumos, energia, sociologia, economia, etc.
2 - Um curso-piloto de ecologia prática visaria popularizar esta ideia-chave: a ecologia não é matéria teórica mas principalmente uma arte prática de enfrentar os problemas quotidianos, dizendo, com espírito crítico, um «não» decidido à sociedade de consumo e desperdício, de luxo e de lixo.
Nesta acepção prática, ecologia engloba todas as técnicas de autosuficiência em todos os campos da vida quotidiana que permitam uma independência cada vez maior do cidadão em relação aos mecanismos e às instituições que tendem a tornar-se insubstituíveis e a adquirir o carácter de monopólio.
3 - Não sendo possível, num único curso, esgotar todos os temas da autosuficiência prática, enunciam-se alguns dos que podem ser considerados prioritário: [ ]
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[25-7-1992]

IDEIAS ECOLÓGICAS PARA O ECODESENVOLVIMENTO SUSTENTADO E DEMOCRÁTICO DE CABO VERDE: DESPERDÍCIOS E RECICLAGEM/ BOM SENSO TEM QUE SER MAIS FORTE QUE A MÁ VONTADE

Não é por acaso que a palavra «Reciclagem» se aplica simultaneamente ao «reaproveitamento» de trabalhadores e ao reaproveitamento de recursos em geral. Não é por acaso que a «Reciclagem» se tornou a componente fundamental de uma constelação onde se salientam as noções de Ecologia, Vida, Conservação, Equilíbrio, Justiça e Paz. Toda a política de reciclagem sistemática é criadora de emprego, directa e indirectamente. Toda a política de reciclagem sistemática é economicamente rentável, no médio e longo prazo, mesmo quando (raramente) pode parecer que o não é, no curto prazo. Com base num princípio lapidar - ««as matérias de recuperação são os únicos recursos naturais que crescem em vez de se esgotar» -- o Bureau International de Recupération (BIR), com sede em Bruxelas, assinala a relativa antiguidade de uma ideia que tem custado a vingar. Fundado em 1948, esse BIR só em Novembro de 1983 se torna conhecido publicamente em Portugal, através de um Congresso de desperdícios realizado em Lisboa.
Em tempo de crise, austeridade e rigor, -- as três palavras mais usadas nos últimos anos nos meios de comunicação portugueses -- pouco se legislou em Portugal de incentivo à política de Reciclagem Sistemática de materiais, que é a (outra) forma de conservar recursos, de «viver com o que temos». Esta palavra de ordem, que mesmo nos países ricos e prósperos se tornou primeira prioridade, é ignorada em Portugal em 12 anos de crise, dia a dia agravada. Crise de energia, crise económica, mas também crise de água potável, de imaginação, de recursos naturais, vivos e humanos, crise de bens essenciais à vida e à sobrevivência (o ar, os solos, os alimentos), crise de inteligência, responsabilidade e valores éticos. A própria Europa dos Dez reconheceu a fundamental contradição do sistema de crescimento industrial infinito -- uma economia que deseconomiza -- e legislou, rapidamente, para reciclar materiais, recuperar desperdícios, reaproveitar resíduos e recursos.
Em Portugal, apenas algumas declarações de intenção, recomendações avulsas de pouca vontade, fé e convicção, pronunciadas em momentos de mera circunstância.


MUITA PARA E POUCA UVA

Em política de reciclagem sistemática, pouco temos ido além de palavras.
Veiga Simão, Ministro da Indústria do IX Governo, elogiava a reciclagem no encerramento do I Congresso Nacional dos desperdícios, CNADAP 80 (23/Junho/1980), afirmando:
«O aproveitamento dos desperdícios agro-industriais, piscatórios e dos serviços é uma componente importante de uma política de desenvolvimento e de uma política energética, sustentáculo básico da primeira.»
O texto final do referido Congresso, por seu turno, dava recomendações muito concretas para uma política sistemática de Reciclagem. De forma que «se faça o uso integral de toda a energia e materiais que existem nos produtos da agricultura, viticultura, pecuária e pesca», o texto das conclusões, aprovado por unanimidade, recomendava:
a definição de objectivos de política macroeconómica quanto ao fluxo e gestão de materiais disponíveis;
o adequado controle dos subsistemas aí envolvidos por forma a gerar os dados necessários à elaboração de projectos e à formação de especialistas;
o apoio de todas as iniciativas do uso dos desperdícios numa óptica integrada de poupança energética e suficiência alimentar;
a elaboração de medidas de política tendentes a incentivar: a produção e ordenamento agrícolas; as condições de mercado de produtos e de capitais; a divulgação de tecnologias economicamente viáveis; a clarificação de sectores no domínio energético; a elaboração de normas legislativas que condicionam a exploração dos recursos e definem os níveis de poluição em concordância com os preceitos internacionais, designadamente a nível da CEE; a coordenação aos níveis da análise de projectos no domínio económico do funcionamento, da segurança e do desenvolvimento tecnológico».
Particularizando os recursos portugueses em Biomassa -- tema de fundo do CNADAP 80 -- o texto final reconhecia que, «embora Portugal esteja inserido numa região climática altamente favorável do ponto de vista de energia solar, factores adversos, tais como solo delgado e falta de humidade, impedem que essa biomassa constitua hoje uma alternativa energética competitiva».
Neste aspecto, as conclusões do CNADAP 80 reflectiam uma parte minoritária das comunicações apresentadas, já que a maioria destas apontava, com optimismo, para a rentabilidade económica de todas as formas de energia solar, inclusive a que se apresenta directamente em «clorofila». ■

