1-3-lder-0>=lder-1>lder-2> da psicologia à noologia - leituras de estudo em noologia
LEITURAS DE ESTUDO: OS DEVORADORES DE CRONOS
É claro que não se chega a Deus pela leitura. Mas talvez se possa chegar pela desleitura ou seja, sabendo, de todo, o que não vale a pena ler. E quais são afinal os 100 volumes que, na Biblioteca de Alexandria, transmitiam ao futuro a sabedoria por inteiro.
Para já e enquanto não reconstituímos a Biblioteca de Alexandria, vamos vendo e sabendo e comunicando uns aos outros, o que não vale a pena ler.
O que não vale a pena perder cronos a ler.
Lisboa, 23/Junho/1996 - Quando se chega ao momento de aconselhar leituras a um estudante de radiestesia holística, é preciso bastante cuidado para não cairmos na armadilha das bibliografias exaustivas, consagradas e de autores célebres.
Acima de tudo há que respeitar o tempo, o pouco tempo (cronos) de que um estudante dispõe para ler, como aliás quase todas as pessoas hoje em dia.
É preciso ser frontal, afirmando que a maior parte dos livros que pretendem abordar o sagrado - a que a ciência chama área quântica, para baralhar tudo ainda mais - mesmo os livros e autores de reputação científica e/ou universitária, são pura perda de tempo e dinheiro.
Há de tudo nessa imensa bibliografia: desde a pura fraude ao vazio completo, desde a erudição balofa e insignificante ao discurso prolixo e chato. A maior parte dos livros sobre a área sagrada das energias é uma pura ficção, especialmente os que mais se vangloriam de ser científicos. A invenção domina estes autores, dotados da melhor boa intenção em ensinar fabulosas ciências ao comum dos mortais.
A invenção domina, por exemplo, nos livros e autores que pretendem dar-nos lições sobre fases da iniciação, a que alguns chamam ritos de passagem; a arte de sonhar em que o sr. dr. Carlos Castañeda, trascrevendo de um D. Juan mais ou menos fictício (nunca se apurou bem se os livros de Castañeda são livros de um antropólogo, se pura e simples romance de cordel) é um dos casos mais conhecidos e populares. (*)
A taça do santo Graal, com intermináveis histórias de lenda e mistério sobre os cavaleiros da Távola Redonda e do Rei Artur, são apenas isso: histórias de conto e lenda para adormecer bebés, como aquela que o senhores Michael Baigent, Richard Leigh e Henry Lincoln. nos contam em «O Santo Graal e a Linhagem Sagrada»(*).
Se vamos, por exemplo, para os alegados testemunhos sobre a vida que há do outro lado da vida, o discurso é igualmente piedoso, reconfortante das almas e de boa fé, mas, no melhor dos casos, pura auto-sugestão dos cinco sentidos: as descrições do célebre corredor postmortem são apenas tradução imagética de um estado de consciência vibratória que, se existisse, estaria muito para além dos 5 sentidos e, portanto, dessas paisagens idílicas que são apenas produto dos mesmíssimos 5 sentido. É o caso de Raymond A. Moody Jr com os seus dois livros editados em português:- Reflexões Sobre a Vida depois da Vida - Ed. Bertrand - Lisboa, 1981 e - Vida Depois da Vida - Ed. Bertrand - Lisboa,
Uma telenovela da inesgotável cornucópia brasileira, pintava de cores românticas e líricas o outro lado, na piedosa intenção de mostrar que afinal a morte é libertação e serenidade. Como se do outro lado tivessem sentido palavras do ego emocional e sentimental como essas de paz, conforto, bem estar, felicidade, serenidade, etc.
Ao nível de telenovela estamos aliás bem servidos de elogios ao ego de cada um e de cada qual: o objectivo número um desse narcótico de massas, é mesmo reconfortar as pessoas na sua mediocridade e na sua estagnação.
As limitações da «mente» ao pensamento são mesmo notadas no livro do senhor Doutor Carlos Castañeda,«A Arte de Sonhar»(*), livro que, por sua vez, é um redutor desse mesmo pensamento até limites de inverosímil. Se as pessoas quando encetam um processo de iniciação, procuram plataformas de conforto e bem estar, estão evidentemente a pautar-se por parâmetros dos 5 sentidos e, portanto, estão pura e simplesmente a viver um processo de auto-engano.
Mesmo entre os radiestesistas encartados da nossa praça, o «sonho» e a «arte de sonhar» são muito explorados e enfatizados até ao ridículo. Devo confessar que tive um grande complexo de inferioridade, quando comecei a radiestesia, porque sonhava pouco e mal enquanto os meus colegas contavam sonhos maravilhosos que a radiestesia lhes produzia.
Sonhava eu que, com os progressos no trabalho com o pêndulo, viesse a sonhar muito e bem. Tem-me acontecido o contrário e ainda estou para saber se é progresso ou se é retrocesso. Não me lembro do que sonho, ou só raramente, e não posso portanto cultivar essa mitologia tão encantatória que os sonhadores natos cultivam. Com o beneplácito técnico, aliás, dos livros de Guillé, onde o sonho também é mostrado como um meio de maravilhas.
O sonho, quanto a mim, é apenas a forma espontânea de percorrer o oceano do inconsciente: e uma técnica como a da radiestesia holística, ensinando a percorrer esse oceano, vai dispensar, em parte, que o sonho tenha de fazer esse trabalho.
As vantagens «psicológicas» que se retiram do trabalho de radiestesia é um assunto muito perguntado pelas pessoas que pegam no pêndulo de radiestesia holística e começam este processo.
As melhores vantagens, creio eu, são indefiníveis. Porque se fossem definíveis não eram vantagens, eram sequência ainda dos cinco sentidos e dos respectivos egos e do omnipresente processo de auto-sugestão. Se há um pouco mais de claridade interior, não é, no entanto, nenhum daqueles deslumbramentos que é costume ver descritos nos livros de místicos e de extáticos.
Acho sinceramente que há muita literatura (a mais) à volta das fases de iniciação, se é que não é tudo literatura. E quando leio um livro de antropologia cultural como a obra coordenada por Jean Holm e John Bowker sobre «Ritos de Passagem» (*), assumo uma atitude um tanto ou quanto irónica, pois os rituais das várias religiões parecem-me apenas uma série de truques dos mestres, gurus e sacerdotes para ter nas mãos os neófitos e/ou iniciados.
A famosa «comunitas» de que fala o livro não é, afinal, outra coisa senão a egrégora, hoje em marcha desenfreada por tudo o que é movimento dito espiritual e grupo dito de iniciação. Mistérios e complicações, no meu entender, são apenas truques do poder sacerdotal e da autoridade religiosa para manter alienada a clientela e ter nas mãos os fiéis.
Quando a radiestesia holística proclama que cada um tem de ser mestre de si mesmo, está sublinhando isso mesmo: fugir das autoridades eclesiásticas e da armadilha das egrégoras, que incluem acções de parasitagem e vampirismo.
Se se vai para a bibliografia alegadamente científica, um livro de Óscar G. Quevedo, «O Poder da Mente na Cura e na Doença» (*), pode ser o melhor exemplo de quase 5 mil escudos atirados à rua. O primeiro capítulo é sobre o negócio de curandeiros mediúnicos. Mas a parapsicologia científica de Quevedo nunca vai além disso: um processo consecutivo de auto-sugestão e de auto-chantagem, ao nível dos enganos dos 5 sentidos e arredores.
Para quem se considera, com tanto ênfase, um cientista da parapsicologia, esta preocupação com os negócios dos curandeiros em geral e do Arigó em particular, é admirável. Mas extenuante.
Depois há aqueles livros – por exemplo, «As Medicinas Tradicionais Sagradas», de Claudine Breklet-Rueff, -- que têm alguns grãos de sabedoria aproveitáveis mas perdidos, misturados num monte de retórica e de superfluidades.
O prolixo (que se pode ler pró-lixo) também ocorre com uma grande frequência. Mas um caso que considero patético são dois livros sobre a Kaballah de uma sumidade em judaísmo, Gershom Scholem. São eles: «A Cabala e a Mística Judaica» (Ed. Dom Quixote) e «La Cábala y Su Simbolismo» (ed. Siglo XXI, Madrid). Mas também «La Cábala», de Alexandre Safran, é outra decepção(*). Muita parra e pouca uva. Longos e chatos, é o que é.
Francamente: há formas mais honestas de nos esportularem dinheiro mas principalmente de nos espoliarem daquilo que, em radiestesia, nos é mais precioso: o tempo (cronos) que não podemos perder no trabalho para a eternidade.
Os devoradores de Cronos são, de facto, verdadeiros assassinos de almas.
Valha-nos, no caso da Kaballah, um encontro feliz e compensador com três obras de ENEL - de leitura obrigatórias e preciosos auxiliares do estudo de radiestesia holística(*).
São de acrescentar na bibliografia de Etienne Guillé que, por acaso, até nem os cita, embora me pareça que não os ignora(*)
Para trabalho de testes, outra descoberta são os três livros de um português - José Nunes Carreira - que nem sonha, provavelmente, o serviço que está prestando aos estudantes da radiestesia holística. Aliás as chamadas, na universidade, civilizações pré-clássicas são um festival de boas informações sobre o sagrado e a sabedoria.
É claro que não se chega a Deus pela leitura. Mas talvez se possa chegar pela desleitura ou seja, sabendo, de todo, o que não vale a pena ler. E quais são afinal os 100 volumes que, na Biblioteca de Alexandria, transmitiam ao futuro a sabedora por inteiro.
Para já e enquanto não reconstituímos a Biblioteca de Alexandria, vamos vendo e sabendo e comunicando uns aos outros, o que não vale a pena ler.
O que não vale a pena perder cronos a ler.
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LEITURAS DE ESTUDO
Faz-se a seguir a listagem dos livros citados, destacando os que têm maior relevância para a disciplina de Psicologia:
Alexandre Safran - La Cábala - Ed. Martinez Roca - Barcelona, 1976
Carlos Castañeda - Arte de Sonhar - PEA - Lisboa, 1993
Claudine Brelet-Rueff - As Medicinas Tradicionais Sagradas - edições 70 - Lisboa, 1978
ENEL - La Langue Sacrée - Ed. Maisonneuve - Paris, 1968
ENEL - Post Mortem - Ed. Omnium Littéraire - Paris, 1973
ENEL - Trilogie de la Rota - Ed. Dervy - Paris, 1993
Gershom Scholem - La Cábala y Su Simbolismo - Siglo Veintiuno Editores - 1992 (oitava edição em espanhol)
Gershom Scholem - A Cabala e a Mística Judaica - Publicações Dom Quixote - Lisboa, 1990 -
Jean Holm e John Bowker - Ritos de Passagem - PEA - Lisboa, 1994
José Nunes Carreira - Filosofia Antes dos Gregos - PEA - Lisboa, 1994
José Nunes Carreira - Mito, Mundo e Monoteísmo - PEA - Lisboa, 1994
Oscar G.-Quevedo - O Poder da Mente na Doença e na Cura - Edições Loyola - São Paulo, 1979
Raymond A. Moody Jr - Reflexões Sobre a Vida depois da Vida - Ed. Bertrand - Lisboa, 1981
Raymond A. Moody Jr - Vida Depois da Vida - Ed. Bertrand - Lisboa,
Roy E. Peacock - Breve História da Eternidade- PEA - Lisboa, 1995
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1-1- 96-6-22> lder -3> - leituras de estudo em radiestesia - diário de um aprendiz de energias
OS LIVROS DE CIÊNCIA
Lisboa, 22/ Junho/1996 - Quando, em nome da ciência, se praticam hoje as maiores monstruosidades que uma sociedade (de consumo) monstruosa diariamente debita, convém pensar duas vezes, sempre que se fala, com reverência religiosa, de ciência.
No campo das correntes teosóficas, há duas que particularmente concorreram para essa mitologia dita científica : os rosacruzes, particularmente os do ramo norte-americano, sempre dispostos a provar, que não entram em superstições, e a Sociedade Teosófica.
Com todo o respeito que nos merecem as instituições mais antigas, é preciso, no entanto, dizer, que, em nome da holística e da radiestesia holística a arrogância em nome da ciência e da tecnologia é hoje uma das mais intoleráveis e mais geradoras de intolerância.
Quando, em nome da ciência, se constroem monstruosidades como esse CERN (e estou a falar- disto porque tenho diante de mim -fotografias do monstrosinho,) quando o gigantismo da ciência e da tecnologia atinge a megalomania das megalomanias – criminosa e perigosa – e quem paga isto tudo é sempre o mexilhão, ou seja, o Planeta Terra, há que vomitar também esse sapo da ciência e da tecnologia. Com toda a calma e tranquilidade.
Um estudante de radiestesia holística tem as 12 ciências sagradas à mão de semear, não precisa de se entusiasmar com a ciência profana obscena.
Se não vamos a Deus pelos livros, pelos livros de ciência e pela tecnologia é que decididamente só iremos, como fomos sempre e continuamos indo, aos quintos dos infernos.
É preciso pedir às instituições que tanto falam de ciência, a propósito do sagrado, que deitem fora esse preconceito e esse complexo e que não tenham medo de evitar a ciência e os cientistas. Pois (não) é aí que está o busílis.
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quarta-feira, 4 de março de 2009
AXIOMÁTICA 2012
1-2 lade-0 >a-diagra>adn> - notas de leitura - à luz da hipótese vibratória
AS FONTES EGÍPCIAS E A ÁGUA INQUINADA DOS ARQUEÓLOGOS
«O destino do homem é a eternidade»
In «Textos Sagrados das Pirâmides»
[Diagramas «egípcios»: 0, 1, 26, 36, 37, 39, 40, 41 ]
2/7/1995 - Se a bibliografia sobre Mu é praticamente inexistente (além do livro de James Churchward, nada mais se conhece), se a bibliografia sobre a Atlântida é dada, na sua maior parte, como fantasiosa, e a arqueologia oficial não a leva a sério nos seus desvarios, já sobre o Egipto a questão é outra.
Abunda a comida, a civilização não desapareceu, as pirâmides estão lá de pedra e cal, os hieróglifos também e os papiros bem guardados no Museu de Turim. A arte é esplêndida, os frescos fresquíssimos da costa e monumentos não faltam para alimentar a gula de turistas à tiracolo e dos outros turistas que são os historiadores, arqueólogos e estetas.
O Egipto foi e continua a ser o grande maná, um verdadeiro ver-se-te-avias. Só o Tibete se lhe compara em chulice internacional, à conta da Teosofia e arredores. Desde «A Maldição dos Faraós» contada por Philipp Vandemberg (Ed. Livros do Brasil) até à exploração desenfreada do simbolismo das pirâmides, que chega ser obscena em casos como o de Tomás d'Eça Leal, só a obra clássica do Abade Morée se distingue da vulgaridade (e do vampirismo) ou o notável documento sobre a eternidade que é livro de C. W. Ceram «Deuses, Túmulos e Sábios» (Ed. Livros do Brasil).
Dir-se-ia que o Egipto, tal como a bela adormecida, espera ainda o príncipe encantado que o desencante, o historiador e o método de investigação capaz de ler e penetrar em todos os seus mistérios, maravilhas e profundezas.
Esse príncipe encantado parece ter surgido com Etienne Guillé e o método da gnose vibratória por ele proposto.
CONFUSÃO DE DEUSES E DEUSAS OU ESCALA HIERÁRQUICA DE ENERGIAS?
Os textos sobre religião egípcia são, geralmente, assustadores. Para lá de não saberem rigorosamente nada da matéria que estão tratando - energias - tornam-se num cocktail ininteligível de historietas cruzadas umas nas outras, sem qualquer sentido, ao melhor estilo das telenovelas modernas.
Uma das conclusões a tirar, à luz da hipótese vibratória proposta por Etienne Guillé, é de que esses textos são um amontoado de iniquidades e de histórias anedóticas, em que a proliferação de nomes de deuses ajuda à total confusão e insignificância do que lemos.
A chamada mitologia egípcia, a julgar pelos autores que estamos consultando, seria um caos de nomes (que cada autor grafa de uma maneira), de lendas (que cada um conta a seu jeito), de falsos mitos (que cada um interpreta com o desvario que lhe é próprio), de ingenuidades (im)perdoáveis e primitivismos deploráveis.
Colocada a hipótese vibratória - os nomes de deuses são apenas nomes de energias - dois parâmetros se impõem:
a) o sistema egípcio de deuses é uma única e precisa descrição das energias cósmicas
b) é possível, em vez do caos, chegar a uma efectiva cosmogonia (talvez a única hoje acessível) e compreender que, à luz da hipótese vibratória, as energias se escalonam segundo uma hierarquias precisa e irreversível.
Os graus de parentesco entre deuses e suas filiações ou ascendências são apenas energias homólogas, análogas, antagonistas e as relações entre si que, para o vulgo, são contadas sob forma romanesca, como relações familiares, a telenovela da época faraónica, correspondem a relações numerológicas que só a ciência sagrada da Aritmosofia pode descodificar.
Provavelmente, trata-se aqui dos famosos 3 níveis de leitura da mensagem egípcia.
As energias contadas como «historietas da Carochinha» seria o primeiro nível de leitura, literal, e destinar-se-ia a entreter o povo rude, como hoje as telenovela.
Depois, um segundo nível de leitura, o nível simbólico, apenas acessível a intelectuais, eruditos, escribas e outros letrados da época divina.
Finalmente, o terceiro nível de leitura, secreto, oculto, esotérico, que estava reservado aos hierofontes da Enéade de Heliópolis.
Os historiadores modernos, a partir de Champolion, basearam-se no 1º nível de leitura - o popular - e recontam-nos, cada um para seu lado, essa confusão de histórias, muito semelhantes às 36 telenovelas que passam, por dia, nas 4 televisões portuguesas.
É tempo de extrair dos Egípcios, que não nos cobram direitos de autor, o que eles nos disseram de Energias e da Eternidade. A sua Cosmogonia. A mais perfeita que chegou até nós. Essa a informação que merece a pena guardar.
Por ordem de valor informativo ou vibratório, deveremos acolher e começar a alinhar no nosso caderno de exercícios e testes:
- Nomes de deuses
- Nomes de lugares especiais ou mágicos
- Palavras de poder
- Hieróglifos que exprimem unidades elementares de informação
- Textos sagrados encontrados nas pirâmides
- Textos incluídos no chamado «Livro dos Mortos»
CAMPOS DE MORFOGÉNESE
À luz da hipótese vibratória proposta por Etienne Guillé, os deuses com formas de animal, por exemplo, traduzem, como os outros com formas humanas, campos energéticos de morfogénese, de que tanto fala Etienne, baseado na obra clássica de R. Sheldrake, «Une Nouvelle Science de la Vie», Ed. Rocher, 1985. Num primeiro (e primário) nível de leitura, Anúbis é o deus com cabeça de chacal mas, em segundo nível de leitura, é a expressão de um campo energético que rigorosamente é expresso por essa forma de chacal, energeticamente diferente do cão, da águia, do rato, da mosca, do íbis ou do gato. Como acontece, por exemplo, na astrologia chinesa, feita de animaizinhos os mais diversos...
+
lade-1>listas> lade = listas aberta do egipto para testes
2/7/1995
NOMES DE DEUSES, NOMES DE ENERGIAS
Aba
Abydos
Amenti
Anubis
Anuki
Anupu
Aset
Ba
Badariana
Buto
Chacal
Chemi
Edfu
El-Kab
Enéade de Heliópolis
Ermuthis
Geb
Haroheris
Harsafés
Hathor = deusa da música
Heliópolis
Heracleópolis
Horo
Horo-Ra
Hu = autoridade
Ihet
Ísis = esposa e irmã de Osíris
Ka
Khas
Khentamenti -> Abidos
Kherty
Khnum
Kokai - primeiro faró que se disse filho de Rá
Maat = justiça
Mekhenti-en-irty
Mekhenti-irty
Memnon = estátuas colossais que os raios do sol tornavam sonoras
Menfis
Min
Nakhal
Narmer
Neferir Kré
Nefertari
Negaudiunas
Nephtys
Nomos
Nun
Nut
On = Heliópolis
Osíris (Mistérios de)
Osíris = esposo de Ísis e pai de Horus, divindade do Bem, da vegetação e protector dos mortos
Pepi I e II
Ptah
Ra
Ra- Harakto
Sakhebu
Sakmet
Set
Sia = percepção
Siut
Sobek
T-Meth
Ta-resu
Tebas
Thinis
Thoth ou Thoth = deus regulador do tempo e do universo, assimilado ao Hermes grego
Totenen
Upuat = deus-lobo no delta , companheiro de Horo na luta contra Set
Ur Kherp Hemat = grão mestre da arte
+
1-2-lade-2 >notas de leitura - lade = lista aberta de egipto - itálicos para testes
DEUSES EGÍPCIOS
b) Deuses com cabeça de animal e corpo humano:
Sekhmet -> cabeça leoa
Bast = Sekhmet
Tot -> cabeça de Íbis
Khnum -> cabeça de carneiro
c) Deuses cósmicos do ciclo Ra:
Atum = divindade solar, patrono de Heliópolis
Ra = Sol
Ur-Mer = Mnenis = Ra
Nut = abóbada celeste
Geb = deus da terra
d) Deuses relacionados com conceitos metafísicos:
Ptah -> divindade superior (Logos dos gnósticos)
Raul Xavier, prefácio do livro «Textos Sagrados das Pirâmides», de G. Maspero e Kurt Sethe
*
A ENÉADE DE HELIÓPOLIS
«O clero de Heliópolis elaborou uma Cosmogonia, segundo a qual Ra-Atum, o deus sol, gerara a si mesmo, caindo de Nun, o Oceano primordial. A descendência de Ra-Atum compunha-se de Su, divindade atmosférica, Tafnut, esposa de Su e deusa da Humidade. Estes, por sua vez, geraram Geb, o deus do solo, Nut, a deusa celeste, que simbolizava a abóbada celeste. Geb e Nut procriaram Osíris, Ísis, Set, Neftis.
Estes 9 deuses constituíam a Enéade de Heliópolis.»
J.E.S. Edwards, in «Textos Sagrados das Pirâmides», de G. Maspero e Kurt Sethe
*
«Osíris e Íris tinham copulado quando ainda se encontravam no ventre da deusa Nut.»
Idem
*
«Os Egípcios acreditavam na possibilidade dos mortos agirem em benefício dos vivos, e admitiam que os vivos pudessem actuar em favor dos mortos, crença documentada pelos escritos na superfície externa dos sarcófagos, nas lápides tumulares, nos papiros, nas paredes dos corredores e câmaras no interior das pirâmides
«Acreditavam na eficácia mágica desse fraseado, supondo animar o mundo do morto, guiá-lo, protegê-lo em sua viagem, na barca em que seria conduzido ao tribunal de Osíris.
Tais escritos, lidos durante os funerais e ritos fúnebres, posteriores ao sepultamento, constituem hoje o material de estudo dos egiptólogos. Intitulam-se:
Textos das Pirâmides
Textos dos Sarcófagos
alguns reunidos sob a denominação de Livro dos Mortos
Nessa literatura fúnebre incluem-se escritos que descrevem a topografia do mundo do além e são:
O Livro dos 2 Caminhos
O Livro de Aduat
O Livro das Portas
O Livro da Noite
O livro das Cavernas
*
«O material antropológico oferecido pela cultura egípcia vale pela antiguidade submetida a um processo evolutivo, processo orientado no sentido da melhoria das condições de existência daquela colectividade.
«Essa antiguidade pode ser estendida a mais de 5.000 anos antes da era cristã. Neste particular, o Egipto antecede a China e a Índia, pelo menos no que diz respeito à seriação das formas culturais. Sob este critério, talvez somente a Babilónia seja mais antiga.»
Raul Xavier, prefácio do livro «Textos Sagrados das Pirâmides», de G. Maspero e Kurt Sethe,
*
NÚMEROS
Em 1859, o inglês John Taylor concluiu que o arquitecto de Queóps usara como unidade de medida o mesmo cúbito bíblico utilizado na construção da Arca de Noé (que, pelos seus cálculos, fora concluída 300 anos antes da pirâmide de Queops). O cúbito sagrado equivalia a cerca de 63 cm de comprimento e baseava-se, por sua vez, no eixo da terra. Se se dividir o eixo da terra por 400.000, o resultado é um cúbito bíblico.»
«Fronteiras do Desconhecido», Ed Selecções, pg. 16
*
«Pitágoras possuía poderes extraordinários: conseguia tornar-se invisível e caminhar sobre a água e tinha o poder de fazer aparecer e desaparecer objectos, de acordo com a sua vontade.»
«Fronteiras do Desconhecido», Ed. Selecções,
*
«O análogo produz o análogo e elementos primitivamente em contacto continuam a actuar - reciprocamente - estes princípios contam-se entre os dogmas mágicos que se desenvolveram à medida que surgiam sociedades agrícolas a leste do Mediterrâneo.»
«Fronteiras do Desconhecido», Ed. Selecções, pg. 11
+
1-1 - lade-3>adn>listas> - notas de leitura
O CHAMADO «LIVRO DOS MORTOS» DO ANTIGO EGIPTO(*)
«Graças ao livro, o defunto poderia vencer todos os obstáculos - monstros, demónios, portas a abrir - dado o potencial mágico que este livro apresentava. Estes obstáculos persistiriam em aparecer, tentando barrar-lhe toda e qualquer tentativa de alcançar o Além, cruzar os 21 pilares, passar pela 15 entradas e cruzar as 7 salas esperando poder chegar até Osíris e os 42 juízes que iriam julgá-lo. Graças ao Livro, conheceria também o que iria salvá-lo. Os nomes dos deuses.»
*
«O verdadeiro nome do «Livro dos Mortos» era «saída para (a luz de) o Dia». Sua primeira versão foi dada em 1842 por Ricardo Lepsius. Na verdade quem descobriu o «Livro dos Mortos» foi Champollion, arqueólogo francês que decifrou a pedra de Roseta, chave dos hieróglifos egípcios.»
*
«Antes de opinar o que possa ser este livro, vamos a um pequeno resumo do seu conteúdo. Destinado a guiar a alma do defunto pelo Além, informa-nos que, logo após transpor a «Porta do Morte», se vê deslumbrada pela «plena luz do dia». Quando se encontrar refeita do susto, trata de retornar ao corpo que acaba de abandonar, embora as divindades encarregadas de guiá-la arrastem-na para longe do ataúde. Começa aí a dura e difícil caminhada para o Além: atravessa uma região de trevas, caminho difícil e frequentemente obstruído, onde faltam ar e água. A segunda etapa é a chegada ao Anenti, residência de Osíris, onde é julgada. Ali de pé ante o principal de seus juízes e com os braços erguidos, em sinal de adoração, fica ante o deus que, imóvel, enigmático, quase petrificado, contempla a alma que comparece ante ele. Atrás de si estão Ísis e Neftis, irmãs de Osíris. (Aquela, além de irmã, é sua esposa); defronte a esse triunvirato de deuses, o defunto pronuncia as palavras sagradas. Feito isso, a união mística já está realizada: sua alma e a de Osíris formam um único todo. Surge então uma dúvida: porque razão, na 3ª fase, o defunto vem ante o famoso tribunal de justiça presidido por Osíris, se este já uniu a sua alma à do morto?
«O comparecimento é conduzido por Horus ou por Anúbis, frente a um tribunal de 42 juízes. A deusa da Verdade-Justiça está presente, mas não toma parte no julgamento.
«Thoth é o escrivão : faz o defunto confessar não só o que fez mas o que deixou de fazer e Anúbis pesa em uma balança o seu coração. Também aqui se pergunta porquê, posto que o sacerdote, protector ou tutor espiritual do defunto na terra, caso sua alma não subisse ao Amenti, ameaçava «não deixar mais subir Ra no Céu» - o que significava o Sol não percorrer mais o Céu - o faria cair no Nilo, onde se alimentaria de peixes, quando estes estavam entre os alimentos impuros. No entanto, o livro afirma que, se a alma não fosse ao Amenti, seria enviada ao Duat, onde permaneceria por tempo não determinado.
*
«(...) Tudo isso poderia ser conseguido através do Livro, em troca de um pouco de magia e de saber as palavras de potência, irresistíveis a deuses e demónios.»
*
O Livro anuncia uma série de cataclismos cósmicos que culminariam na catástrofe bíblica, o ponto de partida da involução cósmica.
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(*)Luís Carlos Teixeira de Freitas, in «O Livro dos Mortos do Antigo Egipto», Trad. de Edith de Carvalho Negraes, Hemus
Léxico:
Palavras de potência = Palavras de poder
Shu = o que sustenta a abóbada celeste
Osíris = dupla inicial Lua-Sol
Ushebti
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1-1-lade-4> + antologia> - última revisão : 25-12-2001
SUBLINHADOS DO GATO
Os egípcios tinham o poder de dar vida aos mortos, animar estátuas e exigir serviços dos deuses pela mera pronúncia dos seus nomes como palavras de poder. - E.A. Wallis Budge, in «A Magia Egipcia», pg 26
As práticas mágicas dos egípcios haviam passado para o Leste e encontrado ambiente favorável entre os judeus que viviam em Babilónia ou nos arredores. - E.A. Wallis Budge, in «A Magia Egipcia», pg 27
O próprio mundo passou a existir depois que Tot pronunciou uma palavra - E.A. Wallis Budge, in «A Magia Egipcia», pg 11
Aquele que escreve a respeito de segredos, de forma não escondida ao vulgo, é um louco perigoso. - Roger Bacon
O louco não é aquele que perdeu a razão, o louco é aquele que perdeu tudo menos a razão. - Chesterton
A (sociedade Golden Dawn) primeira revolta da alma contra o intelecto, mas não a última. - Yeats, membro da GD - (In «Os Livros Malditos», de Jacques Bergier)
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AS FONTES EGÍPCIAS E A ÁGUA INQUINADA DOS ARQUEÓLOGOS
«O destino do homem é a eternidade»
In «Textos Sagrados das Pirâmides»
[Diagramas «egípcios»: 0, 1, 26, 36, 37, 39, 40, 41 ]
2/7/1995 - Se a bibliografia sobre Mu é praticamente inexistente (além do livro de James Churchward, nada mais se conhece), se a bibliografia sobre a Atlântida é dada, na sua maior parte, como fantasiosa, e a arqueologia oficial não a leva a sério nos seus desvarios, já sobre o Egipto a questão é outra.
Abunda a comida, a civilização não desapareceu, as pirâmides estão lá de pedra e cal, os hieróglifos também e os papiros bem guardados no Museu de Turim. A arte é esplêndida, os frescos fresquíssimos da costa e monumentos não faltam para alimentar a gula de turistas à tiracolo e dos outros turistas que são os historiadores, arqueólogos e estetas.
O Egipto foi e continua a ser o grande maná, um verdadeiro ver-se-te-avias. Só o Tibete se lhe compara em chulice internacional, à conta da Teosofia e arredores. Desde «A Maldição dos Faraós» contada por Philipp Vandemberg (Ed. Livros do Brasil) até à exploração desenfreada do simbolismo das pirâmides, que chega ser obscena em casos como o de Tomás d'Eça Leal, só a obra clássica do Abade Morée se distingue da vulgaridade (e do vampirismo) ou o notável documento sobre a eternidade que é livro de C. W. Ceram «Deuses, Túmulos e Sábios» (Ed. Livros do Brasil).
Dir-se-ia que o Egipto, tal como a bela adormecida, espera ainda o príncipe encantado que o desencante, o historiador e o método de investigação capaz de ler e penetrar em todos os seus mistérios, maravilhas e profundezas.
Esse príncipe encantado parece ter surgido com Etienne Guillé e o método da gnose vibratória por ele proposto.
CONFUSÃO DE DEUSES E DEUSAS OU ESCALA HIERÁRQUICA DE ENERGIAS?
Os textos sobre religião egípcia são, geralmente, assustadores. Para lá de não saberem rigorosamente nada da matéria que estão tratando - energias - tornam-se num cocktail ininteligível de historietas cruzadas umas nas outras, sem qualquer sentido, ao melhor estilo das telenovelas modernas.
Uma das conclusões a tirar, à luz da hipótese vibratória proposta por Etienne Guillé, é de que esses textos são um amontoado de iniquidades e de histórias anedóticas, em que a proliferação de nomes de deuses ajuda à total confusão e insignificância do que lemos.
A chamada mitologia egípcia, a julgar pelos autores que estamos consultando, seria um caos de nomes (que cada autor grafa de uma maneira), de lendas (que cada um conta a seu jeito), de falsos mitos (que cada um interpreta com o desvario que lhe é próprio), de ingenuidades (im)perdoáveis e primitivismos deploráveis.
Colocada a hipótese vibratória - os nomes de deuses são apenas nomes de energias - dois parâmetros se impõem:
a) o sistema egípcio de deuses é uma única e precisa descrição das energias cósmicas
b) é possível, em vez do caos, chegar a uma efectiva cosmogonia (talvez a única hoje acessível) e compreender que, à luz da hipótese vibratória, as energias se escalonam segundo uma hierarquias precisa e irreversível.
Os graus de parentesco entre deuses e suas filiações ou ascendências são apenas energias homólogas, análogas, antagonistas e as relações entre si que, para o vulgo, são contadas sob forma romanesca, como relações familiares, a telenovela da época faraónica, correspondem a relações numerológicas que só a ciência sagrada da Aritmosofia pode descodificar.
Provavelmente, trata-se aqui dos famosos 3 níveis de leitura da mensagem egípcia.
As energias contadas como «historietas da Carochinha» seria o primeiro nível de leitura, literal, e destinar-se-ia a entreter o povo rude, como hoje as telenovela.
Depois, um segundo nível de leitura, o nível simbólico, apenas acessível a intelectuais, eruditos, escribas e outros letrados da época divina.
Finalmente, o terceiro nível de leitura, secreto, oculto, esotérico, que estava reservado aos hierofontes da Enéade de Heliópolis.
Os historiadores modernos, a partir de Champolion, basearam-se no 1º nível de leitura - o popular - e recontam-nos, cada um para seu lado, essa confusão de histórias, muito semelhantes às 36 telenovelas que passam, por dia, nas 4 televisões portuguesas.
É tempo de extrair dos Egípcios, que não nos cobram direitos de autor, o que eles nos disseram de Energias e da Eternidade. A sua Cosmogonia. A mais perfeita que chegou até nós. Essa a informação que merece a pena guardar.
Por ordem de valor informativo ou vibratório, deveremos acolher e começar a alinhar no nosso caderno de exercícios e testes:
- Nomes de deuses
- Nomes de lugares especiais ou mágicos
- Palavras de poder
- Hieróglifos que exprimem unidades elementares de informação
- Textos sagrados encontrados nas pirâmides
- Textos incluídos no chamado «Livro dos Mortos»
CAMPOS DE MORFOGÉNESE
À luz da hipótese vibratória proposta por Etienne Guillé, os deuses com formas de animal, por exemplo, traduzem, como os outros com formas humanas, campos energéticos de morfogénese, de que tanto fala Etienne, baseado na obra clássica de R. Sheldrake, «Une Nouvelle Science de la Vie», Ed. Rocher, 1985. Num primeiro (e primário) nível de leitura, Anúbis é o deus com cabeça de chacal mas, em segundo nível de leitura, é a expressão de um campo energético que rigorosamente é expresso por essa forma de chacal, energeticamente diferente do cão, da águia, do rato, da mosca, do íbis ou do gato. Como acontece, por exemplo, na astrologia chinesa, feita de animaizinhos os mais diversos...
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lade-1>
2/7/1995
NOMES DE DEUSES, NOMES DE ENERGIAS
Aba
Abydos
Amenti
Anubis
Anuki
Anupu
Aset
Ba
Badariana
Buto
Chacal
Chemi
Edfu
El-Kab
Enéade de Heliópolis
Ermuthis
Geb
Haroheris
Harsafés
Hathor = deusa da música
Heliópolis
Heracleópolis
Horo
Horo-Ra
Hu = autoridade
Ihet
Ísis = esposa e irmã de Osíris
Ka
Khas
Khentamenti -> Abidos
Kherty
Khnum
Kokai - primeiro faró que se disse filho de Rá
Maat = justiça
Mekhenti-en-irty
Mekhenti-irty
Memnon = estátuas colossais que os raios do sol tornavam sonoras
Menfis
Min
Nakhal
Narmer
Neferir Kré
Nefertari
Negaudiunas
Nephtys
Nomos
Nun
Nut
On = Heliópolis
Osíris (Mistérios de)
Osíris = esposo de Ísis e pai de Horus, divindade do Bem, da vegetação e protector dos mortos
Pepi I e II
Ptah
Ra
Ra- Harakto
Sakhebu
Sakmet
Set
Sia = percepção
Siut
Sobek
T-Meth
Ta-resu
Tebas
Thinis
Thoth ou Thoth = deus regulador do tempo e do universo, assimilado ao Hermes grego
Totenen
Upuat = deus-lobo no delta , companheiro de Horo na luta contra Set
Ur Kherp Hemat = grão mestre da arte
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1-2-lade-2 >notas de leitura - lade = lista aberta de egipto - itálicos para testes
DEUSES EGÍPCIOS
b) Deuses com cabeça de animal e corpo humano:
Sekhmet -> cabeça leoa
Bast = Sekhmet
Tot -> cabeça de Íbis
Khnum -> cabeça de carneiro
c) Deuses cósmicos do ciclo Ra:
Atum = divindade solar, patrono de Heliópolis
Ra = Sol
Ur-Mer = Mnenis = Ra
Nut = abóbada celeste
Geb = deus da terra
d) Deuses relacionados com conceitos metafísicos:
Ptah -> divindade superior (Logos dos gnósticos)
Raul Xavier, prefácio do livro «Textos Sagrados das Pirâmides», de G. Maspero e Kurt Sethe
*
A ENÉADE DE HELIÓPOLIS
«O clero de Heliópolis elaborou uma Cosmogonia, segundo a qual Ra-Atum, o deus sol, gerara a si mesmo, caindo de Nun, o Oceano primordial. A descendência de Ra-Atum compunha-se de Su, divindade atmosférica, Tafnut, esposa de Su e deusa da Humidade. Estes, por sua vez, geraram Geb, o deus do solo, Nut, a deusa celeste, que simbolizava a abóbada celeste. Geb e Nut procriaram Osíris, Ísis, Set, Neftis.
Estes 9 deuses constituíam a Enéade de Heliópolis.»
J.E.S. Edwards, in «Textos Sagrados das Pirâmides», de G. Maspero e Kurt Sethe
*
«Osíris e Íris tinham copulado quando ainda se encontravam no ventre da deusa Nut.»
Idem
*
«Os Egípcios acreditavam na possibilidade dos mortos agirem em benefício dos vivos, e admitiam que os vivos pudessem actuar em favor dos mortos, crença documentada pelos escritos na superfície externa dos sarcófagos, nas lápides tumulares, nos papiros, nas paredes dos corredores e câmaras no interior das pirâmides
«Acreditavam na eficácia mágica desse fraseado, supondo animar o mundo do morto, guiá-lo, protegê-lo em sua viagem, na barca em que seria conduzido ao tribunal de Osíris.
Tais escritos, lidos durante os funerais e ritos fúnebres, posteriores ao sepultamento, constituem hoje o material de estudo dos egiptólogos. Intitulam-se:
Textos das Pirâmides
Textos dos Sarcófagos
alguns reunidos sob a denominação de Livro dos Mortos
Nessa literatura fúnebre incluem-se escritos que descrevem a topografia do mundo do além e são:
O Livro dos 2 Caminhos
O Livro de Aduat
O Livro das Portas
O Livro da Noite
O livro das Cavernas
*
«O material antropológico oferecido pela cultura egípcia vale pela antiguidade submetida a um processo evolutivo, processo orientado no sentido da melhoria das condições de existência daquela colectividade.
«Essa antiguidade pode ser estendida a mais de 5.000 anos antes da era cristã. Neste particular, o Egipto antecede a China e a Índia, pelo menos no que diz respeito à seriação das formas culturais. Sob este critério, talvez somente a Babilónia seja mais antiga.»
Raul Xavier, prefácio do livro «Textos Sagrados das Pirâmides», de G. Maspero e Kurt Sethe,
*
NÚMEROS
Em 1859, o inglês John Taylor concluiu que o arquitecto de Queóps usara como unidade de medida o mesmo cúbito bíblico utilizado na construção da Arca de Noé (que, pelos seus cálculos, fora concluída 300 anos antes da pirâmide de Queops). O cúbito sagrado equivalia a cerca de 63 cm de comprimento e baseava-se, por sua vez, no eixo da terra. Se se dividir o eixo da terra por 400.000, o resultado é um cúbito bíblico.»
«Fronteiras do Desconhecido», Ed Selecções, pg. 16
*
«Pitágoras possuía poderes extraordinários: conseguia tornar-se invisível e caminhar sobre a água e tinha o poder de fazer aparecer e desaparecer objectos, de acordo com a sua vontade.»
«Fronteiras do Desconhecido», Ed. Selecções,
*
«O análogo produz o análogo e elementos primitivamente em contacto continuam a actuar - reciprocamente - estes princípios contam-se entre os dogmas mágicos que se desenvolveram à medida que surgiam sociedades agrícolas a leste do Mediterrâneo.»
«Fronteiras do Desconhecido», Ed. Selecções, pg. 11
+
1-1 - lade-3>adn>listas> - notas de leitura
O CHAMADO «LIVRO DOS MORTOS» DO ANTIGO EGIPTO(*)
«Graças ao livro, o defunto poderia vencer todos os obstáculos - monstros, demónios, portas a abrir - dado o potencial mágico que este livro apresentava. Estes obstáculos persistiriam em aparecer, tentando barrar-lhe toda e qualquer tentativa de alcançar o Além, cruzar os 21 pilares, passar pela 15 entradas e cruzar as 7 salas esperando poder chegar até Osíris e os 42 juízes que iriam julgá-lo. Graças ao Livro, conheceria também o que iria salvá-lo. Os nomes dos deuses.»
*
«O verdadeiro nome do «Livro dos Mortos» era «saída para (a luz de) o Dia». Sua primeira versão foi dada em 1842 por Ricardo Lepsius. Na verdade quem descobriu o «Livro dos Mortos» foi Champollion, arqueólogo francês que decifrou a pedra de Roseta, chave dos hieróglifos egípcios.»
*
«Antes de opinar o que possa ser este livro, vamos a um pequeno resumo do seu conteúdo. Destinado a guiar a alma do defunto pelo Além, informa-nos que, logo após transpor a «Porta do Morte», se vê deslumbrada pela «plena luz do dia». Quando se encontrar refeita do susto, trata de retornar ao corpo que acaba de abandonar, embora as divindades encarregadas de guiá-la arrastem-na para longe do ataúde. Começa aí a dura e difícil caminhada para o Além: atravessa uma região de trevas, caminho difícil e frequentemente obstruído, onde faltam ar e água. A segunda etapa é a chegada ao Anenti, residência de Osíris, onde é julgada. Ali de pé ante o principal de seus juízes e com os braços erguidos, em sinal de adoração, fica ante o deus que, imóvel, enigmático, quase petrificado, contempla a alma que comparece ante ele. Atrás de si estão Ísis e Neftis, irmãs de Osíris. (Aquela, além de irmã, é sua esposa); defronte a esse triunvirato de deuses, o defunto pronuncia as palavras sagradas. Feito isso, a união mística já está realizada: sua alma e a de Osíris formam um único todo. Surge então uma dúvida: porque razão, na 3ª fase, o defunto vem ante o famoso tribunal de justiça presidido por Osíris, se este já uniu a sua alma à do morto?
«O comparecimento é conduzido por Horus ou por Anúbis, frente a um tribunal de 42 juízes. A deusa da Verdade-Justiça está presente, mas não toma parte no julgamento.
«Thoth é o escrivão : faz o defunto confessar não só o que fez mas o que deixou de fazer e Anúbis pesa em uma balança o seu coração. Também aqui se pergunta porquê, posto que o sacerdote, protector ou tutor espiritual do defunto na terra, caso sua alma não subisse ao Amenti, ameaçava «não deixar mais subir Ra no Céu» - o que significava o Sol não percorrer mais o Céu - o faria cair no Nilo, onde se alimentaria de peixes, quando estes estavam entre os alimentos impuros. No entanto, o livro afirma que, se a alma não fosse ao Amenti, seria enviada ao Duat, onde permaneceria por tempo não determinado.
*
«(...) Tudo isso poderia ser conseguido através do Livro, em troca de um pouco de magia e de saber as palavras de potência, irresistíveis a deuses e demónios.»
*
O Livro anuncia uma série de cataclismos cósmicos que culminariam na catástrofe bíblica, o ponto de partida da involução cósmica.
--------
(*)Luís Carlos Teixeira de Freitas, in «O Livro dos Mortos do Antigo Egipto», Trad. de Edith de Carvalho Negraes, Hemus
Léxico:
Palavras de potência = Palavras de poder
Shu = o que sustenta a abóbada celeste
Osíris = dupla inicial Lua-Sol
Ushebti
+
1-1-lade-4> + antologia> - última revisão : 25-12-2001
SUBLINHADOS DO GATO
Os egípcios tinham o poder de dar vida aos mortos, animar estátuas e exigir serviços dos deuses pela mera pronúncia dos seus nomes como palavras de poder. - E.A. Wallis Budge, in «A Magia Egipcia», pg 26
As práticas mágicas dos egípcios haviam passado para o Leste e encontrado ambiente favorável entre os judeus que viviam em Babilónia ou nos arredores. - E.A. Wallis Budge, in «A Magia Egipcia», pg 27
O próprio mundo passou a existir depois que Tot pronunciou uma palavra - E.A. Wallis Budge, in «A Magia Egipcia», pg 11
Aquele que escreve a respeito de segredos, de forma não escondida ao vulgo, é um louco perigoso. - Roger Bacon
O louco não é aquele que perdeu a razão, o louco é aquele que perdeu tudo menos a razão. - Chesterton
A (sociedade Golden Dawn) primeira revolta da alma contra o intelecto, mas não a última. - Yeats, membro da GD - (In «Os Livros Malditos», de Jacques Bergier)
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
CONVERGÊNCIA 2012
1-11-ficha-o> quarta-feira, 25 de Setembro de 2002 – não será dos piores este merge que hoje restaurei – é possível que tenha coisas aproveitáveis num eventual ciclo de iniciação – o que é preciso é arranjar alibis
17 páginas - 29511 caracteres - ficha-0>merge doc de 3/4 files wri à volta de cura iniciática e de leituras sobre iniciação, nomeadamente rudolfo steiner e pierre weil - linha DNA/FV - bibliografia já não aparece repetida, atenção-4864 bytes ficha-1>
Noologia Geral - Fichas de Estudo: GLOSSÁRIO DAS ENERGIAS
Falando de iniciação e de energias que intervêm na iniciação, podemos indicar, nesta Ficha, uma primeira lista de palavras-chave que, tal como indica o programa de matérias, é um dos itens obrigatórios da cadeira de Noologia.
Este glossário será o fio de continuidade que irá dando sequência ao curso, ficha após ficha, tema após tema, item após item.
No capítulo «Cura Iniciática, Reacções curativas, Medicina e Magia» podemos, desde já, avançar algumas expressões-chave que intervêm no processo iniciático e que o estudante poderá aprofundar consultando bibliografia indicada , ou descoberta por si, e/ou um bom dicionário de matérias noológicas, de que serão indicadas também algumas sugestões entre a bibliografia disponível no mercado editorial.
Podem iniciar a vossa própria lista de A a Z:
Alergia (Menetrier)
Anafilaxia/Imunidade
Anergia (Menetrier)
Arrogância (Michio Kushi)
Aura ( R. Steiner)
Biótipos (Vários autores e sistemas)
Ciclos viciosos
Ciência espiritual (R Steiner)
Clarividente (Vulgo)
Cura iniciática (AC)
Devoção ( R. Steiner)
Diáteses (Menetrier)
Efeitos e ciclos perversos (Medicina tradicional chinesa)
Energias perversas (Medicina tradicional chinesa)
Enxofre filosofal
Enxofre metal
Experiência interna (R. Steiner)
Fases alquímicas
Gnose Vibratória (EG)
Iatrogénese ( Ciência vulgar)
Mundos superiores (R. Steiner)
Mutação
Predisposições
Psicostasia (Livro dos Mortos Egípcio)
Qualidade noética (W. James)
Reacções curativas (Hipócrates)
Segunda Morte
Stresses positivos (Etienne Guillé)
Trabalho interior (R. Steiner)
FRASES ESCOLHIDAS
«Os sentimentos são a nutrição da alma , tal como os alimentos são a nutrição do corpo» (R. Steiner)
«O monge medieval , na escuridão da sua cela e o eremita na sua caverna, faziam uso , não de substâncias psicadélicas mas de:
- isolamento sensorial
- privação do sono
- disciplinas meditativas
- jejuns
Para provocar alterações bioquímicas e abrir as porta dos níveis mentais inconscientes (pg. 88-89)
OBRAS DE STEINER QUE CONVERGEM NO TEMA INICIAÇÃO:
- Os Graus do Conhecimento Superior- O Caminho Iniciático da Imaginação, da Inspiração e da Intuição
- O Conhecimento Iniciático -As vivências supra-sensíveis nas várias etapas da iniciação
- O Limiar do Mundo Espiritual - Considerações aforísticas
- A Ciência do Oculto
- A Direcção Espiritual do Homem e da Humanidade
- Um caminho Para o Conhecimento de Si
- O Centro do Mundo Espiritual
- Teosofia, Introdução ao Conhecimento Suprasensível do Mundo e do Destino Humano
- A Crónica de Akasha - A Génese da Terra e da Humanidade: uma leitura esotérica
POSTULADOS DETECTADOS NA BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:
Tudo é Um
Universo do Diverso
REAGRUPAMENTOS DETECTADOS
Consciência mística =
= samadi ( hinduismo)
= satori ( zen-budismo
= visão beatífica (cristianismo)
Perguntas de indução à pesquisa (para os que gostam de pesquisar):
- Qual o fenómeno contrário da imunidade?
- Qual o termo oposto de Tempo? E de Espaço?
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16256 bytes - ficha-3>
CURA INICIÁTICA, MAGIA E ALQUIMIA
Quando a Medicina, com o nome de Magia, era uma das 12 ciências sagradas(hierofantes egípcios), era uma arte operativa e, portanto, curativa - curar tinha o exacto sentido de iniciar alguém na via iniciática.
Não se tratava , com a iniciação, de abafar sintomas , como faz hoje a medicina química, mas de estimular defesas naturais (a Imunidade) e as reacções curativas.
Sem reacções curativas não há cura nem percurso iniciático, nem evolução de nível na escala hierárquica de consciência, nem subida na vertical dos mundos a que Rudolfo Steiner chama «suprasensíveis».
Hipócrates herdou, dos mistérios egípcios, provavelmente via Pitágoras, o princípio das reacções curativas. Os neo-hipocráticos e naturo-vegetarianos do princípio do século, ainda tentaram fazer valer o nobre princípio do sábio grego de Cos, o nobre princípio em que a Medicina ainda revelava as suas raízes mágicas (a árvore invertida da Kaballah tem, como se sabe, as raízes no Céu).
Mas, depressa, a febre dos frasquinhos e a exploração lucrativa dos específicos perverteu o princípio holístico das medicinas naturais e da «panaceia universal» dos hispagiritas (Paracelso). As medicinas naturais, nesse particular dos frasquinhos, ficaram iguais à medicina química sintomática, embora o número de específicos seja menos extenso e, portanto, menos obsceno.
A medicina natural passou também a abafar sintomas - a consolar os aflitos - , em vez de curar, ou seja, em vez de permitir ao doente aproveitar a hipótese de evoluir energeticamente na vertical, já que foi essa sempre a função da doença, ou antes daquilo a que a moderna medicina chama doenças.
A Macrobiótica de Jorge Oshawa, como terapêutica energética, ainda tentou pegar no fio da tradição (neste caso, da tradição taoísta/zen) mas logo foi abafada também pela moda consolatriz.
O mercado ficaria inundado de técnicas de consolação e beatitude, nomeadamente magnéticas, desde a massagem ao Reiki (imposição de mãos), desde o yoga à meditação transcendental.
«Sinto-me muito bem com o tratamento que ele me fez» - passou a ser a frase mais ouvida nas salas de espera dos consultórios, quer de homeopatas, quer de acupunctores, quer de massagistas, quer de mestres de meditação, quer de curandeiros menos ortodoxos, de cartomantes e videntes, bruxos e adivinhos, etc.
Entretanto as medicinas naturais, derradeira oportunidade de fazer evoluir o doente enterrado na sociedade de consumo, na poluição e no poço do virtual - energeticamente zero - deixaram de pretender ensinar o doente a progredir, tratando-o por acalmia magnética .
«O que interessa é os resultados» - respondem, pragmaticamente, os adeptos das técnicas sintomatológicas ou de estagnação energética, por oposição às técnicas causais ou motivadoras de reacções curativas.
De facto, fazendo, momentaneamente, o doente «sentir-se bem», os consultórios passam a ficar mais cheios. Acima de tudo, os doentes passam a ser doentes para toda a vida, ficando em monodependência perpétua do terapeuta.
A técnica sintomatológica agrada a todos - médicos e doentes.
PONTOS DE PASSAGEM
O trabalho educativo a fazer hoje pela medicina energética , pela alquimia energética, pela magia energética, passa assim por vários pontos, que começamos agora a enunciar mas que continuaremos a enunciar em futuras fichas de estudo:
1 - O terapeuta deverá deverá reconverter-se em professor de saúde: talvez ganhe menos materialmente, mas ganhará muito mais espiritualmente (e quando falamos em Espírito é de energias que falamos).