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

PROJECTOS AC 2012

1-2-nacalha1-pm - anexos-cw= complete works tudo guardado na pasta page-maker1- relacionar com rubrica grandes conjuntos (-GC)
quarta-feira, 21 de agosto de 2002

COMPLETE WORKS: 
SUGESTÃO DE ALGUNS CAPÍTULOS DE LIVRO 
OU ANEXOS AO LIVRO PRINCIPAL: 
NA CALHA PARA O PAGE MAKER

A Alma das Plantas –A Alma das Plantas – Um Dossiê de Interface - 23 files
A Epistemologia orientada para a Naturologia – série episte>
A Experiência do Nada – Escritos da Juventude - Scan antes de PM
A Informação em Ciências da Vida – A tese póstuma de Afonso Cautela para a sua próxima incarnação
A Linguagem da Vida – Séries bodymind> e reinu>
A Medicina Alquímica Moderna – O Contributo de Dois Portugueses – Série ariadne>
A Terapia Sublime – Na Rota das Essências Florais
ADN-Antologia – Dicionários do Gato
Alexandria 2000 – Roteiro de Datas de um Projecto
Alquimia e Comunicação Intercelular – série cdb-> + série
Alquimia e Metais – Diário de uma Descoberta (1992-1995) – PM & Acrobat
Alquimia e Metais Alquímicos - Alquimia da Vida – Diário de uma Descoberta
Antologia de Etienne Guillé
Aquilo a Que Chamam Morte – Série morte-> + série psi>
Artes Alternativas
Banalidades de Base - Radiestesia & ADN -
Banalidades de Base – Radiestesia Holística e Gnose Vibratória – Diálogo com o Grupo
Cartas a Mim Mesmo – Roteiro de Datas AC
Crónica do Planeta Terra – Selecção Temática
Diagrama a Diagrama – Revisão da Matéria Dada
Diálogo com o Grupo – Roteiro de Datas - Revisão da Matéria Dada
Dicionário Pitoresco – Dicionários do Gato
Ecologia das Radiações – Dossiê de Interface - 13 files
Ecologia do Cancro – Imunidade e Cancro - Dossiês de Interface – 26 files
Eis a Gnose Vibratória – Elementos de Apresentação
Entrevistas a Mim Mesmo – Roteiro de Datas AC
Entrevista-Testamento – Texto de Publicadas
Fichas Nova Naturologia
Imunidade e Vacinas – A Lógica Ortomolecular
Iniciação à Iniciação – Trabalhar com o Pêndulo – PM & Acrobat
Iniciação sem Mestre – série mestre>
Interlocutor Válido, Procura-se – Diário de uma Descoberta
Manifesto contra a Ciência Ordinária (1999) – série
Manifesto Holístico –
Máximas & Mínimas - Sublinhados – Ideias para o Novo Paradigma (ver file lista-sb>
Notícia de Etienne Guillé – 37 files
Notícias da Frente -
Nova Naturologia, Novo Paradigma –
O Labirinto da Eternidade – Grelha de Partida – 430 files
O Maravilhoso A-Z – Dicionários do Gato – PM & Acrobat – 3 files
O Ser e o Nada – Escritos da Juventude - Scan antes de PM
Planète e o Realismo Fantástico – Livros & Leituras
Radiestesia & ADN – Note-Book
Radiestesia e ADN – Grelha de partida – série alvos-1> + mbb-000>
Releituras de Etienne Guillé – série da-> + alergia> +
Ritmos e Bioritmos – 4 files
Série guiao>
Surrealismo & Surrealistas – Livros & Leituras - Escritos da Juventude
Trabalhar com o Pêndulo – Iniciação à Iniciação – Revisão da Matéria Dada
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PROJECTO «NEW AGE» PARA «A CAPITAL»: UM DESTACÁVEL SEMANAL COM NOTÍCIAS DO ANO 2000