2 - As reacções curativas (Hipócrates) ou stresses positivos (Etienne Guillé) deverão ser ensinados ao doente: o doente terá uma primera consciência que lhe permitirá distinguir reacções patológicas das reacções curativas
3 - Se a doença é uma oportunidade de evoluir, de realinhar os ritmos ou ciclos de 7 em 7 anos que todo o ser humano, em princípio deverá cumprir, pena será que as medicinas façam abortar sistematicamente essa oportunidade
4 - Quando Jorge Oshawa disse, no livro «O Cancro e a Filosofia do Extremo Oriente» ( Porto Alegre, s/d) que deveríamos estar gratos ao Cancro, estava a tentar dizer que essa doença cósmica deve ser encarada como uma oportuniade iniciática (Rudolfo Steiner) de dar um salto qualitativo na escala dos níveis vibratórios de consciência , na subida da vertical aos corpos suprasensíveis.
5 - Místicos e doutores em misticismo, como o brasileiro Pierre Weil, da Psicologia Transpessoal, têm concorrido para a grande confusão, nomeadamente com os equívocos psicofisiológicos da chamada parapsicologia, da hipnoterapia e do experimentalismo obsceno em laboratórios.
6 - Evoluir não significa ver auras, ver a cor das auras, ver luzinhas a apagar e a acender, levitar e outras pequenas magias domésticas, mais perversas que domésticas.
Evoluir significa ganhar um grau de evolução espiritual da qual o acto mágico operativo poderá naturalmente decorrer: ou seja, é a ordem inversa do que hoje se ensina.
7 - É impensável que num livro sobre magia celta (*) à segunda ou terceira página, a autora já esteja a ensinar ao leitor como se faz uma sessão mágica, com velas, círculos mágicos, punhal, vara mágica, pentáculo, incenso, caldeirão, espada e etc.
É impensável que a vulgarização da magia venha enterrar ainda mais a medicina que já era uma forma degradada de magia.
8 - Algumas ordens e seitas que se dizem de iniciação também ajudam a depreciar o processo iniciático, tornando-o um ritual vazio de sentido e de conteúdo (*)
9 - Colocando a alquimia na célula (ADN da célula) e nos processos de divisão celular, a iniciação é puramente interior e são os mecanismos de autoregulação (sistema imunitário lhe chama a ciência ) que irão encarregar-se disso.
Ao automatismo dos processos e mecanismos auto-reguladores chama-se a parte «oculta» da iniciação nos vários «colégios de mistérios ».
10 - Os estudos encefalográficos sobre a meditação Zen ou sobre o uso do LSD (ácido lisérgico), realizados em laboratórios de experimentação nos EUA (Massachusstes) , avaliam, na melhor das hipóteses as variações do corpo etérico , talvez mais do corpo físico do que do etérico, visto que os electroencefalógrafos vibram apenas na frequência material de N8.
Nenhum aparelho de medida usado pelos laboratórios de psicologia transpessoal poderá analisar frequências vibratórias de outro nível vibratório: de N16 a N56.
A neurofisiologia tem assim agravado os equívocos místicos e magnéticos e hipnóticos.
11 - A psicostasia (Ver livro dos mortos dos antigos egípcios) ou julgamento do iniciando, tal como o movimento alquímico, está sempre omissa dos rituais ditos iniciáticos das ordens ditas iniciáticas.
Ora, como se tem dito desde a Ficha Nº 1, sem psicostasia e sem alquimia, não existe iniciação, não existe cura, não existem reacções curativas, não existe evolução, não existe regulação do bioritmo, reordenamento dos ciclos naturais, etc: existe apenas, na melhor das hipóteses, contemplação, beatitude, êxtase ou simulacros disso, estado de (in) consciência que aparece enfatizado e exaltado em todos os livros de pretensa magia, de pretensa iniciação, de pretensa evolução espiritual.
As energias alquímicas ou filosofais não podem ser fabricadas sem stresses, sem reacções curativas, sem crises sazonais (a bioritmosofia é indissociável de qualquer processo de cura iniciática).
12 - A ciência experimental - em parapsicologia, em neurofisiologia - tem um sentido material (ista) e meramente laboratorial, de observação externa. O processo iniciático fala de excperiência mas de experiência experimentada, vivida e vivenciada, alquimizada, metabolizada, integrada, em que observador e observado coincidem ( Ver Fritjof Capra, in «O Tao da Física»)
13 - As drogas ditas psicoactivas, pelo contrário, actuam em níveis vibratórios de frequências mais elevadas (até N40 ou N48) mas não respeitam 2 condições:
a) A preparação demorada e gradual do Suporte Vibratório
b) O escalonamento hierárquico, degrau a degrau, da subida na vertical e dos vários níveis vibratórios. As drogas alteradoras dos estados de consciência (como dizem os da psicologia transpessoal) começam a construir o edifício ao contrário, começam pelo telhado sem que os alicerces estejam implantados.
Os alicerces são todo o trabalho, por fases, com método, com ritmo, de fabricação das energias alquímicas filosofais através da subida na vertical.
14 - A hipertrofia atribuída ao cérebro nos estudos neurofisiológicos contraria a harmonia alquímica das energias . Para alcançar consciência do não tempo e do não espaço, é necessário um tempo cronológico (duração ou durée - Bergson) não havendo, portanto, iniciações-relâmpago ou iniciações rápidas.
15 - Não é o mestre que inicia o discípulo, como dizem algumas escolas modernas muito difundidas, mas o discípulo que se auto-inicia depois de ser instruído sobre o mecanismo do processo.
16 - Os monges da Ordem Nyingma usam, constantemente, para vibrar, sinos e outros meios vibráteis (moinhos de oração) que obrigam , segundo a visão noológica, os mecanismos de autoregulação do monge a estar despertos, ou seja, a vibrar em ressonância com níveis cada vez mais altos.
Estar desperto não significa, desde logo, estar iluminado, confusão muito corrente hoje em dia, no mundo de simulacros, ilusões e mentiras que é o tráfico de energias.
17 - A emancipação do dualismo e a síntese dos opostos complementares entra, como consequência de sucessivas etapas de Psicostasia.
Quando os opostos - subjectivo/objectivo, mente/corpo,espaço/tempo, etc - deixam de ser entendidos como opostos, a etapa do Amor foi franqueada. Curiosamente, a mensagem da Grande Esfinge fala em Amar 6 vezes, o que talvez signifique que 6 vezes os opostos terão que ser ultrapassados (alquimizados, transmutados) para se atingir a etapa ou plataforma da iluminação.
Mas antes de amar, a mesma mensagem fala de:
Saber
Querer
Ousar
Deter-se
Não há melhor guia para u a real iniciação do que estes itens
18 - É frequente confundir transe mediúnico ou hipnose com iluminação: mas iluminação, dentro da escala hierárquica dos níveis de consciência vibratória, situa-se no lado oposto da hipnose. Pelo contrário, iluminação coincide com a vivência plena dos arquétipos profundos, depois de um longo, tortuoso e labiríntico périplo em que as memórias (energias) ancestrais foram desestruturadas e reestruturadas (= crises e reacções curativas) em sucessivos stresses positivos.
Suzuki, autor do budismo zen, chama-lhe «inconsciente cósmico». Ao «inconsciente colectivo» de Carl Jung, para que seja aceitável em Noologia, apenas há que acrescentar o «lado positivo do inconsciente colectivo», para termos um sinónimo de iluminação ou «satori».
19 - Os transes hipnóticos, inspirados por Mesmer e Freud, são uma ratoeira das mais evidentes do processo, cheio delas, que é o processo iniciático mal conduzido.
Toda e qualquer técnica que realize a retenção magnética no corpo etérico é ratoeira que aprisiona o espírito em gaiolas que não lhe pertencem.
20 - Mais ratoeiras. Alterações de pulso e respiração, verificadas numa experiência de EEG, significam apenas que o corpo magnético (campo magnético) foi alterado e retido.
Ainda está por saber se a fotografia Kirlian é apenas fotografia de uma iradiação calórica.
As alterações de pulso e respiração podem igualmente verificar-se durante o sono natural, que é um estado alargado de consciência espontâneo - e um bom protótipo do que deverá ser o processo iniciático de acesso aos arquétipos.
As ondas alfa e teta detectadas em laboratórios de Massachussets, significam apenas ondas alfa e teta, componentes da fisiologia física do corpo físico denso.
21 - O livro «Psicofisiologia da Consciência Cósmica» (Ed. Vozes, Petrópolis, 1978) aponta algumas características dominantes do estado místico: falta apenas acrescentar que esses pontos caracterizariam o estado de iluminação , sendo a única diferença a transitoriedade na experiência mística e a durabilidade na experiência iniciática. Diferença que é fundamental para nos entendermos em Noologia.
22 - «Dissolução dos egos» é componente indispensável - sine qua non - para que um processo , em vez de místico ou beatífico, mereça o nome de iniciático.
É essa dissolução dos egos que significa Cura, que faz da Alquimia, da Magia e da Ritmosofia (Ciclos biocósmicos) a medicina profunda e eterna.
Bibliografia existente no Centro de Estudos Herméticos:
«Psicofisiologia da Consciência Cósmica - Pequeno Tratado de Psicologia Transpessoal - Vol III» - Ed. Vozes, Petrópolis, 1978
«Biologia de la Inmunidad» - J. A. de Loureiro - Ed. Científico-Médica, Barcelona, 1947
«A Consciência Cósmica - Introdução à Psicologia Transpessoal» - Pierre Weil - Ed. Vozes, Petrópolis, 1976
«Cours Complet de Maçonnerie ou Histoire Générale de l'Initiation» - Vassal - Paris, 1832
«Equilibres et Déséquilibres Biologiques - Sensibilité Organique et Methodes Thérapeutiques» - Maurice Vernet - Ed G. Doin, Paris, 1954
«Experiência Orante em Santa Teresa de Jesus» - Carlos H. C. Silva - Ed. Didaskalia, Lisboa, 1986
«O Homem Invisível» - C.W. Leadbeater - Ed. Pensamento, São Paulo, 1967
«Iniciaciones Místicas» - Mircea Eliade - Ed Taurus, Madrid, 1975
«O Jogo das Contas de Vidro» - Herman Hesse - Ed. Record, Rio, 1971
«A Magia Atlante» - Murry Hope - Ed. Estampa, Lisboa, 1991
«A Magia Celta» - D. J. Conway - Ed. Estampa, Lisboa, 1994
«Os Mistérios Egípcios» - Arthur Versluis - Ed. Cultrix, São Paulo, 1988
«Mistérios Egípcios» - Lucie Lamy - Ediciones del Prado, Madrid, 1993
«Milagre e Fé na Cura» - Fred Wachsmann - Lisboa, 1953
«Milagres de Lourdes» - Alexis Carrel - Ed Educação Nacional, Porto, 1958
«A Oração» - Alexis Carrel - Ed. Tavares Martins, Porto, 1945
«Plantas, Chamanismo y Estados de Consciencia» - Vários autores - Los Libros de la Liebre de Marzo, Barcelona, 1994
«Psicobiologia del Estrés» - Manuel Valdés - Ed. Martinez Roca, Barcelona, 1990
«As Revelações da Morte» - Leão Chestov - Ed. Moraes, Lisboa, 1960
«Transmutations a Faible Energie» - C. L. Kervran - Ed. Maloine, Paris, 1972
«Ritos de Passagem» - John Holm e John Bowker - Ed. PEA, Lisboa, 1994
«O Tao da Física» - Fritjof Capra - Ed Presença, Lisboa, 1989
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Noologia geral- MEDICINA ENERGÉTICA:QUADRO DAS TERAPIAS EM USO
Todas as medicinas, em princípio, são energéticas. Mesmo a medicina alopática, quando receita medicamentos químicos, está a fazer um transfert de energia para o doente.
Questão, no nosso estudo, é, portanto, distinguir :
a) Os níveis de energia em que cada terapia actua ou não actua
b) Em caso de transfert , que qualidade de energia se transfere
c) Que critério usar para saber a quantidade de energia a transferir
Com estes três princípios - o nível, a qualidade e a quantidade das energias - já temos um primeiro critério de avaliação que nos irá permitir seleccionar as terapias - técnicas e métodos - em função do seu valor energético. Que aqui, em Noologia, chamaremos também valor vibratório.
Tomando a pirâmide do ser humano - pois, energeticamente falando, e como se sabe desde Hermes Trismesgisto, nós somos pirâmides - podemos distinguir, desde já, 4 grandes áreas:
a) Energias infra-terrestres
b) Energias terrestres/telúricas/ Magnetismo/Electromagnetismo
c) Energias subtis ou da alma, de frequência mais elevada
d) Energias cósmicas, ou espirituais, ou energias primordiais da criação, fonte eterna de vida e da Vida.
Partindo do princípio que a fonte das fontes se situa no vértice da pirâmide e que essa fonte se pode , com toda a legitimidade, chamar Espírito - pirâmide do Espírito - as terapias são tanto mais poderosas quanto mais aproximarem o corpo físico das energias de alta frequência: ou seja, das energias da dupla pirâmide da Alma e da pirâmide do Espírito.
Como todas as tradições sagradas afirmaram, o ser humano é trinitário:
a) Pirâmide do Corpo
b) Dupla Pirâmide da Alma
c) Pirâmide do Espírito
TÉCNICAS MANIPULATÓRIAS
Mas um outro factor de apreciação virá afinar o nosso critério de avaliação das energias e consequentemente das técnicas operatórias energéticas que delas decorrem e que vamos estudar, até sabermos escolher uma ou algumas delas como preferidas.
Para que saibamos, em cada caso concreto, em cada sintoma, em cada doença , em cada indivíduo, qual a terapia ou terapias mais aconselháveis, deveremos distinguir entre duas maneiras filosóficas (digamos assim) de encarar o ser humano e a sua missão no Planeta Terra:
a) Técnicas terapêuticas abertas
b) Técnicas terapêuticas manipulatórias
As técnicas abertas respeitam o destino de cada um, «obrigam-no» a realizar uma alquimia interior de sua inteira responsabilidade.
As técnicas manipulatórias intervêm (quanto a nós abusivamente) no destino de cada um.
Em nossa opinião, as técnicas manipulatórias não deverão ser utilizadas por sistema, mas apenas em casos de recurso e/ou emergência muito particulares:
a) Massagem shiatsu ou ocidental
b) Osteopatia/Vertebroterapia
c) Acupunctura
d) Reiki ou imposição de mãos
e) Etc
Técnicas abertas , por oposição a técnicas manipulatórias, chamamos nós àquelas que se limitam a estimular os mecanismos de autoregulaçao do organismo ( o sistema imunitário, por exemplo) deixando a estes mecanismos de autoregulação o restabelecimento da ordem perdida.
São, por exemplo, técnicas abertas:
a) Oligoterapia /Metaloterapia/ Cromoterapia
b) Floralterapia de Bach
c) Homeopatia
d) Aromoterapia
e) Homeopatia
f) Chi Kung
g) Alquimia alimentar/Trofoterapia
h) Medicina Ortomolecular
i) Etc
Numa zona intermédia bastante indefinida e que exige um trabalho de pesquisa quase «laboratorial» para chegar a uma conclusão mais apurada, situam-se:
a) Yogas
b) Meditação transcendental
c) Etc
O nosso estudo de Noologia Médica irá incidir sobre algumas destas terapias mas, principalmente e numa primeira fase - Grau I -, daremos os fundamentos filosóficos e noológicos - energéticos propriamente ditos - em que assenta toda e qualquer terapia, do corpo, da alma ou do espírito.
Ou seja, daremos relevo a uma concepção holística do ser humano - e às interdependências entre órgãos, entre níveis vibratórios de consciência, entre mecanismos autoreguladores, entre células, entre corpos energéticos (que, como estabeleceu Rudolfo Steiner, são 7) .
Ou seja, daremos informação necessária e suficiente aos nossos estudantes para que orientem o seu trabalho no sentido que mais e melhor quadre à sua sensibilidade, à sua maneira de ser, ao seu temperamento (biótipo), à sua personalidade, à sua vocação. Ao seu destino cósmico.
E, claro, à carreira técnica que porventura queiram seguir no âmbito das terapias.
Mas é evidente que uma formação em Homeopatia, em Yoga, em Expressão corporal, em Tai chi Chuan, em Sofrognose, por exemplo, exige uma alta especialização, que este nosso estudo de Noologia geral não abrange.
Cada especialidade é um ramo optativo, no qual os nossos estudantes estarão apetrechados a fazer, para eles, a melhor escolha.
O maior ênfase, nas nossas aulas, será dado às chamadas 3 medicinas caseiras , aquelas cuja simplicidade de processos permite a qualquer pessoa aprender e aplicar, em si e nos outros, mesmo que não queira profissionalizar-se neste campo.
Tratar de si mesmo é uma coisa que, se o mundo estivesse certo, se aprenderia desde a escola pré-primária.
Chamamos «caseiras» a 3 terapias que nem por serem simples e acessíveis deixam de ser mais poderosas e operativas:
a) Oligoterapia
b) Floralterapia
c) Alquimia alimentar Yin-Yang
VAMOS CONHECER AS ENERGIAS
Resumindo e concluindo esta breve apresentação do nosso estudo de medicina energética - ou de bioenergética aplicada à medicina:
- vamos conhecer energeticamente o ser humano
- vamos distinguir a quantidade da qualidade das energias
- vamos conhecer os mecanismos de transformação, mutação e transfert de energias
- vamos aprender a detectar energeticamente os órgãos que estão mais afectados.
É precisamente na detecção (ou diagnóstico) onde a medicina energética tem a sua mais espectacular aplicação prática.
Muitos de nós estão já familiarizados, por exemplo, com essa técnica prodigiosa de detecção que é a Iridologia.
Mas a íris, enquanto zona reflexa e reflexogénica, é apenas uma das técnicas de detecção. Outras zonas existem, como sabem:
a) Palma da Mão
b) Sola do pé
c) Coluna vertebral
d) Pavilhão auricular (Auriculoterapia)
e) Nariz
f) Pulsos
g) Pele em geral
A pele, de facto, é um vasto ecrã que pode espelhar o mundo interno e não visível dos órgãos e vísceras.
Na pele se reflectem, energeticamente falando:
a) Os meridianos de acupunctura
b) Os pontos de acupunctura
Um sinal , uma borbulha, um prurido, um ponto doloroso, sem causa traumática externa, têm sempre um significado que o nosso estudo de Noologia irá ajudar a conhecer.
Na pele, os órgãos falam.
Falando em detecção ou diagnóstico energético, outras técnicas além da reflexologia, deverão citar-se, até porque os chamados órgãos de comunicação social os têm explorado comercialmente até à náusea, contribuindo para o seu completo desprestígio junto da classe científica.
É preciso dizer que as ciências sagradas - hoje tão intencionalmente aviltadas pelos meios mediáticos e nem só - são mais científicas do que as ciências profanas. E que a Noologia serve exactamente para estabelecer os fundamentos científicos das 12 ciências sagradas .
Queiram ou não, os charlatães da ciência ordinária e os charlatães das ciências ditas ocultas, o próximo, muito próximo futuro será das 12 ciências sagradas.
Voltando aos métodos de detecção e diagnóstico que iremos, no nosso estudo, reabilitar, deverão citar-se:
a) Tarô
b) I Ching
c) Kirliangrafia
d) Pêndulo de Radiestesia Holística.
e) Etc
O pêndulo de radiestesia holística , como iremos aprender no nosso estudo, é o instrumento de trabalho imprescindível, a bússola que nos guia na viagem pelas energias .
Ele é imprescindível não só em diagnóstico/detecção mas também em terapia e, de um modo geral, na compreensão global e holística das bioenergias humanas :
a) Energias alimentares
b) Energias do ambiente
c) Energias psíquicas
d) Energias espirituais
e) Energias cósmicas ou filosofais (Enxofre + Mercurio + Sal = Pedra Filosofal).
Entre as múltiplas actividades terapêuticas a que hoje assistimos no comércio, é difícil, por exemplo, perceber se deveremos dar crédito a técnicas como:
a) Terapias magnéticas
b) Reiki
c) Terapias mediúnicas ou espíritas
d) Yogas
e) Meditação
f) Relaxação ou treino autógeno
g) Tai Chi Chuan
h) Do-In
i) Hipnoterapia
j) Etc
Iremos, no nosso estudo de Noologia Elementar, situar devidamente, na escala hierárquica das energias, as técnicas existentes, ajuizando do seu valor não só terapêutico mas, o que me parece bem mais importante, no contributo que dão ou não dão à evolução espiritual do ser humano e à sua entrada na Era Zodiacal do Aquário, onde ficamos obrigados a construir a Nova Idade de Ouro.
Esse é , em Noologia, o critério supremo que rege os nossos juízos de valor relativamente ao vasto quadro das terapias em voga.
E não é por uma terapia ser hoje popular , ter adeptos, arrastar até multidões que vamos dar-lhe crédito, energeticamente falando.
O valor vibratório de cada terapia, é, em qualquer caso, o critério que nos permite separar a qualidade da falta de qualidade, o trigo do joio.
Resumindo, são factores que fundamentam o nosso critério de escolha da terapia mais indicada:
a) As terapias de mais alto valor vibratório
b) As terapias mais globais e holísticas (face às que usam produtos e tratamentos específicos)
c) As terapias testadas pela maior antiguidade, como por exemplo:
1) Ayurvédica
2) Medicina tradicional chinesa
3) Medicina tibetana
4) Medicina antroposófica
5) Etc.
Afonso Cautela
Lisboa, 12/1/1997
17 páginas - 29511 caracteres - ficha-0>merge doc de 3/4 files wri à volta de cura iniciática e de leituras sobre iniciação, nomeadamente rudolfo steiner e pierre weil - linha DNA/FV - bibliografia já não aparece repetida, atenção-4864 bytes ficha-1>
Noologia Geral - Fichas de Estudo: GLOSSÁRIO DAS ENERGIAS
Falando de iniciação e de energias que intervêm na iniciação, podemos indicar, nesta Ficha, uma primeira lista de palavras-chave que, tal como indica o programa de matérias, é um dos itens obrigatórios da cadeira de Noologia.
Este glossário será o fio de continuidade que irá dando sequência ao curso, ficha após ficha, tema após tema, item após item.
No capítulo «Cura Iniciática, Reacções curativas, Medicina e Magia» podemos, desde já, avançar algumas expressões-chave que intervêm no processo iniciático e que o estudante poderá aprofundar consultando bibliografia indicada , ou descoberta por si, e/ou um bom dicionário de matérias noológicas, de que serão indicadas também algumas sugestões entre a bibliografia disponível no mercado editorial.
Podem iniciar a vossa própria lista de A a Z:
Alergia (Menetrier)
Anafilaxia/Imunidade
Anergia (Menetrier)
Arrogância (Michio Kushi)
Aura ( R. Steiner)
Biótipos (Vários autores e sistemas)
Ciclos viciosos
Ciência espiritual (R Steiner)
Clarividente (Vulgo)
Cura iniciática (AC)
Devoção ( R. Steiner)
Diáteses (Menetrier)
Efeitos e ciclos perversos (Medicina tradicional chinesa)
Energias perversas (Medicina tradicional chinesa)
Enxofre filosofal
Enxofre metal
Experiência interna (R. Steiner)
Fases alquímicas
Gnose Vibratória (EG)
Iatrogénese ( Ciência vulgar)
Mundos superiores (R. Steiner)
Mutação
Predisposições
Psicostasia (Livro dos Mortos Egípcio)
Qualidade noética (W. James)
Reacções curativas (Hipócrates)
Segunda Morte
Stresses positivos (Etienne Guillé)
Trabalho interior (R. Steiner)
FRASES ESCOLHIDAS
«Os sentimentos são a nutrição da alma , tal como os alimentos são a nutrição do corpo» (R. Steiner)
«O monge medieval , na escuridão da sua cela e o eremita na sua caverna, faziam uso , não de substâncias psicadélicas mas de:
- isolamento sensorial
- privação do sono
- disciplinas meditativas
- jejuns
Para provocar alterações bioquímicas e abrir as porta dos níveis mentais inconscientes (pg. 88-89)
OBRAS DE STEINER QUE CONVERGEM NO TEMA INICIAÇÃO:
- Os Graus do Conhecimento Superior- O Caminho Iniciático da Imaginação, da Inspiração e da Intuição
- O Conhecimento Iniciático -As vivências supra-sensíveis nas várias etapas da iniciação
- O Limiar do Mundo Espiritual - Considerações aforísticas
- A Ciência do Oculto
- A Direcção Espiritual do Homem e da Humanidade
- Um caminho Para o Conhecimento de Si
- O Centro do Mundo Espiritual
- Teosofia, Introdução ao Conhecimento Suprasensível do Mundo e do Destino Humano
- A Crónica de Akasha - A Génese da Terra e da Humanidade: uma leitura esotérica
POSTULADOS DETECTADOS NA BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:
Tudo é Um
Universo do Diverso
REAGRUPAMENTOS DETECTADOS
Consciência mística =
= samadi ( hinduismo)
= satori ( zen-budismo
= visão beatífica (cristianismo)
Perguntas de indução à pesquisa (para os que gostam de pesquisar):
- Qual o fenómeno contrário da imunidade?
- Qual o termo oposto de Tempo? E de Espaço?
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CURA INICIÁTICA, MAGIA E ALQUIMIA
Quando a Medicina, com o nome de Magia, era uma das 12 ciências sagradas(hierofantes egípcios), era uma arte operativa e, portanto, curativa - curar tinha o exacto sentido de iniciar alguém na via iniciática.
Não se tratava , com a iniciação, de abafar sintomas , como faz hoje a medicina química, mas de estimular defesas naturais (a Imunidade) e as reacções curativas.
Sem reacções curativas não há cura nem percurso iniciático, nem evolução de nível na escala hierárquica de consciência, nem subida na vertical dos mundos a que Rudolfo Steiner chama «suprasensíveis».
Hipócrates herdou, dos mistérios egípcios, provavelmente via Pitágoras, o princípio das reacções curativas. Os neo-hipocráticos e naturo-vegetarianos do princípio do século, ainda tentaram fazer valer o nobre princípio do sábio grego de Cos, o nobre princípio em que a Medicina ainda revelava as suas raízes mágicas (a árvore invertida da Kaballah tem, como se sabe, as raízes no Céu).
Mas, depressa, a febre dos frasquinhos e a exploração lucrativa dos específicos perverteu o princípio holístico das medicinas naturais e da «panaceia universal» dos hispagiritas (Paracelso). As medicinas naturais, nesse particular dos frasquinhos, ficaram iguais à medicina química sintomática, embora o número de específicos seja menos extenso e, portanto, menos obsceno.