13/11/1995 - Nem só de ciência e tecnologia de ponta se fará o «Terceiro Milénio» .
Há mesmo quem pense, do lado dos movimentos «New Age» , que o 3º Milénio se fará principalmente com o renascimento das melhores e mais genuínas linhas da tradição, desde a agricultura biológica ao artesanato, desde as energias renováveis às medicinas alternativas, desde a agricultura de pequena dimensão à sistemática política de reciclagem de materiais (*).
Por isso, ao lado dos que falam do século XXI, em termos de ciência e tecnologia na lógica antiga, há que dar lugar aos que defendem um mundo mais à dimensão do ser humano, mais respeitador dos recursos e da beleza natural, mais atento à vida das espécies, mais preocupado em dar a prioridade à Ecologia após décadas e décadas em que a prioridade foi totalmente dada à economia.
Por exemplo: Yoga, Chi kung, terapias energéticas, acupunctura, são, dentro das novas tecnologias de saúde, sinais da «Nova Idade» que teremos todos de ajudar a construir.
Se até há poucos anos não havia sequer um mercado de produtos «New Age», hoje já não nos podemos queixar, pois a sociedade de consumo tem a suprema habilidade de comercializar até aquilo que a contesta.
Aliás, o movimento «New Age» é uma espécie de 2º fôlego dos ex-hippies, que, entretanto, deram lugar aos yuppies, para agora, de novo, darem lugar aos «new age».
Espanta-me, de facto, que havendo mercado «alternativo» e, portanto, um vasto público de consumidores, essa minoria maioritária, ou essa maioria minoritária não tenha ainda expressão ao nível mediático. Somos , de facto, pobres e atrasados. Inelutavelmente. Muito entretidos com as nossas rotinas domésticas, convencidos de que andamos muito distraídos.
O facto de haver grande confusão mediática à volta das «alternativas de vida» que irradiam da ecologia em geral e da ecologia humana em particular, também não nos deve paralisar. Antes pelo contrário: essa confusão (que os media cultivam com particular carinho) torna mais necessária uma voz independente no meio do caos, da confusão e da mentira, até a mentira, muitas vezes repetida, se tornar verdade.

A PROPOSTA

A minha proposta ao jornal «A Capital» é coadjuvada pelo «know-how» e pela experiência pessoal no terreno das alternativas de vida, desde 1969 (5 anos antes do 25 de Abril) e no campo do movimento ecologista alargado (a que mais tarde, 20 anos depois, se chamaria «deep ecology» mas a que o deputado Almeida Santos chama , com desprezo, «fundamentalismo ecologista») .
Apesar de todas as contrafacções e sofismas de que o movimento ecologista tem sido alvo, há que manter a calma e andar em frente.
É o momento, a 2 anos da Expo 98 e a cinco anos do final do século e do milénio, de proceder a uma revisão geral dos recursos humanos para construir o paraíso que, em termos de informação cósmica, nos é dado.
Invoco o «know-how» e a experiência pessoal, porque, desde 1969, sei minuciosamente o que é defender ideias antes que elas sejam rentáveis para a sociedade de consumo e reconhecidas pelos poderes estabelecidos. Estou, devo dizer, um bocado farto da chulice nacional de que tenho sido vítima nestas áreas das alternativas: que é, aliás, a área onde esta democracia avariada que temos tem atingido o sublime da hipocrisia.
Vivi o suficiente para ver muito boa gente, em 1994, gritar slogans que, em 1975 , eram apelidados de reaccionários e pró-fascistas.
Se hoje, por exemplo, com o método de Etienne Guillé - o maior profeta do nosso tempo e de todos os tempos - a história do «chegar cedo demais» se repete - não serei eu que, aos 64 anos, deporei a esferográfica só porque todo o mundo continua cego e surdo ao que se passa à volta de nós.
Mas a verdade é que aquilo que não nos mata, nos torna mais fortes. Acho que estou nessa fase e por isso falo da aurora do mundo, da aurora da humanidade, da aurora do terceiro milénio, por isso falo da «New Age», ainda que, como tem sido sina minha nesta democracia com tantos fascismos, tenha de escrever para a gaveta, ladrar no deserto, ou falar na Travessa do Fala Só.
O grande desafio para os que, como eu, sempre odiaram os tecnocratas e a tecnocracia é, precisamente, arrancar das mãos dos tecnocratas as «tecnologias suaves» e alternativas que eles já se preparam, também, para comercializar.
A prioridade temática neste projecto «New Age» será dada às notícias positivas, aquelas que são de facto sinal da nova Idade a nascer. Para notícias tristes temos avondo com as que jornais e telejornais todos os dias debitam com mórbida avidez, diário de desgraças e ranger de dentes que cava, no inconsciente colectivo, todas as derrotas e derrotismos antecipados.
Era uma boa ideia que «A Capital», com os meios técnicos que vai ter, colaborasse activa e entusiasticamente na construção do terceiro milénio.
Assina este projecto o milenarista militante e jornalista por acidente,
A.C.
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(*) Ver listas anexas de tecnologias alternativas

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

PROJECTOS AC 2012

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UM PROJECTO QUE VEM DE 1987: 
ANUÁRIO HOLÍSTICO 
«AO ENCONTRO DAS DUAS MEDICINAS»

Projecto editorial para divulgação, com passos seguros, das novas e antigas terapêuticas ecológicas

I
Ainda não foi realizado em Portugal o «Anuário Holístico», mas o projecto continua a parecer-me realista e comercialmente muito viável.
Tal como já foi tentado, por exemplo, no Brasil, um anuário dedicado ao «encontro das duas medicinas», poderia ser um guia indispensável a produtores e consumidores das mesmas medicinas.
A utilidade deste «Anuário Holístico» seria semelhante à que têm as «listas amarelas» para o público em geral. Poderia mesmo ser concebido, na base, como as «listas amarelas» na área das ecoterapêuticas alternativas.
O próprio modelo gráfico, à parte o tamanho, poderia ser semelhante. A informação sobre laboratórios, produtos, suplementos alimentares, clínicas, terapeutas, etc., seria, em princípio, incluída gratuitamente, em módulos standart, todos do mesmo tamanho.
Caso houvesse ume firma ou produto que quisesse uma inclusão de maior relevo, então pagaria esse espaço como publicidade.
Um «Anuário Holístico», que, de início, não precisa de ser exaustivo, pois vai-se completando, ano após ano, tem, entre outras, a vantagem de permanecer (ao longo do ano) na secretária dos que o utilizam, como fonte permanente de consulta.
Pode, neste aspecto, encontrar-se um paralelo no «Simpósio Terapêutico de consulta obrigatória em todos os consultórios e farmácias.
Além da parte de «Roteiro Holístico», com as fichas antes citadas sobre firmas e produtos «holísticos», o «Anuário Holístico» incluirá, necessariamente, artigos de informação e doutrina.
Os de informação podem ordenar-se por ordem alfabética, numa espécie de «Dicionário Holístico» que todos os anos se completa e complementa» de novas fichas, de A a Z.
Os artigos de doutrina são assinados por autores e podem abordar os assuntos mais variados na área holística da Medicina.