A medicina natural passou também a abafar sintomas - a consolar os aflitos - , em vez de curar, ou seja, em vez de permitir ao doente aproveitar a hipótese de evoluir energeticamente na vertical, já que foi essa sempre a função da doença, ou antes daquilo a que a moderna medicina chama doenças.
A Macrobiótica de Jorge Oshawa, como terapêutica energética, ainda tentou pegar no fio da tradição (neste caso, da tradição taoísta/zen) mas logo foi abafada também pela moda consolatriz.
O mercado ficaria inundado de técnicas de consolação e beatitude, nomeadamente magnéticas, desde a massagem ao Reiki (imposição de mãos), desde o yoga à meditação transcendental.
«Sinto-me muito bem com o tratamento que ele me fez» - passou a ser a frase mais ouvida nas salas de espera dos consultórios, quer de homeopatas, quer de acupunctores, quer de massagistas, quer de mestres de meditação, quer de curandeiros menos ortodoxos, de cartomantes e videntes, bruxos e adivinhos, etc.
Entretanto as medicinas naturais, derradeira oportunidade de fazer evoluir o doente enterrado na sociedade de consumo, na poluição e no poço do virtual - energeticamente zero - deixaram de pretender ensinar o doente a progredir, tratando-o por acalmia magnética .
«O que interessa é os resultados» - respondem, pragmaticamente, os adeptos das técnicas sintomatológicas ou de estagnação energética, por oposição às técnicas causais ou motivadoras de reacções curativas.
De facto, fazendo, momentaneamente, o doente «sentir-se bem», os consultórios passam a ficar mais cheios. Acima de tudo, os doentes passam a ser doentes para toda a vida, ficando em monodependência perpétua do terapeuta.
A técnica sintomatológica agrada a todos - médicos e doentes.
PONTOS DE PASSAGEM
O trabalho educativo a fazer hoje pela medicina energética , pela alquimia energética, pela magia energética, passa assim por vários pontos, que começamos agora a enunciar mas que continuaremos a enunciar em futuras fichas de estudo:
1 - O terapeuta deverá deverá reconverter-se em professor de saúde: talvez ganhe menos materialmente, mas ganhará muito mais espiritualmente (e quando falamos em Espírito é de energias que falamos).
2 - As reacções curativas (Hipócrates) ou stresses positivos (Etienne Guillé) deverão ser ensinados ao doente: o doente terá uma primera consciência que lhe permitirá distinguir reacções patológicas das reacções curativas
3 - Se a doença é uma oportunidade de evoluir, de realinhar os ritmos ou ciclos de 7 em 7 anos que todo o ser humano, em princípio deverá cumprir, pena será que as medicinas façam abortar sistematicamente essa oportunidade
4 - Quando Jorge Oshawa disse, no livro «O Cancro e a Filosofia do Extremo Oriente» ( Porto Alegre, s/d) que deveríamos estar gratos ao Cancro, estava a tentar dizer que essa doença cósmica deve ser encarada como uma oportuniade iniciática (Rudolfo Steiner) de dar um salto qualitativo na escala dos níveis vibratórios de consciência , na subida da vertical aos corpos suprasensíveis.
5 - Místicos e doutores em misticismo, como o brasileiro Pierre Weil, da Psicologia Transpessoal, têm concorrido para a grande confusão, nomeadamente com os equívocos psicofisiológicos da chamada parapsicologia, da hipnoterapia e do experimentalismo obsceno em laboratórios.
6 - Evoluir não significa ver auras, ver a cor das auras, ver luzinhas a apagar e a acender, levitar e outras pequenas magias domésticas, mais perversas que domésticas.
Evoluir significa ganhar um grau de evolução espiritual da qual o acto mágico operativo poderá naturalmente decorrer: ou seja, é a ordem inversa do que hoje se ensina.
7 - É impensável que num livro sobre magia celta (*) à segunda ou terceira página, a autora já esteja a ensinar ao leitor como se faz uma sessão mágica, com velas, círculos mágicos, punhal, vara mágica, pentáculo, incenso, caldeirão, espada e etc.
É impensável que a vulgarização da magia venha enterrar ainda mais a medicina que já era uma forma degradada de magia.
8 - Algumas ordens e seitas que se dizem de iniciação também ajudam a depreciar o processo iniciático, tornando-o um ritual vazio de sentido e de conteúdo (*)
9 - Colocando a alquimia na célula (ADN da célula) e nos processos de divisão celular, a iniciação é puramente interior e são os mecanismos de autoregulação (sistema imunitário lhe chama a ciência ) que irão encarregar-se disso.
Ao automatismo dos processos e mecanismos auto-reguladores chama-se a parte «oculta» da iniciação nos vários «colégios de mistérios ».
10 - Os estudos encefalográficos sobre a meditação Zen ou sobre o uso do LSD (ácido lisérgico), realizados em laboratórios de experimentação nos EUA (Massachusstes) , avaliam, na melhor das hipóteses as variações do corpo etérico , talvez mais do corpo físico do que do etérico, visto que os electroencefalógrafos vibram apenas na frequência material de N8.
Nenhum aparelho de medida usado pelos laboratórios de psicologia transpessoal poderá analisar frequências vibratórias de outro nível vibratório: de N16 a N56.
A neurofisiologia tem assim agravado os equívocos místicos e magnéticos e hipnóticos.
11 - A psicostasia (Ver livro dos mortos dos antigos egípcios) ou julgamento do iniciando, tal como o movimento alquímico, está sempre omissa dos rituais ditos iniciáticos das ordens ditas iniciáticas.
Ora, como se tem dito desde a Ficha Nº 1, sem psicostasia e sem alquimia, não existe iniciação, não existe cura, não existem reacções curativas, não existe evolução, não existe regulação do bioritmo, reordenamento dos ciclos naturais, etc: existe apenas, na melhor das hipóteses, contemplação, beatitude, êxtase ou simulacros disso, estado de (in) consciência que aparece enfatizado e exaltado em todos os livros de pretensa magia, de pretensa iniciação, de pretensa evolução espiritual.
As energias alquímicas ou filosofais não podem ser fabricadas sem stresses, sem reacções curativas, sem crises sazonais (a bioritmosofia é indissociável de qualquer processo de cura iniciática).
12 - A ciência experimental - em parapsicologia, em neurofisiologia - tem um sentido material (ista) e meramente laboratorial, de observação externa. O processo iniciático fala de excperiência mas de experiência experimentada, vivida e vivenciada, alquimizada, metabolizada, integrada, em que observador e observado coincidem ( Ver Fritjof Capra, in «O Tao da Física»)
13 - As drogas ditas psicoactivas, pelo contrário, actuam em níveis vibratórios de frequências mais elevadas (até N40 ou N48) mas não respeitam 2 condições:
a) A preparação demorada e gradual do Suporte Vibratório
b) O escalonamento hierárquico, degrau a degrau, da subida na vertical e dos vários níveis vibratórios. As drogas alteradoras dos estados de consciência (como dizem os da psicologia transpessoal) começam a construir o edifício ao contrário, começam pelo telhado sem que os alicerces estejam implantados.
Os alicerces são todo o trabalho, por fases, com método, com ritmo, de fabricação das energias alquímicas filosofais através da subida na vertical.
14 - A hipertrofia atribuída ao cérebro nos estudos neurofisiológicos contraria a harmonia alquímica das energias . Para alcançar consciência do não tempo e do não espaço, é necessário um tempo cronológico (duração ou durée - Bergson) não havendo, portanto, iniciações-relâmpago ou iniciações rápidas.
15 - Não é o mestre que inicia o discípulo, como dizem algumas escolas modernas muito difundidas, mas o discípulo que se auto-inicia depois de ser instruído sobre o mecanismo do processo.
16 - Os monges da Ordem Nyingma usam, constantemente, para vibrar, sinos e outros meios vibráteis (moinhos de oração) que obrigam , segundo a visão noológica, os mecanismos de autoregulação do monge a estar despertos, ou seja, a vibrar em ressonância com níveis cada vez mais altos.
Estar desperto não significa, desde logo, estar iluminado, confusão muito corrente hoje em dia, no mundo de simulacros, ilusões e mentiras que é o tráfico de energias.
17 - A emancipação do dualismo e a síntese dos opostos complementares entra, como consequência de sucessivas etapas de Psicostasia.
Quando os opostos - subjectivo/objectivo, mente/corpo,espaço/tempo, etc - deixam de ser entendidos como opostos, a etapa do Amor foi franqueada. Curiosamente, a mensagem da Grande Esfinge fala em Amar 6 vezes, o que talvez signifique que 6 vezes os opostos terão que ser ultrapassados (alquimizados, transmutados) para se atingir a etapa ou plataforma da iluminação.
Mas antes de amar, a mesma mensagem fala de:
Saber
Querer
Ousar
Deter-se
Não há melhor guia para u a real iniciação do que estes itens
18 - É frequente confundir transe mediúnico ou hipnose com iluminação: mas iluminação, dentro da escala hierárquica dos níveis de consciência vibratória, situa-se no lado oposto da hipnose. Pelo contrário, iluminação coincide com a vivência plena dos arquétipos profundos, depois de um longo, tortuoso e labiríntico périplo em que as memórias (energias) ancestrais foram desestruturadas e reestruturadas (= crises e reacções curativas) em sucessivos stresses positivos.
Suzuki, autor do budismo zen, chama-lhe «inconsciente cósmico». Ao «inconsciente colectivo» de Carl Jung, para que seja aceitável em Noologia, apenas há que acrescentar o «lado positivo do inconsciente colectivo», para termos um sinónimo de iluminação ou «satori».
19 - Os transes hipnóticos, inspirados por Mesmer e Freud, são uma ratoeira das mais evidentes do processo, cheio delas, que é o processo iniciático mal conduzido.
Toda e qualquer técnica que realize a retenção magnética no corpo etérico é ratoeira que aprisiona o espírito em gaiolas que não lhe pertencem.
20 - Mais ratoeiras. Alterações de pulso e respiração, verificadas numa experiência de EEG, significam apenas que o corpo magnético (campo magnético) foi alterado e retido.
Ainda está por saber se a fotografia Kirlian é apenas fotografia de uma iradiação calórica.
As alterações de pulso e respiração podem igualmente verificar-se durante o sono natural, que é um estado alargado de consciência espontâneo - e um bom protótipo do que deverá ser o processo iniciático de acesso aos arquétipos.
As ondas alfa e teta detectadas em laboratórios de Massachussets, significam apenas ondas alfa e teta, componentes da fisiologia física do corpo físico denso.
21 - O livro «Psicofisiologia da Consciência Cósmica» (Ed. Vozes, Petrópolis, 1978) aponta algumas características dominantes do estado místico: falta apenas acrescentar que esses pontos caracterizariam o estado de iluminação , sendo a única diferença a transitoriedade na experiência mística e a durabilidade na experiência iniciática. Diferença que é fundamental para nos entendermos em Noologia.
22 - «Dissolução dos egos» é componente indispensável - sine qua non - para que um processo , em vez de místico ou beatífico, mereça o nome de iniciático.
É essa dissolução dos egos que significa Cura, que faz da Alquimia, da Magia e da Ritmosofia (Ciclos biocósmicos) a medicina profunda e eterna.
Bibliografia existente no Centro de Estudos Herméticos:
«Psicofisiologia da Consciência Cósmica - Pequeno Tratado de Psicologia Transpessoal - Vol III» - Ed. Vozes, Petrópolis, 1978
«Biologia de la Inmunidad» - J. A. de Loureiro - Ed. Científico-Médica, Barcelona, 1947
«A Consciência Cósmica - Introdução à Psicologia Transpessoal» - Pierre Weil - Ed. Vozes, Petrópolis, 1976
«Cours Complet de Maçonnerie ou Histoire Générale de l'Initiation» - Vassal - Paris, 1832
«Equilibres et Déséquilibres Biologiques - Sensibilité Organique et Methodes Thérapeutiques» - Maurice Vernet - Ed G. Doin, Paris, 1954
«Experiência Orante em Santa Teresa de Jesus» - Carlos H. C. Silva - Ed. Didaskalia, Lisboa, 1986
«O Homem Invisível» - C.W. Leadbeater - Ed. Pensamento, São Paulo, 1967
«Iniciaciones Místicas» - Mircea Eliade - Ed Taurus, Madrid, 1975
«O Jogo das Contas de Vidro» - Herman Hesse - Ed. Record, Rio, 1971
«A Magia Atlante» - Murry Hope - Ed. Estampa, Lisboa, 1991
«A Magia Celta» - D. J. Conway - Ed. Estampa, Lisboa, 1994
«Os Mistérios Egípcios» - Arthur Versluis - Ed. Cultrix, São Paulo, 1988
«Mistérios Egípcios» - Lucie Lamy - Ediciones del Prado, Madrid, 1993
«Milagre e Fé na Cura» - Fred Wachsmann - Lisboa, 1953
«Milagres de Lourdes» - Alexis Carrel - Ed Educação Nacional, Porto, 1958
«A Oração» - Alexis Carrel - Ed. Tavares Martins, Porto, 1945
«Plantas, Chamanismo y Estados de Consciencia» - Vários autores - Los Libros de la Liebre de Marzo, Barcelona, 1994
«Psicobiologia del Estrés» - Manuel Valdés - Ed. Martinez Roca, Barcelona, 1990
«As Revelações da Morte» - Leão Chestov - Ed. Moraes, Lisboa, 1960
«Transmutations a Faible Energie» - C. L. Kervran - Ed. Maloine, Paris, 1972
«Ritos de Passagem» - John Holm e John Bowker - Ed. PEA, Lisboa, 1994
«O Tao da Física» - Fritjof Capra - Ed Presença, Lisboa, 1989
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Noologia geral- MEDICINA ENERGÉTICA:QUADRO DAS TERAPIAS EM USO
Todas as medicinas, em princípio, são energéticas. Mesmo a medicina alopática, quando receita medicamentos químicos, está a fazer um transfert de energia para o doente.
Questão, no nosso estudo, é, portanto, distinguir :
a) Os níveis de energia em que cada terapia actua ou não actua
b) Em caso de transfert , que qualidade de energia se transfere
c) Que critério usar para saber a quantidade de energia a transferir
Com estes três princípios - o nível, a qualidade e a quantidade das energias - já temos um primeiro critério de avaliação que nos irá permitir seleccionar as terapias - técnicas e métodos - em função do seu valor energético. Que aqui, em Noologia, chamaremos também valor vibratório.
Tomando a pirâmide do ser humano - pois, energeticamente falando, e como se sabe desde Hermes Trismesgisto, nós somos pirâmides - podemos distinguir, desde já, 4 grandes áreas:
a) Energias infra-terrestres
b) Energias terrestres/telúricas/ Magnetismo/Electromagnetismo
c) Energias subtis ou da alma, de frequência mais elevada
d) Energias cósmicas, ou espirituais, ou energias primordiais da criação, fonte eterna de vida e da Vida.
Partindo do princípio que a fonte das fontes se situa no vértice da pirâmide e que essa fonte se pode , com toda a legitimidade, chamar Espírito - pirâmide do Espírito - as terapias são tanto mais poderosas quanto mais aproximarem o corpo físico das energias de alta frequência: ou seja, das energias da dupla pirâmide da Alma e da pirâmide do Espírito.
Como todas as tradições sagradas afirmaram, o ser humano é trinitário:
a) Pirâmide do Corpo
b) Dupla Pirâmide da Alma
c) Pirâmide do Espírito
TÉCNICAS MANIPULATÓRIAS
Mas um outro factor de apreciação virá afinar o nosso critério de avaliação das energias e consequentemente das técnicas operatórias energéticas que delas decorrem e que vamos estudar, até sabermos escolher uma ou algumas delas como preferidas.
Para que saibamos, em cada caso concreto, em cada sintoma, em cada doença , em cada indivíduo, qual a terapia ou terapias mais aconselháveis, deveremos distinguir entre duas maneiras filosóficas (digamos assim) de encarar o ser humano e a sua missão no Planeta Terra:
a) Técnicas terapêuticas abertas
b) Técnicas terapêuticas manipulatórias
As técnicas abertas respeitam o destino de cada um, «obrigam-no» a realizar uma alquimia interior de sua inteira responsabilidade.
As técnicas manipulatórias intervêm (quanto a nós abusivamente) no destino de cada um.
Em nossa opinião, as técnicas manipulatórias não deverão ser utilizadas por sistema, mas apenas em casos de recurso e/ou emergência muito particulares:
a) Massagem shiatsu ou ocidental
b) Osteopatia/Vertebroterapia
c) Acupunctura
d) Reiki ou imposição de mãos
e) Etc
Técnicas abertas , por oposição a técnicas manipulatórias, chamamos nós àquelas que se limitam a estimular os mecanismos de autoregulaçao do organismo ( o sistema imunitário, por exemplo) deixando a estes mecanismos de autoregulação o restabelecimento da ordem perdida.
São, por exemplo, técnicas abertas:
a) Oligoterapia /Metaloterapia/ Cromoterapia
b) Floralterapia de Bach
c) Homeopatia
d) Aromoterapia
e) Homeopatia
f) Chi Kung
g) Alquimia alimentar/Trofoterapia
h) Medicina Ortomolecular
i) Etc
Numa zona intermédia bastante indefinida e que exige um trabalho de pesquisa quase «laboratorial» para chegar a uma conclusão mais apurada, situam-se:
a) Yogas
b) Meditação transcendental
c) Etc
O nosso estudo de Noologia Médica irá incidir sobre algumas destas terapias mas, principalmente e numa primeira fase - Grau I -, daremos os fundamentos filosóficos e noológicos - energéticos propriamente ditos - em que assenta toda e qualquer terapia, do corpo, da alma ou do espírito.
Ou seja, daremos relevo a uma concepção holística do ser humano - e às interdependências entre órgãos, entre níveis vibratórios de consciência, entre mecanismos autoreguladores, entre células, entre corpos energéticos (que, como estabeleceu Rudolfo Steiner, são 7) .
Ou seja, daremos informação necessária e suficiente aos nossos estudantes para que orientem o seu trabalho no sentido que mais e melhor quadre à sua sensibilidade, à sua maneira de ser, ao seu temperamento (biótipo), à sua personalidade, à sua vocação. Ao seu destino cósmico.
E, claro, à carreira técnica que porventura queiram seguir no âmbito das terapias.
Mas é evidente que uma formação em Homeopatia, em Yoga, em Expressão corporal, em Tai chi Chuan, em Sofrognose, por exemplo, exige uma alta especialização, que este nosso estudo de Noologia geral não abrange.
Cada especialidade é um ramo optativo, no qual os nossos estudantes estarão apetrechados a fazer, para eles, a melhor escolha.
O maior ênfase, nas nossas aulas, será dado às chamadas 3 medicinas caseiras , aquelas cuja simplicidade de processos permite a qualquer pessoa aprender e aplicar, em si e nos outros, mesmo que não queira profissionalizar-se neste campo.
Tratar de si mesmo é uma coisa que, se o mundo estivesse certo, se aprenderia desde a escola pré-primária.
Chamamos «caseiras» a 3 terapias que nem por serem simples e acessíveis deixam de ser mais poderosas e operativas:
a) Oligoterapia
b) Floralterapia
c) Alquimia alimentar Yin-Yang
VAMOS CONHECER AS ENERGIAS
Resumindo e concluindo esta breve apresentação do nosso estudo de medicina energética - ou de bioenergética aplicada à medicina:
- vamos conhecer energeticamente o ser humano
- vamos distinguir a quantidade da qualidade das energias
- vamos conhecer os mecanismos de transformação, mutação e transfert de energias
- vamos aprender a detectar energeticamente os órgãos que estão mais afectados.
É precisamente na detecção (ou diagnóstico) onde a medicina energética tem a sua mais espectacular aplicação prática.
Muitos de nós estão já familiarizados, por exemplo, com essa técnica prodigiosa de detecção que é a Iridologia.
Mas a íris, enquanto zona reflexa e reflexogénica, é apenas uma das técnicas de detecção. Outras zonas existem, como sabem:
a) Palma da Mão
b) Sola do pé
c) Coluna vertebral
d) Pavilhão auricular (Auriculoterapia)
e) Nariz
f) Pulsos
g) Pele em geral
A pele, de facto, é um vasto ecrã que pode espelhar o mundo interno e não visível dos órgãos e vísceras.
Na pele se reflectem, energeticamente falando:
a) Os meridianos de acupunctura
b) Os pontos de acupunctura
Um sinal , uma borbulha, um prurido, um ponto doloroso, sem causa traumática externa, têm sempre um significado que o nosso estudo de Noologia irá ajudar a conhecer.
Na pele, os órgãos falam.
Falando em detecção ou diagnóstico energético, outras técnicas além da reflexologia, deverão citar-se, até porque os chamados órgãos de comunicação social os têm explorado comercialmente até à náusea, contribuindo para o seu completo desprestígio junto da classe científica.
É preciso dizer que as ciências sagradas - hoje tão intencionalmente aviltadas pelos meios mediáticos e nem só - são mais científicas do que as ciências profanas. E que a Noologia serve exactamente para estabelecer os fundamentos científicos das 12 ciências sagradas .
Queiram ou não, os charlatães da ciência ordinária e os charlatães das ciências ditas ocultas, o próximo, muito próximo futuro será das 12 ciências sagradas.
Voltando aos métodos de detecção e diagnóstico que iremos, no nosso estudo, reabilitar, deverão citar-se:
a) Tarô
b) I Ching
c) Kirliangrafia
d) Pêndulo de Radiestesia Holística.
e) Etc
O pêndulo de radiestesia holística , como iremos aprender no nosso estudo, é o instrumento de trabalho imprescindível, a bússola que nos guia na viagem pelas energias .
Ele é imprescindível não só em diagnóstico/detecção mas também em terapia e, de um modo geral, na compreensão global e holística das bioenergias humanas :
a) Energias alimentares
b) Energias do ambiente
c) Energias psíquicas
d) Energias espirituais
e) Energias cósmicas ou filosofais (Enxofre + Mercurio + Sal = Pedra Filosofal).
Entre as múltiplas actividades terapêuticas a que hoje assistimos no comércio, é difícil, por exemplo, perceber se deveremos dar crédito a técnicas como:
a) Terapias magnéticas
b) Reiki
c) Terapias mediúnicas ou espíritas
d) Yogas
e) Meditação
f) Relaxação ou treino autógeno
g) Tai Chi Chuan
h) Do-In
i) Hipnoterapia
j) Etc
Iremos, no nosso estudo de Noologia Elementar, situar devidamente, na escala hierárquica das energias, as técnicas existentes, ajuizando do seu valor não só terapêutico mas, o que me parece bem mais importante, no contributo que dão ou não dão à evolução espiritual do ser humano e à sua entrada na Era Zodiacal do Aquário, onde ficamos obrigados a construir a Nova Idade de Ouro.
Esse é , em Noologia, o critério supremo que rege os nossos juízos de valor relativamente ao vasto quadro das terapias em voga.
E não é por uma terapia ser hoje popular , ter adeptos, arrastar até multidões que vamos dar-lhe crédito, energeticamente falando.
O valor vibratório de cada terapia, é, em qualquer caso, o critério que nos permite separar a qualidade da falta de qualidade, o trigo do joio.
Resumindo, são factores que fundamentam o nosso critério de escolha da terapia mais indicada:
a) As terapias de mais alto valor vibratório
b) As terapias mais globais e holísticas (face às que usam produtos e tratamentos específicos)
c) As terapias testadas pela maior antiguidade, como por exemplo:
1) Ayurvédica
2) Medicina tradicional chinesa
3) Medicina tibetana
4) Medicina antroposófica
5) Etc.
Afonso Cautela
Lisboa, 12/1/1997
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
FONTES 2012
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sexta-feira, 8 de Novembro de 2002
O CAOS DA LINGUAGEM:O MITO DE BABEL
[9-7-1999]
7-9-1994 - 1 - Vamos sempre parar ao discurso, por mais que queiramos fugir ao discurso. A mensagem e a forma como a mensagem é transmitida, está na origem de toda a nossa perplexidade e ausentação. Todos os discursos - quântico, ayurveda, rosacruz, meditação transcendental, budismo tibetano, Prigogine, Hawkins - nos querem dizer a verdade, mas cada um dos mil discursos diz a verdade à sua maneira. Como chegar à Luz única sem nos deixarmos enlear nos opacos discursos, que em vez de explicar, complicam?
2 - Modernamente vem a teoria do caos. A ciência inundou o espaço de teorias. Cada qual com seu discurso próprio. Que aparenta - diga-se no caso da «teoria do Caos» - uma vulgaridade impressionante. Se só a agora a ciência descobriu o Caos, Caos que foi ela a construir... É sensato o retorno ao bom senso e ao discurso naif. Ao desarticulado dos discursos arcaicos. Às vozes de analfabetos e autistas. Talvez esteja nessa zona de «silêncio» o princípio da linguagem universal. O fim da torre de Babel.
3 - Quando a RA promete o estabelecimento de uma linguagem universal - a linguagem vibratória de base molecular - está, de facto, a responder ao mais antigo, mais profundo e mais dramático anelo da humanidade. Até porque se confunde com este outro anseio antigo e profundo: o entendimento do maior mistério da vida, que é o mistério da morte. Será que só pela informação vibratória teremos acesso a esse mundo que está do outro lado do mundo? Mas não estaremos nós, sem saber, do outro lado pensando que estamos deste?
4 - Questão de metabolismo e portanto de alquimia, é a das palavras. O discurso com que somos bombardeados, já se disse, constitui o mais indigesto dos alimentos, palavra parecida a elementos, arrumados pela ciência moderna na prateleira da Química. Os chineses arrumaram a palavra «elementos» na medicina. É também o Caos, a Babel, no discurso particular das ciências particulares. Mais uma Babel dentro da Babel, um Caos dentro do Caos. As técnicas do Budismo Zen servem, neste caso, de pequena ajuda: aumentam a capacidade orgânica de seleccionar os lixos mediáticos (incluindo a literatura que se publica) e de separar o trigo do joio. Ajudem-se com o Zen, sem contra-indicações conhecidas.
sexta-feira, 8 de Novembro de 2002
O CAOS DA LINGUAGEM:O MITO DE BABEL
[9-7-1999]
7-9-1994 - 1 - Vamos sempre parar ao discurso, por mais que queiramos fugir ao discurso. A mensagem e a forma como a mensagem é transmitida, está na origem de toda a nossa perplexidade e ausentação. Todos os discursos - quântico, ayurveda, rosacruz, meditação transcendental, budismo tibetano, Prigogine, Hawkins - nos querem dizer a verdade, mas cada um dos mil discursos diz a verdade à sua maneira. Como chegar à Luz única sem nos deixarmos enlear nos opacos discursos, que em vez de explicar, complicam?
2 - Modernamente vem a teoria do caos. A ciência inundou o espaço de teorias. Cada qual com seu discurso próprio. Que aparenta - diga-se no caso da «teoria do Caos» - uma vulgaridade impressionante. Se só a agora a ciência descobriu o Caos, Caos que foi ela a construir... É sensato o retorno ao bom senso e ao discurso naif. Ao desarticulado dos discursos arcaicos. Às vozes de analfabetos e autistas. Talvez esteja nessa zona de «silêncio» o princípio da linguagem universal. O fim da torre de Babel.