II
Para obviar ao grande problema da distribuição, poderia congeminar-se um esquema que me parece hábil e viável.
Mediante uma circular enviada a todos os laboratórios e firmas - grandes, médios e pequenos - seria estabelecido um acordo, estilo «gentleman´s agreement», com a editora do «Anuário Holístico» em que, uma vez saído , cada firma se comprometia a adquirir, ao preço de capa, x exemplares. Era esta a forma de as firmas comerciais compensarem a editora do «Anuário Holístico» da informação inserida no mesmo «Anuário».
A outra forma, facultativa, seria, como já se disse, a publicidade paga.
III
A palavra holística tem, no contexto deste projecto, uma força especial e um especial significado, uma importância-chave, ainda que já tenha sido bastante desvirtuada, ou exactamente por isso. Trata-se então de lhe restituir a autenticidade que perdeu pelo abuso indiscriminado que dela se tem feito, a torto e a direito. Trata-se de divulgar, de forma correcta e com um discurso qualificado, a ideia que lhe subjaz, a ideia de «grande área unificada» não só no campo terapêutico, o que é já bastante, mas no campo mais lato da humanização das ciências humanas, entre as quais, como pedra angular, se encontra a Medicina... hoje tão desumanizada.
IV
Outro ponto a ponderar, desde já: além de um redactor fixo - A.C. - penso que mais duas pessoas, como colaboradores eventuais, resolveriam o problema da estrutura humana deste pequeno grupo editorial que teria no «Anuário Holístico» o seu pivot central, mas que se desdobraria, ao longo do ano. em pequenas outras edições, sempre que houvesse material e disponibilidades da equipa para isso.
Os outros dois elementos humanos que me parecem indispensáveis, além do redactor, é um para as relações comerciais e publicidade, e outro para expediente de secretaria ( cartas, dactilografias, traduções, etc.).
V
Como se poderá deduzir do que fica dito, o «Anuário Holístico» seria um veículo de publicidade às edições, mais leves, que se fossem realizando ao longo do ano.
Isto não impede que se publique, regularmente ( semanal? quinzenal? mensal?) um boletim de aspecto gráfico mais modesto e mais prático, apenas para veicular as notícias de última hora que interessa fazer chegar aos adeptos do Clube Holístico .
Este boletim poderia chamar-se «Actualidade Holística» ou «Notícias da Actualidade Holítica», podendo inclusive ser confeccionado em fotocopiadora ou stencil.
Tudo isto, porque - é o momento de o dizer - a estrutura a conceber, no âmbito deste grupo editorial, poderia assumir o aspecto de um «Clube Holístico do Livro» ou « Clube do Livro Holístico» , rede de endereços e contactos que seria mantida com os fiéis adeptos e simpatizantes que fossem surgindo na área holística: cada utente do Clube ( e não digo sócio) teria, entre outras, a vantagem de poder, por exemplo, usufruir de um serviço telefónico de emergência que pudesse vir a ser criado, com informações terapêuticas e alimentares( ou outras) de urgência a quem delas necessitasse. Ou descontos em produtos e medicamentos naturais, o que é também uma coisa que as pessoas gostam muito de ter...
Muito importante é o seguinte pormenor: todos estes títulos deverão ser registados o mais brevemente possível no Registo da Propriedade intelectual, por dois motivos principais: prevenir os «roubos» muito frequentes em Portugal, neste campo das ideias, e, impedindo a sua utilização por outros, impedir também que continuem a proliferar os desvirtuamentos da palavra «holística», a que já fizemos anteriormente referência.
VI
Temos assim, e para já, várias peças de um «puzzle» que se irá reconstruindo, à medida que o projecto se for concretizando e desenvolvendo:
- Livro « Anuário Holístico», peça-pivot do projecto;
- Desdobramentos editoriais durante o ano, que podem ir desde pequenos livros a cadernos e «breviários« úteis sobre matérias de utilidade prática para os «consumidores de saúde(«Breviários holísticos de saúde», «Cadernos Holísticos», «Vede Mecum» holístico»...);
- Boletins noticiosos sobre «Actualidade Holística» ( que podem, inclusivé, funcionar como boletins de imprensa, veiculando informações da área holística para que sejam divulgadas em órgãos de Comunicação Social e agências noticiosas;
- Serviço Holístico de Apoio ( pelo telefone, com informações alimentares e outras, úteis aos adeptos do Clube);
É claro que um projecto desta natureza ganha os contornos de um verdadeiro «movimento holístico», movimento que nunca teve entre nós a expressão organizativa correspondente à simpatia que granjeou junto da opinião pública: existe virtualmente uma massa de pessoas interessadas a quem nunca foi dada a correspondente expressão em termos de comunicação social.
A este respeito, poderá ser lido um projecto pormenorizado que em tempos elaborei e que se destinava a definir as bases indispensáveis a um projecto de expansão informativa na «área holística», nome este que será também de registar, dado que serve idealmente para designar genericamente todo este conjunto de iniciativas e actividades que venho enunciando.
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ccd-1>contra os chulos de deus-manifesto>

O NOVO PARADIGMA DA ABORDAGEM HOLÍSTICA: CADA ESPECIALISTA NA SUA ESPECIALIDADE

Há um mecanismo diabólico nos genes da cultura ocidental que faz reagir qualquer especialista em qualquer especialidade com um choque eléctrico a qualquer sugestão de síntese holística, mesmo remota.
O conforto da especialidade (o lucro da especialidade) e da especialização, da secção, da parte em vez do todo, do sectarismo, actua como uma mola eléctrica que faz o especialista dar urros de indignação à mínima suspeita do que pretenda aproximar, relacionar, fazer a ponte, a ligação, o inter-relacionamento entre o que natural e cosmicamente está inter-relacionado.
Sirva de exemplo o Ambiente.
É uma óbvia lapalissada dizer que tudo é Ambiente e que Ambiente é tudo o que nos rodeia.
Portanto, quando alguém aventura, a medo, uma óbvia aproximação do ambiente às doenças que ele provoca, a reacção, mesmo do ambientalista considerado mais militante, é verdadeiramente eléctrica, para não dizer histérica.
Qual doença qual quê. Ambiente e Ecologia é uma coisa, Medicina é outra e cada macaco no seu galho. Cada especialista na sua especialidade.
A relação óbvia entre Ambiente e as doenças que dele derivam, as doenças que o Ambiente provoca (são todas, Deus meu!) eis que desencadeia a mais violenta das contestações, nem sequer mascarada por um dúvida metódica e cartesiana, um «stand by» do estilo «deixa ver a ver se entendo».
O conforto de não estar espalhado no diverso do universo mas cantonado numa província, numa quintarola do Grande Todo, entre o infinitamente pequeno e o infinitamente grande, é mais forte do que tudo.
Holística, portanto, bem pode servir como a palavra herética por excelência, a palavra de guerra mais violenta na guerra que é preciso suportar contra todos os exploradores da parte e da secção, no dilema do fim do século entre a ditadura da Parte sobre a Liberdade do Todo.
Tudo o que se diga sobre o Todo é logo acusado de mentira. O subconsciente colectivo da cultura ocidental e moderna odeia o Todo, porque entronizou, endeusando, a parte.
Tragédia do Planeta e tragédia da Humanidade - mas paciência. Cada qual tem o que merece. E cada macaco no seu galho, já dizia a minha avozinha.
Calma e estupidamente, é preciso não desistir da cruzada holística.
Post Scriptum:
Outra razão há que faz da Holística a pura expressão da heresia.
É que Holística desestrutura, em profundidade, o mais rendoso e lucrativo dos sofismas com que o sistema se governa.
Chamar saúde ao que é pura e simplesmente doença, é, de facto, o sofisma mais rendoso.
Serviço de Saúde, disciplina de saúde, organismo de saúde, seguros de saúde, taxas de saúde, cartão de saúde. significa sempre, se quisermos ser minima e elementarmente honestos, doença.
Medicina trata da doença e das doenças, nunca, jamais, da saúde.
Holística é a palavra que efectivamente define saúde, conservação da saude, profilaxia, prevenção, higiene, etc.
Não há que dar a volta, porque sobre este sofisma assenta uma multidão deles. Todos os sofismas que tornam rendosa a exploração da doença e a sua infinita reprodução até ao infinito.
Infinito igual à bancarrota da chamada segurança social.
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O «REALISMO ECOLOGISTA» EM 1987: PROFETAS DA VISÃO HOLÍSTICA

Será a Ecologia Humana a ciência das ciências do futuro ou será antes uma fraude e os que, há quase vinte anos, a estudam, preconizam e defendem, uns atrasados mentais?
Terá razão a Tecnocracia que combate ferozmente as alternativas ecológicas de vida ou terão razão os que, em pequenos grupos como a «Frente Ecológica», há cerca de vinte anos tentam esclarecer as pessoas sobre o que mais importa à sua saúde, vida e segurança?
As edições da «Frente Ecológica» foram, durante década e meia, voz activa e participante nessa polémica de «vida ou de morte», documentam e testemunham o nascimento de uma ciência que ainda não nasceu: a Ecologia Humana. Irá ela algum dia nascer?

Se a aparentemente sem saída crise ecológica e a consequente derrocada do mundo actual se deve, principalmente, à ciência estabelecida, ajudada pelas tecnologias antiecológicas que essa ciência alimenta, não será, evidentemente, dentro da mesma lógica autodestrutiva, com instrumentos, cientistas e tecnologias do sistema estabelecido que iremos criar um distanciamento crítico necessário para perceber onde estamos, de onde viemos e para onde vamos.
Para sabermos como vamos sobreviver à catástrofe, ultrapassar a crise e reatar o fio perdido da «vida para viver» em vez da actual «vida para morrer», teremos - na opinião de alguns - de recorrer a outra ciência e a outra tecnologia diferente daquelas que promoveram a crise e apontam para a catástrofe.

A intuição holística e ecológica - o sentido profundo da Unidade - foi mantida, através dos séculos, por alguns profetas que nunca aceitaram, na totalidade, a ordem da desordem estabelecida, nem se conformaram com ela.
Curiosamente e como a obra de Fritjof Capra (*) vem, exaustivamente demonstrar, a ciência ocidental de ponta como a Física Atómica em que ele é especialista, conduz à inevitabilidade de regresso às fontes orientais do Conhecimento como o Taoísmo.
No meio da balbúrdia em que se transformaram as gralhas ditas ecológicas e ecologistas, tentaram alguns, em nome do «realismo ecologista», ordenar ideias e prioridades, inventariando obras de autores que, em maior ou menor grau, mantiveram sintonizado o comprimento de onda correcto e que foram, portanto, precursores e profetas da holística contemporânea.
Inventário discutível, sem dúvida, ele constitui um primeiro desafio aos que investigam no campo das ideias, para se defenderem das mentiras numérico-estatísticas que, em nome do rigor matemático e experimental, a ciência oficial vai impingindo.
Como se pretende mostrar pelos autores até agora inventariados pelo «realismo ecologista», num primeiro contributo a uma abordagem holística do real, verifica-se que vem principalmente de escritores, filósofos e homens de pensamento o melhor antídoto à mentira científica. É deles que vem, portanto, o contributo mais decisivo para a viragem contemporânea de mentalidades a que, por comodidade metodológica, chamamos Holística, palavra que sucedeu à palavra Ecologia, completamente desfigurada por todos os eco-equívocos, eco-oportunismos e ecotravestis.
Debaixo da palavra Ecologia, e abusando dela até ao obsceno, se vieram acobertando todos os oportunismos, ao ponto de os ecologistas de sempre se sentirem completamente excluídos.