3 - Quando a RA promete o estabelecimento de uma linguagem universal - a linguagem vibratória de base molecular - está, de facto, a responder ao mais antigo, mais profundo e mais dramático anelo da humanidade. Até porque se confunde com este outro anseio antigo e profundo: o entendimento do maior mistério da vida, que é o mistério da morte. Será que só pela informação vibratória teremos acesso a esse mundo que está do outro lado do mundo? Mas não estaremos nós, sem saber, do outro lado pensando que estamos deste?
4 - Questão de metabolismo e portanto de alquimia, é a das palavras. O discurso com que somos bombardeados, já se disse, constitui o mais indigesto dos alimentos, palavra parecida a elementos, arrumados pela ciência moderna na prateleira da Química. Os chineses arrumaram a palavra «elementos» na medicina. É também o Caos, a Babel, no discurso particular das ciências particulares. Mais uma Babel dentro da Babel, um Caos dentro do Caos. As técnicas do Budismo Zen servem, neste caso, de pequena ajuda: aumentam a capacidade orgânica de seleccionar os lixos mediáticos (incluindo a literatura que se publica) e de separar o trigo do joio. Ajudem-se com o Zen, sem contra-indicações conhecidas.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
FONTES 2012
Lisboa, 3/11/1996 - «O Tao que pode dizer-se não é o Tao real. A verdade que se pode dizer, converte-se imediatamente em não verdade».
Tenho visto este sutra de Lao Tse como argumento atirado contra os que, como eu, muito escrevem, muito pensam, muito falam, muito pretendem ensinar do pouco que sabem.
Patrice Kerviel, por exemplo, com quem tenho a maior dívida de gratidão contraída nesta existência, indica o Sócrates como modelo e ela própria, ao contrário do pai, Etienne Guillé, nunca publicou nada do que pensa e diz.
Mas diz, o que já é ir contra o sutra radicalista do Lao.
Pois é. Acho que essa tão proclamada e recomendada virtude do silêncio e da abstenção - decorrente do radicalismo de Lao Tse (radicalismo que ele próprio quebrou no final da vida escrevendo esse conjunto de sutras que se chama «Tao Te King») vai dar belíssimos resultados nos negócios do sistema.
A balbúrdia a que chegámos em matéria de informação fundamental - ciências sagradas ou Noologia - é óptima para o sistema da Ciência Ordinária.
Nada como um bom slogan abstencionista do estilo Lao Tse, ou do estilo socrático silencioso, para os abutres do mediático, do virtual, do consumista e do «sacred show» tripudiarem completamente à vontade sobre os corações, as almas, os cérebros e os espíritos da malta.
Nunca se vomitará suficiente esta sociedade de merda, de consumo de merda e os mestres à penser que a inspiram. Lao Tse ajuda a consumir merda, então exaltemos Lao Tse.
Tenho visto este sutra de Lao Tse como argumento atirado contra os que, como eu, muito escrevem, muito pensam, muito falam, muito pretendem ensinar do pouco que sabem.
Patrice Kerviel, por exemplo, com quem tenho a maior dívida de gratidão contraída nesta existência, indica o Sócrates como modelo e ela própria, ao contrário do pai, Etienne Guillé, nunca publicou nada do que pensa e diz.
Mas diz, o que já é ir contra o sutra radicalista do Lao.
Pois é. Acho que essa tão proclamada e recomendada virtude do silêncio e da abstenção - decorrente do radicalismo de Lao Tse (radicalismo que ele próprio quebrou no final da vida escrevendo esse conjunto de sutras que se chama «Tao Te King») vai dar belíssimos resultados nos negócios do sistema.
A balbúrdia a que chegámos em matéria de informação fundamental - ciências sagradas ou Noologia - é óptima para o sistema da Ciência Ordinária.
Nada como um bom slogan abstencionista do estilo Lao Tse, ou do estilo socrático silencioso, para os abutres do mediático, do virtual, do consumista e do «sacred show» tripudiarem completamente à vontade sobre os corações, as almas, os cérebros e os espíritos da malta.
Nunca se vomitará suficiente esta sociedade de merda, de consumo de merda e os mestres à penser que a inspiram. Lao Tse ajuda a consumir merda, então exaltemos Lao Tse.
domingo, 9 de novembro de 2008
FONTES 2012
1-16 - matérias-02-cs> - um corajoso e valioso merge de 16 páginas – graças a deus – tenho que levar esta série de três merges de matérias curriculares muito a sério – porque ainda hei-de ter o meu sonho realizado neste mundo – um curso ou uma escola de ciências sagradas - 1174 caracteres pde-2>
quinta-feira, 17 de Outubro de 2002
RADIESTESIA NA HABITAÇÃO: Itens para o curso (continuação):
ENERGIA = INFORMAÇÃO = MEMÓRIA MOLECULAR -> A Tríade Quântica ...............
GRANDES FONTES TRADICIONAIS DO SAGRADO E DIFICULDADES IDIOMÁTICAS DE ACESSO (o problema da tradução) - Fontes taoístas e actualidade macrobiótica - A Díade Yin Yang, bússola da viagem pelas energias - Fontes Budistas: O Zen - ..........
Fontes egípcias - O «Livro da Abertura à Iluminação do Dia» - As 9 almas - Jung mais uma vez precursor - Alquimia está na Alma - Os 3 níveis de leitura ou 3 níveis de qualidade energética (frequência vibratória) - O «duplo» dos egípcios ou a eternidade - ............
Fontes essénicas e fraternidade Rosa Cruz - Contributo de valor vibratório - .............
FONTES PROFANAS OU EXOTÉRICAS NA EUROPA - René Guénon, Julius Evola, Rudolfo Steiner e Etienne Guillé entre os Precursores - Michio Kushi, um Profeta do Nosso tempo ................
ETIENNE GUILLÉ E A LINGUAGEM VIBRATÓRIA DE BASE MOLECULAR - Um Novo Cosmos Pós-Babel - Vencido o obstáculo babélico dos idiomas - Acesso à linguagem primordial - Contributos: O património de lendas, folclore e etnografia da Humanidade - O inconsciente colectivo de Jung, «continente perdido» mas recuperado - .............
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1174 caracteres esbs-10>pde-2>
RADIESTESIA HOLÍSTICA EM DIAGNÓSTICO E TERAPIAS ENERGÉTICAS
CURSO DE GRAU I NA ESCOLA SUPERIOR DE BIOLOGIA E SAÚDE
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PROGRAMA DE MATÉRIAS (Continuação)
Itens fundamentais (continuação):
ENERGIA = INFORMAÇÃO = MEMÓRIA MOLECULAR -> A Tríade Quântica
Grandes fontes tradicionais do sagrado e dificuldades idiomáticas de acesso ( O problema da tradução) - Fontes taoístas e actualidade macrobiótica - A Díade Yin Yang, bússola da viagem pelas energias - Fontes Budistas: O Zen
Fontes egípcias - O «Livro da Abertura à Iluminação do Dia» - As 9 almas - Jung mais uma vez precursor - Alquimia está na Alma - Os 3 níveis de leitura ou 3 níveis de qualidade energética (frequência vibratória) - O «duplo» dos egípcios ou a eternidade
Fontes essénicas e fraternidade Rosa Cruz - Contributo de valor vibratório
Fontes profanas ou exotéricas na Europa - René Guénon, Julius Evola, Rudolfo Steiner e Etienne Guillé entre os Precursores - Michio Kushi, um Profeta do Nosso tempo - Hermes Trimegisto e Raimundo Lull, avatares de Deus
Etienne Guillé e a linguagem vibratória de base molecular - Um Novo Cosmos Pós-Babel - Vencido o obstáculo babélico dos idiomas - Acesso à linguagem primordial - Contributos: O património de lendas, folclore e etnografia da Humanidade - O inconsciente colectivo de Jung, «continente perdido» mas recuperado
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2622 caracteres- dcp-1>adn>cartas> dcp = diálogo com o pêndulo
DIÁLOGO COM O PÊNDULO DE RADIESTESIA:UMA TÉCNICA DE ACESSO ÀS 12 CIÊNCIAS SAGRADAS
A) AO ENCONTRO DAS ENERGIAS SUBTIS
B)INTRODUÇÃO À MEDICINA QUÂNTICA
Eis alguns dos itens que o nosso Curso de radiestesia Holística irá abordar, de forma simples e prática:
- Energias Subtis: Intensidade e Qualidade (frequência/ciclos por segundo)
- Nível Vibratório, elevação do nível de consciência e acontecimento mágico: a subida na vertical e a vida vista de cima
- Métodos empíricos de Radiestesia: Limitações e vícios da radiestesia vulgar. Ondas de forma. Na radiestesia das 2 mãos o pêndulo somos nós.
- Os 7 corpos subtis segundo Rudolfo Steiner e os 12 receptores electromangéticos segundo Yves Roccard: como se testam
- Os 4 Elementos de Empédocles, os 5 elementos da medicina tradicional chinesa, os 5 sopros e o yin-yang taoísta: formas de viajar no mundo das energias subtis
- Trabalhar com os Metais: iniciação à viagem do Micro para o Macrocosmos. O sistema solar (Astrologia), primeiro apeadeiro. O ser humano entre o infinitamente grande e o infinitamente pequeno. O treino da Humildade e da Gratidão cósmica
- A redução do campo morfogenético no espectro electromagnético da ciência moderna: a área quântica das energias entre o micro e o macrocosmos
- Aparelhos de medir energias: do Diapasão à Bússola, do Pêndulo ao Ser Humano. O ser humano como único aparelho de teledetecção do invisível
- Adivinhação com o Pêndulo: é possível? Deve forçar-se o destino? A questão da fiabilidade
- Terapias ondulatórias mais divulgadas: Homeopatia, Cromoterapia, Oligoterapia, Aromoterapia, Magnetoterapia, Remédios Florais de Bach, Fitoterapia, MT (Meditação transcendental): crítica e aproveitamento
- Tabelas de Correspondências que se podem testar: cores, planetas, metais, notas musicais, signos zodiacais, órgãos, esferas energéticas, diáteses, etc
- As 9 almas dos hierofontes egípcios e a hereditariedade vibratória (ou código genético de Deus) descoberta por Etienne Guillé
- Mutação alquímica: base da pirâmide da Vida, a primeira das 12 ciências sagradas
- Energias filosóficas no vértice da grande pirâmide da criação: enxofre, mercúrio, sal e energia pedra filosofal, fontes da criação neste universo
- Trocas intermembranares: a importância do Potássio e das Enzimas na Alquimia Alimentar, base da Alquimia da Vida = 3 A4
- Sal e Sais Minerais: a Big Questão da Alquimia Alimentar. Energias primordiais da criação: O Sal Filosófico, o Enxofre Filosófico e o Mercúrio Filosófico
- Tratar o Fígado para Curar Alergias: um caso particular de Alquimia Alimentar
Se o programa lhe interessa, confirme a sua inscrição.
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1465 caracteres-sdc-1>
Curso de Grau I: MEDICINA HOLÍSTICA - O MÉTODO DA MÃO ESQUERDA
Grelha aberta para ir incluindo os itens do curso de radiestesia holística:
Da radiestesia empírica tradicional à radiestesia holística - O método da mão esquerda - O uso do pêndulo para efeitos de telediagnóstico - Técnicas manipulatórias e sua total rejeição - O ser humano como aparelho de medida a detecção
Técnicas bio-terapêuticas: das energias cósmicas à bionergia do ser vivo e do ser humano, mediador entre céu e terra
Fontes antigas da sabedoria energética:
Egipto da época dourada - Kaballa hebraica - Sufismo muçulmano - Tauismo chinês - Ayurveda hindu- Budismo tibetano
Fontes modernas da convergência quântica:
Física das partículas (quântica) - Biologia molecular - Termodinâmica dos sistemas abertos - Abordagens sistémicas e holísticas modernas: da ecologia humana à radiestesia holística (Ecologia Alargada) - Cymatic (Campos de morfogénese cósmica)
Espectro-electromagnético da ciência moderna - Além e aquem do espectro electromagnético: área de eleição da radiestesia holística
Os nomes de deuses como nomes de energias na tradição egípcia:-
Desenvolvimento da comunicação (com o) «inconsciente colectivo» - Da psicanálise Junguiana à psicanálise sem psicanalista de Etienne Guillé - As memórias colectivas na memória individual: herança de 7 civilizações (hebraica, egípcia, hindu, mesopotâmica, céltica, atlante e lemuriana)
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5120 bytes-scr-1> sumário de curso de radiestesia
Noologia - PLANO DE MATÉRIAS - VI
FILOSOFIA DO CURSO: TEXTOS DE AFONSO CAUTELA
GRANDES ÁREAS :
Do Microcosmos ao Macrocosmos
3º Milénio
Prontuário
Notas de Leitura
Corpo-Energia
Ritmos - Frequências vibratórias
Espectro electromagnético - Continuum energético
Alquimia alimentar
Urgências de saúde
ITENS DE NOOLOGIA (FILOSOFIA DA GNOSE VIBRATÓRIA):
A) A RADIESTESIA SEGUNDO ETIENNE GUILLÉ:
- 85 Banalidades de Base (O Fio da Meada)
B) TRABALHAR COM O PÊNDULO SEGUNDO O MÉTODO DE ETIENNE GUILLÉ
- Iniciação à Iniciação
- Iniciação ao trabalho com o pêndulo
- Avisos à navegação no meio dos recifes
- ABC das energias
- Textos básicos por Afonso Cautela
C) TRABALHAR COM OS METAIS É TRABALHAR COM O MACROCOSMOS
D) GRANDES MOMENTOS DA GNOSE VIBRATÓRIA
E) LEITURAS DE ETIENNE GUILLÉ - Páginas de um Diário - 1992-1996
F) À LUZ DA HIPÓTESE VIBRATÓRIA:
- Diário de um Leitor (1992 -1997)
- Pistas para Investigação
G) À LUZ DA HIPÓTESE VIBRATÓRIA:
- Leituras comentadas (1992, 1993, 1994, 1995, 1996, 1997)
H) ENCONTROS DE DIAGNÓSTICO E AUTOTERAPIA:
- Diálogo comos participantes
I) CARTAS EM FRANCÊS SOBRE GNOSE VIBRATÓRIA ( Deux années de séminaires intercalaires - Bilan très critique)
J) GLOSSÁRIO DAS ENERGIAS - LISTAS:
-Números
-Léxico essencial (Glossário de termos ocorrentes nos livros de Etienne Guillé)
-Léxico do sagrado
-Nomeação das energias - Reagrupamentos - Cábulas («aides-mémoires»)
-Testes apresentados nos seminários
-Palavras com sinal de igual
-Léxico da Entropia (Inventários da Entropia )
L) LISTA ABERTA DE PALAVRAS A TESTAR (Verificação de conhecimentos)
M) LISTA ABERTA (DE IMPRESSÃO DIRECTA) PARA CONSULTA
N) GRELHA DE DIAGNÓSTICO PARA TESTAR NA PRÁTICA
*
TRABALHOS PRÁTICOS
O) DIAGNÓSTICO EM NOOLOGIA : GUIA DO TERAPEUTA
P) ENERGIAS E ALQUIMIA ALIMENTAR:
- Como Tratar o Fígado para Curar Alergias
- Fichas de trabalho para o grupo de estudo pesquisa
- Doenças alérgicas
- Metais
- Sais minerais
- Tratar do Fígado
- Chá de Vegetais Doces
- Alquimia (dos metais) alimentar
- Potássio e outros Minerais (Oligoelementos)
- Balneoterapia
Q) ANTECEDENTES (AUTORES) DA HIPÓTESE VIBRATÓRIA
R) AS TERAPIAS DOS 5 SENTIDOS (HOLOTERAPIAS) :
- Terapias ondulatórias : Aromoterapia, Enzimoterapia, Homeopatia, Magnetoterapia, Meditação Transcendental
S)
TEXTOS E QUADROS DE APOIO:
(Material de arquivo)
AO TABULADOR:
- Tabelas de alimentos-medicamentos
- Tabelas de correspondências /equivalências
- Auxiliares de Diagnóstico e Terapia
- Prontuário de produtos
CASO A CASO - Lembrete rápido para Conselho Terapêutico
- Escalas e Mapas
- Diagrama a Diagrama
- Diagramas de Radiestesia - Selecção muito especial e numerada
- Imagens - Diagramas - Símbolos - Formas
- Diagramas, listas e tabelas sobre Corpo-Energia
- Magia das Formas - Formas Mágicas
- Símbolo da Roda , da Esfera, do Círculo, da Mandala
+
3968 bytes-pdm-1>plano de materias
CURSO DE NATUROTERAPIA: MEDICINA ENERGÉTICA
Plano de Matérias
1ª Ano - Introdução teórica aos métodos de terapia e diagnóstico
1 - Fundamentos da ME :
a) Continuum energético
b) Glossário básico das energias
c) Composição triádica do universo humano
d) Potencial energético ( 7 corpos energéticos )
e) Níveis vibratórios de consciência
f) 12 órgãos dos sentidos
g) Espectro electromagnético aquém e além (área quântica): Da energia da pedra filosofal às energias infraterrestres
h) Correspondências/equivalências vibratórias (Sincronicidade, Jung)
i) Aparelhos de medir energias
j)
2 - Sistemas energéticos tradicionais:
a) Taoísmo - Yin-Yang - 5 elementos - Meridianos - Pontos de Acupunctura
b) Ayurveda - 7 chacras
c) Cosmogonia egípcia - 9 camadas da alma
d) Kaballa - Árvore sefirótica - Quadrados mágicos
e) Hispagíria (Paracelso)
f) Medicina Tibetana
g) Legado druida /Alfabeto das Árvores
h)
3 - Sistemas noológicos modernos (crítica e discussão) :
a) Teosofia (Helena Petrovna Blavatsky)
b) Macrobiótica (Jorge Oshawa/ Michio Kushi)
c) Cura Quântica ( Deepak Chopra)
d) Medicina vibracional ( Richard Gerber)
e) Neo-xamanismos ( cartomância, quiromância, rabdomancia, transe mediúnico, transe hipnótico)
f) Chicung (reequilíbrio com o ambiente)
g) Taichichuan
h)
4 - Técnicas de manipulação energética ( crítica e discussão):
a) Transe hipnótico
b) Transe mediúnico
c) Imposição de Mãos (Reiki)
d) Massagens
e) Visualização/Respiração
f) Acupunctura/Shiatsu/Do-In/Moxa
g)
5 - Energias (físicas):
a) Óleos essenciais/ Aromoterapia
b) 7/12 cores básicas/ Cromoterapia
c) Minerais/ Oligoterapia
d) Magnetismo/ Ondas de forma/ Redes de Hartmann/ Terapia do Habitat
e) Cristais
f)
5 - Psicoenergias:
a) Flores/Floralterapia de Bach
b) Diluições dinamizadas/ Homeopatia
c) Sono/Sonho/Oniroterapia
6 - Energias da Vida (noológicas):
a) Sons musicais/ Musicoterapia-terapia
b) Símbolos/Simboloterapia
7- Interfaces energéticas:
a) Física Quântica
b) Biologia Quântica
c) Termodinâmica (Entropia/Neguentropia)
d) Ecologia Humana:
A) Meio endógeno:
- Meio orgânico-constitucional
- Biotipologia/Diáteses
B) Meio exógeno:
- Meio físico (ar, água e solos)
- Meio electro-magnético
- Meio geoquímico
- Meio geográfico-climático
- Meio astrofísico/Cósmico
- Meio urbano-industrial
- Meio psico-social
e) Ecologia alimentar
f) Profilaxia energética do Cancro
g) Medicina orto-molecular
h) Holística moderna
i) Bioquímica do cérebro
j)
8 - Diagnóstico Energético:
a) Reflexologia/Reflexoterapia/Áreas reflexogénicas:
- Palma das mãos
- Coluna Vertebral
- Sola dos Pés
- Aurícula
- Íris
b) Iridologia Holística (Griso Salomé)
c) Radiestesia Holística ( Etienne Guillé)
d) Cristalizações sensíveis por cloreto de cobre
e) Pulsos chineses
f) Diagnóstico Visual/ Observação
g)
9 - Bioenergias ( energias da vida, energias do espírito, noologia, ou as 12 ciências sagradas) :
a) Cosmosofia/ Astrologia
b) Alquimia
c) Magia
d) Aritmosofia/Numerologia/Kaballa/ Ritmologia
e) Teurgia
f) Simbologia
g) Geometria Sagrada (Número de Ouro)
h) Tanatologia
i) Analogia
j)
l)
m)
+
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Noologia - PROGRAMA DE MATÉRIAS - I: FUNDAMENTOS DA RADIESTESIA HOLÍSTICA
O estudo da Radiestesia Holística tem como principal objectivo aprender a dialogar com o Pêndulo, o que implica a aprendizagem de técnicas de detecção, medida e transferência de energias subtis, através de vários diagramas em que se apresentam alguns itinerários de viagem através das energias.
Esse «mapa de viagem» permitirá, desde o primeiro momento, prosseguir um caminho individual de auto-conhecimento, autodiagnóstico e auto-terapia, condição sine qua non para o conhecimento, diagnóstico e terapia dos outros.
Sem transformação pessoal e sem alquimia interior, ninguém poderá dar nada a ninguém, nem transmitir nenhuma energia que verdadeiramente valha a pena e que seja efectivamente curativa.
Eis alguns dos itens de Radiestesia Holística estudados no curso de Noologia:
1 - Energias Subtis:
a) Intensidade
b) Qualidade (frequência/ciclos por segundo)
c) O ser humano trinitário
d)
2 - Nível Vibratório e acontecimento mágico:
a) Energias Vibratórias/Suporte Vibratório
b) O Microcosmos do ADN
c) A resposta literal do DNA
d) Subida na vertical: a vida vista de cima
e)
3 - Métodos empíricos de Radiestesia telúrica:
a) Limitações e vícios de base
b) Ondas de forma
c) Emanações do SV
4 - Escala hierárquica do valor vibratório:
a) Os 7 corpos subtis segundo Rudolfo Steiner
b) Os 12 receptores electromagnéticos segundo Yves Roccard: como se testam
c) Os 4 Elementos de Empédocles
d) Os 5 elementos da medicina tradicional chinesa
e) Os 5 sopros e o yin-yang taoísta
f) Outras formas de viajar no mundo das energias subtis
g)
5 - Trabalhar com os Metais:
a) Iniciação à viagem do Micro para o Macrocosmos
b) O sistema solar (Astrologia/Astrosofia, primeiro apeadeiro)
c) O ser humano entre o infinitamente grande e o infinitamente pequeno
d) O treino da Humildade e da Gratidão cósmica (psicostasia)
e) A redução do campo morfogenético no espectro electromagnético da ciência moderna
f)
6 - Aparelhos de medir energias (detecção e teledetecção):
a) Do Diapasão à Bússola
b) Do Pêndulo ao Ser Humano
c) O Pêndulo como aparelho de teledetecção do invisível
d) Adivinhação com o Pêndulo: é possível?
e) A questão da fiabilidade
f)
7 - Terapias ondulatórias c/ energias subtis:
a) Homeopatia
b) Cromoterapia
c) Oligoterapia
d) Aromoterapia
e) Magnetoterapia
f) Floralterapia de Bach
g) Fitoterapia
h) MT (Meditação transcendental): crítica e aproveitamento
i)
8 - Correspondências:
a) Cores
b) Planetas
c) Metais
d) Notas musicais
e) Signos zodiacais
f) Órgãos
g) Esferas energéticas do terreno orgânico
h) Diáteses
i)
9 - As 9 almas dos hierofantes egípcios
a) Psicostasia
b) Karma e Eternidade
c) Memórias moleculares
d)
10 - A hereditariedade vibratória descoberta por Etienne Guillé
11 - Transformação alquímica: base da pirâmide da Vida
12 - Trocas intermembranares:
a) Intercomunicação molecular
b) Importância do Potássio
c) Importância das Enzimas na Alquimia Alimentar, base da Alquimia da Vida
d) Factores determinantes do metabolismo alquímico
e)
(mudar esta alínea 13 para matérias do 1º Ano)
13 - Sal e Sais Minerais:
a) A Questão da Alquimia Alimentar
b) Tratar o Fígado para Curar Alergias: um caso particular de Alquimia Alimentar
c) O Caldo dos Vegetais Doces: homenagem a Michio Kushi
d)
14 - Energias primordiais da criação:
a) Sal, Enxofre e Mercúrio Filosofais
b) A Pedra Filosofal
c) Tradição hermética
+
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Princípios yin-yang de Alquimia Alimentar/TÁBUA DE MATÉRIAS
Abordagens holísticas da saúde:
a) Macrobiótica
b) Metabolic Medecine
c) Medicina Orto-Molecular
d) Medicina do Terreno
e) Medicina Sintomática e medicinas causais ( naturais ou medicinas doces)
f) Sintomatologia aparente e sintomatologia profunda - Terapia alimentar, causal ou ecológica (Medicina Metabólica)
g)
Fontes da dialéctica yin-yang:
a) Tao Te King - I King, o Livro das Mutações - Nei King (O Livro do Imperador Amarelo)
b) A ordem do universo segundo a cosmosofia taoísta e a filosofia zen
c) Civilizações do Princípio Único - Desaparecidas (Azteca, Maia) e ainda sobreviventes (Hunzas)
d) As civilizações do Cereal : Arroz, Milho, Trigo
e) Fundamentos históricos e filosóficos da alimentação curativa do Princípio Único ou Dialéctica Yin-yang
f) Os retradutores das fontes: Oshawa, Michio Kushi, etc.
g) Figuras e datas do movimento macrobiótico ou neo-taoísta
h) A macrobiótica e as correntes da dietética moderna - A polémica vegetarianos/carnívoros
i) Jejum: a mais antiga arte terapêutica - Problemas do jejum para o homem moderno - O papel do jejum na escola de Gandhi
j) Grandes leis da cosmologia taoísta - Lei de causa e efeito- Lei da Bipolaridade Yin-yang - Lei dos 5 elementos
l)
As teorias modernas face à sabedoria primordial do Princípio Único:
a) O Fogo através da História
b) Transmutação a baixa energia ( C. Louis Kervran) - Entropia/Neguentropia
c)
Da Ecologia Humana à Holística pela via Yin-Yang:
a) Doenças da civilização moderna - Degenerativas: cancro, cardio-vasculares, alergias, sistema nervoso, etc
b) Mitos da medicina moderna: sintomatologia, teoria microbiana, vacinas,
c) Mitos da moderna higiene alimentar : proteínas, vitaminas, leite, calorias, sal, etc. - A «mãe» vegetal e a «mãe vaca» : o leite e a alimentação cerealífera
d) Doenças da medicina (Iatrogénese) : vacinas e alergias - açúcar e diabetes - cancro e carência de microelementos - radiações e leucemia - nefrites e quimioterapia - doenças óssea e desregulação do ciclo do cálcio -
e)
A dialéctica taoísta:
a) Energia Ki e princípio único da Ordem do Universo
b) Bipolaridade Yin-Yang
c) Lei dos 5 elementos: base da alquimia taoísta
d) Os 64 Hexagramas do I Ching
e) Correspondências entre macro e microcosmos: Zonas reflexogénicas do corpo
f) Arrogância: causa de todas as doenças
g) Os 7 estágios do Discernimento
h) Tao e Lao Tsé
i) Entropia/Neguentropia
j)
Yin-Yang alimentar:
a) Doença e dor: «aviso telefónico» (Oshawa)
b) Cura = processo iniciático de mutação - Ética alimentar - Opção de vida - Mudar de hábitos - Obstáculos de ordem familiar, social e psíquica à terapia alimentar
c) Vegetarianos contra Carnívoros: a falsa questão
d) Qualidade biológica e valor energético dos alimentos
e) Modelos alimentares homólogos do taoísmo:
- Hunza
- Alcambamba
etc
f) Alimento/Medicamento: Cura pela alimentação - Macrobiótica como profilaxia geral - Alimentos-base e alimentos complementares - Dieta padrão
g) Bioquímica moderna confirma macrobiótica ( Flávio Zanata)
h) Jejum e Mastigação: reaprendizagem da arte de comer
i) Riscos da euforia yang: crítica aos fanatismos
j) O conceito de alimento principal e de alimento integral
l) Abordagem holística das carências alimentares, nomeadamente em sais minerais:
- Algas
- Legumes e Vegetais
- Lactofermentados - Enzimas - Ácido láctico
- Germinados de cereais e oleaginosas
m) Factores determinantes do metabolismo:
- Harmonia das esferas energéticas ( 5 elementos)
- Interdependência dos elementos minerais
- PH - EquilíbrioSódio-Potássio - Cloreto de Sódio e fluido extracelular - Sal - Alimentos hidratados
- Defesas naturais (imunidade)
- etc
n) Prato número 7 e dietas de choque (emergências críticas) - Vantagens e contra-indicações
o) Lista yin-Yang dos alimentos - Regime alimentar padrão e regimes específicos
p)
Postulados da Lei Universal (Princípio Único):
a) Desintoxicar, descarenciar, reequilibrar
b) Não prejudicar (Non nocere)
c) 7 condições de saúde, 7 graus de discernimento (psicosomática yin-yang)
d) Cada doente curado é médico de si mesmo e dos outros
e) Escolha macrobiótica, opção de vida
f) Saber comer é poder comer de tudo
g) Que o teu alimento seja o tei medicamento
h) Tudo é energia
i) Ideal para a Nova Idade de Ouro : sermos todos professores de saúde
j)
Alimento e cronobiologia yin-yang:
a) Alimento individualizado e segundo as variáveis de tempo e lugar (sexo, idade, profissão, hora do dia, estação do ano, longitude, latitude e altitude)
b) Princípios ecológicos da terapia alimentar yy
c)
Ecologia Humana e Ecologia Alimentar (Leitura ecológica dos sintomas) :
a) Efeitos da poluição no organismo humano;
outros factores:
- estilo de vida
- stress: trabalho, vida urbana
- emoções dominantes
b) Minerais/Metais Pesados: interface entre Ecologia Humana e Holística
c) Metais Pesados versus Minerais Subtis: o grande problema das carências em Oligoelementos
d) Despistagem de factores ambientais (introdução ao diagnóstico ecológico)
e)
Outros factores adversos do ambiente exógeno:
- Açúcar industrial: Desmineralizante Nº 1
- Bebidas Alcoólicas
- Incompatibilidade da terapia energética com a medicina química
- Iatrogénese: doença da medicina química(Antibióticos, Vacinas, Cortisona, etc)
- Agricultura química/ pesticidas e adubos : 1ª causa de carências minerais
- Industrialização e manipulação alimentar - Refinação de cereais e óleos alimentares(Cereais, Óleos, Sal, Açúcar) : 2ª causa de carências vitamínicas
- Poluição química alimentar : aditivos, conservantes, corantes, adoçantes artificiais, etc
- Cloro e chumbo na água canalizada (verdunização)
- Irritantes alérgicos: Mercúrio, níquel, crómio, cobalto, resíduos de detergentes, etc.
- Cádmio do Tabaco: causa de anemias
Oligoterapia Básica:
a) Diáteses segundo Menetrier
b) Resposta às doenças(carências) da «civilização» industrial;
c) Outras respostas:
- talassoterapia
- balneoterapia
- macrobiótica
d) Oligoelementos ou Bioelementos: base alquímica da Vida
e)
Especialidades práticas afins da macrobiótica:
a) Fisiognomia - Diagnóstico visual - O fenómeno Sampaku
b) Diagnóstico pelo ambiente ou ecológico - Factores exógenos que produzem a doença - Doenças da poluição - Doenças do consumo - Doenças sociais -
c) Palmistria básica
d) Culinária macrobiótica - Cozinha, Laboratório de saúde
e) Tratamentos básicos de doenças comuns - Tratamentos adjuvantes externos - Fitoterapia Yin-Yang
f) Shiatsu, Moxa, Punctoterapia
g) Agricultura biológica
h) Indústrias caseiras: Tofu, Seitan, Amazake, Miso, Tempeh, etc.
i)
(mudar o item seguinte para matérias do 1º Ano)
Interfaces-chave:
a) Profilaxia alimentar do Cancro e doenças degenerativas
b) Profilaxia alimentar contra radiações ionizantes
c) Profilaxia da sida
etc
+
2421 caracteres ladd1>listas<
1 - Psicostasia
2 - Receptores electromagnéticos e grelha personalizada
3 - Grelha personalizada
4 - Definições do DNA
5 - Diferentes níveis de consciência - Corpos subtis descritos pela tradição e respectiva representação
6 - A animação energética do homem
7- Eras zodiacais - Frequências de vibração de origem cósmica emitidas no decorrer das eras zodiacais da Balança ao Aquário
8 - Frequências de vibração - Mundo manifestado - Mundo incarnado - Frequências de vibração do Espírito, da Alma do Espírito, da Alma do Corpo e do Corpo
9 - Os sistemas de forças que modelam os seres vivos
10 - Passagem da Era dos Peixes para a Era do Aquário
11 - A lei da analogia - Dos ritmos cósmicos aos ritmos celulares
12 - Correspondências entre: metal, planeta, cor, planta, etc.
13 - Símbolos dos 12 planetas
14 - Consequências de um stress e a obra alquímica
15 - As etapas da obra alquímica
16 - Diferentes tipos de fixação dos metais sobre a molécula de Adn
17 - Regulação celular dos iões entre exterior e interior da célula
18 - Os 7 grandes tipos vibratórios e os metais que lhes correspondem
19 - As energias filosóficas de um certo número de corpos simples
20 - As diferentes fases da aliança com Elohim
21 - As diferentes esferas energéticas do ser humano - As memórias das civilizações
22 - Trilogia Corpo-Alma - Espírito
23 - Corpo espiritual - as 12 energias do corpo espiritual de origem hebraica
24 - Quelatantes dos metais e emissões vibratórias elementares
25 - Quelatantes dos metais e emissões vibratórias elemenatres na árvore sefirótica
26 - 9 camadas da alma
27 - Minizodíaco presente em cada uma das nossas células
28 - O ser humano mediador - Quadratura do círculo
29 - Lei da ressonância cósmica
30 - O ser humano segundo Cornélio Agrippa
31 - Ovo cósmico com esferas energéticas
32 - Dados da acupunctura confrontados com os da energia vibratória
33 - Energias vibratórias dos meridianos
34 - Os 6 sopros
35 - Cristalizações sensíveis
36 - Mensagem da esfinge
37 - 4 pirâmides do Corpo, da Alma e do Espírito
38 - 4 pirâmides
39 - Reagrupamento das 4 pirâmides
40 - Níveis vibratórios numa pirâmide
41 - As 12 ciências sagradas
42 - A pedra filosofal
43 - Pirâmide do Corpo
44 - A linguagem vibratória
45 - Grelha das letras
46 - Traduções elementares de cada letra
47 - Níveis de organização
48 -
+
3456 bytescurso de grau i medicina holística o método da mão esquerda
PLANO DE MATÉRIAS (Continuação)
Variantes sinónimas da Noologia:
Medicina Holística - Medicina Quântica - Medicina Energética - Noologia Médica - Medicina do Espírito - Biomedicina - Bionergética Médica -
Da radiestesia Holística à Medicina Energética:
Diagnóstico e Terapia com o pêndulo de Radiestesia Holística - Técnica introdutória às bioenergias
Interface fundamental - Interface dos interfaces - Continuum Energético - Glossário das Energias
Da radiestesia empírica tradicional à radiestesia holística - O método da mão esquerda - O uso do pêndulo para efeitos de telediagnóstico - Técnicas manipulatórias e sua total rejeição - O ser humano como aparelho de medida e detecção - Radiestesia Holística, sinónimo de medicina caseira, medicina para todos, medicina familiar
Técnicas bio-terapêuticas:
das energias cósmicas à bionergia do ser vivo e do ser humano, mediador entre céu e terra
Fontes antigas da sabedoria energética:
Egipto da época dourada - Kaballa hebraica - Sufismo muçulmano - Tauismo chinês - Ayurveda hindu- Budismo tibetano
Fontes modernas da convergência quântica:
Física das partículas (quântica) - Biologia molecular - Termodinâmica dos sistemas abertos - Abordagens sistémicas e holísticas modernas: da ecologia humana à radiestesia holística (Ecologia Alargada) - Cymatic (Campos de morfogénese cósmica)
Espectro-electromagnético da ciência moderna:
Além e aquem do espectro electromagnético: área de eleição da radiestesia holística
Os nomes de deuses como nomes de energias na tradição egípcia:-
Subida aos arquétipos:
Desenvolvimento da comunicação (com o) «inconsciente colectivo» - Da psicanálise Junguiana à psicanálise sem psicanalista de Etienne Guillé - As memórias colectivas na memória individual: herança de 7 civilizações (hebraica, egípcia, hindu, mesopotâmica, céltica, atlante e lemuriana)
Aromoterapia:
Formulário de Aromoterapia - Plantas de origem: Labiadas, Umbelíferas, Lauráceas, Mirtáceas, Coníferas, Hesperíades - Concentração de essências por destilaria - Perigos e Cuidados com os concentrados - Factores influentes na cultura das plantas: Solo, Sol, Ar, Água, Estações do ano, Meios de obtenção, Poluições - Técnica de extracção por alambique tradicional - Qualidade biológica das essências - Cada terapeuta elege 12 essências com as quais trabalha melhor
Livro de base: «A Saúde pelos Óleos Essenciais», André Rouvière, Litexa
quinta-feira, 17 de Outubro de 2002
RADIESTESIA NA HABITAÇÃO: Itens para o curso (continuação):
ENERGIA = INFORMAÇÃO = MEMÓRIA MOLECULAR -> A Tríade Quântica ...............
GRANDES FONTES TRADICIONAIS DO SAGRADO E DIFICULDADES IDIOMÁTICAS DE ACESSO (o problema da tradução) - Fontes taoístas e actualidade macrobiótica - A Díade Yin Yang, bússola da viagem pelas energias - Fontes Budistas: O Zen - ..........
Fontes egípcias - O «Livro da Abertura à Iluminação do Dia» - As 9 almas - Jung mais uma vez precursor - Alquimia está na Alma - Os 3 níveis de leitura ou 3 níveis de qualidade energética (frequência vibratória) - O «duplo» dos egípcios ou a eternidade - ............
Fontes essénicas e fraternidade Rosa Cruz - Contributo de valor vibratório - .............
FONTES PROFANAS OU EXOTÉRICAS NA EUROPA - René Guénon, Julius Evola, Rudolfo Steiner e Etienne Guillé entre os Precursores - Michio Kushi, um Profeta do Nosso tempo ................
ETIENNE GUILLÉ E A LINGUAGEM VIBRATÓRIA DE BASE MOLECULAR - Um Novo Cosmos Pós-Babel - Vencido o obstáculo babélico dos idiomas - Acesso à linguagem primordial - Contributos: O património de lendas, folclore e etnografia da Humanidade - O inconsciente colectivo de Jung, «continente perdido» mas recuperado - .............
+
1174 caracteres esbs-10>pde-2>
RADIESTESIA HOLÍSTICA EM DIAGNÓSTICO E TERAPIAS ENERGÉTICAS
CURSO DE GRAU I NA ESCOLA SUPERIOR DE BIOLOGIA E SAÚDE
*
PROGRAMA DE MATÉRIAS (Continuação)
Itens fundamentais (continuação):
ENERGIA = INFORMAÇÃO = MEMÓRIA MOLECULAR -> A Tríade Quântica
Grandes fontes tradicionais do sagrado e dificuldades idiomáticas de acesso ( O problema da tradução) - Fontes taoístas e actualidade macrobiótica - A Díade Yin Yang, bússola da viagem pelas energias - Fontes Budistas: O Zen
Fontes egípcias - O «Livro da Abertura à Iluminação do Dia» - As 9 almas - Jung mais uma vez precursor - Alquimia está na Alma - Os 3 níveis de leitura ou 3 níveis de qualidade energética (frequência vibratória) - O «duplo» dos egípcios ou a eternidade
Fontes essénicas e fraternidade Rosa Cruz - Contributo de valor vibratório
Fontes profanas ou exotéricas na Europa - René Guénon, Julius Evola, Rudolfo Steiner e Etienne Guillé entre os Precursores - Michio Kushi, um Profeta do Nosso tempo - Hermes Trimegisto e Raimundo Lull, avatares de Deus
Etienne Guillé e a linguagem vibratória de base molecular - Um Novo Cosmos Pós-Babel - Vencido o obstáculo babélico dos idiomas - Acesso à linguagem primordial - Contributos: O património de lendas, folclore e etnografia da Humanidade - O inconsciente colectivo de Jung, «continente perdido» mas recuperado
+
2622 caracteres- dcp-1>adn>cartas> dcp = diálogo com o pêndulo
DIÁLOGO COM O PÊNDULO DE RADIESTESIA:UMA TÉCNICA DE ACESSO ÀS 12 CIÊNCIAS SAGRADAS
A) AO ENCONTRO DAS ENERGIAS SUBTIS
B)INTRODUÇÃO À MEDICINA QUÂNTICA
Eis alguns dos itens que o nosso Curso de radiestesia Holística irá abordar, de forma simples e prática:
- Energias Subtis: Intensidade e Qualidade (frequência/ciclos por segundo)
- Nível Vibratório, elevação do nível de consciência e acontecimento mágico: a subida na vertical e a vida vista de cima
- Métodos empíricos de Radiestesia: Limitações e vícios da radiestesia vulgar. Ondas de forma. Na radiestesia das 2 mãos o pêndulo somos nós.
- Os 7 corpos subtis segundo Rudolfo Steiner e os 12 receptores electromangéticos segundo Yves Roccard: como se testam
- Os 4 Elementos de Empédocles, os 5 elementos da medicina tradicional chinesa, os 5 sopros e o yin-yang taoísta: formas de viajar no mundo das energias subtis
- Trabalhar com os Metais: iniciação à viagem do Micro para o Macrocosmos. O sistema solar (Astrologia), primeiro apeadeiro. O ser humano entre o infinitamente grande e o infinitamente pequeno. O treino da Humildade e da Gratidão cósmica
- A redução do campo morfogenético no espectro electromagnético da ciência moderna: a área quântica das energias entre o micro e o macrocosmos
- Aparelhos de medir energias: do Diapasão à Bússola, do Pêndulo ao Ser Humano. O ser humano como único aparelho de teledetecção do invisível
- Adivinhação com o Pêndulo: é possível? Deve forçar-se o destino? A questão da fiabilidade
- Terapias ondulatórias mais divulgadas: Homeopatia, Cromoterapia, Oligoterapia, Aromoterapia, Magnetoterapia, Remédios Florais de Bach, Fitoterapia, MT (Meditação transcendental): crítica e aproveitamento
- Tabelas de Correspondências que se podem testar: cores, planetas, metais, notas musicais, signos zodiacais, órgãos, esferas energéticas, diáteses, etc
- As 9 almas dos hierofontes egípcios e a hereditariedade vibratória (ou código genético de Deus) descoberta por Etienne Guillé
- Mutação alquímica: base da pirâmide da Vida, a primeira das 12 ciências sagradas
- Energias filosóficas no vértice da grande pirâmide da criação: enxofre, mercúrio, sal e energia pedra filosofal, fontes da criação neste universo
- Trocas intermembranares: a importância do Potássio e das Enzimas na Alquimia Alimentar, base da Alquimia da Vida
- Sal e Sais Minerais: a Big Questão da Alquimia Alimentar. Energias primordiais da criação: O Sal Filosófico, o Enxofre Filosófico e o Mercúrio Filosófico
- Tratar o Fígado para Curar Alergias: um caso particular de Alquimia Alimentar
Se o programa lhe interessa, confirme a sua inscrição.
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Curso de Grau I: MEDICINA HOLÍSTICA - O MÉTODO DA MÃO ESQUERDA
Grelha aberta para ir incluindo os itens do curso de radiestesia holística:
Da radiestesia empírica tradicional à radiestesia holística - O método da mão esquerda - O uso do pêndulo para efeitos de telediagnóstico - Técnicas manipulatórias e sua total rejeição - O ser humano como aparelho de medida a detecção
Técnicas bio-terapêuticas: das energias cósmicas à bionergia do ser vivo e do ser humano, mediador entre céu e terra
Fontes antigas da sabedoria energética:
Egipto da época dourada - Kaballa hebraica - Sufismo muçulmano - Tauismo chinês - Ayurveda hindu- Budismo tibetano
Fontes modernas da convergência quântica:
Física das partículas (quântica) - Biologia molecular - Termodinâmica dos sistemas abertos - Abordagens sistémicas e holísticas modernas: da ecologia humana à radiestesia holística (Ecologia Alargada) - Cymatic (Campos de morfogénese cósmica)
Espectro-electromagnético da ciência moderna - Além e aquem do espectro electromagnético: área de eleição da radiestesia holística
Os nomes de deuses como nomes de energias na tradição egípcia:-
Desenvolvimento da comunicação (com o) «inconsciente colectivo» - Da psicanálise Junguiana à psicanálise sem psicanalista de Etienne Guillé - As memórias colectivas na memória individual: herança de 7 civilizações (hebraica, egípcia, hindu, mesopotâmica, céltica, atlante e lemuriana)
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5120 bytes-scr-1> sumário de curso de radiestesia
Noologia - PLANO DE MATÉRIAS - VI
FILOSOFIA DO CURSO: TEXTOS DE AFONSO CAUTELA
GRANDES ÁREAS :
Do Microcosmos ao Macrocosmos
3º Milénio
Prontuário
Notas de Leitura
Corpo-Energia
Ritmos - Frequências vibratórias
Espectro electromagnético - Continuum energético
Alquimia alimentar
Urgências de saúde
ITENS DE NOOLOGIA (FILOSOFIA DA GNOSE VIBRATÓRIA):
A) A RADIESTESIA SEGUNDO ETIENNE GUILLÉ:
- 85 Banalidades de Base (O Fio da Meada)
B) TRABALHAR COM O PÊNDULO SEGUNDO O MÉTODO DE ETIENNE GUILLÉ
- Iniciação à Iniciação
- Iniciação ao trabalho com o pêndulo
- Avisos à navegação no meio dos recifes
- ABC das energias
- Textos básicos por Afonso Cautela
C) TRABALHAR COM OS METAIS É TRABALHAR COM O MACROCOSMOS
D) GRANDES MOMENTOS DA GNOSE VIBRATÓRIA
E) LEITURAS DE ETIENNE GUILLÉ - Páginas de um Diário - 1992-1996
F) À LUZ DA HIPÓTESE VIBRATÓRIA:
- Diário de um Leitor (1992 -1997)
- Pistas para Investigação
G) À LUZ DA HIPÓTESE VIBRATÓRIA:
- Leituras comentadas (1992, 1993, 1994, 1995, 1996, 1997)
H) ENCONTROS DE DIAGNÓSTICO E AUTOTERAPIA:
- Diálogo comos participantes
I) CARTAS EM FRANCÊS SOBRE GNOSE VIBRATÓRIA ( Deux années de séminaires intercalaires - Bilan très critique)
J) GLOSSÁRIO DAS ENERGIAS - LISTAS:
-Números
-Léxico essencial (Glossário de termos ocorrentes nos livros de Etienne Guillé)
-Léxico do sagrado
-Nomeação das energias - Reagrupamentos - Cábulas («aides-mémoires»)
-Testes apresentados nos seminários
-Palavras com sinal de igual
-Léxico da Entropia (Inventários da Entropia )
L) LISTA ABERTA DE PALAVRAS A TESTAR (Verificação de conhecimentos)
M) LISTA ABERTA (DE IMPRESSÃO DIRECTA) PARA CONSULTA
N) GRELHA DE DIAGNÓSTICO PARA TESTAR NA PRÁTICA
*
TRABALHOS PRÁTICOS
O) DIAGNÓSTICO EM NOOLOGIA : GUIA DO TERAPEUTA
P) ENERGIAS E ALQUIMIA ALIMENTAR:
- Como Tratar o Fígado para Curar Alergias
- Fichas de trabalho para o grupo de estudo pesquisa
- Doenças alérgicas
- Metais
- Sais minerais
- Tratar do Fígado
- Chá de Vegetais Doces
- Alquimia (dos metais) alimentar
- Potássio e outros Minerais (Oligoelementos)
- Balneoterapia
Q) ANTECEDENTES (AUTORES) DA HIPÓTESE VIBRATÓRIA
R) AS TERAPIAS DOS 5 SENTIDOS (HOLOTERAPIAS) :
- Terapias ondulatórias : Aromoterapia, Enzimoterapia, Homeopatia, Magnetoterapia, Meditação Transcendental
S)
TEXTOS E QUADROS DE APOIO:
(Material de arquivo)
AO TABULADOR:
- Tabelas de alimentos-medicamentos
- Tabelas de correspondências /equivalências
- Auxiliares de Diagnóstico e Terapia
- Prontuário de produtos
CASO A CASO - Lembrete rápido para Conselho Terapêutico
- Escalas e Mapas
- Diagrama a Diagrama
- Diagramas de Radiestesia - Selecção muito especial e numerada
- Imagens - Diagramas - Símbolos - Formas
- Diagramas, listas e tabelas sobre Corpo-Energia
- Magia das Formas - Formas Mágicas
- Símbolo da Roda , da Esfera, do Círculo, da Mandala
+
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CURSO DE NATUROTERAPIA: MEDICINA ENERGÉTICA
Plano de Matérias
1ª Ano - Introdução teórica aos métodos de terapia e diagnóstico
1 - Fundamentos da ME :
a) Continuum energético
b) Glossário básico das energias
c) Composição triádica do universo humano
d) Potencial energético ( 7 corpos energéticos )
e) Níveis vibratórios de consciência
f) 12 órgãos dos sentidos
g) Espectro electromagnético aquém e além (área quântica): Da energia da pedra filosofal às energias infraterrestres
h) Correspondências/equivalências vibratórias (Sincronicidade, Jung)
i) Aparelhos de medir energias
j)
2 - Sistemas energéticos tradicionais:
a) Taoísmo - Yin-Yang - 5 elementos - Meridianos - Pontos de Acupunctura
b) Ayurveda - 7 chacras
c) Cosmogonia egípcia - 9 camadas da alma
d) Kaballa - Árvore sefirótica - Quadrados mágicos
e) Hispagíria (Paracelso)
f) Medicina Tibetana
g) Legado druida /Alfabeto das Árvores
h)
3 - Sistemas noológicos modernos (crítica e discussão) :
a) Teosofia (Helena Petrovna Blavatsky)
b) Macrobiótica (Jorge Oshawa/ Michio Kushi)
c) Cura Quântica ( Deepak Chopra)
d) Medicina vibracional ( Richard Gerber)
e) Neo-xamanismos ( cartomância, quiromância, rabdomancia, transe mediúnico, transe hipnótico)
f) Chicung (reequilíbrio com o ambiente)
g) Taichichuan
h)
4 - Técnicas de manipulação energética ( crítica e discussão):
a) Transe hipnótico
b) Transe mediúnico
c) Imposição de Mãos (Reiki)
d) Massagens
e) Visualização/Respiração
f) Acupunctura/Shiatsu/Do-In/Moxa
g)
5 - Energias (físicas):
a) Óleos essenciais/ Aromoterapia
b) 7/12 cores básicas/ Cromoterapia
c) Minerais/ Oligoterapia
d) Magnetismo/ Ondas de forma/ Redes de Hartmann/ Terapia do Habitat
e) Cristais
f)
5 - Psicoenergias:
a) Flores/Floralterapia de Bach
b) Diluições dinamizadas/ Homeopatia
c) Sono/Sonho/Oniroterapia
6 - Energias da Vida (noológicas):
a) Sons musicais/ Musicoterapia-terapia
b) Símbolos/Simboloterapia
7- Interfaces energéticas:
a) Física Quântica
b) Biologia Quântica
c) Termodinâmica (Entropia/Neguentropia)
d) Ecologia Humana:
A) Meio endógeno:
- Meio orgânico-constitucional
- Biotipologia/Diáteses
B) Meio exógeno:
- Meio físico (ar, água e solos)
- Meio electro-magnético
- Meio geoquímico
- Meio geográfico-climático
- Meio astrofísico/Cósmico
- Meio urbano-industrial
- Meio psico-social
e) Ecologia alimentar
f) Profilaxia energética do Cancro
g) Medicina orto-molecular
h) Holística moderna
i) Bioquímica do cérebro
j)
8 - Diagnóstico Energético:
a) Reflexologia/Reflexoterapia/Áreas reflexogénicas:
- Palma das mãos
- Coluna Vertebral
- Sola dos Pés
- Aurícula
- Íris
b) Iridologia Holística (Griso Salomé)
c) Radiestesia Holística ( Etienne Guillé)
d) Cristalizações sensíveis por cloreto de cobre
e) Pulsos chineses
f) Diagnóstico Visual/ Observação
g)
9 - Bioenergias ( energias da vida, energias do espírito, noologia, ou as 12 ciências sagradas) :
a) Cosmosofia/ Astrologia
b) Alquimia
c) Magia
d) Aritmosofia/Numerologia/Kaballa/ Ritmologia
e) Teurgia
f) Simbologia
g) Geometria Sagrada (Número de Ouro)
h) Tanatologia
i) Analogia
j)
l)
m)
+
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Noologia - PROGRAMA DE MATÉRIAS - I: FUNDAMENTOS DA RADIESTESIA HOLÍSTICA
O estudo da Radiestesia Holística tem como principal objectivo aprender a dialogar com o Pêndulo, o que implica a aprendizagem de técnicas de detecção, medida e transferência de energias subtis, através de vários diagramas em que se apresentam alguns itinerários de viagem através das energias.