Com todas as limitações de uma lista mais do que provisória, eis, por ordem alfabética, alguns profetas da visão holística do mundo e da vida, a maior parte dos quais, como é óbvio, jamais pronunciou ou ouviu pronunciar a palavra Ecologia, até porque a maior parte deles viveu muito antes de que a palavra tivesse sido inventada.
Procura-se, com esta lista «inesperada», mostrar que a «filosofia» em que se fundamentam as ideias e o movimento ecologista, não são de ontem nem de hoje, mas de sempre. Como é de sempre a intuição que acompanhou os mais lúcidos sobre a unidade fundamental do universo.

Com o «realismo ecologista» trata-se de exercer uma pedagogia profunda, no sentido de ultrapassar, por um mergulho profundo nas raízes da Dialéctica taoísta do yin-yang, as antinomias clássicas da cultura europeia e ocidental ( Ver Denis de Rougemont, «Cartas aos Europeus», pg. 54 da edição portuguesa (**). )
Com efeito, essas dicotomias e antinomias são responsáveis não só pela contradição fundamental que atravessa e dilacera a cultura europeia-ocidental - Homem contra Natureza - mas por outras lutas e antinomias que dela decorrem (homem contra o homem, luta de classes, luta de gerações, totalitarismo contra Liberdade, etc. )
A bipolarização a nível político, a dicotomia Esquerda-Direita levada a extremos patológicos, inviabiliza não só qualquer entendimento fraterno entre pessoas e povos, como conduz ao supremo confronto, ao supremo frente a frente dos dois blocos bélicos em uma guerra nuclear.
A aprendizagem da dialéctica yin-yang e a arte da liberdade será assim o objectivo supremo, o que implica um longo período de estudo e reconversão mental, para que gradualmente as caducas antinomias, as contradições inelutáveis vão dando lugar à contradição dialéctica e criadora que as filosofias do yin-yang como o taoísmo ensinaram na sua sabedoria mas a arrogância da chamada ciência europeia e ocidental não só destruiu (em muitos casos), como lançou nos porões da História.
Corolário desta antinomia que a própria Europa criou contra outros povos, culturas, civilizações e continentes, são todas as formas bárbaras de Biocídio, nomeadamente nas formas de Etnocídio e de Genocídio sistemático, que caracteriza as cruzadas do «espírito europeu» e as colonizações sangrentas levadas a cabo por ele.
Apoiam este trabalho de investigação e prospecção heurística, não só alguns textos produzidos e editados na «Frente Ecológica» sobre dialéctica yin-yang aplicada na Prática, mas fontes e autores, mais ou menos proféticos, que paulatinamente se foram aproximando da verdade, quase todos depois de terem percorrido a via dolorosa dos sistemas filosóficos de raiz racionalista, experimental e positivista.

É pelos resultados concretos e pelas consequências práticas no dia a dia dos factos e dos acontecimentos, que a Ecologia Humana pretende comprovar a validez ou invalidez de todo um sistema teórico, de uma ideologia e, se quiserem, de todo um padrão civilizacional, baseado nas armas, na violência e na morte. E na ciência, como corolário sine qua non.
Pela primeira vez na História, o combate ideológico trava-se ao nível dos acontecimentos e factos a que uma ideologia (a tecnocrática) deu lugar: os factos são a prova, a irrefutável prova que demonstra a invalidez de teorias, ideias, hipóteses da constelação tecnocrática.
Feita esta prova, efectuado o balanço crítico desta civilização, repara-se, por exemplo, que a Ecologia Humana e a crítica nela implícita à sociedade industrial, vem coincidir com os pressupostos teóricos e filosóficos da corrente teosófica que no mundo ocidental fundaria a sua primeira sociedade em 1875.
Há cento e poucos anos, em 1875, Madame Helena Petrovna Blavatsky, deixava testemunhado, na sua obra monumental, «Ísis Sem Véu», o combate com as correntes ideológicas que, em nome do progresso, do bem estar, da felicidade dos povos, da razão, etc., ainda não tinham sido postas à prova na realidade concreta dos povos e das pessoas.
Nessa data, quem não acreditava que o século das luzes despontava, que a paz e a felicidade eternas estavam a ser preparadas pela ciência e pela técnica, enfim, que o homem tinha na mão o próprio destino e que, se necessário fosse, escalaria o céu para matar Deus em pessoa?
Cem anos depois, a História dá toda a razão a Helena Blavatsky. A engrenagem ideológica que ela criticara, bem como as instituições que lhe servem de pilares, está podre.
Para honra de Blavatsky e desgraça nossa, mortais terrenos, provou-se, com a crise ecológica, que este ramo europeu da chamada evolução das espécies, estava não só errado de raiz, não só tinha havido um engano de agulha há muitos séculos, não só era estruturalmente violento e portanto auto-suicida, como trazia a morte na alma e a vocação autofágica e canibalesca da sua própria destruição.
A crítica da Engrenagem tecnocrática feita pela Ecologia Humana possui, portanto, antecedentes e de certa força. Não tem de que se envergonhar das suas premissas e conclusões, que há cem anos já eram preconizadas por espíritos inconformistas e pouco dados a crenças e superstições.
A superstição científica já era então objecto de crítica: porque razão não o há-de ser hoje, em que estão bem à vista os frutos podres dessa árvore envenenada?
Um mundo que só tem o holocausto nuclear como «saída», está ou não suficientemente definido, julgado e condenado?
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holist3-diario-1987-inéditos