Esse «mapa de viagem» permitirá, desde o primeiro momento, prosseguir um caminho individual de auto-conhecimento, autodiagnóstico e auto-terapia, condição sine qua non para o conhecimento, diagnóstico e terapia dos outros.
Sem transformação pessoal e sem alquimia interior, ninguém poderá dar nada a ninguém, nem transmitir nenhuma energia que verdadeiramente valha a pena e que seja efectivamente curativa.
Eis alguns dos itens de Radiestesia Holística estudados no curso de Noologia:
1 - Energias Subtis:
a) Intensidade
b) Qualidade (frequência/ciclos por segundo)
c) O ser humano trinitário
d)
2 - Nível Vibratório e acontecimento mágico:
a) Energias Vibratórias/Suporte Vibratório
b) O Microcosmos do ADN
c) A resposta literal do DNA
d) Subida na vertical: a vida vista de cima
e)
3 - Métodos empíricos de Radiestesia telúrica:
a) Limitações e vícios de base
b) Ondas de forma
c) Emanações do SV
4 - Escala hierárquica do valor vibratório:
a) Os 7 corpos subtis segundo Rudolfo Steiner
b) Os 12 receptores electromagnéticos segundo Yves Roccard: como se testam
c) Os 4 Elementos de Empédocles
d) Os 5 elementos da medicina tradicional chinesa
e) Os 5 sopros e o yin-yang taoísta
f) Outras formas de viajar no mundo das energias subtis
g)
5 - Trabalhar com os Metais:
a) Iniciação à viagem do Micro para o Macrocosmos
b) O sistema solar (Astrologia/Astrosofia, primeiro apeadeiro)
c) O ser humano entre o infinitamente grande e o infinitamente pequeno
d) O treino da Humildade e da Gratidão cósmica (psicostasia)
e) A redução do campo morfogenético no espectro electromagnético da ciência moderna
f)
6 - Aparelhos de medir energias (detecção e teledetecção):
a) Do Diapasão à Bússola
b) Do Pêndulo ao Ser Humano
c) O Pêndulo como aparelho de teledetecção do invisível
d) Adivinhação com o Pêndulo: é possível?
e) A questão da fiabilidade
f)
7 - Terapias ondulatórias c/ energias subtis:
a) Homeopatia
b) Cromoterapia
c) Oligoterapia
d) Aromoterapia
e) Magnetoterapia
f) Floralterapia de Bach
g) Fitoterapia
h) MT (Meditação transcendental): crítica e aproveitamento
i)
8 - Correspondências:
a) Cores
b) Planetas
c) Metais
d) Notas musicais
e) Signos zodiacais
f) Órgãos
g) Esferas energéticas do terreno orgânico
h) Diáteses
i)
9 - As 9 almas dos hierofantes egípcios
a) Psicostasia
b) Karma e Eternidade
c) Memórias moleculares
d)
10 - A hereditariedade vibratória descoberta por Etienne Guillé
11 - Transformação alquímica: base da pirâmide da Vida
12 - Trocas intermembranares:
a) Intercomunicação molecular
b) Importância do Potássio
c) Importância das Enzimas na Alquimia Alimentar, base da Alquimia da Vida
d) Factores determinantes do metabolismo alquímico
e)
(mudar esta alínea 13 para matérias do 1º Ano)
13 - Sal e Sais Minerais:
a) A Questão da Alquimia Alimentar
b) Tratar o Fígado para Curar Alergias: um caso particular de Alquimia Alimentar
c) O Caldo dos Vegetais Doces: homenagem a Michio Kushi
d)
14 - Energias primordiais da criação:
a) Sal, Enxofre e Mercúrio Filosofais
b) A Pedra Filosofal
c) Tradição hermética
+
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Princípios yin-yang de Alquimia Alimentar/TÁBUA DE MATÉRIAS
Abordagens holísticas da saúde:
a) Macrobiótica
b) Metabolic Medecine
c) Medicina Orto-Molecular
d) Medicina do Terreno
e) Medicina Sintomática e medicinas causais ( naturais ou medicinas doces)
f) Sintomatologia aparente e sintomatologia profunda - Terapia alimentar, causal ou ecológica (Medicina Metabólica)
g)
Fontes da dialéctica yin-yang:
a) Tao Te King - I King, o Livro das Mutações - Nei King (O Livro do Imperador Amarelo)
b) A ordem do universo segundo a cosmosofia taoísta e a filosofia zen
c) Civilizações do Princípio Único - Desaparecidas (Azteca, Maia) e ainda sobreviventes (Hunzas)
d) As civilizações do Cereal : Arroz, Milho, Trigo
e) Fundamentos históricos e filosóficos da alimentação curativa do Princípio Único ou Dialéctica Yin-yang
f) Os retradutores das fontes: Oshawa, Michio Kushi, etc.
g) Figuras e datas do movimento macrobiótico ou neo-taoísta
h) A macrobiótica e as correntes da dietética moderna - A polémica vegetarianos/carnívoros
i) Jejum: a mais antiga arte terapêutica - Problemas do jejum para o homem moderno - O papel do jejum na escola de Gandhi
j) Grandes leis da cosmologia taoísta - Lei de causa e efeito- Lei da Bipolaridade Yin-yang - Lei dos 5 elementos
l)
As teorias modernas face à sabedoria primordial do Princípio Único:
a) O Fogo através da História
b) Transmutação a baixa energia ( C. Louis Kervran) - Entropia/Neguentropia
c)
Da Ecologia Humana à Holística pela via Yin-Yang:
a) Doenças da civilização moderna - Degenerativas: cancro, cardio-vasculares, alergias, sistema nervoso, etc
b) Mitos da medicina moderna: sintomatologia, teoria microbiana, vacinas,
c) Mitos da moderna higiene alimentar : proteínas, vitaminas, leite, calorias, sal, etc. - A «mãe» vegetal e a «mãe vaca» : o leite e a alimentação cerealífera
d) Doenças da medicina (Iatrogénese) : vacinas e alergias - açúcar e diabetes - cancro e carência de microelementos - radiações e leucemia - nefrites e quimioterapia - doenças óssea e desregulação do ciclo do cálcio -
e)
A dialéctica taoísta:
a) Energia Ki e princípio único da Ordem do Universo
b) Bipolaridade Yin-Yang
c) Lei dos 5 elementos: base da alquimia taoísta
d) Os 64 Hexagramas do I Ching
e) Correspondências entre macro e microcosmos: Zonas reflexogénicas do corpo
f) Arrogância: causa de todas as doenças
g) Os 7 estágios do Discernimento
h) Tao e Lao Tsé
i) Entropia/Neguentropia
j)
Yin-Yang alimentar:
a) Doença e dor: «aviso telefónico» (Oshawa)
b) Cura = processo iniciático de mutação - Ética alimentar - Opção de vida - Mudar de hábitos - Obstáculos de ordem familiar, social e psíquica à terapia alimentar
c) Vegetarianos contra Carnívoros: a falsa questão
d) Qualidade biológica e valor energético dos alimentos
e) Modelos alimentares homólogos do taoísmo:
- Hunza
- Alcambamba
etc
f) Alimento/Medicamento: Cura pela alimentação - Macrobiótica como profilaxia geral - Alimentos-base e alimentos complementares - Dieta padrão
g) Bioquímica moderna confirma macrobiótica ( Flávio Zanata)
h) Jejum e Mastigação: reaprendizagem da arte de comer
i) Riscos da euforia yang: crítica aos fanatismos
j) O conceito de alimento principal e de alimento integral
l) Abordagem holística das carências alimentares, nomeadamente em sais minerais:
- Algas
- Legumes e Vegetais
- Lactofermentados - Enzimas - Ácido láctico
- Germinados de cereais e oleaginosas
m) Factores determinantes do metabolismo:
- Harmonia das esferas energéticas ( 5 elementos)
- Interdependência dos elementos minerais
- PH - EquilíbrioSódio-Potássio - Cloreto de Sódio e fluido extracelular - Sal - Alimentos hidratados
- Defesas naturais (imunidade)
- etc
n) Prato número 7 e dietas de choque (emergências críticas) - Vantagens e contra-indicações
o) Lista yin-Yang dos alimentos - Regime alimentar padrão e regimes específicos
p)
Postulados da Lei Universal (Princípio Único):
a) Desintoxicar, descarenciar, reequilibrar
b) Não prejudicar (Non nocere)
c) 7 condições de saúde, 7 graus de discernimento (psicosomática yin-yang)
d) Cada doente curado é médico de si mesmo e dos outros
e) Escolha macrobiótica, opção de vida
f) Saber comer é poder comer de tudo
g) Que o teu alimento seja o tei medicamento
h) Tudo é energia
i) Ideal para a Nova Idade de Ouro : sermos todos professores de saúde
j)
Alimento e cronobiologia yin-yang:
a) Alimento individualizado e segundo as variáveis de tempo e lugar (sexo, idade, profissão, hora do dia, estação do ano, longitude, latitude e altitude)
b) Princípios ecológicos da terapia alimentar yy
c)
Ecologia Humana e Ecologia Alimentar (Leitura ecológica dos sintomas) :
a) Efeitos da poluição no organismo humano;
outros factores:
- estilo de vida
- stress: trabalho, vida urbana
- emoções dominantes
b) Minerais/Metais Pesados: interface entre Ecologia Humana e Holística
c) Metais Pesados versus Minerais Subtis: o grande problema das carências em Oligoelementos
d) Despistagem de factores ambientais (introdução ao diagnóstico ecológico)
e)
Outros factores adversos do ambiente exógeno:
- Açúcar industrial: Desmineralizante Nº 1
- Bebidas Alcoólicas
- Incompatibilidade da terapia energética com a medicina química
- Iatrogénese: doença da medicina química(Antibióticos, Vacinas, Cortisona, etc)
- Agricultura química/ pesticidas e adubos : 1ª causa de carências minerais
- Industrialização e manipulação alimentar - Refinação de cereais e óleos alimentares(Cereais, Óleos, Sal, Açúcar) : 2ª causa de carências vitamínicas
- Poluição química alimentar : aditivos, conservantes, corantes, adoçantes artificiais, etc
- Cloro e chumbo na água canalizada (verdunização)
- Irritantes alérgicos: Mercúrio, níquel, crómio, cobalto, resíduos de detergentes, etc.
- Cádmio do Tabaco: causa de anemias
Oligoterapia Básica:
a) Diáteses segundo Menetrier
b) Resposta às doenças(carências) da «civilização» industrial;
c) Outras respostas:
- talassoterapia
- balneoterapia
- macrobiótica
d) Oligoelementos ou Bioelementos: base alquímica da Vida
e)
Especialidades práticas afins da macrobiótica:
a) Fisiognomia - Diagnóstico visual - O fenómeno Sampaku
b) Diagnóstico pelo ambiente ou ecológico - Factores exógenos que produzem a doença - Doenças da poluição - Doenças do consumo - Doenças sociais -
c) Palmistria básica
d) Culinária macrobiótica - Cozinha, Laboratório de saúde
e) Tratamentos básicos de doenças comuns - Tratamentos adjuvantes externos - Fitoterapia Yin-Yang
f) Shiatsu, Moxa, Punctoterapia
g) Agricultura biológica
h) Indústrias caseiras: Tofu, Seitan, Amazake, Miso, Tempeh, etc.
i)
(mudar o item seguinte para matérias do 1º Ano)
Interfaces-chave:
a) Profilaxia alimentar do Cancro e doenças degenerativas
b) Profilaxia alimentar contra radiações ionizantes
c) Profilaxia da sida
etc
+
2421 caracteres ladd1>listas<
1 - Psicostasia
2 - Receptores electromagnéticos e grelha personalizada
3 - Grelha personalizada
4 - Definições do DNA
5 - Diferentes níveis de consciência - Corpos subtis descritos pela tradição e respectiva representação
6 - A animação energética do homem
7- Eras zodiacais - Frequências de vibração de origem cósmica emitidas no decorrer das eras zodiacais da Balança ao Aquário
8 - Frequências de vibração - Mundo manifestado - Mundo incarnado - Frequências de vibração do Espírito, da Alma do Espírito, da Alma do Corpo e do Corpo
9 - Os sistemas de forças que modelam os seres vivos
10 - Passagem da Era dos Peixes para a Era do Aquário
11 - A lei da analogia - Dos ritmos cósmicos aos ritmos celulares
12 - Correspondências entre: metal, planeta, cor, planta, etc.
13 - Símbolos dos 12 planetas
14 - Consequências de um stress e a obra alquímica
15 - As etapas da obra alquímica
16 - Diferentes tipos de fixação dos metais sobre a molécula de Adn
17 - Regulação celular dos iões entre exterior e interior da célula
18 - Os 7 grandes tipos vibratórios e os metais que lhes correspondem
19 - As energias filosóficas de um certo número de corpos simples
20 - As diferentes fases da aliança com Elohim
21 - As diferentes esferas energéticas do ser humano - As memórias das civilizações
22 - Trilogia Corpo-Alma - Espírito
23 - Corpo espiritual - as 12 energias do corpo espiritual de origem hebraica
24 - Quelatantes dos metais e emissões vibratórias elementares
25 - Quelatantes dos metais e emissões vibratórias elemenatres na árvore sefirótica
26 - 9 camadas da alma
27 - Minizodíaco presente em cada uma das nossas células
28 - O ser humano mediador - Quadratura do círculo
29 - Lei da ressonância cósmica
30 - O ser humano segundo Cornélio Agrippa
31 - Ovo cósmico com esferas energéticas
32 - Dados da acupunctura confrontados com os da energia vibratória
33 - Energias vibratórias dos meridianos
34 - Os 6 sopros
35 - Cristalizações sensíveis
36 - Mensagem da esfinge
37 - 4 pirâmides do Corpo, da Alma e do Espírito
38 - 4 pirâmides
39 - Reagrupamento das 4 pirâmides
40 - Níveis vibratórios numa pirâmide
41 - As 12 ciências sagradas
42 - A pedra filosofal
43 - Pirâmide do Corpo
44 - A linguagem vibratória
45 - Grelha das letras
46 - Traduções elementares de cada letra
47 - Níveis de organização
48 -
+
3456 bytes
PLANO DE MATÉRIAS (Continuação)
Variantes sinónimas da Noologia:
Medicina Holística - Medicina Quântica - Medicina Energética - Noologia Médica - Medicina do Espírito - Biomedicina - Bionergética Médica -
Da radiestesia Holística à Medicina Energética:
Diagnóstico e Terapia com o pêndulo de Radiestesia Holística - Técnica introdutória às bioenergias
Interface fundamental - Interface dos interfaces - Continuum Energético - Glossário das Energias
Da radiestesia empírica tradicional à radiestesia holística - O método da mão esquerda - O uso do pêndulo para efeitos de telediagnóstico - Técnicas manipulatórias e sua total rejeição - O ser humano como aparelho de medida e detecção - Radiestesia Holística, sinónimo de medicina caseira, medicina para todos, medicina familiar
Técnicas bio-terapêuticas:
das energias cósmicas à bionergia do ser vivo e do ser humano, mediador entre céu e terra
Fontes antigas da sabedoria energética:
Egipto da época dourada - Kaballa hebraica - Sufismo muçulmano - Tauismo chinês - Ayurveda hindu- Budismo tibetano
Fontes modernas da convergência quântica:
Física das partículas (quântica) - Biologia molecular - Termodinâmica dos sistemas abertos - Abordagens sistémicas e holísticas modernas: da ecologia humana à radiestesia holística (Ecologia Alargada) - Cymatic (Campos de morfogénese cósmica)
Espectro-electromagnético da ciência moderna:
Além e aquem do espectro electromagnético: área de eleição da radiestesia holística
Os nomes de deuses como nomes de energias na tradição egípcia:-
Subida aos arquétipos:
Desenvolvimento da comunicação (com o) «inconsciente colectivo» - Da psicanálise Junguiana à psicanálise sem psicanalista de Etienne Guillé - As memórias colectivas na memória individual: herança de 7 civilizações (hebraica, egípcia, hindu, mesopotâmica, céltica, atlante e lemuriana)
Aromoterapia:
Formulário de Aromoterapia - Plantas de origem: Labiadas, Umbelíferas, Lauráceas, Mirtáceas, Coníferas, Hesperíades - Concentração de essências por destilaria - Perigos e Cuidados com os concentrados - Factores influentes na cultura das plantas: Solo, Sol, Ar, Água, Estações do ano, Meios de obtenção, Poluições - Técnica de extracção por alambique tradicional - Qualidade biológica das essências - Cada terapeuta elege 12 essências com as quais trabalha melhor
Livro de base: «A Saúde pelos Óleos Essenciais», André Rouvière, Litexa
FONTES 2012
1-9- matérias-0-cs> -um corajoso e valioso merge de 9 páginas – graças a deus – tenho que levar esta série de três merges de matérias curriculares muito a sério – porque ainda hei-de ter o meu sonho realizado neste mundo – um curso ou uma escola de ciências sagradas- 8960 bytes bytes - tabuayy>
quinta-feira, 17 de Outubro de 2002
A MAIS ANTIGA ECOLOGIA HUMANA: O YIN-YANG TAOÍSTA (BIOCOSMOLOGIA CHINESA)
1664 bytes tdaa-1>=tabua de alquimia alimentar
ALQUIMIA ALIMENTAR: PLANO DE MATÉRIAS - I
Itens de acordo com os files teclados para o Manual/Tratado de Noologia Geral e Prática - Grandes linhas de arrumação:
1 - ABC Alimentar (O Dia-a-Dia alimentar de A a Z ):
a) Prontuário alimentar
b) Conselhos da Bisavó
c) Farmácia Caseira (Mésinhas da Bisavó)
2 - Centro Holístico de Diagnóstico:
A) - Atelier Yin-Yang
B) - Ecodiagnóstico - Despistagem de factores ambientais:
a) Ecologia Humana
b) Ecologia Alimentar
c)
3 - Gabinete de Orientação Alimentar (GOA)
4 - Etapas de Autocura (Conselhos aos que pediram ajuda)
5 - Profilaxia Natural do Cancro:
a) - Do Cancro aos mecanismos naturais da Imunidade:
b) - Notícias da esperança
6 - Tratar o Fígado para Curar Alergias:
a) A Big Questão dos Metais/Minerais
1408 bytes= tabua de alquimia alimentar
ALQUIMIA ALIMENTAR : PLANO DE MATÉRIAS - II
Itens de ajuda à memória para próximos seminários:(*)
- Diáteses
- Bioquímica
- Terapêuticas Vibratórias
- Diagnóstico Visual
-
_______
(*) Remete para:
- pequenos opúsculos (grandes fichas)
- fichas
- quadros sinópticos (acetatos)
- artigos de revistas (fotocópias)
*
Princípios yin-yang de Alquimia Alimentar
TÁBUA DE MATÉRIAS
Abordagens holísticas da saúde:
a) Macrobiótica
b) Metabolic Medecine
c) Medicina Orto-Molecular
d) Medicina do Terreno
e) Medicina Sintomática e medicinas causais ( naturais ou medicinas doces)
f) Sintomatologia aparente e sintomatologia profunda - Terapia alimentar, causal ou ecológica (Medicina Metabólica)
g)
Fontes da dialéctica yin-yang:
a) Tao Te King - I King, o Livro das Mutações - Nei King (O Livro do Imperador Amarelo)
b) A ordem do universo segundo a cosmosofia taoísta e a filosofia zen
c) Civilizações do Princípio Único - Desaparecidas (Azteca, Maia) e ainda sobreviventes (Hunzas)
d) As civilizações do Cereal : Arroz, Milho, Trigo
e) Fundamentos históricos e filosóficos da alimentação curativa do Princípio Único ou Dialéctica Yin-yang
f) Os retradutores das fontes: Oshawa, Michio Kushi, etc.
g) Figuras e datas do movimento macrobiótico ou neo-taoísta
h) A macrobiótica e as correntes da dietética moderna - A polémica vegetarianos/carnívoros
i) Jejum: a mais antiga arte terapêutica - Problemas do jejum para o homem moderno - O papel do jejum na escola de Gandhi
j) Grandes leis da cosmologia taoísta - Lei de causa e efeito- Lei da Bipolaridade Yin-yang - Lei dos 5 elementos
l)
As teorias modernas face à sabedoria primordial do Princípio Único:
a) O Fogo através da História
b) Transmutação a baixa energia ( C. Louis Kervran) - Entropia/Neguentropia
c)
Da Ecologia Humana à Holística pela via Yin-Yang:
a) Doenças da civilização moderna - Degenerativas: cancro, cardio-vasculares, alergias, sistema nervoso, etc
b) Mitos da medicina moderna: sintomatologia, teoria microbiana, vacinas,
c) Mitos da moderna higiene alimentar : proteínas, vitaminas, leite, calorias, sal, etc. - A «mãe» vegetal e a «mãe vaca» : o leite e a alimentação cerealífera
d) Doenças da medicina (Iatrogénese) : vacinas e alergias - açúcar e diabetes - cancro e carência de mircoelementos - radiações e leucemia - nefrites e quimioterapia - doenças óssea e desregulação do ciclo do cálcio -
e)
A dialéctica taoísta:
a) Energia Ki e princípio único da Ordem do Universo
b) Bipolaridade Yin-Yang
c) Lei dos 5 elementos: base da alquimia taoísta
d) Os 64 Hexagramas do I Ching
e) Correspondências entre macro e microcosmos: Zonas reflexogénicas do corpo
f) Arrogância: causa de todas as doenças
g) Os 7 estágios do Discernimento
h) Tao e Lao Tsé
i) Entropia/Neguentropia
j)
Yin-Yang alimentar:
a) Doença e dor: «aviso telefónico» (Oshawa)
b) Cura = processo iniciático de mutação - Ética alimentar - Opção de vida - Mudar de hábitos - Obstáculos de ordem familiar, social e psíquica à terapia alimentar
c) Vegetarianos contra Carnívoros: a falsa questão
d) Qualidade biológica e valor energético dos alimentos
e) Modelos alimentares homólogos do taoísmo:
- Hunza
- Alcambamba
etc
f) Alimento/Medicamento: Cura pela alimentação - Macrobiótica como profilaxia geral - Alimentos-base e alimentos complementares - Dieta padrão
g) Bioquímica moderna confirma macrobiótica ( Flávio Zanata)
h) Jejum e Mastigação: reaprendizagem da arte de comer
i) Riscos da euforia yang: crítica aos fanatismos
j) O conceito de alimento principal e de alimento integral
l) Abordagem holística das carências alimentares, nomeadamente em sais minerais:
- Algas
- Legumes e Vegetais
- Lactofermentados - Enzimas - Ácido láctico
- Germinados de cereais e oleaginosas
m) Factores determinantes do metabolismo:
- Harmonia das esferas energéticas ( 5 elementos)
- Interdependência dos elementos minerais
- PH - EquilíbrioSódio-Potássio - Cloreto de Sódio e fluido extracelular - Sal - Alimentos hidratados
- Defesas naturais (imunidade)
- etc
n) Prato número 7 e dietas de choque (emergências críticas) - Vantagens e contra-indicações
o) Lista yin-Yang dos alimentos - Regime alimentar padrão e regimes específicos
p)
Postulados da Lei Universal (Princípio Único):
a) Desintoxicar, descarenciar, reequilibrar
b) Não prejudicar (Non nocere)
c) 7 condições de saúde, 7 graus de discernimento (psicosomática yin-yang)
d) Cada doente curado é médico de si mesmo e dos outros
e) Escolha macrobiótica, opção de vida
f) Saber comer é poder comer de tudo
g) Que o teu alimento seja o tei medicamento
h) Tudo é energia
i) Ideal para a Nova Idade de Ouro : sermos todos professores de saúde
j)
Alimento e cronobiologia yin-yang:
a) Alimento individualizado e segundo as variáveis de tempo e lugar (sexo, idade, profissão, hora do dia, estação do ano, longitude, latitude e altitude)
b) Princípios ecológicos da terapia alimentar yy
c)
Ecologia Humana e Ecologia Alimentar (Leitura ecológica dos sintomas) :
a) Efeitos da poluição no organismo humano;
outros factores:
- estilo de vida
- stress: trabalho, vida urbana
- emoções dominantes
b) Minerais/Metais Pesados: interface entre Ecologia Humana e Holística
c) Metais Pesados versus Minerais Subtis: o grande problema das carências em Oligoelementos
d) Despistagem de factores ambientais (introdução ao diagnóstico ecológico)
e)
Outros factores adversos do ambiente exógeno:
- Açúcar industrial: Desmineralizante Nº 1
- Bebidas Alcoólicas
- Incompatibilidade da terapia energética com a medicina química
- Iatrogénese: doença da medicina química(Antibióticos, Vacinas, Cortisona, etc)
- Agricultura química/ pesticidas e adubos : 1ª causa de carências minerais
- Industrialização e manipulação alimentar - Refinação de cereais e óleos alimentares(Cereais, Óleos, Sal, Açúcar) : 2ª causa de carências vitamínicas
- Poluição química alimentar : aditivos, conservantes, córantes, adoçantes artificiais, etc
- Cloro e chumbo na água canalizada (verdunização)
- Irritantes alérgicos: Mercúrio, níquel, crómio, cobalto, resíduos de detergentes, etc.
- Cádmio do Tabaco: causa de anemias
Oligoterapia Básica:
a) Diáteses segundo Menetrier
b) Resposta às doenças(carências) da «civilização» industrial;
c) Outras respostas:
- talassoterapia
- balneoterapia
- macrobiótica
d) Oligoelementos ou Bioelementos: base alquímica da Vida
e)
Especialidades práticas afins da macrobiótica:
a) Fisiognomia - Diagnóstico visual - O fenómeno Sampaku
b) Diagnóstico pelo ambiente ou ecológico - Factores exógenos que produzem a doença - Doenças da poluição - Doenças do consumo - Doenças sociais -
c) Palmistria básica
d) Culinária macrobiótica - Cozinha, Laboratório de saúde
e) Tratamentos básicos de doenças comuns - Tratamentos adjuvantes externos - Fitoterapia Yin-Yang
f) Shiatsu, Moxa, Punctoterapia
g) Agricultura biológica
h) Indústrias caseiras: Tofu, Seitan, Amazake, Miso, Tempeh, etc.
i)
Interfaces-chave:
a) Profilaxia alimentar do Cancro e doenças degenerativas
b) Profilaxia alimentar contra radiações ionizantes
c) Profilaxia da SIDA
etc
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2893 caracteres - 2 páginas - - merge doc de 2 files wri : ecoprat e ecopropo -> «tábua de matérias» - «ta's em acção» - ocorrências da raiz : 5
3968 bytes
SABERES TRADICIONAIS : PLANO DE MATÉRIAS
PRÁTICAS PARA APRENDER EM UMA ESCOLA DE REALISMO
Como se alimentar no máximo com o mínimo de alimentos e dinheiro (macrobiótica)
como alimentar as crianças para não terem doenças ou defenderem-se melhor delas
como se defender em caso de ataque físico
como poupar energia vital
como reciclar materiais
como conservar alimentos sem frigorifico
como seleccionar e acondicionar lixos para uma Economia Global de Reciclagem
como organizar associações de educação popular, cooperativas, comissões de moradores
como utilizar embalagens saudáveis e dispensar as de plástico, alumínio, amianto e outros materiais prejudiciais à saúde
como poupar electricidade, gás, energia vital e enrgia da rede, como inventar alternativas de emergência aos sistemas monopolísticos de fornecimento público
como matar a sede quando não houver água
como sobreviver em tempos de escassez
como respirar quando o oxigénio rarear
como construir uma casa ecológica
como fazer greve geral à sociedade do desperdício
como desintoxicar-se de antibióticos e outras drogas pesadas
como defender-se do ruído e outras agressões do fascismo quotidiano
como utilizar a bicicleta e dispensar o automóvel
como armazenar água para o tempo da estiagem
como se faz uma cisterna, como se abre um poço, como se faz um furo artesiano
como fazer mobílias simples com pouco dinheiro e materiais acessíveis
como se tecem tapetes, mantas, alcofas, sacos, etc.
como se reconvertem moinhos de água, azenhas, lagares abandonados
como se constrói um palco, fazem marionetes, improvisam instrumentos musicais, desenham máscaras, pintam cenários, orientam debates para um trabalho de animação ecológica com crianças, jovens ou adultos
como pôr um penso, acorrer a uma ferida, reanimar um acidentado
1022 caracteres - Realismo ecologista - Propostas de fundo -
São propostas de fundo porque condicionam toda uma estratégia política desde a raiz:
-Descentralizar produção energética e diversificar fontes
-Reciclar resíduos e aproveitar desperdícios
-Reduzir horário de trabalho=Reduzir desemprego
-Pequenas barragens já e arborização já contra o deserto do eucalipto
-Autogestão, autoorganização dos cidadãos, autodefesa e autocontrole
-Política do quotidiano e valorização da pessoa humana
-Alerta à década da catástrofe
-Alerta às doenças da «civilização» industrial como indicadores sintomáticos da crise ou doença que mina a engrenagem industrial
-Alerta às causas sócio-ambientais da doença:
- estilo de vida
- hábitos alimentares
- água de beber
- conflitos emocionais
- stress urbano
- ruído e vibrações
- ambiente químico (poluições)
- medicamentos e aditivos químicos na alimentação
- alimentos refinados ou carenciados - factores étnicos
- Renascimento rural
502 caracteres
QUADRO DE CIENCIAS PSI: CADEIRAS - DISCIPLINAS - TRIMESTRES
ETNOPSICOLOGIA
ETNOPSIQUIATRIA
HIGIENE MENTAL
PARAPSICOLOGIA EDUCACIONAL
PSICANÁLISE DE FREUD
PSICANÁLISE DE JUNG
PSICOLOGIA
PSICOLOGIA ANIMAL
PSICOLOGIA APLICADA
PSICOLOGIA CLÍNICA
PSICOLOGIA EDUCACIONAL
PSICOLOGIA FAMILIAR
PSICOFISIOLOGIA
PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES
PSICOPATOLOGIA
PSICOTERAPIA
PSICOLOGIA FEMININA
PSIQUIATRIA
NEUROPATOLOGIA
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2176 bytes lista aberta de curso de cosmobiologia
- Sábados de actualização
- Ciclo Yin Yang
- Nomes possíveis:
Curso Prático de Cosmobiologia
Curso Prático de Cronobiologia chinesa
Curso de Medicinas Energéticas
- Conjuntos já organizados em minifichas (matrizes prontas a multicopiar:
1 - Curso de Noologia Terapêutica - Introdução à Cosmobiologia - Exercícios Práticos de Radiestesia Holística -
2 - Exercícios Práticos de Radiestesia - Remissa aos Órgãos (Corpo Físico)
3 - Curso de Noologia Terapêutica - TPC - Exercícios Práticos de Radiestesia Holística
4 - Radiestesia Holística - Encontros de Autoterapia e Autodiagnóstico - Exercícios Práticos (Testes de Harmonia) - Quadros de Apoio (à Memória)
5 - Exercícios Práticos de Radiestesia - Aplicações do Sentido de Harmonia (SIM/NÃO)
6 - Curso de Noologia Terapêutica - Sinais da Alma - Exercícios Práticos de Radiestesia Holística
7 - Exercícos Práticos de Radiestesia - Aplicações do Yin-Yang
8 - Curso de Radiestesia Holística - Trabalhos para casa - Caderno de Exercícios Práticos - Testes de Verificação de Conhecimentos
- Linhas fundamentais:
- Cura Iniciática
- Cosmobiologias sagradas
- Introdução à Kabballah, placa giratória das ciências sagradas
- Macro e Microcosmos humano
- Reflexologia: diagnóstico e reflexoterapia
- Biofísica - Continuum energético
- Ciências cosmobiológicas
Títulos possíveis de manuais (Textos) de apoio:
- Prontuário AC de Bionergias (para o directório GUIAO?)
- Manual de Alquimia Prática (título para directório CURA?)
ou Manual Prático de Alquimia
- Dia a Dia Alimentar
- Prontuário de Cosmobiologia
- Grelha de Partida
- 4 primeiras sessões: 10 mil escudos cada
- 4 sessões seguintes: 5 mil escudos cada
- 4 sessões seguintes: mil escudos cada
- 4 sessões seguintes : grátis
- Em cada sessão será fornecido um texto teórico, baseado na leitura de um livro importante, a ser descorticado, na sessão seguinte, pelos alunos e pelo monitor
- Paralelamente a este trabalho teórico, haverá em cada sessão 2 horas de prática intensiva de Radiestesia e as técnicas que implica
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2816 bytes - 1584 caracteres
23 PÓLOS TEMÁTICOS : CADEIRAS - NÚCLEOS EXTRACURRICULARES
- Mistério da Morte/ Incarnação/ Reincarnação/ Imortalidade/Eternidade
- Depressão/ Stress/ Cansaço/ Esquizofrenia/ Suicídio: estados de consciência vibratória no mundo negativo
- Sono/Sonho
- Os 12 órgãos dos sentidos segundo os hierofantes egípcios e os 5 despertos
- Longevidade, senescência e senilidade
- Doenças iatrogénicas (Toxicologia)
- Crise Curativa/Stresses positivos
- Diáteses/Biótipos/Níveis de consciência
- Substâncias Psicoativas/Estados de supraconsciência
- Alquimia alimentar do cérebro
- Campos de morfogénese cósmica segundo Sheldrake/ Reino Mineral/ Reino vegetal/ Reino Animal/ Campos Magnéticos (Magnetoterapia)
- Correspondências Micro-Macrocosmos/ Sincronicidade/Lei de Ressonância Vibratória
- Yin-Yang taoísta/ 5 Elementos da MTC
- Linguagens naturais e humanas
- Diagramas, Gravuras e Esquemas: Visualização das energias (Radiestesia Holística)
- Abordagem global dos sistemas/ Níveis de organização dos sistemas vivos
- Telurismo/Fung Chu (Medicina do Habitat)
- Incorruptibilidade de cadáveres/Técnica de Mumificação segundo os hierofantes egípcios
- Limiares da Dor/Técnicas energéticas de anestesia/ Níveis de consciência vibratória
- Planetas, Estrelas, Galáxias (Astronomia moderna)
- Sol e Sistema solar /Astronomia próxima
- Aparelhos de medir energias/ O ser humano como aparelho de teledetecção
- Medição do tempo: calendários caldeu, maia, egípcio (Arqueologia Remota)
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1038 caracteres - 1 página -- merge doc de um único file wri do mesmo nome - «princípios de ecologia humana» « ideias para o terceiro milénio» «memórias da frente»
Realismo ecologista
Propostas de fundo
São de fundo porque condicionam toda uma estratégia política desde a raiz:
-Descentralizar produção energética e diversificar fontes
-Reciclar resíduos e aproveitar desperdícios
-Reduzir horário de trabalho=Reduzir desemprego
-Pequenas barragens já e arborização já contra o deserto do eucalipto
-Autogestão, autoorganização dos cidadãos, autodefesa e autocontrole
-Política do quotidiano e valorização da pessoa humana
-Alerta à década da catástrofe
-Alerta às doenças da «civilização» industrial como indicadores sintomáticos da crise ou doença que mina a engrenagem industrial
-Alerta às causas sócio-ambientais da doença:
estilo de vida - hábitos alimentares - água de beber - conflitos emocionais - stress urbano - ruído e vibrações - ambiente químico (poluições) - medicamentos e aditivos químicos na alimentação - alimentos refinados ou carenciados - factores étnicos
-Renascimento rural
quinta-feira, 17 de Outubro de 2002
A MAIS ANTIGA ECOLOGIA HUMANA: O YIN-YANG TAOÍSTA (BIOCOSMOLOGIA CHINESA)
1664 bytes tdaa-1>=tabua de alquimia alimentar
ALQUIMIA ALIMENTAR: PLANO DE MATÉRIAS - I
Itens de acordo com os files teclados para o Manual/Tratado de Noologia Geral e Prática - Grandes linhas de arrumação:
1 - ABC Alimentar (O Dia-a-Dia alimentar de A a Z ):
a) Prontuário alimentar
b) Conselhos da Bisavó
c) Farmácia Caseira (Mésinhas da Bisavó)
2 - Centro Holístico de Diagnóstico:
A) - Atelier Yin-Yang
B) - Ecodiagnóstico - Despistagem de factores ambientais:
a) Ecologia Humana
b) Ecologia Alimentar
c)
3 - Gabinete de Orientação Alimentar (GOA)
4 - Etapas de Autocura (Conselhos aos que pediram ajuda)
5 - Profilaxia Natural do Cancro:
a) - Do Cancro aos mecanismos naturais da Imunidade:
b) - Notícias da esperança
6 - Tratar o Fígado para Curar Alergias:
a) A Big Questão dos Metais/Minerais
1408 bytes
ALQUIMIA ALIMENTAR : PLANO DE MATÉRIAS - II
Itens de ajuda à memória para próximos seminários:(*)
- Diáteses
- Bioquímica
- Terapêuticas Vibratórias
- Diagnóstico Visual
-
_______
(*) Remete para:
- pequenos opúsculos (grandes fichas)
- fichas
- quadros sinópticos (acetatos)
- artigos de revistas (fotocópias)
*
Princípios yin-yang de Alquimia Alimentar
TÁBUA DE MATÉRIAS
Abordagens holísticas da saúde:
a) Macrobiótica
b) Metabolic Medecine
c) Medicina Orto-Molecular
d) Medicina do Terreno
e) Medicina Sintomática e medicinas causais ( naturais ou medicinas doces)
f) Sintomatologia aparente e sintomatologia profunda - Terapia alimentar, causal ou ecológica (Medicina Metabólica)
g)
Fontes da dialéctica yin-yang:
a) Tao Te King - I King, o Livro das Mutações - Nei King (O Livro do Imperador Amarelo)
b) A ordem do universo segundo a cosmosofia taoísta e a filosofia zen
c) Civilizações do Princípio Único - Desaparecidas (Azteca, Maia) e ainda sobreviventes (Hunzas)
d) As civilizações do Cereal : Arroz, Milho, Trigo
e) Fundamentos históricos e filosóficos da alimentação curativa do Princípio Único ou Dialéctica Yin-yang
f) Os retradutores das fontes: Oshawa, Michio Kushi, etc.
g) Figuras e datas do movimento macrobiótico ou neo-taoísta
h) A macrobiótica e as correntes da dietética moderna - A polémica vegetarianos/carnívoros
i) Jejum: a mais antiga arte terapêutica - Problemas do jejum para o homem moderno - O papel do jejum na escola de Gandhi
j) Grandes leis da cosmologia taoísta - Lei de causa e efeito- Lei da Bipolaridade Yin-yang - Lei dos 5 elementos
l)
As teorias modernas face à sabedoria primordial do Princípio Único:
a) O Fogo através da História
b) Transmutação a baixa energia ( C. Louis Kervran) - Entropia/Neguentropia
c)
Da Ecologia Humana à Holística pela via Yin-Yang:
a) Doenças da civilização moderna - Degenerativas: cancro, cardio-vasculares, alergias, sistema nervoso, etc
b) Mitos da medicina moderna: sintomatologia, teoria microbiana, vacinas,
c) Mitos da moderna higiene alimentar : proteínas, vitaminas, leite, calorias, sal, etc. - A «mãe» vegetal e a «mãe vaca» : o leite e a alimentação cerealífera
d) Doenças da medicina (Iatrogénese) : vacinas e alergias - açúcar e diabetes - cancro e carência de mircoelementos - radiações e leucemia - nefrites e quimioterapia - doenças óssea e desregulação do ciclo do cálcio -
e)
A dialéctica taoísta:
a) Energia Ki e princípio único da Ordem do Universo
b) Bipolaridade Yin-Yang
c) Lei dos 5 elementos: base da alquimia taoísta
d) Os 64 Hexagramas do I Ching
e) Correspondências entre macro e microcosmos: Zonas reflexogénicas do corpo
f) Arrogância: causa de todas as doenças
g) Os 7 estágios do Discernimento
h) Tao e Lao Tsé
i) Entropia/Neguentropia
j)
Yin-Yang alimentar:
a) Doença e dor: «aviso telefónico» (Oshawa)
b) Cura = processo iniciático de mutação - Ética alimentar - Opção de vida - Mudar de hábitos - Obstáculos de ordem familiar, social e psíquica à terapia alimentar
c) Vegetarianos contra Carnívoros: a falsa questão
d) Qualidade biológica e valor energético dos alimentos
e) Modelos alimentares homólogos do taoísmo:
- Hunza
- Alcambamba
etc
f) Alimento/Medicamento: Cura pela alimentação - Macrobiótica como profilaxia geral - Alimentos-base e alimentos complementares - Dieta padrão
g) Bioquímica moderna confirma macrobiótica ( Flávio Zanata)
h) Jejum e Mastigação: reaprendizagem da arte de comer
i) Riscos da euforia yang: crítica aos fanatismos
j) O conceito de alimento principal e de alimento integral
l) Abordagem holística das carências alimentares, nomeadamente em sais minerais:
- Algas
- Legumes e Vegetais
- Lactofermentados - Enzimas - Ácido láctico
- Germinados de cereais e oleaginosas
m) Factores determinantes do metabolismo:
- Harmonia das esferas energéticas ( 5 elementos)
- Interdependência dos elementos minerais
- PH - EquilíbrioSódio-Potássio - Cloreto de Sódio e fluido extracelular - Sal - Alimentos hidratados
- Defesas naturais (imunidade)
- etc
n) Prato número 7 e dietas de choque (emergências críticas) - Vantagens e contra-indicações
o) Lista yin-Yang dos alimentos - Regime alimentar padrão e regimes específicos
p)
Postulados da Lei Universal (Princípio Único):
a) Desintoxicar, descarenciar, reequilibrar
b) Não prejudicar (Non nocere)
c) 7 condições de saúde, 7 graus de discernimento (psicosomática yin-yang)
d) Cada doente curado é médico de si mesmo e dos outros
e) Escolha macrobiótica, opção de vida
f) Saber comer é poder comer de tudo
g) Que o teu alimento seja o tei medicamento
h) Tudo é energia
i) Ideal para a Nova Idade de Ouro : sermos todos professores de saúde
j)
Alimento e cronobiologia yin-yang:
a) Alimento individualizado e segundo as variáveis de tempo e lugar (sexo, idade, profissão, hora do dia, estação do ano, longitude, latitude e altitude)
b) Princípios ecológicos da terapia alimentar yy
c)
Ecologia Humana e Ecologia Alimentar (Leitura ecológica dos sintomas) :
a) Efeitos da poluição no organismo humano;
outros factores:
- estilo de vida
- stress: trabalho, vida urbana
- emoções dominantes
b) Minerais/Metais Pesados: interface entre Ecologia Humana e Holística
c) Metais Pesados versus Minerais Subtis: o grande problema das carências em Oligoelementos
d) Despistagem de factores ambientais (introdução ao diagnóstico ecológico)
e)
Outros factores adversos do ambiente exógeno:
- Açúcar industrial: Desmineralizante Nº 1
- Bebidas Alcoólicas
- Incompatibilidade da terapia energética com a medicina química
- Iatrogénese: doença da medicina química(Antibióticos, Vacinas, Cortisona, etc)
- Agricultura química/ pesticidas e adubos : 1ª causa de carências minerais
- Industrialização e manipulação alimentar - Refinação de cereais e óleos alimentares(Cereais, Óleos, Sal, Açúcar) : 2ª causa de carências vitamínicas
- Poluição química alimentar : aditivos, conservantes, córantes, adoçantes artificiais, etc
- Cloro e chumbo na água canalizada (verdunização)
- Irritantes alérgicos: Mercúrio, níquel, crómio, cobalto, resíduos de detergentes, etc.
- Cádmio do Tabaco: causa de anemias
Oligoterapia Básica:
a) Diáteses segundo Menetrier
b) Resposta às doenças(carências) da «civilização» industrial;
c) Outras respostas:
- talassoterapia
- balneoterapia
- macrobiótica
d) Oligoelementos ou Bioelementos: base alquímica da Vida
e)
Especialidades práticas afins da macrobiótica:
a) Fisiognomia - Diagnóstico visual - O fenómeno Sampaku
b) Diagnóstico pelo ambiente ou ecológico - Factores exógenos que produzem a doença - Doenças da poluição - Doenças do consumo - Doenças sociais -
c) Palmistria básica
d) Culinária macrobiótica - Cozinha, Laboratório de saúde
e) Tratamentos básicos de doenças comuns - Tratamentos adjuvantes externos - Fitoterapia Yin-Yang
f) Shiatsu, Moxa, Punctoterapia
g) Agricultura biológica
h) Indústrias caseiras: Tofu, Seitan, Amazake, Miso, Tempeh, etc.
i)
Interfaces-chave:
a) Profilaxia alimentar do Cancro e doenças degenerativas
b) Profilaxia alimentar contra radiações ionizantes
c) Profilaxia da SIDA
etc
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SABERES TRADICIONAIS : PLANO DE MATÉRIAS
PRÁTICAS PARA APRENDER EM UMA ESCOLA DE REALISMO
Como se alimentar no máximo com o mínimo de alimentos e dinheiro (macrobiótica)
como alimentar as crianças para não terem doenças ou defenderem-se melhor delas
como se defender em caso de ataque físico
como poupar energia vital
como reciclar materiais
como conservar alimentos sem frigorifico
como seleccionar e acondicionar lixos para uma Economia Global de Reciclagem
como organizar associações de educação popular, cooperativas, comissões de moradores
como utilizar embalagens saudáveis e dispensar as de plástico, alumínio, amianto e outros materiais prejudiciais à saúde
como poupar electricidade, gás, energia vital e enrgia da rede, como inventar alternativas de emergência aos sistemas monopolísticos de fornecimento público
como matar a sede quando não houver água
como sobreviver em tempos de escassez
como respirar quando o oxigénio rarear
como construir uma casa ecológica
como fazer greve geral à sociedade do desperdício
como desintoxicar-se de antibióticos e outras drogas pesadas
como defender-se do ruído e outras agressões do fascismo quotidiano
como utilizar a bicicleta e dispensar o automóvel
como armazenar água para o tempo da estiagem
como se faz uma cisterna, como se abre um poço, como se faz um furo artesiano
como fazer mobílias simples com pouco dinheiro e materiais acessíveis
como se tecem tapetes, mantas, alcofas, sacos, etc.
como se reconvertem moinhos de água, azenhas, lagares abandonados
como se constrói um palco, fazem marionetes, improvisam instrumentos musicais, desenham máscaras, pintam cenários, orientam debates para um trabalho de animação ecológica com crianças, jovens ou adultos
como pôr um penso, acorrer a uma ferida, reanimar um acidentado
1022 caracteres
São propostas de fundo porque condicionam toda uma estratégia política desde a raiz:
-Descentralizar produção energética e diversificar fontes
-Reciclar resíduos e aproveitar desperdícios
-Reduzir horário de trabalho=Reduzir desemprego
-Pequenas barragens já e arborização já contra o deserto do eucalipto
-Autogestão, autoorganização dos cidadãos, autodefesa e autocontrole
-Política do quotidiano e valorização da pessoa humana
-Alerta à década da catástrofe
-Alerta às doenças da «civilização» industrial como indicadores sintomáticos da crise ou doença que mina a engrenagem industrial
-Alerta às causas sócio-ambientais da doença:
- estilo de vida
- hábitos alimentares
- água de beber
- conflitos emocionais
- stress urbano
- ruído e vibrações
- ambiente químico (poluições)
- medicamentos e aditivos químicos na alimentação
- alimentos refinados ou carenciados - factores étnicos
- Renascimento rural
502 caracteres
QUADRO DE CIENCIAS PSI: CADEIRAS - DISCIPLINAS - TRIMESTRES
ETNOPSICOLOGIA
ETNOPSIQUIATRIA
HIGIENE MENTAL
PARAPSICOLOGIA EDUCACIONAL
PSICANÁLISE DE FREUD
PSICANÁLISE DE JUNG
PSICOLOGIA
PSICOLOGIA ANIMAL
PSICOLOGIA APLICADA
PSICOLOGIA CLÍNICA
PSICOLOGIA EDUCACIONAL
PSICOLOGIA FAMILIAR
PSICOFISIOLOGIA
PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES
PSICOPATOLOGIA
PSICOTERAPIA
PSICOLOGIA FEMININA
PSIQUIATRIA
NEUROPATOLOGIA
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- Sábados de actualização
- Ciclo Yin Yang
- Nomes possíveis:
Curso Prático de Cosmobiologia
Curso Prático de Cronobiologia chinesa
Curso de Medicinas Energéticas
- Conjuntos já organizados em minifichas (matrizes prontas a multicopiar:
1 - Curso de Noologia Terapêutica - Introdução à Cosmobiologia - Exercícios Práticos de Radiestesia Holística -
2 - Exercícios Práticos de Radiestesia - Remissa aos Órgãos (Corpo Físico)
3 - Curso de Noologia Terapêutica - TPC - Exercícios Práticos de Radiestesia Holística
4 - Radiestesia Holística - Encontros de Autoterapia e Autodiagnóstico - Exercícios Práticos (Testes de Harmonia) - Quadros de Apoio (à Memória)
5 - Exercícios Práticos de Radiestesia - Aplicações do Sentido de Harmonia (SIM/NÃO)
6 - Curso de Noologia Terapêutica - Sinais da Alma - Exercícios Práticos de Radiestesia Holística
7 - Exercícos Práticos de Radiestesia - Aplicações do Yin-Yang
8 - Curso de Radiestesia Holística - Trabalhos para casa - Caderno de Exercícios Práticos - Testes de Verificação de Conhecimentos
- Linhas fundamentais:
- Cura Iniciática
- Cosmobiologias sagradas
- Introdução à Kabballah, placa giratória das ciências sagradas
- Macro e Microcosmos humano
- Reflexologia: diagnóstico e reflexoterapia
- Biofísica - Continuum energético
- Ciências cosmobiológicas
Títulos possíveis de manuais (Textos) de apoio:
- Prontuário AC de Bionergias (para o directório GUIAO?)
- Manual de Alquimia Prática (título para directório CURA?)
ou Manual Prático de Alquimia
- Dia a Dia Alimentar
- Prontuário de Cosmobiologia
- Grelha de Partida
- 4 primeiras sessões: 10 mil escudos cada
- 4 sessões seguintes: 5 mil escudos cada
- 4 sessões seguintes: mil escudos cada
- 4 sessões seguintes : grátis
- Em cada sessão será fornecido um texto teórico, baseado na leitura de um livro importante, a ser descorticado, na sessão seguinte, pelos alunos e pelo monitor
- Paralelamente a este trabalho teórico, haverá em cada sessão 2 horas de prática intensiva de Radiestesia e as técnicas que implica
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23 PÓLOS TEMÁTICOS : CADEIRAS - NÚCLEOS EXTRACURRICULARES
- Mistério da Morte/ Incarnação/ Reincarnação/ Imortalidade/Eternidade
- Depressão/ Stress/ Cansaço/ Esquizofrenia/ Suicídio: estados de consciência vibratória no mundo negativo
- Sono/Sonho
- Os 12 órgãos dos sentidos segundo os hierofantes egípcios e os 5 despertos
- Longevidade, senescência e senilidade
- Doenças iatrogénicas (Toxicologia)
- Crise Curativa/Stresses positivos
- Diáteses/Biótipos/Níveis de consciência
- Substâncias Psicoativas/Estados de supraconsciência
- Alquimia alimentar do cérebro
- Campos de morfogénese cósmica segundo Sheldrake/ Reino Mineral/ Reino vegetal/ Reino Animal/ Campos Magnéticos (Magnetoterapia)
- Correspondências Micro-Macrocosmos/ Sincronicidade/Lei de Ressonância Vibratória
- Yin-Yang taoísta/ 5 Elementos da MTC
- Linguagens naturais e humanas
- Diagramas, Gravuras e Esquemas: Visualização das energias (Radiestesia Holística)
- Abordagem global dos sistemas/ Níveis de organização dos sistemas vivos
- Telurismo/Fung Chu (Medicina do Habitat)
- Incorruptibilidade de cadáveres/Técnica de Mumificação segundo os hierofantes egípcios
- Limiares da Dor/Técnicas energéticas de anestesia/ Níveis de consciência vibratória
- Planetas, Estrelas, Galáxias (Astronomia moderna)
- Sol e Sistema solar /Astronomia próxima
- Aparelhos de medir energias/ O ser humano como aparelho de teledetecção
- Medição do tempo: calendários caldeu, maia, egípcio (Arqueologia Remota)
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Realismo ecologista
Propostas de fundo
São de fundo porque condicionam toda uma estratégia política desde a raiz:
-Descentralizar produção energética e diversificar fontes
-Reciclar resíduos e aproveitar desperdícios
-Reduzir horário de trabalho=Reduzir desemprego
-Pequenas barragens já e arborização já contra o deserto do eucalipto
-Autogestão, autoorganização dos cidadãos, autodefesa e autocontrole
-Política do quotidiano e valorização da pessoa humana
-Alerta à década da catástrofe
-Alerta às doenças da «civilização» industrial como indicadores sintomáticos da crise ou doença que mina a engrenagem industrial
-Alerta às causas sócio-ambientais da doença:
estilo de vida - hábitos alimentares - água de beber - conflitos emocionais - stress urbano - ruído e vibrações - ambiente químico (poluições) - medicamentos e aditivos químicos na alimentação - alimentos refinados ou carenciados - factores étnicos
-Renascimento rural
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