PROFETAS DA VISÃO HOLÍSTICA

Alan KARDEC
Alan WATTS
Albert CAMUS
Alexis CARRELl
Alfred SAUVY
Alice A. BAYLEY
Alvin TOFFLER
André VOISIN
Annie BEASANT
Antonin ARTAUD
Bertrand RUSSELL
Buckminster FULLER
C.J.JUNG
C.LOUIS KERVRAN
Carl SAGAN
Claude BERNARD
D.H. LAWRENCE
Danilo DOLCI
Edgar MORIN
Eich FROMM
Eliphas LEVY
Emanuel MOUNIER
Ernesto BONO
Felix LE DANTEC
Frederick LEBOYER
Friedrich SCHUMACHER
Gabriel MARCEL
Gordon Rattray TAYLOR
GURDIEFF
Gustavo LE BON
Henri BERGSON
Henri LEFEBVRE
Henri MARCUSE
Herman HESSE
HIPOCRATES
Ivan Illich
J.L. BORGES
Jack LONDON
John HUIZINGA
Jorge OSHAWA
Josué de CASTRO
Julius EVOLA
KAREN HORNEY
Karl MANHEIM
KHRISHNAMURTI
KINSEY
Konrad LORENZ
Lanza del VASTO
Leon DENIS
Louis PAUWELS
Luis RACIONERO
Mahatma GANDHI
Maria MONTESSORI
Maurice MESSEGUE
MAX HEINDEL
Michel BOSQUET
Michel REMY
Michio KUSHI
Mircea ELIADE
Orlando RIBEIRO
P.D. OUSPENSKY
PARACELSO
Paul CARTON
Paulo MANTEGAZZA
Raquel CARSON
René DUBOS
René DUMONT
René, GUÉNON
Roger GARAUDY
S. JoÃO DE DEUS
SCHOPENHAUER
Segismundo FREUD
Serge MOSCOVICI
Soren KIERKEGAARD
Swami VIVEKANANDA
Teilhard de CHARDIN
Theodore ROSACK
Tomas RIBOT
Vance PACKARD
Wilhelm REICH
Wilhelm STECKEL


«REALISMO ECOLOGISTA» NA HORA DO BALANÇO

ECOLOGIA HUMANA FALIU?

Esta civilização está errada, mas é quem vai decidir do nosso destino planetário.
Esta civilização está errada, mas quem vai pagar somos nós todos.
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TÉCNICOS DE SAÚDE

PARA UMA LISTAGEM A A Z DE PROFISSÕES

[Um asterisco (*) assinala as profissões holísticas de saúde]

Acupunctor*
Assistente dentário
Assistente médico
Auxiliar de clínica
Auxiliar de diagnóstico e terapêutica
Auxiliar de saúde
Biologista
Bioquímico
Cardiopneumografia (técnico de) ou cardiografista
Conselheiros de saúde
Dietista*
Enfermeiro
Enfermeiro de saúde pública
Esteticista visagista
Fisioterapeuta*
Higienista*
Homeopata*
Laboratorial(técnico) de prótese dentária
Manicure
Manutenção (técnico de) de equipamento médico-dentário
Massagista de estética*
Massagista de recuperação*
Massagista desportivo*
Massagista fisioterapeuta*
Massagista shiatsu*
Médico nutricionista*
Naturoterapeuta*
Nutricionista*
Oculista
Oftalmologista
Oligoterapeuta*
Óptico
Optometrista
Ortoprotésico
Osteoterapeuta (osteopata)*
Parto profiláctico*
Pedicure
Podologia (técnico de)
Preparador de análises clínicas
Preparador de Farmácia
Professor de saúde*
Psicólogo clínico*
Psicoterapeuta*
Radiografia (técnico de) ou radiografista
Radiologista (técnico)
Radioterapia (técnico de)
Sanitário (técnico)
Sanitarista (técnico)
Segurança no trabalho (técnico de)*
Socorrista (técnico)*
Terapeuta da fala*
Terapeuta familiar*
Terapeuta ocupacional*
Visagista■